| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 5.758,00 |
| Fev/26 | R$ 5.771,00 |
| Jan/26 | R$ 5.784,00 |
| Dez/25 | R$ 5.796,00 |
| Nov/25 | R$ 5.705,00 |
| Out/25 | R$ 5.719,00 |
| Set/25 | R$ 5.738,00 |
| Ago/25 | R$ 5.751,00 |
| Jul/25 | R$ 5.591,00 |
| Jun/25 | R$ 5.597,00 |
| Mai/25 | R$ 5.609,00 |
| Abr/25 | R$ 5.446,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação da KTM EXC 250 1994 e como isso impacta o seguro
Visão geral da KTM EXC 250 (1994) e seu papel no universo do enduro
A KTM é uma fabricante austríaca com tradição consolidada no segmento de enduro e motocross. Nos anos 90, a linha EXC ganhou destaque entre pilotos amadores e profissionais pela combinação de desempenho, confiabilidade e componentes voltados para uso fora de asfalto. A KTM EXC 250, em especial a versão de 1994, representa uma geração em que a engenharia da marca já priorizava leveza, resposta rápida do motor e agilidade no terreno acidentado. Mesmo sendo um modelo antigo, ele carrega valor histórico para entusiastas, colecionadores e para quem utiliza a moto como ferramenta de trabalho ou lazer. No contexto dos seguros, motos dessa faixa etária costumam exigir uma atenção particular: nem toda condição de uso se reflete diretamente no custo do prêmio, mas o histórico de conservação, a disponibilidade de peças originais e o estado geral influenciam o capital segurado e a cobertura necessária.
Ao falar de Tabela FIPE e de seguros, é útil entender que a FIPE funciona como uma referência de mercado. Ela não define o preço que será pago ou cobrado pela seguradora, mas oferece um parâmetro comum para comparar modelos, anos e condições. Para quem investe na KTM EXC 250 de 1994, entender esse referencial é essencial para alinhar expectativas com a corretora e com a seguradora, especialmente quando se trata de proteção contra roubo, colisões, danos acidentais e eventual perda total.

Ficha técnica da KTM EXC 250 (1994) — quadro técnico resumido
A seguir, uma visão objetiva das principais características técnicas que costumam figurar em fichas de modelo da época. Observação: pequenas variações podem ocorrer entre unidades fabricadas no mesmo ano, conforme o número de chassi, país de montagem ou atualizações de fábrica ao longo do ciclo de produção.
- Motor: 2 tempos, 1 cilindro, cilindrada próxima de 250 cm³, alimentação por carburador; projetado para entrega de torque útil em trilhas técnicas e em terreno off-road.
- Transmissão: 6 velocidades; embreagem multidisco em banho de óleo; acionamento por cabo; acoplamento com corrente para a traction em terreno acidentado.
- Suspensão e chassis: quadro de aço tubular; suspensão dianteira com garfos telescópicos e suspensão traseira com monoamortecedor, ajustados para absorção de impactos em trilhas variadas; rodas com dimensões próprias para enduro (tipicamente dianteira maior que traseira para estabilidade em desníveis).
- Dimensões, combustível e peso (aproximados): peso seco em patamares próximos de uma faixa de 105–110 kg; tanque de combustível com capacidade suficiente para um uso prolongado de trilha, com autonomia estabelecida para atividades de campo; medidas voltadas ao equilíbrio entre agilidade e estabilidade em solo variado.
O que é a Tabela FIPE e como ela é usada pela seguradora
A Tabela FIPE é uma referência amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, incluindo motocicletas antigas como a KTM EXC 250 de 1994. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a tabela consolida dados de transações efetivas, especificações de modelo, ano de fabricação e condições gerais de conservação. Para as seguradoras, a FIPE serve de base para calcular o valor de referência, o que influencia decisões de contratação, escolha de coberturas e apuração de indenizações em casos de sinistro.
É importante compreender que o valor indicado pela FIPE não é, por si só, o preço de aquisição ou o preço de venda atual. Em seguros, ele funciona como um ponto de partida para estabelecer o capital segurado — o montante pelo qual a moto está protegida. O capital segurado, por sua vez, pode determinar o prêmio, as franquias e a forma de indenização em caso de danos ou perda total. Para modelos de 1994 como a KTM EXC 250, a FIPE ajuda a padronizar avaliações entre diferentes seguradoras, promovendo previsibilidade para o cliente e para a corretora.
A atualização da Tabela FIPE ocorre mensalmente, refletindo mudanças de mercado, disponibilidade de peças originais, desgaste natural e mudanças na demanda por determinados modelos. No caso de motocicletas de uso off-road e de vanguarda tecnológica da época, o ajuste pode ser mais sensível a fatores como autenticidade de peças, histórico de uso (lojistas, clubes, trilhas), e o grau de restauração. Assim, mesmo que duas KTM EXC 250 de 1994 compartilhem o mesmo ano, seu valor referencial na FIPE pode variar conforme a condição física, a procedência e o histórico de manutenção apresentado pelo proprietário.
Como a FIPE influencia o seguro da KTM EXC 250 1994
Para quem busca proteção, entender a relação entre FIPE e seguro é fundamental. Ao contratar ou renovar uma apólice, o corretor utiliza o valor de referência da FIPE como baliza para definir o capital segurado — aquele montante que a seguradora pagará em caso de sinistro. Esse valor deve refletir, de forma razoável, o custo de reposição da motocicleta no atual mercado, considerando a idade, o estado de conservação e a disponibilidade de peças originais. Em termos simples, quanto mais próxima a condição da moto do estado que o referencial FIPE considera, mais alinhada fica a cobertura às necessidades reais de reposição.
Além disso, a FIPE pode influenciar o cálculo de prêmios e franquias. Geralmente, modelos mais raros, com maior dificuldade de reposição de peças originais ou com histórico de restauração, tendem a apresentar valores de referência mais altos, o que pode impactar o custo da proteção. Por outro lado, uma moto bem conservada, com documentação em dia e peças originais, pode manter um capital segurado estável ao longo do tempo, facilitando negociações com a seguradora e evitando surpresas em caso de sinistro.
É relevante notar que muitas apólices oferecem opções de cobertura com “valor de reposição” ou “valor de mercado”. O primeiro tende a refletir o custo de recompor a moto em condições iguais às atuais, com especificações originais quando possível. O segundo usa o valor de referência da FIPE, ajustado pela condição da moto ao momento da contratação. A decisão entre essas opções depende das expectativas do proprietário, do perfil de uso da moto (competição, trilhas leves, uso recreativo) e da disponibilidade de peças no mercado. O corretor pode orientar sobre qual modalidade oferece maior alinhamento entre proteção, custo do prêmio e tranquilidade em sinistro.
Fatores que afetam o valor FIPE da KTM EXC 250 1994 (e, por consequência, o seguro)
Como acontece com muitos modelos clássicos ou de coleção, o valor FIPE de uma KTM EXC 250 de 1994 pode ser influenciado por diversos aspectos. Abaixo, destacamos elementos que costumam impactar o referencial, sem perder o foco da sua aplicação em seguros:
Condição de origem e originalidade: motos originais, com peças originais e sem alterações de fábrica, tendem a ter valores de referência mais estáveis. A presença de itens de época, bem conservados, pode favorecer a percepção de “autenticidade” e impactar positivamente na avaliação de crédito de seguro. Por outro lado, uma restauração mal executada ou o uso intenso de peças aftermarket pode gerar divergências entre a FIPE e o valor real de reposição.
Histórico de manutenção e documentação: um prontuário completo, com registros de revisões, substituição de componentes críticos e origem do veículo, reforça a credibilidade da avaliação. Esse histórico pode influenciar o capital segurado, visto que a seguradora tende a considerar menor risco quando a moto está bem mantida.
Estado de conservação geral: a presença de ferrugem, contaminações, vazamentos ou danos estruturais pode reduzir o valor de referência, ainda que a motocicleta seja histórica. Condições estéticas também entram na equação de percepção de valor pelo mercado e, por consequência, pela FIPE.
Disponibilidade de peças e peças originais: modelos antigos da KTM mantêm uma indústria de reposição que varia conforme a disponibilidade de peças. A dificuldade de reposição pode elevar o valor de algumas peças, influenciando o valor de reposição ou o capital segurado. Já a existência de peças originais facilita a manutenção da originalidade e pode favorecer o alinhamento com a FIPE.
Uso real e histórico de uso: motos usadas em trilhas de enduro, competições leves ou uso intenso podem sofrer desgaste peculiar que afeta a percepção de valor. O mesmo modelo pode ter FIPE diferente se a avaliação considerar uso mais moderado versus uso em condições extremas, refletindo o estado de conservação e o histórico de quilometragem.
Implicações para o seguro da KTM EXC 250 1994
Ao planejar a cobertura, é essencial considerar como o valor FIPE e as particularidades da KTM EXC 250 de 1994 influenciam o seguro. Primeiro, avalie se o capital segurado está adequado ao que você espera em caso de perda total ou roubo. Um capital muito abaixo da realidade pode resultar em indenização insuficiente para recompor a moto com situação equivalente; por outro lado, capital muito acima do valor de mercado pode acarretar prêmio desnecessariamente elevado. Em motos antigas, o equilíbrio entre proteção adequada e custo do prêmio é particularmente sensível.
Considere também o tipo de cobertura: além de seguro contra roubo e colisões, muitas apólices oferecem proteção para itens como incêndio, dano elétrico, assistência 24 horas e cobertura de acessórios instalados. Diante de uma motocicleta com
