Valor FIPE Atual
R$ 7.163,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 818010-5
Ano: 1998-1
MêsPreço
Fev/26R$ 7.163,00
Jan/26R$ 7.180,00
Dez/25R$ 7.195,00
Nov/25R$ 7.166,00
Out/25R$ 7.184,00
Set/25R$ 7.208,00
Ago/25R$ 7.225,00
Jul/25R$ 7.238,00
Jun/25R$ 7.246,00
Mai/25R$ 7.261,00
Abr/25R$ 7.268,00
Mar/25R$ 7.280,00

Como interpretar a Tabela FIPE para a KTM EXC 250 de 1998 e o impacto no seguro

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para o valor de veículos usados, incluindo motocicletas. Quando falamos de uma KTM EXC 250 do ano de 1998, esse referencial adquire particular relevância, porque motos de fim de década costumam ter variações significativas de preço dependendo do estado de conservação, modificações feitas pelo proprietário, quilometragem e até a disponibilidade de peças originais. Para quem atua no ramo de seguros, compreender como a FIPE se aplica a um modelo tão específico é essencial para a montagem de coberturas alinhadas com o real risco e com a proteção adequada. Abaixo, vamos explorar o que é a Tabela FIPE, como ela se relaciona com as motos KTM da linha EXC 250 de 1998 e quais impactos práticos isso traz para a apólice e para o dia a dia do segurado.

Antes de mergulhar nos detalhes, vale esclarecer: a FIPE não é um oráculo, mas sim uma referência prática, consolidada e amplamente aceita no Brasil para a precificação de veículos usados. Ela reúne dados de transações de compra e venda, consultando um conjunto de informações de mercado para calcular valores médios que reflitam as condições gerais de venda. No caso de motos de entulho de enduro como a KTM EXC 250, a FIPE serve como base para o valor segurado, o prêmio de seguro e, em muitos casos, para a avaliação de lucros na hora de indenizações em sinistros. Por isso, entender a faixa de valores e a forma como a série 1998 se enquadra é parte essencial da educação financeira e da clareza ao contratar uma proteção adequada.

Tabela FIPE KTM EXC 250 1998

Ficha Técnica da KTM EXC 250 (1998)

  • Motor e configuração: 2 tempos, 1 cilindro, alimentação por carburador, com sistema de válvula de potência típico de motos de enduro da época.
  • Cilindrada e transmissão: aproximadamente 249 cm³, transmissão de 6 velocidades, embreagem multidisco em banho de óleo, cadeia como sistema de acionamento da transmissão final.
  • Suspensão e freios: dianteira com garfo de skate (garfo telescópico, geralmente de alto calibre para off-road) e traseira com monoamortecedor com linkage; freios a disco na frente e atrás, com sistema hidráulico.
  • Peso e dimensões relevantes: peso seco próximo de faixas moderadas para motos de enduro da época, com peso em ordem de marcha variando conforme configuração; tanque de combustível com capacidade típica para uso off-road, e rodas 21″ na dianteira e 18″ na traseira.

Observação: esses dados representam uma configuração comum à família EXC 250 de finais dos anos 1990. Entre unidades produzidas e vendidas, pode haver variações provocadas por alterações de fábrica, peças de reposição escolhidas pelo dono, condições de uso ou modificações para trilhas específicas. Por isso, a ficha técnica de cada exemplar deve ser conferida quando possível, para que a apólice de seguro reflita com mais fidelidade o estado actual do veículo.

Abaixo, apresento um conjunto narrativo de detalhes que ajudam a compreender melhor a Ficha Técnica no contexto de seguros, sem perder a referência objetiva ao modelo de 1998.

Resumo técnico e elementos-chave da KTM EXC 250 (1998)

A linha EXC da KTM sempre teve foco em desempenho de enduro e durabilidade em trilhas desafiadoras. Para um modelo de 1998, alguns aspectos merecem atenção especial: o motor 2 tempos oferece uma resposta rápida e excitaçãoiva em subidas técnicas, mas requer manutenção cuidadosa, especialmente quanto à mistura de óleo e regulagem de carburador. O conjunto de suspensão, com garfos robustos e amortecedor com linkage traseiro, favorece estabilidade em terrenos acidentados, ainda que exija cuidado com a configuração para evitar excesso de peso na aderência de pedras soltas ou areia fofa. A presença de freios a disco em ambas as extremidades é um diferencial importante para controle de frenagem em terrenos molhados ou com lama, típica de provas de enduro, o que, por sua vez, impõe a necessidade de cartuchos de reposição e pastilhas adequadas para manter a performance de frenagem ao longo do tempo.

Quando pensamos na proteção de uma KTM EXC 250 1998 em termos de seguro, a ficha técnica não é apenas uma lista de números. Ela orienta o processo de cotação, ajuda a definir o valor segurado (que, no Brasil, costuma se aproximar da leitura de mercado da FIPE para motos usadas) e influencia a seleção de coberturas. Por exemplo, uma moto com valores mais altos no mercado pode justificar coberturas de maior escopo, como proteção total contra roubo e furto ou assistência em viagem, enquanto uma unidade com histórico de sinistros pode exigir cláusulas adicionais de proteção. Nessa lógica, a leitura da ficha técnica se conecta diretamente à precificação de risco e, por consequência, ao custo da apólice.

Em termos práticos, para seguradoras, a EXC 250 de 1998 representa um caso de uso claro de veículo de nicho: motocicletas de off-road com valor de mercado relativamente estável pela sua fortaleza em trilhas, porém sensíveis a fatores como corrosão por uso em lama, desgaste de componentes de suspensão e a disponibilidade de peças originais. O status de modelo antigo pode influenciar o custo de reposição e o tempo de entrega de peças, o que, por sua vez, afeta o valor de indenização parcial e a experiência de sinistros. Em resumo, a FIPE atua como uma bússola, apontando o valor de referência, mas o seguro considera o estado específico da moto, o histórico de manutenção, a região de uso e o perfil do condutor para calibrar o prêmio final.

A marca KTM e o seu papel no seguro de motos de enduro

A KTM tem reputação consolidada no cenário global de motociclismo, especialmente em categorias de enduro, cross-country e competições de rally. Fundada na Áustria, a marca tornou-se sinônimo de motores vigorosos, chassis ágeis e uma proposta de valor que privilegia a performance em terrenos fora de estrada. Essa robustez, aliada a uma comunidade de entusiastas bastante engajada, favorece a disponibilidade de peças, ajustes de configuração e suporte técnico. Do ponto de vista de seguros, o apelo de uma KTM EXC 250 1998 pode ser visto de dois modos: por um lado, a reputação de confiabilidade quando bem mantida aumenta a previsibilidade de custos de indenização; por outro, a natureza de uso off-road eleva certos riscos, como danos causados por quedas, acidentes em trilhas com obstáculos e exposição a condições diversas de solo. Em regra, as seguradoras avaliam não apenas o valor de reposição, mas também o custo de peças e mão de obra para uma moto dedicada a trilhas, o que pode refletir no prêmio via ajustes de risco.

Além disso, a KTM, por ser uma marca com histórico de competição, costuma ter uma rede de suporte mais ampla, o que facilita a obtenção de peças originais e de reposição para a EXC 250 de 1998. Este aspecto, por sua vez, pode influenciar a liquidez de um sinistro e a velocidade de indenização. Entretanto, para modelos mais antigos, certas peças específicas podem exigir busca em catálogos de estoque ou importação de componentes, o que demanda atenção especial por parte do segurado e da corretora na hora de definir coberturas com coberturas de reposição rápida ou com relevância de peças de prateleira.

FIPE e seguro: como a referência de mercado orienta a cotação da KTM EXC 250 1998

Quando uma seguradora utiliza a Tabela FIPE para motos de 1998, o principal objetivo é traduzir o valor de mercado atual da unidade. Esse valor serve, entre outros usos, para: estabelecer o capital segurado; dimensionar o prêmio com base no risco; orientar o pagamento de indenizações em caso de sinistro total; e oferecer uma linha de proteção que reflita o real valor de reposição ou de reparo. Em termos práticos, para uma KTM EXC 250 de 1998, a posição do modelo no mercado de usadas costuma ser estável, dentro do nicho de enduro, mas está sujeita a flutuações por fatores como:

– Condição física da moto (carrosserie, motor, transmissão, suspensão e freios);
– Desgaste de componentes críticos para uso em trilhas (anel de compressão, kit de recolhimento de válvula de potência, pastilhas de freio, ou filtros de ar);
– Protocolo de manutenção (histórico de revisões, troca de óleo, filtros, cartucho de suspensão e pneus adequados para terra);
– Disponibilidade de peças originais da KTM e custos de reposição.

A FIPE não fixa o preço de aquisição, mas oferece um referencial de mercado que, quando somado aos dados de manutenção e ao estado do veículo, compõe o parâmetro para cotação de seguro. Ao tratar de uma motocicleta de 1998, é comum que as seguradoras utilizem a FIPE para estimar o custo de reposição, sem desconsiderar a depreciação natural pela idade. Em termos simples, um veículo com condições excelentes e histórico de manutenção impecável pode manter um valor de mercado mais alto, o que tende a influenciar positivamente na proteção oferecida pela apólice. Já opções com desgaste visível, modificações extensivas ou peças de reposição não originais podem exigir ajustes no capital segurado e, consequentemente, no prêmio.

Nesse cenário, o papel da corretora de seguros é fundamental: com base na ficha técnica, na avaliação do estado atual da KTM EXC 250 1998 e na leitura da FIPE, a corretora pode orientar o cliente sobre as coberturas mais adequadas às suas necessidades. Coberturas típicas para motos de enduro incluem casco (proteção total ou parcial), roubo/furto, danos a terceiros, bem como assistência em viagem e cobertura de acessórios. A escolha de cada uma dessas coberturas depende do uso pretendido (passeios, trilhas, competições) e da percepção de risco do condutor. Além disso, vale considerar a necessidade de uma cláusula específica para peças originais ou certificadas, bem como a possibilidade de ajuste do valor segurado com base em avaliações periciais periódicas.

Um ponto prático para quem possui uma KTM EXC 250 1998 é documentar bem a ficha técnica atual e manter registros de manutenção. Na prática, isso facilita a vida da seguradora na hora de atualizar o valor segurado da moto e, se houver sinistro, pode acelerar a validação de indenizações. Além disso, a verificação periódica da FIPE, associada à avaliação de condições da moto, ajuda a detectar se o valor de mercado permanece compatível com o capital segurado contratado. Em resumo, a sinergia entre a FIPE, a ficha técnica e a manutenção regular forma a base de uma proteção sólida e alinhada com a realidade do veículo.

Boas práticas para segurar uma KTM EXC 250 1998 e mitigar riscos

Para quem busca uma cobertura adequada, algumas práticas simples ajudam a reduzir custos de seguro sem perder a qualidade da proteção. Considere as seguintes diretrizes, que se aplicam não apenas à KTM EXC, mas a muitas motos de enduro antigas:

1) Mantenha a ficha técnica atualizada e guarde registros de manutenção. Ter um histórico claro facilita a verificação pela seguradora e pode justificar ajustes no valor segurado com base no estado real do veículo.

2) Faça avaliações periódicas com mecânico qualificado. Um