Valor FIPE Atual
R$ 77.481,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 033012-4
Ano: 2005-3
MêsPreço
Jan/26R$ 77.481,00
Dez/25R$ 76.262,00
Nov/25R$ 75.061,00
Out/25R$ 75.243,00
Set/25R$ 75.485,00
Ago/25R$ 74.297,00
Jul/25R$ 73.127,00
Jun/25R$ 73.201,00
Mai/25R$ 73.348,00
Abr/25R$ 73.416,00
Mar/25R$ 72.604,00
Fev/25R$ 72.648,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Defender 130 TDI CD Diesel 2005

A Tabela FIPE é uma referência comum para diversas partes do ecossistema automotivo brasileiro, incluindo seguros, financiamentos, impostos e transações entre particulares. No entanto, quando se fala de modelos veteranos ou especializados, como o Land Rover Defender 130 TDI CD Diesel lançado em 2005, é comum encontrar dúvidas sobre como a tabela se aplica na prática. Este artigo explora não apenas a relação entre a Tabela FIPE e esse modelo específico, mas também oferece contexto sobre a marca, a ficha técnica do veículo e implicações para seguros. O objetivo é fornecer uma visão educativa que ajude proprietários e profissionais de seguro a entender como esse carro é avaliado, quais fatores influenciam o valor venal ou de referência e como isso se traduz em coberturas adequadas.

Ficha técnica do Land Rover Defender 130 TDI CD Diesel 2005

A seguir, apresentam-se dados típicos que costumam constar na ficha técnica de uma Defender 130 TDI CD Diesel de 2005. Vale lembrar que variações de configuração entre mercados e versões específicas podem ocorrer, e a ficha pode trazer números próximos aos descritos abaixo.

Tabela FIPE Land Rover Defender 130 TDI CD Diesel 2005
  • Marca: Land Rover
  • Modelo: Defender 130 TDI CD Diesel
  • Ano de fabricação/modelo: 2005
  • Versão: 130 com cabine dupla (CD – Crew Cab)
  • Motor: 2.5 litros, cinco cilindros em linha, turbo diesel (TD5)
  • Cilindrada: 2.495 cm³
  • Potência: aproximadamente 111 a 122 cavalos de potência (kW próximos de 83 a 92)
  • Torque: em torno de 290 a 300 Nm
  • Câmbio: manual de cinco marchas
  • Tração: 4×4 com reduzida (transmissão de eixo rígido e caixa de transferência)
  • Transmissão final/robustez mecânica: foco na confiabilidade off-road, com diferenciais dianteiro e traseiro bloqueáveis em versões específicas
  • Dimensões (aproximadas): comprimento próximo de 5,1 metros; largura em torno de 1,8 metro; altura próxima de 1,9 a 2,0 metros
  • Peso (curb/empty): geralmente entre 1.9 e 2.2 toneladas, variando conforme carroceria e equipamentos
  • Tanque de combustível: aproximadamente 75 litros
  • Capacidade de carga útil (payload): tipicamente entre 700 e 1.000 kg, dependendo da configuração
  • Capacidade de reboque: até cerca de 3,5 toneladas (trailer braking recomendado)
  • Velocidade máxima: em torno de 140 a 150 km/h (limites de fábrica variando por estado e configuração)
  • Consumo médio: estimativas na faixa de 9 a 12 L/100 km, com variações significativas conforme uso urbano, estradas rurais ou off-road

É importante destacar que, ao consultar a ficha técnica de um Defender 130 TDI CD Diesel de 2005, muitos proprietários recorrem a fontes técnicas, catálogos oficiais da época e guias especializados. Devido à idade do veículo e à variedade de configurações presentes no mercado de usados, números específicos podem variar. O denominador comum é que essa versão prioriza robustez, torque disponível em baixas rotações e capacidade de enfrentar terrenos desafiadores, características que costumam influenciar fortemente o perfil de risco para seguradoras.

A marca Land Rover: legado e identidade no off-road

A Land Rover nasceu com o propósito original de oferecer mobilidade confiável em condições extremas. A marca, que encontrou raízes na Grã-Bretanha em meados do século XX, construiu ao longo das décadas uma reputação inseparável de aventura, utilidade prática e durabilidade. O Defender, em particular, tornou-se símbolo global de resistência: design utilitário, chassis rígido, suspensão robusta e capacidade de condução em terrenos desafiadores, como areia, lama, pedras e trilhas íngremes. Esse legado não se resume apenas à performance fora de estrada. A Land Rover também associou-se à ideia de versatilidade: a linha Defender passou por versões com cabines simples, cabines dupla e configurações de caçamba, cada uma adaptável a diferentes usos, desde frotas comerciais até expedicionários privados.

Essa herança se traduz em aspectos práticos para a contratação de seguros. O Defender carrega um histórico de uso intenso, com reparos que muitas vezes exigem peças específicas, mão de obra especializada e disponibilidade de estoque. Além disso, o público que contempla esse modelo costuma utilizar o veículo em atividades de lazer, expedições e, em alguns casos, traslados comerciais que exigem capacidade de reboque elevada. Tudo isso influencia a avaliação de risco, as escolhas de cobertura e a forma como as seguradoras definem franjas de prêmio, franquias e limites de indenização. Por isso, compreender o valor histórico da marca ajuda profissionais de seguro a percorrer o território entre a curiosidade do colecionador e a prática de proteção financeira de um veículo com perfil único no mercado brasileiro.

Outra dimensão relevante é o custo de manutenção. Por ser um carro com motor específico (TD5) e uma linha de produção com menos foco em peças recorrentes de varejo do que modelos de volume, o Defender pode exigir fontes de reposição mais seletivas. Corretores e seguradoras costumam considerar este fator ao desenhar pacotes de seguro, pois peças menos disponíveis podem elevar o custo de reposição e, consequentemente, o custo total de propriedade ao longo do tempo. Ainda assim, a herança da Land Rover, associada a capacidade de atravessar terrenos adversos com passe extra de segurança, faz do Defender um veículo muito valorizado para quem depende de desempenho off-road, o que precisa ser acompanhado com cobertura adequada e planejamento financeiro de longo prazo.

Contexto da Tabela FIPE: como o seguro utiliza esse referencial

A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado de veículos seminovos e usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras para determinar quanto vale um veículo no momento de indenizações, dentro de cenários de seguro de danos ou de cobertura total. A aplicação prática envolve considerar onde o carro se encontra na linha do tempo de vida útil, o histórico de proprietários, o estado da conservação, a quilometragem e as modificações que podem ter ocorrido ao longo dos anos. Em veículos históricos ou de nicho, como o Defender 130 TDI CD Diesel 2005, a FIPE pode ser apenas uma referência inicial, sujeita a ajustes com base em fatores específicos de mercado, disponibilidade de peças e demanda por exemplares bem conservados.

Para seguradoras, é comum que, em veículos com mais de dez anos, o valor de referência seja complementado por avaliações de mercado feitas por estimativas da própria rede de corretores, concessionárias de usados especializadas, ou até avaliações independentes de peritos, especialmente quando o veículo tem características de colecionismo ou utiliza acessórios fora de linha de fábrica. Isso não significa que a FIPE perde relevância; pelo contrário, a FIPE continua servindo como base sistêmica para a comparação de valores entre veículos similares. O desvio entre o valor FIPE e o valor negociado na aquisição ou venda de um Defender 130 TDI CD Diesel 2005 pode indicar sazonalidade, disponibilidade de peças ou estado de conservação, e, por consequência, pode impactar o custo do seguro — especialmente em itens como valor de indenização, cobertura de acessórios e cláusulas de valor de reparo. Em termos simples: FIPE oferece um patamar de referência, enquanto seguradoras podem empregar metodologias adicionais para refletir o valor real do veículo no momento da contratação ou da indenização.

Além disso, vale destacar que, quando o objetivo é planejar a proteção financeira de um Defender com características bastante específicas, o processo de aprovação de seguro pode envolver avaliação de risco detalhada, inclusive com consultoria de profissionais que entendem de off-road. O histórico de uso (ficar em concessionárias, uso em trilhas, viagens de longa distância), o estado de conservação, a eventual restauração ou modificações (como melhoria no sistema de iluminação, proteção de off-road, acessórios de reboque) e a disponibilidade de peças originais podem afetar a avaliação do valor segurado. Por isso, a discussão com o corretor é essencial para alinhar a cobertura às particularidades do veículo.

Riscos, peculiaridades e impactos para a apólice de seguro

O Defender 130 TDI CD Diesel de 2005 apresenta um conjunto de características que trazem vantagens em determinados cenários de uso, mas também exigem considerações específicas para seguro. Abaixo, aspectos relevantes a serem observados ao pensar na proteção desse veículo:

  • Robustez estrutural e capacidade de off-road: o Defender é construído para enfrentar terrenos difíceis, o que, por um lado, aumenta a segurança em trilhas; por outro, pode implicar em maior probabilidade de danos em uso off-road, elevando prêmios ou exigindo coberturas específicas para acessórios e peças de suspensão.
  • Presença de peças e mão de obra especializada: o estoque de peças originais para o TD5 pode ser mais restrito em certas regiões, o que pode impactar o custo de reparo e o tempo de serviço na eventualidade de sinistro.
  • Valorização em nichos de colecionadores: exemplares bem conservados podem manter valor de mercado estável ou até apresentar variação positiva, o que influencia a decisão entre seguro com valor de indenização de reposição ou com base no valor de mercado.
  • Riscos de uso comercial ou recreativo: dependendo da finalidade (frotas, turismo de aventura, uso em eventos off-road), a exposição a acidentes ou danos pode variar, impactando o perfil de risco e as coberturas recomendadas.

Considerações estratégicas para coberturas e proteção

Para proprietários ou gestores de frotas com Defender 130 TDI CD Diesel 2005, a escolha de coberturas deve considerar não apenas o valor do carro, mas o custo de reposição, peças e o impacto de eventuais períodos de imobilização. Abaixo estão diretrizes estratégicas para orientar escolhas de seguro, sempre com foco na proteção eficiente do patrimônio:

Ao planejar a cobertura, considere as seguintes diretrizes de forma integrada:

1) Valor de indenização versus valor de reposição: em veículos com valor de mercado mais sensível a oscilações, pode ser prudente optar por uma indenização com base no valor de reposição ou em valores atualizados de acordo com a FIPE, acrescidos de depreciação ajustada pela idade, estado de conservação e histórico de uso. 2) Cobertura de peças e acessórios originais: incluir proteção para itens de fábrica, além de acessórios instalados que possam ter custos significativos de reposição, como para-choques, proteção de proteção de solo, guinchos ou sistemas de iluminação off-road. 3) Assistência 24h e veículo reserva: para quem utiliza o Defender em trajetos fora de estrada, a disponibilidade de assistência e a opção de veículo reserva ajudam a reduzir o impacto de qualquer imobilização. 4) Seguro de responsabilidade civil e danos a terceiros: por se tratar de veículo de grande porte, com maior área de colisão, manter uma cobertura robusta de responsabilidade civil pode ser especialmente relevante em cenários de uso intenso.

Dicas práticas para cotação com a GT Seguros

Se você está buscando proteção adequada para o seu Defender 130 TDI CD Diesel 2005, uma abordagem simples e objetiva pode facilitar o processo de cotação com a GT Seguros, garantindo que você tenha coberturas alinhadas ao uso do veículo e ao seu orçamento. Considere levar em conta: estado de conservação, uso principal (lazer, expedições, trabalho), histórico de sinistros, e a lista de acessórios relevantes que merece proteção. Com base nessas informações, a GT Seguros pode oferecer opções personalizadas de seguro que contemplam o valor de reposição, garantias adicionais e opções de assistência, ajudando a equilibrar custo e proteção.

Observação: ao conversar com o corretor ou com a seguradora, é comum que haja perguntas específicas sobre o Defender, como a presença de modificações, o tipo de terreno que você frequenta, o que pode influenciar tanto o prêmio quanto as franquias aplicáveis. A transparência sobre o uso real do veículo ajuda a construir uma apólice mais precisa, evitando surpresas em eventual sinistro ou na hora de acionar coberturas. Um corretor experiente em veículos de nicho sabe orientar sobre as melhores combinações entre valor de referência, cobertura de danos a terceiros, colisão, incêndio e roubo, bem como opções de franquias que se adequam ao seu perfil de uso.

Por fim, vale lembrar que a Tabela FIPE é uma referência importante, mas não substitui a avaliação prática que o mercado faz para veículos como o Defender 130 TDI CD Diesel 2005. A combinação entre FIPE, condições do veículo, histórico de uso, disponibilidade de peças e o cenário de seguros é o que, de fato, define o custo da proteção e a qualidade da cobertura recebida. O objetivo é que você tenha tranquilidade para rodar, sabendo que o seu patrimônio está protegido de forma adequada para as suas necessidades.

Se você quer uma orientação direta sobre o seu caso, a GT Seguros está pronta para ajudar com uma cotação personalizada que leve em conta as particularidades deste Defender, o seu uso diário ou recreativo e o seu orçamento para seguros. Uma avaliação bem-feita pode fazer a diferença entre uma proteção básica e uma cobertura que realmente cubra os riscos do seu dia a dia.