| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 11.538,00 |
| Fev/26 | R$ 11.564,00 |
| Jan/26 | R$ 11.590,00 |
| Dez/25 | R$ 11.613,00 |
| Nov/25 | R$ 11.631,00 |
| Out/25 | R$ 11.659,00 |
| Set/25 | R$ 11.697,00 |
| Ago/25 | R$ 11.722,00 |
| Jul/25 | R$ 11.741,00 |
| Jun/25 | R$ 11.753,00 |
| Mai/25 | R$ 11.777,00 |
| Abr/25 | R$ 11.788,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de valor da KTM EXC 250 2004 para seguros
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação no seguro de motos off-road
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo motocicletas. Ela agrega dados de transações de compra e venda, pesquisas de mercado, condições de cada modelo e ano, bem como variações regionais. Para quem trabalha com seguros, a FIPE cumpre o papel de oferecer um valor referencial que facilita a definição de coberturas, limites de indenização por perda total e ajustes de prêmio ao longo do tempo. No entanto, é importante compreender que o valor da FIPE é, por natureza, estatístico: ele representa uma média observada no mercado e não necessariamente reflete com exatidão o preço pago ou que poderia ser obtido em uma negociação específica. Por isso, ao avaliar a KTM EXC 250, ano 2004, para fins de apólice, o corretor deve considerar fatores que vão além do número central da tabela.
Para motos de uso off-road, como a KTM EXC 250, a leitura da FIPE exige atenção aos diferentes aspectos que influenciam o preço de mercado naquele contexto. Itens como o estado de conservação, a originalidade de peças, a presença de acessórios originais ou de alto valor agregado, bem como o histórico de manutenção, podem alterar o valor de referência para mais ou para menos. Além disso, modelos de enduro costumam ter variações significativas entre unidades, dependendo do uso (estradas, trilhas, competição) e do histórico de sinistros. A FIPE funciona como uma bússola: aponta uma direção, mas o valor final da apólice pode ser ajustado com base no apurado pelo corretor, pelo cliente e pela avaliação técnica quando necessária.

Nesse contexto, o objetivo de este artigo é esclarecer como interpretar a Tabela FIPE para a KTM EXC 250 2004, quais são os elementos técnicos que compõem o modelo, e como esses elementos se conectam com a proteção oferecida pela seguradora. Ao falar de seguro, não se trata apenas de um número; trata-se de compreender como o veículo se comporta na vida real, quais riscos ele enfrenta, e como refletir isso de forma clara na apólice. Por meio de uma leitura cuidadosa da FIPE, aliados a um entendimento sólido da ficha técnica do modelo e das particularidades da marca, o processo de cotações e de definição de coberturas torna-se mais objetivo, transparente e alinhado com a realidade do proprietário.
Ficha técnica da KTM EXC 250 2004
A KTM EXC 250, lançada com foco em rally-raide, enduro e uso misto off-road, traz uma combinação de engenharia voltada à robustez, confiabilidade e desempenho em terrenos desafiadores. Abaixo estão os pontos-chave da ficha técnica, em formato conciso para facilitar a leitura pela equipe de seguros e pelo público que acompanha o tema:
- Motor: monocilíndrico, 4 tempos, aproximadamente 249 cm³, com refrigeração líquida e configuração de alto torque para off-road.
- Transmissão: 6 velocidades, com embreagem em banho de óleo e relação voltada para escalonamento eficiente entre baixa e média velocidade em trilhas e trechos longos.
- Suspensão e chassis: garfo dianteiro com articulação adequada para absorção de impactos em terrenos irregulares, aliado a suspensão traseira tipo monoshock; chassis em aço leve, projetado para equilíbrio entre rigidez e controle em curvas técnicas.
- Freios e rodas: freios a disco em ambas as extremidades, com discos dimensionados para dissipar calor em uso prolongado; roda dianteira geralmente em aro maior (21″) e traseira em aro menor (18″), configuradas para terreno off-road, com pneus de uso misto/fora de estrada.
Essa lista resume os elementos estruturais que costumam influenciar o valor de mercado de uma KTM EXC 250 2004. Em termos práticos de seguro, o conjunto motor, transmissão, suspensão e freios, além da originalidade de componentes, costuma ser o eixo de maior relevância para quem busca cobertura com eficiência. A placa de identificação, o histórico de serviços, a procedência das peças originais e qualquer modificação que tenha impacto no desempenho ou no valor de revenda também podem orientar a avaliação feita pela seguradora, especialmente no que diz respeito a eventuais indenizações ou recontratações de risco.
Sobre a marca KTM e seu legado no off-road
A KTM é uma marca austríaca de renome mundial no segmento de motocicletas, com foco histórico em competições de off-road, enduro, motocross e rally. Fundada no início dos anos 1930, a empresa passou a consolidar uma identidade que gira em torno de performance, durabilidade e inovação tecnológica voltada para terrenos desafiadores. O slogan “Ready to Race” reflete a filosofia da marca: fabricar máquinas prontos para competir, com engenharia que prioriza a leveza, a resposta rápida do motor e a robustez de chassis capaz de suportar situações extremas. Além disso, a KTM tem uma trajetória marcada por fortes resultados em campeonatos internacionais, o que impulsiona o desenvolvimento de componentes de suspensão, sistemas de gestão de motor e ergonomia voltados a pilotos que exigem máxima precisão.
Para quem trabalha com seguros, compreender esse legado da marca ajuda a entender o comportamento típico de modelos como a EXC 250. A KTM costuma associar valor de revenda estável quando a manutenção é bem documentada, peças originais são utilizadas e o veículo é mantido em bom estado de conservação. Em termos de sinistralidade, motos off-road costumam ter perfis de uso menos previsíveis, com maior exposição a quedas, desgaste de componentes de suspensão, pneus e sistemas de freios. Esse panorama reforça a importância de uma cobertura que contemple reparo ou substituição de peças originais, bem como a possibilidade de indenização com base em valor de mercado referenciado pela FIPE, ajustado pela condição atual da unidade.
Como a Tabela FIPE influencia o seguro da KTM EXC 250 2004
A aplicação prática da Tabela FIPE no mundo dos seguros envolve entender que o valor de referência indicada pela FIPE funciona como um piso para o cálculo de prêmios, indenizações e limites de cobertura. O objetivo é evitar tanto a subsegurança (valores baixos que não cobrem de fato o veículo) quanto a sobrecobertura (valores excessivos que elevam desnecessariamente o prêmio). No caso de motos como a KTM EXC 250 2004, a FIPE serve como ponto de partida para estimar o chamado “valor de reposição ou de mercado” na apólice, dependendo da política da seguradora e do tipo de cobertura escolhida.
Contudo, há nuances importantes a considerar. Em muitos casos, o valor FIPE representa uma média de transações e pode não refletir particularidades da moto específica: estado de conservação, histórico de sinistros, alterações estéticas, acessórios originais, kilometragem e até mesmo a localização geográfica podem influenciar o preço efetivo de venda ou de reposição. Por essa razão, a FIPE funciona melhor como referência para a definição inicial do valor segurável, seguida de uma avaliação mais granular por parte do corretor ou de uma perícia, quando necessária, para ajustar o valor da apólice às condições reais da moto.
Além disso, o seguro de uma KTM EXC 250 2004 demanda atenção às especificidades do uso off-road. Coberturas adicionais, como danos a acessórios específicos (protetores, carenagens originais, estepe de reserva, suporte de cabos), roubo/–furto qualificado, colisão com quedas em terreno acidentado, e cobertura de danos a terceiros em uso em trilhas, precisam ser consideradas dentro da matriz de risco. A FIPE apoiará a definição de um valor base, mas a seguradora pode propor ajustes para refletir o estilo de vida do proprietário, o histórico de manutenções e as necessidades de proteção de itens de alto valor agregado presentes na motocicleta.
Boas práticas para registrar a FIPE no seguro da KTM EXC 250 2004
Para que o uso da Tabela FIPE seja eficiente na gestão de seguros, algumas práticas simples ajudam a manter a apólice alinhada com a realidade do veículo. Abaixo vão quatro orientações úteis para o dia a dia do corretor e do proprietário:
- Atualize o valor FIPE sempre que houver atualização na tabela ou mudança de estado de conservação da moto, para que a cobertura acompanhe a evolução do veículo ao longo do tempo.
- Verifique se a versão cadastrada corresponde exatamente à KTM EXC 250, ano 2004, incluindo eventual variação de combustível, configuração de suspensão e rodas, para evitar divergências no valor segurável.
- Documente o estado atual da moto com fotos nítidas de cada ângulo e registre a originalidade de peças-chave; mantenha notas fiscais de aquisição, manutenção e de trocas de componentes originais.
- Inclua um histórico de serviços e revisões relevantes, assim como qualquer modificação que possa impactar o valor de mercado, para que a seguradora possa calcular corretamente a indenização ou a cobertura de reparo, sem surpresas futuras.
Ao adotar essas práticas, proprietários e corretores asseguram que a relação entre a FIPE e a apólice de seguro reflita com mais fidelidade a realidade do veículo. A ideia central é transformar números em proteção efetiva: a FIPE fornece a base, e a documentação, o contexto que permite ajustar o valor segurável de forma justa. Com isso, o seguro acompanha não apenas o preço médio de mercado, mas o valor funcional da moto no estado atual em que ela se encontra, prontos para responder a eventualidade de sinistro com uma solução adequada.
Por fim, vale reforçar que cada seguradora tem políticas distintas quanto a como utilizam a FIPE, quais reajustes aceitam com base na condição da moto e quais limites são aplicáveis à reposição ou inden
