| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 72.666,00 |
| Fev/26 | R$ 71.892,00 |
| Jan/26 | R$ 74.120,00 |
| Dez/25 | R$ 75.120,00 |
| Nov/25 | R$ 74.095,00 |
| Out/25 | R$ 75.278,00 |
| Set/25 | R$ 75.657,00 |
| Ago/25 | R$ 76.038,00 |
| Jul/25 | R$ 78.796,00 |
| Jun/25 | R$ 81.654,00 |
| Mai/25 | R$ 81.779,00 |
| Abr/25 | R$ 84.746,00 |
Desvendando a Tabela FIPE para a Land Rover Freelander 2 HSE 2.2 SD4 190 cv Diesel 2014
Sobre a marca Land Rover e o que a Freelander 2 representa no portfólio de SUV premium
A Land Rover é uma marca britânica reconhecida mundialmente pela combinação entre luxo e capacidade off‑road. Fundada em 1948, a empresa criou um legado baseado em engenharia robusta, tração nas quatro rodas permanente e soluções técnicas para enfrentar terrenos desafiadores. No Brasil, a Land Rover costuma ser associada a veículos que unem conforto, acabamento de alto padrão e desempenho em condições adversas, o que a torna uma escolha popular entre quem busca versatilidade urbana com a tranquilidade de um SUV apto para trilhas leves a moderadas. A Freelander 2 (conhecida em alguns mercados como LR2) ocupa um lugar estratégico nesse mix, oferecendo um conjunto de recursos que privilegia a experiência de condução em asfalto, sem abrir mão da capacidade de enfrentar situações de terreno variado. Cristaliza, ainda, aos olhos do consumidor, aquela ideia de “luxo utilitário”: um veículo que entrega tecnologia embarcada, acabamento cuidadoso e uma base de motor diesel eficiente para quem circula diariamente com passageiros e bagagens, mas não perde o apelo de sair da cidade quando necessário.
No universo de seguros, a percepção da marca influencia fatores como comportamento de reposição de peças, custo de manutenção e a percepção de risco. Veículos da Land Rover tendem a ter prazos de atendimento a sinistros bem avaliados pela rede autorizada, mas podem exigir reposições mais caras por conta de peças originais e de procedimentos de reparo mais especializados. Isso impacta a avaliação de risco pela seguradora, especialmente para modelos com motorizações mais potentes e sistemas de assistência ao conduzir. Por isso, entender a hegemonia da marca, aliada às características específicas da Freelander 2 HSE 2.2 SD4, auxilia o corretor de seguros na análise de coberturas adequadas, na definição de franquias e na comunicação de riscos aos clientes.

Ficha técnica resumida (visão consolidada para seguro e referência de desempenho)
- Motorização e desempenho: motor 2.2 L diesel SD4, 190 cv de potência, torque próximo de 420 Nm, turbocompressor com intercooler para resposta em faixa de uso urbano e fora de estrada.
- Transmissão e tração: câmbio automático de 6 velocidades (opção de manual em algumas versões), tração 4×4 permanente com diferencial central; sistema Terrain Response para adaptar o veículo a diferentes situações de piso.
- Dimensões, peso e capacidades: comprimento próximo a 4,52 m, largura cerca de 1,83 m, altura de aproximadamente 1,72 m; peso em torno de 1.750 kg; tanque de combustível ~ 68 L; porta-malas em torno de 755 L com os bancos rebatidos pode ampliar a capacidade de carga.
- Segurança, conforto e utilidade: suspensão independente, sistema de freios com ABS e EBD, ESC/ESP, airbags frontais e laterais, controle de tração, Hill Descent Control e Hill Start Assist; interior com acabamento de qualidade, recursos de entretenimento e pacotes de conforto típicos da linha HSE.
Como a Tabela FIPE é usada na precificação de seguros para este modelo
A Tabela FIPE funciona como referência de valores de mercado para veículos usados no Brasil. Ela compila dados de anúncios, transações e avaliações de mercado para estabelecer uma faixa que representa o valor de venda ou reposição de um veículo específico em determinado mês. Para a Land Rover Freelander 2 HSE 2.2 SD4 190 cv Diesel de 2014, a FIPE oferece um referencial estável que facilita a classificação de risco e o cálculo de indenização em caso de sinistro. É comum que as seguradoras usem o valor FIPE como base para estabelecer o valor de referência de reparação ou de reposição, antes de aplicar ajustes que considrem o estado de conservação, histórico de preenchimento de vezes de uso, quilometragem e eventuais acessórios instalados pelo proprietário.
É importante compreender que o valor FIPE, apesar de amplamente utilizado, não é o preço de venda atual nem o preço de compra que o consumidor pagou na aquisição do veículo. Ele reflete uma média de mercado ao longo do tempo, sujeita a variações mensais e a fatores como disponibilidade de peças, custo de mão de obra especializada e interesse por veículos da mesma categoria. Por esse motivo, a FIPE é uma ferramenta essencial para o corretor, pois oferece uma referência objetiva para validação de coberturas, limites de indenização e reposição no momento de uma eventual indenização total. Ao mesmo tempo, o valor de indenização em casos de sinistro pode sofrer ajustes conforme as cláusulas contratuais, condições de sinistro e políticas internas da seguradora.
Para o cliente, entender a relação entre FIPE e prêmio de seguro é também compreender que, em modelos como a Freelander 2 HSE, o peso do veículo, o motor diesel e a tração 4×4 influenciam o custo do seguro. Veículos mais pesados e com motores de alta cilindrada costumam ter prêmios mais elevados, principalmente se houver histórico de manutenção não confiável, paces de reposição mais caros ou maior probabilidade de despesas com reparos. Por isso, manter o veículo em bom estado, com manutenções registradas e utilização responsável, pode favorecer condições de seguro mais vantajosas, inclusive no que tange a franquias e coberturas adicionais, como assistência 24 horas e proteção contra roubo/furto.
Diferenciais da Freelander 2 HSE 2.2 SD4 e impactos para o seguro
A versão HSE da Freelander 2 traz um conjunto de atributos que favorecem o conforto e a experiência de condução, sem abrir mão da aptidão para percursos desafiadores. O motor diesel 2.2 SD4, aliado ao torque disponível em rotações modestas, oferece boa resposta para ultrapassagens, condução em vias sinuosas e elevações de terreno. A presença de tração 4×4 permanente, com o sistema Terrain Response, permite adaptar o comportamento do veículo conforme o piso — estrada seca, lama, areia, cascalho, neve ou piso molhado. Essa versatilidade é valorizada por quem utiliza o veículo tanto em uso diário quanto em viagens com maior exigência de aderência e controle de curvas em superfícies irregulares.
O interior da HSE costuma combinar couro, acabamento refinado e pacote de tecnologia que inclui sistemas de entretenimento, navegação e conectividade. Esses atributos geram conforto para passageiros, mas também influenciam nos custos de reparo e reposição de peças de maior valor. Em termos de seguro, tais detalhes impactam o valor de reposição em caso de sinistro, bem como a avaliação de custo de peças originais. Além disso, a Freelander 2 mantém recursos de segurança relevantes, como Hill Descent Control, sensores de estacionamento, câmera de visão traseira (em alguns pacotes), controle estável de condução e assistência de frenagem com distribuição de força entre eixos. Tudo isso contribui para um perfil de risco que costuma ser avaliável pelas seguradoras com base em dados históricos, uso estimado e preço de reposição de componentes.
Do ponto de vista prático, o conjunto de equipamentos da versão HSE facilita a condução em situações urbanas e em vias de tráfego intenso, ao mesmo tempo em que oferece robustez em situações off-road rasas — o que amplia o leque de cenários sob os quais o veículo pode ser utilizado com segurança. No entanto, esse mesmo conjunto de equipamentos exige revisão constante do estado de freios, suspensão e sistema de tração, para manter o desempenho previsto. Em termos de seguro, isso se traduz em uma necessidade de manter o veículo em condições ideais de funcionamento para evitar sinistros desnecessários e para manter o prêmio sob condições compatíveis com o valor de referência FIPE e com o perfil de uso do proprietário.
Cuidados com a seguradora: fatores que influenciam o prêmio para a Freelander 2 HSE 2.2 SD4
Ao avaliar um seguro para uma Land Rover Freelander 2 HSE 2.2 SD4 190 cv Diesel 2014, algumas particularidades devem ser consideradas. Em primeiro lugar, o peso do veículo, aliado ao motor diesel, tende a impactar o custo de reparos em oficinas autorizadas. A disponibilidade de peças originais, bem como o tempo de reposição, também pode influenciar o tempo de indenização e, consequentemente, o custo premium. Além disso, a condição do histórico de sinistros do proprietário, o uso do veículo (padrão urbano versus uso frequente em viagens ou trilhas leves) e a região onde o carro circula impactam o nível de risco avaliado pela seguradora.
Outro ponto relevante é a cobertura escolhida. Coberturas que incluem terceiros, incêndio,roubo e danos a acessórios, bem como proteção adicional contra lucros cessantes e assistência 24 horas, costumam elevar o custo do seguro. Por outro lado, opções como franquia mais alta, bloqueio adicional de acessórios e menores limites de indenização podem reduzir o prêmio. Para quem utiliza o veículo predominantemente em trajeto urbano e com pouco tempo de condução em estradas com maior intensificação de atividades de off-road, pode valer a pena explorar opções com franquia mais acessível e limite de indenização ajustado à realidade de uso.
Por fim, vale lembrar que a idade do motorista, o tempo de CNH, o histórico de sinistros e a utilização de dispositivos de segurança (alarme, rastreador, imobilizador) também pesam na composição do seguro. Dispositivos antifurto modernos e rastreadores aprovados reduzem o risco para a seguradora, o que pode refletir em descontos proporcionais ao prêmio mensal. Em termos de multiplicadores de risco, o veículo com maior cilindrada e maior peso frequentemente tem um slight incremento, mas isso pode ser compensado por um bom conjunto de dispositivos de proteção e por um histórico de condução responsável do segurado.
Para quem busca manter o equilíbrio entre proteção adequada e custo de seguro, a recomendação é realizar uma avaliação cuidadosa com a corretora, levando em conta o uso real do veículo, o valor de reposição estimado, a disponibilidade de peças originais e a necessidade de coberturas adicionais. A FIPE continua sendo um referencial sólido para embasar essa decisão, já que traz uma visão de mercado que pode ser atualizada mensalmente, reflet
