| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 39.667,00 |
| Dez/25 | R$ 39.743,00 |
| Nov/25 | R$ 39.943,00 |
| Out/25 | R$ 39.979,00 |
| Set/25 | R$ 39.979,00 |
| Ago/25 | R$ 39.879,00 |
| Jul/25 | R$ 39.643,00 |
| Jun/25 | R$ 39.466,00 |
| Mai/25 | R$ 39.665,00 |
| Abr/25 | R$ 39.823,00 |
| Mar/25 | R$ 40.024,00 |
| Fev/25 | R$ 40.049,00 |
Entenda como a Tabela FIPE influencia a avaliação da KTM 990 Supermoto R (2011)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o preço de veículos usados, incluindo motocicletas de alto desempenho como a KTM 990 Supermoto R (2011). Em uma corretora de seguros, compreender como a FIPE funciona ajuda a moldar a cobertura, a definição do valor segurado e a escolha de opções de proteção que façam sentido ao perfil do veículo, ao uso que ele recebe e às expectativas do segurado. O objetivo deste artigo é apresentar, de maneira educativa, como interpretar a Tabela FIPE para a KTM 990 Supermoto R 2011, destacando a ficha técnica do modelo, o papel da marca KTM e as implicações para a contratação de seguro.
Ficha técnica resumida da KTM 990 Supermoto R (2011)
- Tipo: Motocicleta de alto desempenho, voltada para uso urbano com pegada de pista leve (supermoto).
- Motor: LC8, V-twin de 999 cm³, 75°; alimentação com injeção eletrônica.
- Potência e torque: potência aproximada na casa dos 118 CV a regimes elevados; torque disponível em patamares que favorecem retomadas rápidas e resposta ágil em curvas.
- Transmissão e peso: transmissão de 6 velocidades; peso seco próximo a valores típicos de motos de alto desempenho da marca (com variação conforme o conjunto e o ano), quadro em aço tipo treliça, suspensão dianteira invertida e amortecedor traseiro com ajuste.
Dados adicionais sobre a motocicleta costumam incluir especificações de freios, capacidade do tanque, consumo, dimensões e rodas. Em versões diferentes, a KTM pode oferecer itens como ABS e ajustes específicos de suspensões, o que influencia não apenas o comportamento dinâmico, mas também a percepção de valor pela tabela FIPE/seguro. A presença de acessórios originais ou de itens de aftermarket pode impactar a avaliação de museabilidade, de preservação e, por consequência, o cálculo da proteção contratada.

Sobre a marca KTM
A KTM é uma fabricante austríaca reconhecida mundialmente pela atuação em ambientes de alta performance off-road, motocrós e enduro, além de uma linha de modelos street que mesclam tecnologia, competição e agilidade. A história da marca é marcada por uma filosofia “Ready to Race” — prontidão para corrida — que orienta o desenvolvimento de cada modelo, com foco em leveza, potência, rigidez estrutural e resposta precisa do chassis. Essa herança de competição se reflete na KTM 990 Supermoto R, que privilegia agressividade controlada, geometria que favorece agilidade em manobras e uma posição de pilotagem que exige atenção do condutor. No contexto de seguros, a referência à marca pode sinalizar a necessidade de coberturas que protejam não apenas o motor e o conjunto mecânico, mas também os componentes de alta especificação, como pneus de alto desempenho, rodas e freios, bem como a integridade do quadro e do sistema de transmissão.
Além do desempenho, a KTM mantém uma rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais e opções de personalização que podem influenciar o custo de reposição e a avaliação de sinistros. A reputação de durabilidade e de engenharia centrada em pilotos e entusiastas de moto-cross repercute na percepção de seguro: modelos KTM costumam exigir atenção aos itens de desgaste, à compatibilidade de peças e a avaliações periódicas de conservação para manter a confiabilidade da cobertura contratada.
Entendendo a Tabela FIPE e como ela é usada pela seguradora
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência institucional para o preço médio de veículos usados no Brasil. O propósito é oferecer um patamar de comparação entre modelos, versões, anos e condições de conservação. Para a KTM 990 Supermoto R (2011), a leitura da FIPE envolve entender que o valor não é estático: ele varia conforme o modelo, o grau de originalidade, a quilometragem, o estado de conservação, intervenções mecânicas e histórico de sinistros. Na prática, as seguradoras utilizam a FIPE como base para o que chamamos de “valor segurado” ou “valor de reparo/reconstrução”, ajustando esse patamar de acordo com as particularidades do veículo e do contrato.
Ao trabalhar com a FIPE, é essencial compreender alguns pontos-chave que impactam a proteção do seu veículo motor:
- A FIPE serve como referência mensal de mercado, refletindo tendências de desvalorização, demanda e disponibilidade de modelos na praça. Embora atualizada com frequência, pode haver defasagem para modelos de nicho ou versões limitadas, como a própria KTM 990 Supermoto R (2011).
- O valor segurado não é apenas o montante referente ao preço de compra original, mas o que, na prática, seria necessário para repor o veículo no estado de conservação correspondente à sua faixa de idade, uso e configuração. Em seguros, esse conceito pode se dividir entre valor de mercado, valor de reposição ou valor de reconstrução, conforme as cláusulas da apólice.
- O estado de conservação do veículo influencia diretamente o ajuste do valor segurado. Um exemplar com boa manutenção, com histórico de serviços registrado e sem alterações significativas tende a receber ajuste equivalente à condição “ótima” na base FIPE, enquanto veículos com alterações relevantes ou conservação pobre podem ter peso diferente nas simulações de seguro.
- Quilometragem, uso (padrão urbano, uso em track days, participação em eventos) e histórico de sinistros também entram como fatores de ajuste. Em modelos de alto desempenho, itens como pneus, sistema de freios, suspensão e componentes de performance podem exigir avaliações adicionais para decidir o nível de proteção mais adequado.
Para quem negocia seguros, é importante lembrar que a FIPE é uma referência, mas nem sempre descreve com exatidão o valor específico que cada veículo pode manter ao longo do tempo. Por isso, corretoras e seguradoras costumam complementar a base com avaliações técnicas, fotos de conservação, histórico de manutenção e observações sobre modificações autorizadas. Em modelos da KTM, com versões especiais ou itens de desempenho, esse cuidado é ainda mais relevante para que a apólice reflita uma proteção compatível com o que o veículo representa no mercado de usado.
Aplicações práticas da FIPE para a KTM 990 Supermoto R 2011
Quando o assunto é seguro, a interpretação correta da FIPE ajuda a calibrar a cobertura necessária para reconstrução, reposição ou reposição com atualização de itens originais. Em motos de alto desempenho como a 990 Supermoto R, a escolha entre diferentes modalidades de cobertura pode depender de como se interpreta o valor relativo aos componentes de alto custo, peças técnicas e itens de alto valor agregado. Abaixo, algumas diretrizes úteis para a prática cotidiana de seguradoras e proprietários:
- Considere a especificidade da versão: a presença de itens de altas especificações, como freios Brembo, suspensões de alto curso ou ABS opcional, pode exigir avaliação diferenciada, já que substituições podem ter custo superior ao de modelos mais simples.
- Analise o estado de conservação e o histórico de manutenção: motos bem cuidadas tendem a manter valores mais próximos do patamar influenciado pela FIPE, o que facilita a obtenção de coberturas que correspondam à realidade do veículo.
- Avalie a necessidade de coberturas adicionais: para motos com alto valor de reposição, pode ser prudente considerar cláusulas de valor de reconstrução ou de reposição com itens originais, para reduzir impactos em caso de sinistro.
- Verifique a periodicidade das atualizações: a FIPE é mensal, mas a apólice pode exigir reavaliações periódicas para manter o alinhamento entre o valor segurado e o mercado real, especialmente em motos de nicho com variações rápidas.
Observações específicas para a KTM 990 SMR 2011 na FIPE
Modelos KTM de alto desempenho, especialmente aqueles de produção limitada ou com versões especialmente equipadas, costumam demandar uma leitura cuidadosa da FIPE. Não é incomum que haja variações regionais, disponibilidade de peças originais e acessórios que podem alterar, de maneira relevante, a percepção de reparação ou reposição. Por isso, ao planejar a contratação de seguro para a KTM 990 Supermoto R (2011), vale considerar uma checagem detalhada do estado da motocicleta, bem como o alinhamento entre o que a FIPE aponta como referência e as possibilidades de reposição com peças originais, acessórios instalados e eventuais modificações já autorizadas pelo fabricante.
Outra dimensão importante é a de que o mercado de motos de alto desempenho costuma apresentar flutuações de disponibilidade de peças de reposição e opções de assistência técnica em diferentes regiões. Em casos de sinistros, a disponibilidade de peças originais e o tempo de reposição podem influenciar não apenas o custo, mas também o tempo de retorno à circulação. Nesse contexto, manter um histórico de manutenção bem documentado, com notas fiscais e registros de serviços, tende a facilitar a validação de condições da FIPE e a definição de uma cobertura que seja realmente adequada ao perfil da KTM 990 SMR 2011.
Considerações finais e orientação prática
Compreender a Tabela FIPE e a forma como ela dialoga com a ficha técnica de uma KTM 990 Supermoto R de 2011 oferece uma base sólida para a tomada de decisão na hora de contratar seguro. A FIPE não é apenas um número estático: é uma referência que orienta o valor segurado, os limites de cobertura e as opções de proteção, levando em conta a condição real do veículo, o uso esperado e as particularidades da marca e do modelo. Ao combinar a ficha técnica — com o detalhamento do motor LC8, das características de chassi e de frenagem — com a avaliação da FIPE, você conquista uma visão mais clara sobre quais coberturas são mais pertinentes para o seu caso, evitando subdimensionamento ou superproteção que possa gerar custos desnecessários.
Para quem busca uma experiência segura e transparente na contratação de seguro para a KTM 990 Supermoto R (2011), vale explorar soluções que conciliem a proteção necessária com o custo-benefício adequado. A combinação de uma boa cobertura de casco, com eventuais extensões de proteção para peças de alto custo, aliados a um histórico de manutenção bem documentado, tende a favorecer condições mais estáveis e previsíveis ao longo do tempo.
Se estiver buscando facilidades para planejar a proteção da sua KTM, considere a melhor opção de orientação e cotações personalizadas. Para facilitar a contratação de seguro, a GT Seguros oferece cotações rápidas e descomplicadas, ajudando você a alinhar as coberturas com a realidade da sua moto e o seu orçamento.
