Valor FIPE Atual
R$ 50.536,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 033013-2
Ano: 1996-3
MêsPreço
Mar/26R$ 50.536,00
Fev/26R$ 50.648,00
Jan/26R$ 50.760,00
Dez/25R$ 50.258,00
Nov/25R$ 50.334,00
Out/25R$ 49.836,00
Set/25R$ 48.859,00
Ago/25R$ 48.376,00
Jul/25R$ 47.898,00
Jun/25R$ 47.424,00
Mai/25R$ 46.955,00
Abr/25R$ 46.998,00

Panorama da Tabela FIPE para a Land Rover Defender 110 1996: como interpretar, usar e entender impactos no seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos no momento da negociação, de seguros e de outros encargos financeiros. Ao se tratar de um modelo clássico e específico como a Land Rover Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel lançada em 1996, é fundamental compreender como essa tabela se aplica a versões com motor a diesel, carrocerias robustas e histórico de uso off-road. Este artigo aborda esse tema com foco educativo, explicar a ficha técnica da versão citada, o papel da marca Land Rover nesse contexto e as implicações para seguros sem apresentar preços. A ideia é fornecer embasamento para corretores de seguros, proprietários e compradores que desejam entender como o valor referencial da FIPE influencia as escolhas de coberturas, franquias e indenizações.

Ficha Técnica da Land Rover Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel (1996)

A Defender 110 de 1996, conhecida pela robustez e pela vocação para trilhas, traz especificações que a tornam distinta entre utilitários e veículos de passeio. Abaixo estão os elementos-chave da versão 2.5 HCPU TDi CS Diesel, com base na configuração típica da época e da linha Defender:

Tabela FIPE Land Rover Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel 1996
  • Motor e combustão: 2.5 L Diesel turboalimentado (TDi), quatro cilindros, proposta de torque elevado para uso off-road e aplicações com reboque moderado; a configuração TDi caracteriza-se pela entrega de força já em rotações mais baixas, favorecendo a dirigibilidade em terreno desafiador.
  • Transmissão: manual de 5 marchas, com tração 4×4 via sistema tradicional Land Rover, incluindo opção de reduzida para terrenos íngremes e lamaçais; câmbio e transmissão são compatíveis com uso utilitário e de recreação off-road.
  • Carroceria e espaço: Defender 110 refere-se à versão com cinco portas, cabine prática e caçamba utilitária, reconhecida pela rigidez estrutural em aço e capacidade de manter-se operante sob condições extremas; o interior costuma privilegiar simplicidade, durabilidade e conforto básico para uso prolongado.
  • Aparelhos, dimensões e desempenho: o conjunto é conhecido por dimensões proporcionais a um utilitário de grande porte; a geometria de suspensão e a dianteira robusta favorecem manobras em terrenos acidentados; peso e comprimento característicos influenciam a capacidade de sobreposição de peso e a manobrabilidade em trilhas.

Neste quadro, é útil observar que números exatos podem variar conforme a legislação local, o mercado de importação e as modificações feitas pelo proprietário anterior. A ficha técnica acima descreve atributos gerais e a essência da Defender 110 1996 com o motor 2.5 HCPU TDi CS Diesel, sem restringir-se a números fixos que podem não refletir todas as unidades disponíveis no Brasil ou no mundo.

A marca Land Rover: legado, tecnologia e identidade off-road

Fundada originalmente para atender a necessidades de exploração de terrenos desafiadores, a Land Rover tornou-se sinônimo de capacidade off-road, durabilidade e versatilidade. A Defender, em particular, carrega um legado de engenharia que privilegia simplicidade mecânica, robustez, facilidade de reparo no campo e vida útil longa, valores que conquistaram entusiastas, frotas de utilitários e colecionadores. A relação entre a marca e o conceito de valor envolve alguns aspectos-chave:

  • Herança de desempenho fora de estrada: a Land Rover desenvolveu sistemas de tração, suspensão e diferencial que mantêm a tração em situações de pouca aderência, característica essencial para ecossistemas de campo, trilhas, ambientes rurais e operações off-road.
  • Projeto voltado à longevidade: componentes simples, acessíveis para manutenção e facilidade de substituição contribuem para a longevidade de modelos clássicos como a Defender, o que, por consequência, influencia a percepção de valor no mercado de usados.
  • Elevado apelo de colecionadores: versões antigas, como a Defender 110 de 1996, ganham status de veículo de coleção, o que pode gerar valorização relativa no mercado paralelo, ainda que a FIPE possa manter uma referência baseada em transações normais de revenda.
  • Inovação gradual em uma linha tradicional: embora a Defender tenha recebido atualizações ao longo dos anos, a essência de identificação da marca com capacidades off-road permanece como eixo central, ajudando a manter a reputação de veículos de nicho com busca por confiabilidade em situação extrema.

Entendendo a aplicação da Tabela FIPE para esse modelo específico

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados. Para modelos como a Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel de 1996, há particularidades importantes que influenciam a leitura do quadro de preços e, por consequência, a definição de coberturas de seguro. Abaixo, pontos educativos sobre como a FIPE opera nesse nicho:

  • O FIPE-medida é uma média de transações registradas no período de referência. Em veículos de nicho ou importados, especialmente com histórico de uso off-road, a variação entre unidades pode ser mais expressiva do que em modelos de produção em larga escala.
  • O valor referencial da FIPE serve como base para seguros, financiamento e tributação. Em seguros, ele é comumente utilizado para estimar o valor de indenização em casos de perda total ou de danos graves que dificultem a reparação.
  • Veículos clássicos ou com baixa disponibilidade de reposição podem apresentar disparidades entre o valor de mercado real e o valor FIPE. Propriedades como originalidade, estado de conservação, histórico de proprietários, quilometragem e número de proprietários influenciam esse desvio.
  • A data de referência da FIPE para o veículo pode impactar o valor atribuído ao seguro. Em carros com forte depreciação nos últimos anos, o ajuste de prêmio pode levar em conta o valor de reposição substitutivo (valor para reconstrução ou reposição) conforme a apólice contratada.

Ao planejar a proteção de um Defender 110 1996, é crucial conversar com o corretor sobre como o FIPE se conecta à apólice, quais são as opções de reposição ou indenização e como a idade, estado de conservação e modificações/editais podem influenciar o valor segurável. Em muitos casos, seguros com cláusulas de “valor de reposição integral” ou de “valor de mercado” exigem documentação detalhada e uma avaliação especializada para refletir de forma correta o estado atual do veículo.

Condições de uso, conservação e documentação — impactos no seguro

Para proprietários e corretores, entender as condições de conservação e a documentação disponível ajuda a alinhar a cobertura com o real risco e o valor segurável. A Defender 110 1996, por ser uma referência de modelo clássico com apelo de utilitário, costuma exigir atenção especial nesses aspectos:

  • Histórico de manutenção: registros de revisões, origem do motor (recebido de fábrica ou remontagem), bem como qualquer modificação significativa, como atualizações da linha TDi, podem impactar positivamente a avaliação de risco e o valor segurável.
  • Originalidade versus modificações: peças compatíveis, melhoria de performance ou itens de conveniência podem alterar o perfil de risco. Seguradoras costumam ponderar a autenticidade de componentes originais contra upgrades com documentação de qualidade.
  • Estado de conservação externa e interna: ferrugem, danos estruturais, substituição de painéis ou tampas, estado de pintura e desgaste de componentes de uso diário influenciam a precificação e o tipo de cobertura mais adequado (casco, acessórios, vidros).
  • Documentação veicular: certificado de registro, histórico de proprietário, comprovantes de restauro, notas fiscais de peças e itens de reabilitação ajudam na avaliação de valor, além de facilitar processos de indenização.

Para quem utiliza a Defender 110 1996 como veículo de uso diário ou para atividades de lazer, é comum que o seguro seja configurado com coberturas adicionais voltadas a guincho, proteção de acessórios e assistência 24h, sempre com base no valor segurável definido pela avaliação combinada de FIPE, estado do veículo e finalidade da proteção contratada.

Avaliação prática: como proceder para cotação de seguro com base na FIPE

Ao elaborar uma cotação para a Defender 110 1996, corretoras e seguradoras costumam seguir um fluxo que envolve: leitura da tabela FIPE para o mês de referência, avaliação do estado e de eventuais modificações, e escolha de coberturas que mais atendam o perfil do usuário. Alguns passos práticos comuns são:

  • Verificar o valor de referência da FIPE para a versão exata (Defender 110, 2.5 HCPU TDi CS Diesel, ano 1996) no mês de referência da cotação.
  • Considerar o estado de conservação, quilometragem, histórico de uso (estrada, trilha, uso agrícola) e se houve restauros ou modificações relevantes.
  • Avaliar opções de cobertura: casco total, cobertura para terceiros, acessórios originais, assistência 24h, entre outros anexos que possam ser pertinentes ao uso específico do veículo.
  • > Em caso de dúvidas, consultar o corretor para alinhar expectativas de indenização, prêmios e franquias, sempre com o objetivo de manter a proteção compatível com o valor segurável definido pela FIPE e com a realidade da unidade specifica.

É comum que veículos com histórico de uso off-road e valor de reposição mais baixo em comparação com modelos modernos resultem em escolhas de apólice que enfatizam a proteção de componentes, acessórios e o custo de reparo. O FIPE continua servindo como referência, mas a seguradora pode aplicar avaliações adicionais com base na condição real da Defender 110 específica em análise.

Mercado, peças e cuidados com o proprietário

Defender 110 1996, apesar de ser um modelo antigo, continua a atrair entusiastas de off-road e colecionadores. Esse interesse gera particularidades de mercado, que impactam a forma como se negocia seguro, venda e manutenção. Pontos úteis para proprietários:

  • Peças de reposição: a disponibilidade de peças pode depender da compatibilidade com linhas mais recentes ou da experiência de fornecedores especializados. Em muitos casos, peças originais ou recondicionadas podem exigir pesquisa detalhada e custos maiores, o que influencia o custo total de propriedade.
  • Restauro e documentação: restaurações de qualidade com documentação clara tendem a manter ou aumentar o valor do veículo, o que, por sua vez, afeta a percepção de risco pela seguradora.
  • Mercado de usados: a Defender 110 1996 pode apresentar variações significativas de preço dependendo da região, estado de conservação e histórico de uso. A FIPE oferece referência, mas o mercado pode vir a pagar a mais por unidades bem conservadas ou com histórico de uso específico.
  • Manutenção preventiva: revisões periódicas, uso de peças adequadas e cuidado com a corrosão ajudam a manter a confiabilidade do veículo, contribuindo para condições de seguro mais estáveis e prêmios mais justos com o tempo.

Em síntese, compreender a interação entre a FIPE, a condição real da Defender 110 1996 e as escolhas de cobertura disponíveis é essencial para quem planeja seguro. O objetivo é ter proteção adequada ao uso pretendido, sem pagar pelaquilo que não corresponde ao risco real do veículo a cada período.

Se você está avaliando a cotação ou apenas quer entender melhor o valor referencial da FIPE para essa versão, vale conversar com uma corretora parceira que tenha experiência com veículos clássicos e com a linha Land Rover. A abordagem correta alinha o custo da apólice com o valor segurável, respeitando a natureza do Defender 110 e o cenário de mercado