| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 180.415,00 |
| Dez/25 | R$ 186.959,00 |
| Nov/25 | R$ 187.899,00 |
| Out/25 | R$ 181.545,00 |
| Set/25 | R$ 175.406,00 |
| Ago/25 | R$ 169.475,00 |
| Jul/25 | R$ 163.744,00 |
| Jun/25 | R$ 162.863,00 |
| Mai/25 | R$ 168.770,00 |
| Abr/25 | R$ 172.637,00 |
| Mar/25 | R$ 178.900,00 |
| Fev/25 | R$ 185.125,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 2016 e sua ficha técnica
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, servindo como base para negociações, seguros e avaliações de indenização. No universo de carros de luxo, como o Land Rover Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 de 2016, a referência FIPE desempenha papel ainda mais relevante: ela ajuda seguradoras a estimar o valor de reparação, de cobertura e o prêmio, levando em conta a idade do veículo, a depreciação natural e a demanda por peças originais. Embora o valor específico seja dinâmico e atualizado mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), compreender o que compõe essa referência permite entender melhor como o seguro é calculado e como o veículo é avaliado em distintas situações de sinistro e renovação de apólice.
A Range Rover, linha que carrega o peso histórico da marca Land Rover, é reconhecida pela combinação entre luxo, conforto e aptidão fora de estrada. Quando se trata do Range Rover Sport SE com motor 3.0 TDV6/SDV6, a semelhança entre o DNA da marca e as expectativas do consumidor moderno fica evidente: potência sob controle, tecnologia embarcada de ponta e um conjunto de soluções que priorizam segurança, desempenho e conforto, tanto em uso urbano quanto em aventuras mais desafiadoras. Nesta reportagem, exploraremos a ficha técnica do modelo 2016, a importância da FIPE para o contexto de seguro, o posicionamento da marca Range Rover e, por fim, aspectos práticos para proprietários que desejam planejar a melhor proteção com a GT Seguros.

Ficha técnica essencial do Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 2016
A seguir, apresentam-se os elementos centrais que costumam compor a ficha técnica de referência para este modelo. A ideia é oferecer um retrato fiel das características de motor, transmissão, sistema de tração, além de itens de conforto, segurança e tecnologia que costumam influenciar na avaliação de seguro e no custo de operação do veículo.
- Motorização: motor 3.0 litros V6 diesel, com tecnologia TDV6/SDV6, turbo alimentado e intercooler, voltado para desempenho equilibrado entre torque elevado e eficiência para um SUV de alto porte.
- Transmissão e tração: câmbio automático de múltiplas velocidades (tipicamente 8 velocidades) associado a tração integral permanente (AWD), com assistência de condução orientada a terrenos desafiadores.
- Sistema de condução e off-road: conjunto Terrain Response com modos ajustáveis para diferentes superfícies, controle de descida em rampas, suspensão com possíveis ajustes e gestão eletrônica de estabilidade para manter o equilíbrio em terrenos críticos.
- Conforto, segurança e estética: interior de alto padrão com recursos de conforto, pacotes de segurança ativos e passivos, câmeras de visão 360°, sensores de aproximação, assistências de condução avançadas e acabamento premium característico da linha Range Rover.
Observação: números exatos de potência, torque, capacidades de reboque e peso variam de acordo com a configuração específica do veículo e podem sofrer pequenas alterações entre versões TDV6 e SDV6 dentro do período de produção. A ficha técnica apresentada acima descreve, de modo cumprindo, o conjunto típico para o Range Rover Sport SE do ano-modelo 2016, com foco no que costuma impactar a avaliação de preço de referência pela FIPE e a percepção de valor pela seguradora.
A marca Land Rover e o posicionamento da Range Rover
Fundada em 1948, a Land Rover consolidou-se, ao longo de décadas, como símbolo de robustez, capacidade de atuação em terrenos desafiadores e, ao mesmo tempo, de progressiva evolução tecnológica. A Range Rover, linha que rapidamente passou a ser a referência de luxo da marca, nasceu com a proposta de unir performances off-road de alto nível a um interior sofisticado, com acabamento premium, conforto acústico e recursos de conveniência para jornadas longas.
Em termos de posicionamento de mercado, a Range Rover representa o ápice do repertório da Land Rover em termos de conforto, estilo e tecnologia embarcada. A família Sport, em particular, busca combinar a praticidade de um SUV de porte médio com traços de desempenho esportivo, sem abrir mão da versatilidade necessária para enfrentar estradas sinuadas, trilhas leves e condições climáticas adversas. No contexto de seguro, essa combinação de atributos tende a influenciar a percepção de risco: o veículo é sofisticado, com alto custo de reparo, tecnologia integrada e, ao mesmo tempo, uma performance que pode atrair maior atenção de condutores experientes, o que exige um equilíbrio entre cobertura adequada e custo de apólice.
Além disso, o legado da Range Rover em termos de atendimento e disponibilidade de peças tem impactos diretos no ciclo de vida do veículo. Em sinistros, a recuperação de veículos de luxo pode envolver peças originais, mão de obra especializada e prazos mais longos para reposição. Em termos de seguros, isso costuma se refletir em coberturas específicas, limites de indenização, franquias e, naturalmente, na avaliação da Tabela FIPE, que observa de perto a depreciação ao longo dos anos. Por fim, a marca enfatiza a importância do serviço pós-venda e da manutenção programada, fatores que ajudam a manter o valor do veículo estável para efeitos de seguro e de quitação de sinistros.
Relação entre a Tabela FIPE e o seguro deste modelo
A FIPE atua como uma referência de valor de mercado para veículos usados, servindo de base para a composição de prêmios e para a definição de coberturas em seguros. Para modelos de luxo como o Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 de 2016, a influência da FIPE é especialmente relevante por várias razões:
Primeiro, o valor de referência FEDE (FIPE) não é apenas uma cifra isolada: ele alimenta cálculos de indenização em caso de cobertura total ou perdas parciais, além de servir de referência em avaliações de valor residual para cláusulas de reposição ou indenização simultânea. Em segundo lugar, a depreciação é mais perceptível em veículos de luxo, o que pode impactar o custo de seguro ao longo dos anos, uma vez que o prêmio considera não apenas a idade, mas também o tirante de mercado e o custo de reparo relativo ao modelo. Em terceiro lugar, características técnicas e de segurança – como o sistema de tração, a suspensão adaptativa, a ampla lista de assistências ao condutor e o elevado valor das peças originais – influenciam a avaliação de risco pela seguradora, impactando fatores como prêmio, franquias e coberturas adicionais. E, por fim, o histórico de manutenção também pesa: veículos com registros de revisões periódicas, serviços autorizados e histórico de sinistros bem documentado costumam ter avaliação mais estável pela FIPE e, por consequência, pelo seguro.
Com isso, o proprietário ou o interessado em contratar um seguro para o Range Rover Sport SE 2016 deve considerar que a FIPE é um pilar, mas não o único. Coberturas adicionais, vale-transportes de peças, proteção de acessórios originais (rodas, rodas de liga leve, sistemas de infotainment) e garantias de assistência em viagem são elementos que também entram nos cálculos de prêmio e de indenização. Em síntese, entender a FIPE ajuda na negociação com corretores, na conferência de propostas de seguro e no entendimento de como evolui o custo de proteção ao longo do tempo.
Princípios práticos para segurar um Range Rover Sport 2016
Aposentar o medo de um seguro caro não é realizar o seguro mais caro, mas configurar a proteção que faz sentido para o uso real do veículo e o orçamento do proprietário. Alguns pontos importantes, com foco no Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 de 2016, ajudam a construir uma proteção mais eficiente sem abrir mão da tranquilidade:
Condições de uso e manutenção: manter um cronograma regular de revisões em concessionária autorizada ou oficinas qualificadas não apenas preserva o desempenho do veículo, como também sustenta o valor de reposição em caso de sinistro. Registro de serviços facilita a comprovação de manutenção eficiente para a seguradora, reduzindo dúvidas sobre o estado do veículo no momento de uma indenização. Além disso, manter atualizados os sistemas de segurança ativos – como controle de estabilidade, assistentes de condução e câmeras – ajuda a mitigar riscos de acidentes.
Coberturas adequadas: para um veículo com alto custo de reparo e peças originais, é prudente avaliar coberturas que cubram danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo, bem como eventos de natureza elétrica. Em muitos casos, vale a pena considerar coberturas adicionais de assistência 24h, carro reserva e proteção de acessórios originais. A ideia é alinhar o nível de proteção com o risco real, sem exceder o orçamento disponível.
Segurança de garagem e proteção anti-roubo: sistemas de alarme, bloqueadores de volante e dispositivos de rastreamento ajudam a reduzir o risco de furto ou extravio. Além de influenciar no prêmio, a presença de dispositivos antifurto muitas vezes resulta em diferenciais de custo com base na percepção de menor probabilidade de sinistro. Em áreas com maior incidência de roubo, esse tipo de proteção pode ter peso relevante na decisão de contratação.
Gestão de crédito de usados e valor de reposição: para proprietários que desejam tranquilidade em caso de perdas, é útil discutir com a seguradora as opções de reposição integral ou assistida. A reposição pode ter critérios distintos, especialmente para modelos de luxo, onde o valor de reposição pode depender de disponibilidade de peças originais e de configurações específicas do veículo. A FIPE atua como referencial, mas a apólice pode incluir ajustes conforme disponibilidade de peças e o custo de reconstituição do veículo para o equipamento original.
Experiência com a GT Seguros: ao planejar ou revisar a apólice, leve em consideração uma consultoria especializada que entenda o ecossistema de veículos de luxo. Uma abordagem bem calibrada leva em conta o uso real do carro, a região de circulação, o perfil do motorista e a necessidade de coberturas específicas para itens de valor agregado. Ao alinhar esses fatores, o seguro passa a refletir com mais precisão o verdadeiro risco do Range Rover Sport SE 2016 e o valor relativo de reposição.
Conclusão: a Tabela FIPE é um referencial importante, mas a proteção de um Range Rover Sport SE 3.0 TDV6/SDV6 de 2016 depende de uma combinação de boa avaliação de risco, coberturas alinhadas ao uso, manutenção adequada e suporte de uma seguradora que entenda as especificidades desse tipo de veículo. Na prática, o ideal é conversar com profissionais qualificados, que possam interpretar a FIPE à luz do seu cenário de condução, para construir uma apólice que combine segurança, tranquilidade e custo-benefício.
Se você busca uma orientação personalizada para proteger o Range Rover Sport SE 2016 com a devida atenção aos detalhes da FIPE e às particularidades de seguro de veículos de luxo, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode fazer a diferença para assegurar o veículo com cobertura adequada e condições competitivas.
