| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 20.061,00 |
| Dez/25 | R$ 20.170,00 |
| Nov/25 | R$ 20.201,00 |
| Out/25 | R$ 20.001,00 |
| Set/25 | R$ 19.839,00 |
| Ago/25 | R$ 19.703,00 |
| Jul/25 | R$ 19.735,00 |
| Jun/25 | R$ 19.755,00 |
| Mai/25 | R$ 19.795,00 |
| Abr/25 | R$ 19.813,00 |
| Mar/25 | R$ 19.843,00 |
| Fev/25 | R$ 19.855,00 |
Visão técnica e contexto de mercado da Kia Sportage DLX 2.2 Diesel Mecânica de 1996 segundo a Tabela FIPE
Este artigo mergulha no modelo Kia Sportage DLX 2.2 Diesel com transmissão mecânica de 1996, enfatizando a ficha técnica, o histórico da marca e as implicações para seguradoras e compradores. Embora a Tabela FIPE seja um instrumento comum para referência de mercado, o foco aqui é compreender as características do veículo, seu porte, desempenho e como esse conjunto se relaciona com a avaliação de seguro. O leitor encontrará uma visão educativa sobre as particularidades desse SUV clássico, sem a exposição de valores monetários, permanecendo fiel ao tema proposto.
A marca Kia: trajetória, qualidade e posicionamento global
A Kia Motors Corporation nasceu no Brasil e no mundo como parte de uma transformação da indústria automotiva sul-coreana. Fundada originalmente para atender demandas de mobilidade com propostas de baixo custo, a marca passou por uma mudança estratégica que a levou a priorizar modernização, design, segurança e confiabilidade. Nos anos 1990, quando o Spotage surgiu – ainda jovem no cenário global de SUVs compactos – a Kia já buscava ampliar sua presença em mercados exigentes, do interior das cidades aos trajetos de longo curso. O posicionamento da marca em relação a SUVs de uso urbano e, mais tarde, de uso misto, ficou marcado pela combinação entre robustez e economia, aliados a um design que buscava se diferenciar no portfólio de compactos utilitários. Ao longo das décadas, a Kia investiu fortemente em redes de assistência, peças e serviço, o que tem se traduzido na percepção de maior confiabilidade entre os consumidores que valorizam tecnologia acessível e garantia de disponibilidade de peças. Tomando o Sportage de 1996 como referência, observa-se a ideia de oferecer um veículo com caráter prático, capaz de rodar bem na cidade, com a possibilidade de uso em vias com condições um pouco mais desafiadoras, mantendo o foco no custo total de propriedade equilibrado para o seu tempo.

Dentro do ecossistema automotivo, o Sportage representa a aposta da Kia em SUVs compactos que pudessem conciliar o espaço interno com a manobrabilidade urbana. A trajetória da marca mostra uma evolução constante, com melhorias em chassis, ergonomia e sistemas de segurança ao longo de gerações seguintes. Para o leitor interessado em seguros, a história da marca é relevante porque a confiabilidade percebida, a disponibilidade de peças e a reputação de manutenção influenciam a avaliação de risco pelas seguradoras. Em modelos como o DLX 2.2 Diesel Mecânica de 1996, o conjunto de fatores — procedência, histórico de manutenção e robustez do conjunto motor-transmissão — pode favorecer condições de proteção mais estáveis dentro de plataformas de seguro que valorizam veículos com histórico estável de uso e boas referências de mercado.
Ficha técnica do veículo: Kia Sportage DLX 2.2 Diesel Mecânica 1996
Abaixo está uma ficha técnica resumida, com informações que costumam compor a apresentação de modelos da década de 1990 no segmento dos SUVs compactos. Os dados aqui reunidos ajudam o leitor a entender o porte, o motor, a transmissão e o conjunto de tração, elementos cruciais para avaliação de seguro, manutenção e uso cotidiano.
- Motor: 2.2 litros, diesel, 4 cilindros, alimentação por injeção típica da época
- Transmissão: caixa manual de 5 velocidades
- Tração: 4×4 com sistema de transferência adequado a uso misto (on-road/off-road leve)
- Dimensões e peso (aproximados): comprimento próximo a 4,1 metros; entre-eixos cerca de 2,4 metros; peso em ordem de marcha ao redor de 1,4 tonelada
Essa aproximação de ficha técnica oferece uma visão clara sobre o perfil do veículo, sem entrar em detalhes excessivos que variam conforme mercados locais ou condições de uso. Em termos de manutenção, o 2.2 Diesel de 1996 costuma exigir atenção a itens tradicionais de motor diesel da época, como limpeza de componentes do sistema de injeção, verificação de velas de glow (onde aplicável) e inspeção periódica de freios, suspensão e estado da carroceria. O conjunto de tração 4×4, quando presente, adiciona um componente de exigência de maior cuidado com componentes de transmissão e differential, especialmente se há uso frequente em terrenos não pavimentados.
Desempenho, confiabilidade e manutenção: o que observar em um modelo antigo
Modelos diesel de gerações anteriores costumam se destacar pela robustez do motor de baixa rotação, o que favorece a entrega de torque em situações de subida, carga ou tráfego urbano com paradas frequentes. No caso do Sportage DLX 2.2 Diesel Mecânica de 1996, o desempenho básico pode ser descrito como adequado para o tamanho do veículo, com boa capacidade de retomada em velocidades médias, especialmente em trechos com carga adicional. Para quem utiliza o carro no dia a dia, a confiabilidade depende de uma agenda de manutenção disciplinada: mudanças de filtros, óleo, verificação do sistema de injeção, além de inspeções no sistema de freios e no estado da suspensão. A idade do veículo impõe uma atenção extra a componentes de desgaste natural, como borrachas de correias, componentes elétricos e conectores, bem como a integridade da carroçaria contra corrosão, que pode surgir com o tempo se a proteção não for mantida.
É importante observar que, em modelos com motor diesel de época, o custo de manutenção pode se equilibrar pela disponibilidade de peças no mercado e pela experiência de oficinas especializadas em motores diesel mais antigos. A demanda por peças de reposição é um ponto relevante para seguradoras no cálculo de risco, pois a disponibilidade de peças impacta a facilidade de reposição. Além disso, veículos com tração 4×4 costumam apresentar elementos adicionais de desgaste, como componentes do sistema de transmissão e eixos, que exigem verificação periódica. A combinação entre desempenho estável e custo de manutenção previsível pode influenciar positivamente a percepção de seguro, desde que haja histórico de uso bem documentado e condições de uso adequadas.
Relação entre a FIPE, o seguro e o valor de mercado do modelo
A Tabela FIPE, amplamente utilizada no Brasil para referência de valores de mercado de veículos, serve como base para avaliações de seguro, compra e venda, bem como para a feitura de propostas de proteção. Embora o preço exato não seja divulgado neste espaço, compreender como a FIPE trata modelos de 1996 ajuda o leitor a entender o raciocínio das seguradoras: o histórico de desvalorização, a raridade de determinados exemplares, o estado de conservação e a regionalidade do veículo influenciam o prêmio. Em SUVs compactos antigo, a variação de valor pode ser sensível à demanda de colecionadores, à disponibilidade de peças originais e à condição geral do veículo. Por isso, a ficha técnica, o histórico de manutenção e o planejamento de atendimento são elementos centrais para quem busca uma cotação de seguro ou avaliação para venda, tudo alinhado aos parâmetros de referência da FIPE.
Considerações de uso e proteção para um modelo histórico
Ao planejar a aquisição ou o uso contínuo de um Kia Sportage DLX 2.2 Diesel Mecânica de 1996, é útil considerar alguns aspectos práticos que ajudam na tomada de decisão, especialmente para seguradoras e compradores que valorizam a proteção de um veículo com mais de duas décadas de vida. Primeiro, a procedência do veículo e o registro de manutenção robusto costumam influenciar positivamente a avaliação de risco. Em segundo lugar, manter a documentação em dia — manuais, notas de serviço, histórico de revisões e absolvições de recall — transmite confiabilidade ao seguro. Terceiro, o uso real do veículo, se predominantemente urbano, com pouca exposição a trilhas pesadas, tende a reduzir o perfil de risco, em comparação a uso intenso em terrenos não pavimentados. Por fim, a preservação de itens de segurança (freios, iluminação, sistema de direção) e a pronta substituição de peças desgastadas asseguram desempenho estável e resposta adequada em situações de frenagem e manobra.
Condução responsável, economia relativa e planejamento de seguro
Para quem administra um veículo antigo com propulsão diesel, a condução responsável é um componente essencial da experiência ao volante. A condução suave, a antecipação de paradas, a verificação de pneus e suspensão, além de um cronograma de revisões, ajudam a manter o desempenho e a segurança. Do ponto de vista do seguro, a combinação de histórico de manutenção, condições de uso e padrões de condução influencia a definição de prêmio. Em geral, veículos com histórico claro e com presença de peças disponíveis tendem a apresentar avaliações mais estáveis do custo de proteção, o que facilita a obtenção de condições competitivas junto às seguradoras. É recomendável discutir o perfil de uso com o corretor, incluindo informações sobre o local de guarda do veículo, uso diário versus uso sazonal e eventuais históricos de sinistros, pois esses dados costumam guiar a montagem de uma proposta mais adequada às necessidades do motorista e da família.
Conclusão e convite sutil para cotação
Em resumo, a Kia Sportage DLX 2.2 Diesel Mecânica de 1996 apresenta um conjunto que combina robustez típica de diesel, utilidade de um SUV compacto e a identidade de uma marca em evolução. A ficha técnica, associada ao histórico da marca, ajuda a compreender o valor de mercado relativo, a disponibilidade de peças de reposição e as exigências de manutenção. Para quem está avaliando seguro ou planejamento de compra, entender como a Tabela FIPE fundamenta referências de mercado sem expor preços específicos é uma peça-chave para decisões equilibradas. E, se o objetivo é proteger esse modelo com cobertura que atenda às suas necessidades, vale considerar uma cotação com a GT Seguros.
