| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 76.409,00 |
| Dez/25 | R$ 77.934,00 |
| Nov/25 | R$ 77.909,00 |
| Out/25 | R$ 79.411,00 |
| Set/25 | R$ 81.071,00 |
| Ago/25 | R$ 84.012,00 |
| Jul/25 | R$ 84.147,00 |
| Jun/25 | R$ 84.232,00 |
| Mai/25 | R$ 84.401,00 |
| Abr/25 | R$ 84.478,00 |
| Mar/25 | R$ 81.622,00 |
| Fev/25 | R$ 81.659,00 |
Guia completo sobre a referência FIPE para a Range Rover Vogue 3.6 TDV8 272 cv Diesel de 2008 e as implicações no seguro
Ficha técnica resumida do Range Rover Vogue 3.6 TDV8 (2008)
A Range Rover Vogue, na geração Vogue de 2008, representa a combinação entre o luxo típico da marca britânica e a robustez necessária para enfrentar diferentes terrenos. Abaixo, um resumo técnico para orientar o entendimento sobre o veículo, sem entrar em variações específicas de configuração que o FIPE pode considerar ao estabelecer valores de referência para seguro e cômodo planejamento de coberturas.
- Motor: V8 diesel 3.6 TDV8, potência de 272 cv, torque elevado que favorece retomadas e deslocamento em regimes de baixa rotação.
- Transmissão: automática de 6 velocidades, associada a um câmbio robusto para lidar com o peso do veículo e com tração integral permanente.
- Tração e suspensão: tração integral permanente com suspensão independente nas quatro rodas e possibilidade de ajuste de altura, favorecendo conforto on-road e capacidade off-road moderada para o segmento.
- Dimensões e peso: SUV de grande porte com compartimento interno voltado ao conforto; peso típico na faixa de várias toneladas e comprimento próximo a 4,8 metros, com configuração de assentos que costuma comportar até 5 ocupantes (ou 5+2 em algumas variações).
A marca Land Rover: tradição britânica de luxo e habilidade fora de estrada
A Land Rover é reconhecida mundialmente pela combinação entre sofisticação, tecnologia de segurança e capacidade de vencer terrenos desafiadores com conforto. Criada para atender às exigências de uso misto – urbano, rodoviário e off-road – a marca estabeleceu, desde o seu início, um posicionamento premium no segmento de SUV. A Range Rover, linha emblemática dentro do portfólio, tornou-se símbolo de luxo prático: acabamento de alto nível, materiais escolhidos com cuidado, conforto acústico apurado e soluções técnicas que visam manter o motorista e os passageiros protegidos em diversas situações de condução.

No universo de seguros, essa herança de valor agregado impacta diretamente na composição de coberturas, franquias e soma segurada. Além disso, o legado da Land Rover está ligado a uma rede de assistência global, disponibilidade de peças originais e uma percepção de custo de manutenção que costuma ser mais elevada do que a de utilitários de entrada. Quando o proprietário busca manter o Range Rover Vogue em bom estado, isso se traduz em qualidade de seguro mais alinhada com veículos de alto valor, onde itens como histórico de manutenção, origem de aquisição e certificação de condições técnicas tendem a influenciar positivamente as condições da cobertura.
É importante lembrar que veículos de luxo com forte apelo de marca costumam ter particularidades no seguro: a soma segurada tende a contemplar o valor de reposição ou de mercado, as opções de cobertura vão além da responsabilidade civil, e a gestão de sinistros pode exigir avaliação especializada para danos estéticos e funcionais. Por isso, compreender a referência FIPE no contexto de uma Range Rover Vogue 2008 é fundamental para alinhar o que é coberto, como é calculado o prêmio e quais itens de proteção ajudam na redução de custos a longo prazo.
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguro para este modelo
A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado amplamente utilizado no Brasil para valores médios de veículos usados. Ela não determina o preço de compra nem a obrigação de venda, mas oferece uma linha de base para que instituições autorizadas, como seguradoras, possam estimar o valor do veículo para fins de cobertura, indenização em caso de perda total e cálculo de prêmios. No caso da Range Rover Vogue 3.6 TDV8 de 2008, a FIPE considera fatores como o ano de fabricação, a versão e as variações em função do câmbio, do tipo de motor e de elementos de equipagem que influenciam a percepção de valor pelo mercado.
É comum que o valor FIPE varie ao longo do tempo, acompanhando movimentos de mercado e índices de depreciação para modelos de luxo. Para o segurado, isso significa que a soma segurada pode precisar ser ajustada periodicamente para manter a proteção alinhada ao valor atual de mercado, especialmente se o veículo recebeu melhorias, itens de alto custo ou se o veículo acumulou quilometragem relevante. A tática é usar a FIPE como referência, mas complementá-la com informações adicionais: histórico de manutenção, estado geral de conservação, quilometragem e documentos de procedência. Em muitos casos, as seguradoras permitem a inclusão de valor de reposição total ou parcial, dependendo do plano escolhido, o que pode ter impactos diretos no custo do seguro e na abrangência da cobertura.
Para quem utiliza um Range Rover Vogue de 2008 com histórico de uso premium, é comum que a avaliação de risco na apólice leve em conta também a disponibilidade de itens de segurança, o tipo de utilização (ex.: uso diário em cidade versus viagens/eventos especiais) e a localização de guarda do veículo. Em síntese, a FIPE oferece uma referência estável para o valor do veículo, mas o seguro efetivo é construído a partir de uma avaliação de risco que considera o automóvel como um conjunto de fatores, incluindo o histórico do proprietário, o estado do veículo e as medidas de proteção instaladas.
Aspectos que impactam o custo do seguro deste Range Rover Vogue (2008)
Ao falar sobre o seguro de um Range Rover Vogue 3.6 TDV8 272 cv Diesel de 2008, alguns elementos aparecem com maior peso na formação do prêmio. Embora a FIPE traga uma base de referência, o custo final depende de como o risco é observado pela seguradora com base no perfil do veículo e do condutor. A seguir, quatro fatores-chave que costumam influenciar o valor do seguro neste tipo de veículo:
Primeiro, o perfil do condutor e o histórico de condução: a idade, o tempo de carteira e o histórico de sinistros são aspectos que encarecem ou reduzem o prêmio. Condutores com experiência, sem infrações graves e com histórico limpo costumam ter prêmios mais baixos, mesmo para veículos de alto valor. Segundo, o local de moradia e a área de circulação: áreas com maior incidência de furto, roubo ou colisões em vias urbanas costumam elevarem o custo, bem como locais com acesso a vias de maior tráfego, que expõem o veículo a mais situações de risco. Terceiro, o uso do veículo e a quilometragem anual prevista: um veículo com uso diário intenso tende a apresentar maior exposição a riscos de sinistro e desgaste, elevando o prêmio, enquanto um uso moderado pode contribuir para um custo menor. Quarto, o conjunto de medidas de proteção e o histórico de manutenção: alarmes, rastreadores, trava de pedais, imobilizador e manutenção bem documentada influenciam positivamente. Além disso, a escolha de coberturas (isoladamente ou combinadas), a franquia pretendida e a presença de proteções adicionais podem alterar significativamente o custo final.
Dicas para coberturas e gestão de risco com este modelo
Para quem possui ou negocia seguro para um Range Rover Vogue 3.6 TDV8 de 2008, algumas atitudes ajudam a equilibrar proteção e custo. Primeiro, avalie a necessidade de coberturas que vão além da responsabilidade civil básica, incluindo colisão, incêndio, roubo/furto e proteção a terceiros. Em veículos de alto valor, a proteção adicional contra roubo e danos ao veículo pode justificar o investimento, especialmente se o carro fica em garagem pública ou exposto a situações de maior vulnerabilidade. Segundo, priorize dispositivos de segurança compatíveis com o veículo: sistemas de alarme de última geração, rastreador ativo, imobilizador e travas mecânicas. Esses itens costumam contribuir para a redução de prêmios ou facilitação de renegociação de apólice em caso de sinistro. Terceiro, mantenha o estado de conservação do veículo e guarde toda a documentação de manutenção em dia. Históricos de manutenções, revisões, substituição de peças originais e certificações de serviço reforçam a confiabilidade do veículo perante a seguradora. Quarto, revise periodicamente a soma segurada para manter o valor de cobertura alinhado ao FIPE, especialmente se houve melhorias estéticas ou técnicas, ou se a quilometragem acumulada eleva o desgaste do conjunto mecânico. Um ajuste cuidadoso evita a subseguração ou o pagamento de prêmios desproporcionais em relação ao valor real do veículo.
Por fim, lembre-se de que o seguro de um veículo desse porte costuma exigir uma avaliação detalhada do estado do carro, bem como a validação de itens de segurança. O objetivo é assegurar uma proteção que reflita o valor de reposição ou de mercado, bem como coberturas específicas para situações de alto custo de reparo ou substit
