Valor FIPE Atual
R$ 19.984,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 818025-3
Ano: 2006-1
MêsPreço
Mar/26R$ 19.984,00
Fev/26R$ 20.029,00
Jan/26R$ 19.714,00
Dez/25R$ 19.752,00
Nov/25R$ 19.441,00
Out/25R$ 19.135,00
Set/25R$ 18.834,00
Ago/25R$ 18.874,00
Jul/25R$ 18.905,00
Jun/25R$ 18.924,00
Mai/25R$ 18.962,00
Abr/25R$ 18.980,00

Entendendo a Tabela FIPE e seu impacto no seguro da KTM Super Duke 990 2006

Quando pensamos em contratar um seguro para uma motocicleta, é comum se deparar com o respaldo da Tabela FIPE como referência de valor de mercado. Para a KTM Super Duke 990 de 2006, esse instrumento assume papel central na determinação de coberturas, franquias e faixas de prêmio. A seguir, exploramos como a Tabela FIPE funciona, de que forma ela se relaciona com a ficha técnica da moto e por que esse conjunto de informações é essencial para quem busca uma proteção adequada, especialmente no contexto de corretoras de seguros. Ao compreender o que a FIPE representa e quais fatores aprofundam o valor de um veículo antigo ou clássico, o proprietário pode exigir condições mais justas e alinhadas à sua realidade de uso.

Antes de adentrarmos nos aspectos práticos, vale esclarecer que a Tabela FIPE não é fixa nem projeta o custo do seguro de forma isolada. Trata-se de um índice de referência mensal elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que reflete a média de valores de venda praticados no mercado para veículos licenciados e, em alguns casos, importados. Para motos, esse reference value serve de base para cálculos de indenização em caso de sinistro com cobertura de casco (com ou sem adicional de coberturas) e para a validação de propostas por parte das seguradoras. Por isso, manter-se informado sobre o comportamento da FIPE ao longo do tempo é um hábito inteligente para quem pretende proteger um modelo específico, como a KTM Super Duke 990 de 2006, que já carrega décadas de história e um conjunto de atributos que a distinguem no universo das naked de alto desempenho.

Tabela FIPE KTM SUPERDUKE 990 2006

Além da atualização mensal, é comum que a FIPE considere particularidades do veículo, tais como o estado de conservação, quilometragem, histórico de proprietários, nacionalidade de montagem (quando aplicável) e eventuais modificações. No caso de motos com apelo esportivo ou com apelo de coleção, como algumas unidades da KTM lançadas na metade dos anos 2000, esses fatores podem influenciar o valor de referência de forma mais acentuada do que em modelos com produção contínua e ampla. Na prática, a seguradora utiliza esse valor como parâmetro para calibrar o montante segurado, que, por sua vez, impacta a proposta de prêmio, o valor de cobertura e a eventual indenização em caso de sinistro total. Por isso, compreender a relação entre FIPE, ficha técnica e condições de uso é fundamental para negociar com mais assertividade seu seguro.

Ficha técnica: KTM Super Duke 990 2006

A KTM, marca austríaca reconhecida pela exploração de desempenho em duas rodas, construiu com a Super Duke 990 uma moto que combina agressividade, desenho marcante e tecnologia de corrida adaptada à rua. Para fins de avaliação e referência na FIPE, a ficha técnica funciona como ponto de partida para entender o que, de fato, sustenta o valor de mercado de uma unidade de 2006. Abaixo, reunimos informações-chave sobre o modelo que ajudam proprietários e corretores a alinharem expectativas técnicas e de seguro.

  • Motor: LC8 999 cm³, V-twin, 4 tempos, 2 cilindros, arrangement DOHC com 4 válvulas por cilindro. Esse conjunto é conhecido pela entrega enérgica de torque em curva de potência, essencial para quem busca psicologia de aceleração em condições urbanas e rodoviárias.
  • Potência e torque: potência por volta de 115–120 cv (aproximadamente) com torque próximo de 100 Nm, variando conforme calibração do fabricante, combustível e regime de rotações. Essas cifras refletem desempenho alinhado ao conceito de naked de alto desempenho, com resposta rápida a partir de rotações médias a altas.
  • Transmissão, peso e capacidade de combustível: transmissão de 6 marchas com acionamento por corrente, peso seco próximo a valores de referência da época para naked de alto desempenho, com capacidade de combustível na faixa de volumes típicos de 12 a 15 litros. Esses parâmetros influenciam não apenas a performance, mas também o custo de reposição parcial, quando se avalia o valor de reposição da FIPE.
  • Suspensão e freios: garfos invertidos na dianteira e monoamortecador na traseira, com freios frontais — tipicamente discos duplos — e freio traseiro com disco único. O conjunto de suspensões e freios da época garantia estabilidade em curva e frenagem controlada, características relevantes para o cálculo de seguro, pois influenciam o histórico de desgaste, manutenção e custos de reparo.

Observação: os números acima representam referências técnicas amplas da KTM Super Duke 990 2006. Variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação, país de exportação, upgrades efetuados pelo proprietário e condições de uso. Em qualquer cálculo de FIPE e, consequentemente, de seguro, a máquina precisa ser avaliada em seus aspectos reais, o que inclui a verificação de peças originais, estado de pneus, sistema elétrico e integridade estrutural. A ficha técnica é, portanto, uma base crucial, mas não o único determinante do valor de mercado referenciado pela FIPE nem do prêmio de seguro que será proposto pela corretora.

Sobre a marca KTM

A KTM consolidou-se ao longo das décadas como uma referência em desempenho, tecnologia e inovação no segmento de motos esportivas e off-road. Fundada na Áustria, a marca nasceu com a proposta de oferecer veículos de alto desempenho, com motor robusto, chassis ágil e atualizações constantes que acompanham as demandas de pilotos profissionais e entusiastas que transformam cada passeio em experiência de alta performance. A linha Super Duke, em particular, traduz esse DNA em naked bikes com foco em mão firme, resposta rápida e identidade visual marcante. A trajetória da KTM também é marcada pela participação em competições de enduro, motocross e rally raid, o que impulsionou avanços tecnológicos que acabam migrando para modelos de uso diário, como a 990 Super Duke em 2006. Ao discutir FIPE e seguro, entender a história da marca ajuda a contextualizar a valorização de peças, a disponibilidade de serviços autorizados e a rede de assistência que pode influenciar o custo de manutenção e reposição de componentes originais.

Em termos de filosofia de design, a KTM aposta em soluções diretas, com foco na ergonomia que favorece pilotos que buscam agilidade em manobras e sensações de pilotagem diretas. O conceito de “duas rodas como extensão do corpo” aparece na construção de chassis, na distribuição de peso entre dianteira e traseira e na resposta de acelerador. Para quem investe em uma motocicleta de 2006 como a Super Duke, esse legado de engenharia pode ser decisivo ao comparar opções de seguro, visto que o histórico de produção limitado pode influenciar custos de peças genuínas e disponibilidade de mão de obra especializada. Em termos de reputação, a KTM tem forte presença no imaginário de entusiastas e colecionadores, o que, por vezes, influencia a percepção de valor no mercado de seguro e na avaliação de bens de maior idade que ainda mantêm relevância na rede de seguros.

Por que a Tabela FIPE importa para o seguro da KTM 990 Super Duke 2006

A Tabela FIPE serve como referência de mercado para diversas situações, e o seguro não é exceção. Quando a corretora de seguros avalia uma KTM 990 Super Duke de 2006, o valor de reposição ou o valor de mercado utilizado para calibrar a apólice depende, entre outros fatores, do índice de referência calculado pela FIPE. A utilidade prática depende de dois pilares: o que o seguro cobre e como o investidor quer gerenciar o risco.

Primeiro, a FIPE oferece um parâmetro objetivo para o “valor de referência” do veículo. Esse valor é o norte que guia o valor segurado, o que, por sua vez, influencia diferentes componentes da apólice: prêmio mensal, franquias, coberturas adicionais (como acessórios originais, proteção de vidros e itens de segurança) e o eventual valor de indenização em caso de sinistro total. Em motos mais antigas ou de produção limitada, a FIPE pode servir como base estável para evitar flutuações extremas de prêmio decorrentes de variações de preço percebidas de forma subjetiva pelo vendedor e pelo comprador no mercado de usados.

Segundo, a FIPE auxilia na avaliação de sinistros. Em um cenário de indenização de casco total, o valor definido pela FIPE orienta o montante a ser indenizado, levando em conta depreciação e condições de uso. Embora haja diferenciação entre “valor de reposição” e “valor de mercado”, muitas seguradoras utilizam a FIPE como referência central para estabelecer as mesmas bases de cálculo para diversos tipos de apólice. Esse uso consistente ajuda a evitar surpresas para o segurado e facilita a conferência de propostas, especialmente quando se trata de motos com trajetória de uso variada, como uma KTM de 2006 que pode ter passado por customizações ou por períodos de guarda em garagem.

Além disso, o valor FIPE pode impactar decisões de renovação de contrato. Quando a FIPE registra mudanças significativas no mês de atualização, a seguradora pode revisar o valor segurado e, consequentemente, ajustar o prêmio com base no novo referencial. Para proprietários de KTM 990 Super Duke, entender esse mecanismo ajuda a planejar revisões contratuais com antecedência, sem pressa, e a evitar surpresas na hora de pagar a renovação anual do seguro. Em resumo, a FIPE atua como uma bússola de referência, que, associada à ficha técnica e ao estado de conservação do veículo, permite uma avaliação mais equilibrada entre custo de proteção e nível de cobertura desejado.

É importante destacar que a FIPE é apenas um dos componentes que as seguradoras consideram ao formular uma proposta. Outros fatores típicos incluem o uso previsto da moto (urbano, turismo, track day), o local de guarda (garagem, vaga coberta, garagem aberta), histórico de sinistros, modicações feitas e o pacote de coberturas escolhido (cobertura para danos a terceiros, casco com ou sem franquia, bagagens, acessórios originais). Um corretor experiente sabe cruzar esses elementos com o índice FIPE para entregar uma proposta que equilibre proteção adequada e um custo compatível com o orçamento do proprietário. Por isso, quando se utiliza a KTM 990 Super Duke 2006 como referência de FIPE, a conversa com o corretor é essencial para alinhar expectativas e particularidades de uso, como a esportividade da moto, a necessidade de guarnições originais e o valor agregado pela conservação do modelo.

Aspectos práticos de seguros para a KTM 990 Super Duke 2006

Alguns pontos práticos ajudam a reduzir incertezas e a manter o equilíbrio entre custo de prêmio e qualidade de proteção. A seguir, destacamos itens que costumam entrar na avaliação de seguro, com foco na realidade de proprietários de KTM 990 Super Duke de 2006:

  • Estado de conservação: motos bem conservadas, com histórico de manutenção documentado, costumam obter condições de prêmio mais estáveis e, em alguns casos, custos mais baixos.
  • Rastreamento de componentes originais: manter peças originais ou certificadas e guardar recibos de manutenção pode facilitar a comprovação de valor na FIPE e reduzir dúvidas na hora da indenização.
  • Medidas de proteção: dispositivos de travamento, alarmes, imobilizadores e local de guarda seguro ajudam a reduzir o risco de roubo, influenciando diretamente no valor da apólice.
  • Uso e local de circulação: motos usadas predominantemente em ambiente urbano podem ter perfis de risco diferentes de uso misto ou de trajetos de estrada, o que pode impactar o prêmio.

Apesar de existirem nuances entre as seguradoras, o cerne da lógica permanece: uma boa compreensão da FIPE associada à ficha técnica e ao histórico da moto facilita a negociação. Para modelos antigos ou com histórico de customizações, o corretor precisa avaliar se o valor de reposição deve considerar apenas peças originais ou se componentes homologados de terceiros podem influenciar o montante segurado. A boa prática é documentar tudo que possa demonstrar o estado atual da moto, incluindo fotos, notas de manutenção, revisões periódicas e eventuais upgrades que não comprometam a originalidade do conjunto estrutural e mecânico.

Cuidados e recomendações de proteção para reduzir o risco de sinistros

Para quem possui uma KTM 990 Super Duke 2006 e está atento à relação entre FIPE e seguro, algumas atitudes ajudam a manter a proteção em patamares mais estáveis ao longo do tempo. Abaixo vão sugestões práticas, com foco em redução de risco, que costumam repercutir positivamente no custo do prêmio e na tranquilidade do proprietário:

  • Manter documentação organizada: guarde certificados de revisão, notas fiscais de peças originais e comprovantes de manutenções de rotina. Isso facilita a comprovação de condições da moto em eventuais perícias ou revisões da seguradora.
  • Investir em dispositivos de segurança: sistemas de alarme, travas mecânicas e cobertura em garagem com sistema de vigilância podem reduzir o risco de furto e a percepção de risco pela seguradora, o que pode refletir em prêmios mais favoráveis.
  • Escolha de coberturas proporcionais: para motos com valor de FIPE mais baixo, optar por coberturas que cubram danos a terceiros e proteção contra roubo pode oferecer equilíbrio entre custo e proteção, sem investir em coberturas que não tragam benefícios proporcionais ao custo.
  • Atualização regular de cadastro: mantenha a seguradora informada sobre alterações de uso da moto, mudanças de endereço ou de garagem, o que pode impactar o prêmio de seguro. Pequenas alterações podem exigir apenas ajustes simples e evitar surpresas no momento da renovação.

Considerações finais

A KTM Super Duke 990 2006, como modelo de referência, traz consigo uma combinação de performance, design e história de marca que a tornam relevante para colecionadores, entusiastas e usuários que valorizam a experiência de pilotar uma naked de alto desempenho. A Tabela FIPE desempenha um papel importante ao indicar o valor de referência no mercado, servindo como base para o dimensionamento de coberturas, indenizações e cálculo de prêmios. No entanto, a FIPE não é o único determinante; o estado de conservação, a documentação, o histórico de manutenção e o contexto de uso são igualmente cruciais para chegar a uma avaliação justa. Um corretor de seguros competente saberá articular esses elementos, cruzando dados com a FIPE para chegar a uma proposta que seja ao mesmo tempo competitiva e confiável.

Para quem está buscando proteção adicional sem complicações, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma proposta bem estruturada pode alinhar o valor segurado com a realidade da FIPE, levando em conta o estado do veículo, o perfil de uso e as coberturas desejadas, para que você tenha tranquilidade em cada trecho da estrada.