| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 55.909,00 |
| Dez/25 | R$ 56.190,00 |
| Nov/25 | R$ 56.473,00 |
| Out/25 | R$ 56.757,00 |
| Set/25 | R$ 56.940,00 |
| Ago/25 | R$ 57.227,00 |
| Jul/25 | R$ 57.515,00 |
| Jun/25 | R$ 57.805,00 |
| Mai/25 | R$ 58.096,00 |
| Abr/25 | R$ 56.957,00 |
| Mar/25 | R$ 56.394,00 |
| Fev/25 | R$ 55.836,00 |
Entenda como a Tabela FIPE reflete o valor do Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel (1997) para questões de seguro
Ficha Técnica do Land Rover Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel (1997)
Marca: Land Rover
Modelo: Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel

Ano de fabricação/modelo: 1997
Motorização: 2.5 litros, cinco cilindros em linha, diesel, injeção direta com turbo (TDi)
Potência (aproximada): em torno de 111 cavalos de potência
Torque (aproximado): próximo de 240 Nm, disponível em faixas de rotações mais baixas, típico de diesel de uso utilitário
Transmissão: manual, 5 marchas, com tração 4×4 permanente e caixa de reduzida
Essência do conjunto: construção rugged, chassis rígido, carroceria de aço, foco em durabilidade, simplicidade mecânica e capacidade off-road superior
Sobre a marca Land Rover e o Defender
A Land Rover é uma das marcas mais tradicionais no universo de veículos utilitários e off-road. Fundada no Reino Unido com a missão de combinar desempenho em terrenos difíceis com a capacidade de transportar pessoas e cargas de forma confiável, a empresa consolidou-se como referência para aqueles que precisam de um veículo que enfrenta lama, areia, trilhas rochosas e terrenos desafiadores sem perder a funcionalidade diária. A Defender, em especial, tornou-se um ícone de robustez e versatilidade. Seu design quadrado, a mecânica simples e a capacidade de manter o desempenho mesmo sob condições extremas fizeram do modelo uma escolha histórica para frotas militares, serviços públicos e, ao longo dos anos, entusiastas de carros clássicos que buscam autenticidade e experiência de condução conectada ao terreno.
O Defender se destaca pela suspensão de longo curso, pela tração 4×4 com reduzida e pela construção que prioriza a manutenção simples e a disponibilidade de peças em todo o mundo. Mesmo diante de mudanças de estilo contemporâneo na indústria automotiva, a linha Defender manteve a reputação de ser um veículo “fazer o que precisa ser feito” sem exigir complicações desnecessárias. Essa herança influencia fortemente a percepção de valor, de utilidade prática e de contexto histórico, aspectos relevantes quando se trata de seguros, porque influenciam não só o custo de reparo, mas também a probabilidade de sinistros em uso misto (estradas, trilhas, áreas de difícil acesso) também.
Do ponto de vista técnico, o Defender 110 com motor 2.5 TDi representa uma configuração que mescla a simplicidade mecânica com a eficiência de uso do diesel turbo, uma combinação que costuma oferecer torque útil em baixas rotações, ideal para tração em baixa aderência e arrastos de carga leve. A oferta de câmbio manual de 5 marchas facilita a condução em terrenos variados, ao passo que a transmissão 4×4 com reduzida permite que o veículo atravesse trechos íngremes ou de solo instável com maior controle. Em termos de confiabilidade, a trajetória histórica da Land Rover valoriza a durabilidade de componentes básicos — como a arquitetura do chassi, a robustez da suspensão e a modularidade de peças —, o que, por sua vez, influencia positivamente a avaliação de seguro de veículos clássicos, desde que o histórico de manutenção esteja em dia.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro?
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos com fins de seguro, negociação entre terceiros e avaliação de danos. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a tabela consolida valores médios de veículos com base em pesquisas de mercado, levando em consideração idade, modelo, configuração e histórico de desvalorização ao longo do tempo. Para modelos como o Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel de 1997, a Tabela FIPE atua como ponto de partida para a definição de coberturas e limites de garantia, bem como para a composição de prêmios de seguro, principalmente quando se trata de veículos com valor histórico ou de coleção.
É importante entender que a FIPE não fixa o valor de venda de cada veículo individualmente. Em vez disso, oferece uma linha de referência que as seguradoras costumam utilizar para calcular o risco, a depreciação e o custo potencial de substituição ou reparo. Em modelos mais antigos ou menos comuns, como o Defender 110 específico da configuração 2.5 HCPU TDi CS Diesel de 1997, há variações significativas entre unidades: estado de conservação, quilometragem, número de proprietários, histórico de manutenção, originalidade de peças (especialmente itens de origem Land Rover) e modificações podem influenciar o valor efetivo acima ou abaixo do “valor FIPE”. Por isso, para quem busca seguro, a DAV (dinâmica de avaliação de risco) considera não apenas o valor de mercado, mas também a disponibilidade de peças originais e o custo de repor itens críticos em caso de sinistro.
Além disso, vale destacar que a FIPE tende a evoluir com o tempo e com o mercado automotivo de usados. Veículos clássicos e raros, como o Defender, costumam ficar sujeitos a avaliações adicionais por parte das seguradoras, que podem considerar fatores como a originalidade do modelo, o estado de conservação, a documentação de restauração, a presença de peças originais e a infraestrutura de manutenção disponível. Em termos práticos, isso significa que o valor FIPE pode servir como referência útil para estabelecer coberturas básicas, mas, para seguradoras, a avaliação pode ser ajustada com base no estado real da unidade, o que impacta diretamente o custo do seguro e as condições de cobertura.
Como a Tabela FIPE se aplica ao Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel (1997) na prática
Quando o assunto é seguro, o Defender de 1997 entra em uma área de especial atenção: tratar-se de um veículo com história de uso misto, potencial de valor colecionável e peças que, com o passar das décadas, podem exigir reposição a partir de fornecedores especializados. Nesse cenário, a Tabela FIPE funciona como uma referência inicial para o conjunto de cobertura, valores de referência para danos a terceiros e, em alguns casos, para o cálculo de franquias codificadas conforme o perfil do veículo. Entretanto, a prática comum no mercado de seguros é que o valor do prêmio seja calibrado também pela situação real do carro no momento da cotação. Itens como documentação em dia, histórico de manutenção comprovado, eventual origem de restaurações, modificações não originais, autenticidade de peças e qualidade de conservação influenciam significativamente a percepção de risco da seguradora.
Por isso, quem utiliza o Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel de 1997 para deslocamentos diários, atividades de lazer ou projetos de restauração, deve considerar que o valor de cobertura pode ser impactado por fatores de risco operacional. Veículos com uso frequente em áreas de terreno acidentado, com deslocamentos em trilhas ou transportando cargas, podem exigir coberturas adicionais voltadas a danos de carroceria, sistemas de transmissão e componentes sobressalentes. Além disso, para modelos históricos, a disponibilidade de peças de reposição originais no Brasil nem sempre é igual a de veículos contemporâneos, o que pode elevar o custo de reparo em caso de sinistro e, por consequência, refletir na proposta de seguro. A leitura cuidadosa de cada apólice, com atenção às cláusulas de avaliação de danos e às exclusões, é fundamental para evitar surpresas futuras e para que a cobertura acompanhe a realidade de uso do Defender.
Aplicações práticas da Tabela FIPE na gestão de seguros para o Defender 110 1997
Para quem está buscando entender como a FIPE orienta a gestão de seguros, é útil dividir em pilares práticos. Primeiro, a FIPE orienta o nível de cobertura de acordo com o valor de mercado estimado, o que ajuda a evitar tanto subseguro quanto superseguro. Em segundo lugar, a referência FIPE é útil para estabelecer limites de indenização em caso de sinistro de colisão, incêndio, roubo ou danos parciais dentro de coberturas padrão. Terceiro, em casos de seguro completo com itens de assistência, guincho, carro reserva e cobertura para acessórios originais, a FIPE serve de base para dimensionar a necessidade de inclusão de itens adicionais de proteção. Por fim, para quem mantém o Defender em estado de conservação excepcional, a seguradora pode contemplar uma apólice com cláusulas de valor agregado, que reconhecem o valor histórico do veículo, o que pode representar vantagem na reposição de peças originais e na reparabilidade de componentes específicos do modelo 1997.
Cuidados e práticas recomendadas para seguradoras, colecionadores e proprietários
Ao lidar com um Defender 110 da linha 1997, alguns hábitos ajudam a manter a relação entre valor, seguro e uso do veículo de forma equilibrada. Em primeiro lugar, manter a documentação completa e atualizada facilita a avaliação pela seguradora e reduz o tempo de análise de cotação. Em segundo lugar, manter um histórico de manutenção organizado, com notas de serviços, peças originais utilizadas e referências de oficinas especializadas, aumenta a confiabilidade da avaliação de risco. Em terceiro lugar, preservar a originalidade do conjunto mecânico, sempre que possível, pode favorecer cenários de seguro com valor de reposição mais próximo ao valor de mercado de referência. Por fim, registrar qualquer modificação com notas técnicas e notas fiscais pode evitar ajustes de depreciação que não reflitam a realidade do veículo pronto para uso. A soma desses cuidados se traduz em seguradoras mais confortáveis com a avaliação do Defender, resultando em propostas de seguro mais estáveis ao longo do tempo, sem surpresas desagradáveis ao renovar a apólice.
Checklist de documentação para facilitar a cotação com a GT Seguros
- Documentação do veículo em dia (documentos de propriedade e registros técnicos, quando aplicável).
- Histórico de manutenção completo, com notas fiscais e comprovantes de serviços realizados.
- Rastreamento de modificações e peças originais, incluindo especificações técnicas e origem.
- Fotografias atualizadas do exterior, interior e motor para avaliação de estado e originalidade.
Ao planejar a proteção adequada para o Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel de 1997, é fundamental considerar não apenas o valor estimado pela Tabela FIPE, mas também o uso efetivo do veículo, a disponibilidade de peças no mercado e o histórico de restauração ou conservação. A combinação desses elementos orienta a assinatura de uma apólice que garanta cobertura compatível com a realidade do veículo, sem comprometer a viabilidade financeira da proteção ao longo do tempo.
Para quem busca orientação especializada e uma proposta sob medida, a GT Seguros oferece atendimento com foco em veículos clássicos e off-road, buscando equilibrar o custo do seguro com a qualidade da proteção. Um encaminhamento simples para cotação pode transformar a percepção sobre custos e coberturas, ajudando a manter o Defender bem protegido enquanto você aproveita as trilhas, estradas de terra e passeios com tranquilidade.
Em resumo, a Tabela FIPE desempenha um papel relevante ao estruturar o cenário de seguro para o Defender 110 2.5 HCPU TDi CS Diesel 1997. Embora sirva como referência prática, a avaliação final do prêmio depende do estado real do veículo, da documentação, da procedência das peças e do histórico de manutenção. Com uma gestão cuidadosa desses elementos, é possível estabelecer uma cobertura que proteja não apenas o carro, mas também a experiência de possuir e conduzir um verdadeiro ícone da história automotiva off-road.
Se você está buscando uma cotação que leve em conta o valor histórico, a singularidade e o uso potencial do Defender, considere contatar a GT Seguros: uma cotação com eles pode oferecer condições alinhadas ao perfil específico do seu Defender 110 1997, com atenção especial ao histórico do veículo, à peça original e à segurança da condução.