Valor FIPE Atual
R$ 90.578,00
↓ 3,5% vs mês anterior
FIPE: 818044-0
Ano: 2016-1
MêsPreço
Mar/26R$ 90.578,00
Fev/26R$ 93.819,00
Jan/26R$ 95.501,00
Dez/25R$ 94.921,00
Nov/25R$ 94.962,00
Out/25R$ 96.079,00
Set/25R$ 92.830,00
Ago/25R$ 89.691,00
Jul/25R$ 86.658,00
Jun/25R$ 83.728,00
Mai/25R$ 80.897,00
Abr/25R$ 80.730,00

Como a Tabela FIPE orienta a avaliação da KTM Adventure 1190 R 2016 e o que isso implica para quem busca seguro

Quando pensamos em seguro de motocicleta, especialmente num modelo de alto desempenho como a KTM Adventure 1190 R de 2016, a referência de valor de mercado exerce um papel central. A Tabela FIPE, que consolida a média de preços de veículos vendidos no Brasil, funciona como uma bússola para seguradoras, corretoras e consumidores no momento de determinar coberturas, valores de indenização e tributos. Para quem atua no mercado de seguros, compreender como a FIPE chega a certos valores para motos de alta cilindrada ajuda a orientar avaliações, contratos e as melhores opções de proteção. A KTM, marca reconhecida por esportividade, tecnologia e exploração off-road, se beneficia de uma lógica de precificação que leva em conta não apenas o preço de tabela, mas também fatores que reforçam a necessidade de coberturas específicas, assistência qualificada e condições de uso adequadas.

O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para motos de alta cilindrada

A Tabela FIPE é um referencial criado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas que agrega, mensalmente, os valores de referência de veículos leves comercializados no país. Para motos, o valor apresentado não representa necessariamente o preço de venda atual, mas sim uma média de mercado que serve de base para avaliações de seguro, financiamentos e transações. Em termos simples, a FIPE fornece uma referência objetiva que facilita acordos entre seguradoras, corretoras, proprietários e oficinas, especialmente quando não há histórico de sinistros ou de depreciação específico do modelo.

Tabela FIPE KTM ADVENTURE 1190 R 2016

Para modelos de alta cilindrada, como a KTM Adventure 1190 R 2016, a função da FIPE ganha contorno ainda mais importante. Esses veículos costumam ter custos de reparo mais elevados, peças com disponibilidade variável conforme o estoque de distribuidores e, muitas vezes, uma demanda de seguros que leve em conta o uso misto entre estrada e trilha. Ao comparar propostas de seguro, o valor FIPE atua como ponto de partida para calcular prêmios, franquias e coberturas adicionais, como proteção de acessórios originais, assistência em viagem e cobertura para acessórios instalados. Além disso, a FIPE influencia o cálculo de depreciação em caso de sinistro total, ajudando a definir o montante indenizável com base em referência amplamente reconhecida no mercado.

Como a KTM se posiciona no mercado e o impacto da FIPE na percepção de risco

A KTM, fabricante austríaca renomada porMODELOS de aventura e desempenho, consolidou ao longo das duas últimas décadas uma identidade fortemente associada à combinação entre agressividade de linha, tecnologia de ponta e capacidade de enfrentar terrenos desafiadores. No caso da KTM Adventure 1190 R 2016, o conjunto técnico — motor de alta cilindrada, chassis que favorece a condução em piso irregular, suspensões ajustáveis e eletrônica de apoio — imprime aos olhos do segurador um retrato de risco que merece atenção. Em termos de seguro, dois elementos se destacam: o custo de peças e reparos, muitas vezes superior ao de motos de menor cilindrada, e a probabilidade de uso em situações que fogem do asfalto, o que aumenta a exposição a danos em componentes sensíveis, como suspensão, rodas, carenagens e sistemas eletrônicos de gestão de condução.

Por isso, quando um corretor ou consumidor avalia a Tabela FIPE no contexto de uma KTM Adventure 1190 R 2016, não se atribui apenas um valor estático ao bem. A ideia é considerar como a moto é valorizada pelo mercado, levando em conta a disponibilidade de peças originais, a rede de assistência técnica autorizada e o custo de mão de obra especializada. A FIPE, ao fornecer uma referência, facilita a comparação entre propostas de seguro, permitindo que o usuário perceba se determinada apólice está oferecendo, por exemplo, cobertura estendida para danos em componentes sensíveis, proteção de acessórios originais ou liberdades de uso em trilhas com menor restrição de uso off-road. Em última instância, essa referência contribui para uma experiência de contratação mais transparente e alinhada com o valor de reposição adequado ao veículo.

Ficha Técnica da KTM Adventure 1190 R 2016

A seguir, apresento uma visão resumida da ficha técnica do modelo KTM Adventure 1190 R 2016, com foco em características que costumam influenciar a avaliação de seguro e o comportamento no uso cotidiano e em terrenos desafiadores. Observação: números podem variar por mercado e por versão específica, mas o conjunto descreve o que costuma compor a identidade técnica deste modelo.

Motor e desempenho: a KTM 1190 R utiliza um motor LC8 em configuração V-twin com deslocamento próximo a 1.195 cm³. Trata-se de um motor com alimentação por injeção eletrônica e arrefecimento líquido, projetado para entregar uma combinação de torque expressivo na faixa baixa e uma resposta ágil em altas rotações. A potência anunciada fica na casa de aproximadamente 150 cavalos de potência, com torque próximo de 90 a 95 Nm, estando disponível em regimes que privilegiam condução em estrada e em pistas de terra batida, conforme o ajuste de modos de pilotagem oferecidos pela eletrônica de bordo. O sistema de transmissão é de seis marchas com embreagem hidráulizada, permitindo mudanças suaves tanto em ruas urbanas quanto em trechos de trilha com demandas mais fortes de torque.

Chassi, suspensão e gerenciamento dinâmico: o quadro de aço, tipicamente em treliça, trabalha em conjunto com suspensões WP ajustáveis para facilitar o controle em diferentes condições de piso. A forquilha dianteira é de alto desempenho, com curso de viagem que favorece absorção de irregularidades, enquanto a suspensão traseira, também regulável, oferece uma curva de amortecimento capaz de manter a bike estável em velocidades moderadas de pista e com boa resposta em terrenos mais desafiadores. A condução fica sob a égide de sistemas de controle de tração (MTC), modos de pilotagem que podem variar entre as categorias Street e Off-road, e ABS que costuma possuir opções de uso off-road para desativação parcial ou total em determinadas situações de pilotagem. Em termos de rodas, o conjunto é tipicamente equipado com rodas raiadas, com a dianteira em 21 polegadas e a traseira em 18 polegadas, calibradas para suportar tanto a aderência em asfalto quanto a rigidez necessária para enfrentar trilhas com vegetação, areia ou cascalho.

Freios e segurança: o modelo dispõe de freios a disco, com configuração de pinças e discos que favorecem a frenagem com controle em situações de pilotagem esportiva ou de aventura. O sistema de freios é integrado com o ABS, cuja programação pode oferecer modos para uso mais eficaz em piso molhado ou em condições off-road, contribuindo para reduzir o risco de travagens descontroladas. Em termos de peso, a KTM Adventure 1190 R 2016 está entre as motocicletas de maior desempenho da sua categoria, com um conjunto que tende a exigir quem pilota uma técnica sólida, especialmente ao transitar entre diferentes superfícies. O peso em ordem de marcha, aliado à aerodinâmica, ao tanque de combustível e ao conjunto mecânico, influencia diretamente a percepção de custo de manutenção e, por consequência, a avaliação de seguro, sobretudo em cenários de sinistro e na definição de valor de substituição.

Dimensões, capacidade e conforto: o tanque de combustível, com capacidade significativa para longos trajetos, aliada à posição de pilotagem ergonômica, posiciona a moto como uma opção de alto rendimento para quem busca percorrer longas distâncias com conforto. A altura do assento, a posição dos comandos e a distribuição de peso entre o motorista e o conjunto de alavancas são fatores que influenciam não apenas a condução, mas também o custo de reparo em caso de quedas ou impactos. Em termos de dimensões, a KTM 1190 R exibe uma presença marcante na linha de motos de aventura, com dimensões que favorecem a estabilidade em velocidades de cruzeiro e, ao mesmo tempo, mantêm a agilidade necessária para manobras em vias com tráfego complexo ou trilhas técnicas.

Aspectos de seguro: como a FIPE se relaciona com a proteção da KTM 1190 R 2016

Ao comparar propostas de seguro para a KTM Adventure 1190 R 2016, é comum observar que as seguradoras utilizam a referência da FIPE para estabelecer o valor de referência do veículo. Esse valor serve como base para calcular a indenização em caso de sinistro total, a soma segurada para coberturas de danos, bem como para determinar limites de cobertura de responsabilidade civil e danos a terceiros. Além disso, a FIPE é útil na definição de franquias, percentuais de depreciação aplicáveis ao veículo após um sinistro e, em muitos casos, na validação de custos de peças originais versus aftermarket em caso de reparos.

Para motos de alto desempenho, como a 1190 R, fatores adicionais costumam influenciar o ajuste de prêmio, entre eles a disponibilidade de peças originais, a rede de assistência técnica autorizada pela marca, o custo de mão de obra especializada e a probabilidade de uso em trilhas ou estradas não pavimentadas. Essas dimensões, quando combinadas com o histórico de sinistros do proprietário e com a quilometragem anual, ajudam as seguradoras a estimar o risco agregado de manter a apólice. Em resumo, a FIPE funciona como um patamar de referência, mas o prêmio final depende de uma avaliação holística que considera o perfil do piloto, o cenário de uso, o histórico de manutenções e as coberturas escolhidas.

Estrutura de avaliação prática: como interpretar a FIPE para a KTM 1190 R 2016

Para quem atua na corretagem ou no atendimento ao público, entender como a referência FIPE se desdobra em termos práticos é essencial. Eis alguns pontos que costumam guiar o diálogo entre corretor, cliente e seguradora:

1) Cobertura adequada ao perfil de uso: motocicletas de aventura exigem proteção que considere danos em carenagens, componentes eletrônicos, rodas e suspensão. A FIPE ajuda a delimitar o valor de reposição ou o valor de referência para a indenização, mas as coberturas adicionais devem ser avaliadas conforme o uso pretendido pelo proprietário (treinos off-road, viagens longas, trilhas técnicas etc.).

2) Peças originais versus aftermarket: o custo de reparo e a disponibilidade de peças originais influenciam o valor do prêmio. Em motos de alta cilindrada, peças originais costumam ter custo superior, o que pode impactar não apenas o prêmio, mas também a franquia em cenários de sinistro.

3) Combinação de coberturas: além de danos à própria moto, é comum que clientes acionem coberturas de roubo/furto, danos a terceiros e assistência 24h. A escolha de combinações deve equilibrar o valor FIPE com a exposição a riscos reais, levando em conta o local de circulação, a frequência de viagens para trilhas e o perfil de pilotagem.

4) Manutenção e documentação: manter a motocicleta em condições ideais facilita a negociação com a seguradora. Documentos de manutenção, notas fiscais de substituição de peças originais, atualização de acessórios e histórico de revisões ajudam a comprovar o estado de conservação, o que pode refletir positivamente no prêmio.

Por fim, cabe lembrar que a comparação entre propostas não se resume a uma única variável. A FIPE atua como base, mas a avaliação de risco é multidimensional. Um corretor experiente considera o histórico do vendedor, a finalidade de uso da moto (viagens, tril