Valor FIPE Atual
R$ 93.573,00
↓ 0,3% vs mês anterior
FIPE: 033058-2
Ano: 2013-3
MêsPreço
Mar/26R$ 93.573,00
Fev/26R$ 93.813,00
Jan/26R$ 93.231,00
Dez/25R$ 93.700,00
Nov/25R$ 93.445,00
Out/25R$ 93.915,00
Set/25R$ 94.387,00
Ago/25R$ 97.262,00
Jul/25R$ 99.829,00
Jun/25R$ 102.687,00
Mai/25R$ 100.002,00
Abr/25R$ 99.834,00

Entenda como a Tabela FIPE se aplica à Land Rover Discovery 4 SE 3.0 4×4 TDV6/SDV6 Diesel Automática (2013)

Quando se avalia o valor de um veículo no Brasil para fins de seguro, compra, venda ou indenização, é comum ouvir falar da Tabela FIPE. Trata-se de uma referência ampla, atualizada mensalmente, que captura o preço médio de mercado de automóveis, caminhões e ônibus usados e seminovos. Para modelos de nicho ou com versões específicas, como a Land Rover Discovery 4 SE 3.0 4×4 TDV6/SDV6 Die.Aut. 2013, a leitura da FIPE exige cuidado: a variação entre motorizações, tração, equipamentos e estado de conservação pode impactar significativamente o valor de referência utilizado por seguradoras, corretores e avaliadores independentes. Este artigo mergulha nesse tema com foco neste modelo, explicando como a FIPE funciona, quais elementos da ficha técnica influenciam o valor, e como isso se reflete na gestão de seguros.

A Tabela FIPE não é um preço de venda fixo nem uma lista de custos, mas sim uma referência estatística baseada em transações observadas no mercado. Ela serve como base para estimativas de indenização em caso de perda total, para orientar o valor de cobertura e também para fundamentar o cálculo de prêmios. Por isso, entender o que compõe a avaliação FIPE ajuda o consumidor a negociar melhor, evitar surpresas no momento da vigência da apólice e compreender por que dois veículos com o mesmo ano de fabricação podem apresentar valores de referência diferentes, dependendo da configuração de fábrica, do estado de conservação e do histórico de uso.

Tabela FIPE Land Rover Discovery4 SE 3.0 4×4 TDV6/SDV6 Die.Aut. 2013

Ficha técnica resumida da Land Rover Discovery 4 SE 3.0 4×4 Diesel Automática (2013)

A Discover 4, lançada pela Land Rover como integrante da geração L319, chegou ao Brasil com versões que privilegiavam o equilíbrio entre luxo, capacidade off-road e conforto de condução. A versão SE, associada ao motor 3.0 diesel, pode ser encontrada com o conjunto TDV6 ou SDV6, ambos combinados a tração integral 4×4 e câmbio automático. Abaixo, um quadro técnico simplificado para orientar a leitura da FIPE no que diz respeito a especificações relevantes na avaliação de valor e no planejamento de seguro:

  • Motor: V6 diesel de 3.0 litros, disponível nas configurações TDV6 e SDV6, com potência nominal na faixa de aproximadamente 245–258 cv e torque próximo de 600 Nm. Essas especificações influenciam a percepção de desempenho, consumo e custo de reposição de componentes.
  • Transmissão: automática de 6 velocidades (geralmente ZF), com boa entrega de torque em terreno variado e capacidade de reduzir marchas para uso em off-road, o que pode impactar o desgaste de transmissão e, por consequência, a avaliação de reparabilidade.
  • Tração e suspensão: tração integral permanente 4×4 e suspensão com ajuste de altura (inclui sistema de suspensão pneumática em algumas configurações) aliado ao Terrain Response, que adapta o veículo a diferentes tipos de piso. Esse conjunto eleva o nível de aptidão off-road, mas também influencia o custo de manutenção e peças de reposição.
  • Dimensões e capacidades: veículo com carroceria de porte médio a grande, com espaço para até sete ocupantes em versões com terceira fileira, e uma capacidade de reboque que pode chegar próximo de 3.500 kg. O peso, as dimensões e a configuração interna costumam pesar na avaliação de valor pela FIPE, especialmente quando há variações entre serviços de fábrica e retrofit de interiores.

É importante notar que as variações entre TDV6 e SDV6 não apenas refletem potência e torque, mas também diferença de mercado e disponibilidade de peças específicas, o que, por sua vez, pode influenciar o comportamento de depreciação. Do ponto de vista prático para o seguro, essa distinção pode afetar a classificação de versão na FIPE, o que leva a variações no valor de referência usado para cálculo de prêmios, franquias e cobertura de danos.

Diferenças entre TDV6 e SDV6 e o impacto na FIPE

Entre as opções de motorização disponíveis para a Discovery 4, as variantes TDV6 e SDV6 representam abordagens distintas de propulsão diesel. O TDV6 costuma ser associado a uma configuração que privilegia a eficiência em uso misto com boa resposta em aceleração, enquanto o SDV6 tende a oferecer maior torque disponível, desempenho ligeiramente superior em subidas íngremes e, em muitos mercados, nomenclaturas que remetem a uma linha de motores com refinamento de câmbio e consumo potencialmente diferente. Embora ambas as opções entreguem o espírito de SUV premium com grande capacidade off-road, a FIPE pode classificar diferentes motores como versões distintas dentro da mesma linha, o que reflete diretamente no valor de referência apresentado pela tabela para o modelo de 2013.

Essa diferenciação é relevante para seguradoras e compradores porque o histórico de propriedade, o custo de reposição de peças e a disponibilidade de serviços autorizados variam conforme o motor. Peças de maior complexidade, como turbocompressores, sistemas de injeção e unidades de controle eletrônico, costumam ter impacto diferente no custo de sinistro. Ao consultar a FIPE para um Discovery 4 SE 3.0, é fundamental confirmar qual motor está sendo considerado na versão de 2013, especialmente em campanhas de seguro com classificação de valor agregado pela oficina credenciada ou por estimativas de reparação com peças originais Land Rover. Em termos de depreciação, motores SDV6 com maior presença de torque tendem a manter o valor de referência um pouco mais estável em alguns mercados, porém isso depende de disponibilidade de peças, histórico de recall e da rede de assistência técnica no Brasil.

Como a FIPE orienta as cotações de seguro para esse modelo

Para as seguradoras, a referência FIPE funciona como uma base comum de valor, sobre a qual são aplicados ajustes conforme o estado real do veículo. Em prática, o valor utilizado para calcular o prêmio, a cobertura de perda total ou a indenização em caso de sinistro é influenciado por diversos fatores complementares, entre eles:

– O estado geral do veículo, incluindo a condição da pintura, interior, funcionamento de sistemas de segurança e assistência ao condutor;

– O histórico de manutenção e de pane, com destaque para a periodicidade de trocas de óleo, filtros, freios, suspensão e pneus;

– A quilometragem, que pode indicar maior desgaste em componentes como suspensão, transmissão e motor, reduzindo ou estabilizando o valor FIPE conforme a idade do carro;

– O conjunto de opcionais originais ou instalados após a compra, como sistema de navegação, câmera de ré, teto solar, couro, ajustes elétricos e sistemas de som premium, que podem colaborar para um valor de referência mais alto; e

– A existência de histórico de sinistros, danos estruturais, reparos anteriores ou modificações que alterem a originalidade do veículo.

Ao combinar a leitura da FIPE com esses fatores, a seguradora define uma faixa de cobertura adequada, avaliando não apenas o custo de reposição, mas também a probabilidade de ocorrência de futuros sinistros e o custo de reparo. Em modelos como a Discovery 4 SE 3.0, que mesclam luxo com robustez off-road, o equilíbrio entre custo de aquisição e custo de seguro exige atenção especial: peças originais, mão de obra qualificada e disponibilidade de peças no Brasil podem impactar a segurabilidade e a franquia aplicada em caso de danos.

Como consultar a Tabela FIPE para este modelo e entender o impacto no seguro

Para quem está avaliando o valor de uma Discovery 4 SE 3.0 definida pela FIPE, o caminho costuma seguir algumas etapas simples:

1) Identifique a versão exata do veículo: TDV6 ou SDV6, além da configuração SE e se há elementos como teto panorâmico, couro ou pacote de tecnologia; isso ajuda a confirmar a versão correta na FIPE.

2) Verifique o ano de fabricação e o mês de referência: a FIPE opera com dados mensais, o que significa que pequenas variações de um mês para o outro podem ocorrer, refletindo mudanças no mercado.

3) Compare com o estado de conservação atual do veículo: se o carro está bem conservado, com histórico de manutenção completo e sem grandes danos, a referência FIPE pode ser mais próxima do valor de mercado real. Caso contrário, pode haver necessidade de ajustes na avaliação para refletir condições específicas.

4) Considere o conjunto de opcionais e acessórios originais: itens que adicionam valor, como sistemas de assistência ao motorista, acabamento de qualidade e sistemas de som, podem influenciar o valor de referência adotado pela FIPE, bem como o custo de reposição em caso de sinistro.

É comum que corretores de seguros e avaliadores de sinistro consultem a FIPE como referência principal, mas também comparam com outras avaliações de mercado e com o registro de proprietário, para confirmar que o seguro de fato reflita o que o mercado pratica. Em casos de sinistros, o valor de reparação precisa estar alinhado com o que a FIPE pressupõe como base, e não apenas com o orçamento apresentado pela oficina, para evitar distorções entre o custo de reparo e a indenização de preço de reposição.

Dicas práticas para quem trabalha com seguros de automóveis de alto valor

A seguir, algumas orientações úteis para quem lida com o seguro de veículos da linha Discovery e de modelos com valor elevado de reposição. Sem apresentar números específicos, as sugestões ajudam a manter a apólice compatível com o valor de mercado real, minimizando surpresas no momento de sinistro ou renovação de contrato:

– Mantenha um dossiê de manutenção completo, com notas fiscais, lacres de peças originais e registro de revisões periódicas. Um histórico limpo de assistência técnica fortalece a avaliação de valor e reduz dúvidas na hora da indenização.

– Priorize a documentação de eventuais modulo de acessórios originais, especialmente se forem itens de alto custo ou se envolverem alterações estruturais significativas.

– Evite modificações que comprometam a originalidade do veículo, a menos que haja respaldo de instalação feita por rede autorizada, pois alterações não oficiais podem impactar a segurabilidade e o valor coberto pela FIPE.

– Considere planos de seguro com cobertura de terceiros, colisão, incêndio e proteção contra danos estéticos, ajustando franjas de proteção conforme o uso do veículo e o local de circulação; veículos de alto valor, com uso em áreas urbanas e estradas, frequentemente exigem coberturas adicionais para garantir reposição com peças originais.

Conclusão

A Tabela FIPE desempenha um papel essencial na definição de valores de referência para veículos usados no Brasil, incluindo a Land Rover Discovery 4 SE 3.0 4×4 TDV6/SDV6 Diesel Automática de 2013. Compreender as especificações técnicas, as diferenças entre as motorização TDV6 e SDV6 e os fatores que impactam a leitura da FIPE ajuda proprietários, compradores e corretores de seguros a tomar decisões mais seguras e informadas. Em especial para modelos de luxo com capacidade off-road, a relação entre valor de reposição, disponibilidade de peças, custos de manutenção e a segurança de uma cobertura adequada pode fazer a diferença entre uma indenização justa e uma experiência de sinistro frustrante.

Se você está avaliando como a Tabela FIPE impacta o custo do seguro da Discovery 4, vale a pena falar com um corretor experiente que entenda as particularidades desse modelo e possa orientar sobre as melhores opções de cobertura, de acordo com o uso pretendido do veículo e o perfil do motorista.

Para saber como a FIPE pode influenciar sua cotação e entender as melhores opções de proteção para a Land Rover Discovery 4 SE 3.0 4×4 TDV6/SDV6 Diesel Automática de 2013, solicite uma cotação com a GT Seguros e compare as propostas disponíveis no mercado.