| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 52.319,00 |
| Fev/26 | R$ 52.086,00 |
| Jan/26 | R$ 52.202,00 |
| Dez/25 | R$ 52.303,00 |
| Nov/25 | R$ 52.566,00 |
| Out/25 | R$ 52.831,00 |
| Set/25 | R$ 51.901,00 |
| Ago/25 | R$ 52.162,00 |
| Jul/25 | R$ 54.054,00 |
| Jun/25 | R$ 53.614,00 |
| Mai/25 | R$ 53.639,00 |
| Abr/25 | R$ 52.752,00 |
Guia técnico da Mahindra Pik-Up CD 2.2 4X4 Diesel Mec. 2013: compreendendo a tabela FIPE, a ficha técnica e implicações para seguros
Visão geral: o que a Tabela FIPE representa para veículos como a Pik-Up
A Tabela FIPE, mantenida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), é um dos referenciais mais utilizados no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como uma base média de preços, calculada a partir de transações de mercado, histórico de venda e variações regionais. Importante: a FIPE não determina o preço de venda de um veículo específico nem seu custo técnico de reparo; trata-se de uma referência estatística, com atualizações mensais, que ajuda seguradoras, concessionárias e consumidores a dimensionar alguns componentes da relação entre valor do veículo, seguro, financiamentos e depreciação.
Para as seguradoras, a FIPE é um parâmetro essencial para calcular prêmios, coberturas de indenização integral ou de valor de reposição, bem como para estimar a depreciação de ativos ao longo do tempo. Empresas de aluguel e venda de seminovos também recorrem à tabela para tornar as negociações mais transparentes. No caso de uma Mahindra Pik-Up CD 2.2 4X4 Diesel Mec. 2013, a referência FIPE ajuda o corretor de seguros a entender o ritmo de valorização ou desvalorização do veículo dentro do seu segmento de utilitários leves com tração nas quatro rodas.

É relevante notar que, embora a tabela forneça uma base comum, cada veículo pode ter variações significativas de valor conforme estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, adequação de equipamentos, alterações de fábrica e qualidade de apresentações de peças. Por isso, além da FIPE, consultores de seguros costumam considerar fatores adicionais: histórico de sinistros, ajustes de cobertura, itens de proteção instalados e a disponibilidade de serviço autorizado da marca no país. Em síntese, a FIPE funciona como uma bússula para orientar a avaliação de valor, mas não substitui uma avaliação precisa feita pela seguradora com base no estado específico do veículo.
Ficha técnica resumida da Mahindra Pik-Up CD 2.2 4X4 (2013) – destaques rápidos
- Motor: diesel 2.2 litros, quatro cilindros, turboalimentado, alimentação por sistema common rail (CRDi).
- Transmissão: manual de 5 velocidades.
- Tração: 4×4 com reduzida, útil para uso off-road leve e terrenos desafiadores.
- Capacidade de carga útil: aproximadamente 1.000 kg, dependendo da configuração e do estado da carroceria.
Ficha técnica detalhada da Pik-Up CD 2.2 4X4 2013
A Mahindra Pik-Up CD 2.2 4X4, lançada com foco em utilitários leves de trabalho, apresenta uma combinação de robustez, versatilidade e custo de manutenção relativamente competitivo para o segmento. Abaixo, descrevemos os elementos técnicos principais que costumam constar na ficha de fábrica ou na documentação de venda de veículos usados desse modelo:
Motor e desempenho: o propulsor é um motor diesel de 2.2 litros com quatro cilindros. Em versões diesel modernas, esse conjunto costuma incorporar turbo e injecção direta com sistema CRDi, o que favorece resposta de torque em faixas de rotações práticas para trabalho. A potência fica em patamar modesto para um veículo de utilitário leve, com torque disponível em rotações mais baixas, favorecendo arrancadas em aclives e atividades que exigem tração constante. A transmissão é manual de 5 velocidades, proporcionando controle direto sobre a entrega de potência, essencial para operações de carga, reboque leve (quando configurada) e condução em estradas com irregularidades.
Transmissão e tração: a relação de velocidades está adaptada a uma condução de utilitário, com a opção de 4×4 para uso em terrenos não pavimentados, lama, poeira ou situações de baixa aderência. A presença de reduzida amplia a aplicabilidade da picape em condições de tráfego de terra, estradas de rocha solta ou subidas íngremes, desde que o motorista mantenha práticas de condução compatíveis com esse tipo de transmissão.
Dimensões, peso e capacidade: as medidas variam conforme a carroceria e a configuração de cabine. Em linhas gerais, a Pik-Up CD 2.2 4X4 tem comprimento próximo de 4,3 a 4,4 metros, largura na faixa de 1,7 a 1,8 metros e altura de aproximadamente 1,7 a 1,8 metros. O entre-eixos costuma ficar entre 2,6 e 2,8 metros, o que favorece o equilíbrio entre capacidade de carga, habitabilidade e manobrabilidade no ambiente urbano. O peso próprio fica dentro de um espectro comum para utilitários leves, com a capacidade de carga útil aproximando-se de 1.000 kg, dependendo da configuração de cabine, carroceria e acessórios instalados. O tanque de combustível, em geral, está entre 60 e 70 litros, refletindo autonomia adequada para trajetos livres de paradas frequentes, desde que haja abastecimentos planejados. Eixo traseiro, freios e suspensão são adaptados para suportar cargas repetidas com confiabilidade, desde que as revisões de manutenção estejam em dia.
Conforto e acabamento: a Pik-Up oferece postura de condução voltada ao trabalho, com presença de componentes básicos de conforto, controle de funções de carroceria, e espaços de carga que podem ser otimizados por meio de acessórios. Em termos de ergonomia, o espaço de cabine é compatível com uso diário, principalmente para operações comerciais. Em variantes de uso extremo, vale considerar itens adicionais de proteção, como capas para proteções de madeira na caçamba e proteções de modelo.
Sustentabilidade e emissões: dependendo da linha de produção e da legislação local, os modelos CD 2.2 podem apresentar padrões de emissão compatíveis com normas vigentes à época de fabricação. Em especial, motores turbo diesel modernos com CRDi costumam priorizar eficiência de combustível e controle de emissões, sem comprometer a capacidade de trabalho. Em veículos usados, é relevante que o histórico de manutenção reflita substituições de filtro, óleo e itens consumíveis conforme manual do fabricante, o que impacta diretamente o desempenho, o consumo e a durabilidade do conjunto motriz.
Manutenção, peças e rede de assistência: a Mahindra mantém rede de serviço em várias regiões, com peças de reposição acessíveis e disponibilidade de mão de obra treinada para utilitários leves. Em veículos usados de 2013, a recomendação é verificar o histórico de revisões, estado de freios, suspensão, componentes de chassis e roda, bem como a integridade elétrica e de conectores que costumam sofrer com uso em campo. A presença de peças de reposição originais e de terceiros autorizados pode influenciar não apenas o custo, mas também o tempo de reparo e a qualidade da restauração.
Seguros, valor de mercado e uso prático: compreender a ficha técnica ajuda o corretor a dimensionar o seguro com maior precisão—desde o tipo de cobertura até o valor de referência. Em utilitários com tração 4×4, itens como proteção de caçamba, acessórios off-road, instalação de alarmes, rastreadores e proteções plásticas ou metálicas podem impactar o prêmio e a abrangência de coberturas. Além disso, equipamentos de terceiros influenciam a avaliação de danos em colisões e o custo de reposição de peças específicas, aspectos relevantes para o cálculo de indenização.
Mahindra: origem, presença global e impacto para custos de propriedade
A Mahindra & Mahindra é uma empresa multinacional indiana reconhecida por sua atuação no segmento de utilitários leves, SUVs, caminhões e motores. Fundada em 1945, a marca construiu uma reputação centrada em durabilidade, robustez e valor competitivo, características que lhe ajudam a conquistar participação de mercado em países emergentes e em nichos específicos de uso comercial. No que diz respeito aos utilitários leves, a Pik-Up e linhas correlatas costumam ser associadas à estabilidade de operação em ambientes rurais, rodovias desafiadoras e trajetos com maior exigência de torque. Embora a rede de concessionárias e assistência técnica no Brasil possa não ser tão ampla quanto a de marcas mais estabelecidas há décadas, a Mahindra oferece opções de serviço, peças de reposição e suporte que, quando avaliados com base na experiência de propriedade de veículos usados, podem traduzir-se em custo total de propriedade competitivo para frotas pequenas e para profissionais autônomos que dependem de veículo para trabalho diário.
Ao considerar a Pik-Up 2.2 4×4, vale olhar além do preço de aquisição. A disponibilidade de peças, a facilidade de encontrar mão de obra treinada e o histórico de confiabilidade do motor diesel contribuem para um custo de seguros mais estável ao longo do tempo, especialmente em regiões onde o serviço autorizado pode cobrar valores alinhados com a complexidade de manutenção de um utilitário 4×4. A marca, com foco em utilitários funcionais, também favorece a disponibilidade de acessórios e soluções de adaptação para uso comercial, o que pode influenciar a avaliação de risco das seguradoras ao incluir itens opcionais na apólice.
Em termos de percepção de valor de mercado, a presença de uma marca global de utilitários como a Mahindra pode oferecer uma combinação de custo de aquisição e depreciação compatible com frotas que exigem utilitários robustos para trabalho diário. A FIPE, ao refletir condições de mercado para anos de fabricação similares, ajuda a situar o valor de reposição ou de indenização de forma mais estável, desde que o estado do veículo e o histórico de manutenções estejam adequados. Em resumo, para clientes que utilizam a Pik-Up CD 2.2 4X4 em atividades profissionais, a associação entre a robustez técnica, a rede de suporte e a referência FIPE costuma se traduzir em soluções de seguro que atendem às necessidades de operação, proteção de ativos e gestão de custos.
Como interpretar a FIPE para seguro: usos práticos da referência em 4 passos
Para traduzir a FIPE em decisões de seguro mais alinhadas com a realidade de uso, considere estes pontos práticos:
1) Valor de referência: use a FIPE como base para o valor de indenização ou de reposição, entendendo que o montante real pode variar conforme o estado do veículo e itens adicionais instalados. 2) Contexto de uso: veículos de trabalho com maior uso em terrenos acidentados ou com cargas podem sofrer maior depreciação de itens de desgaste, o que pode impactar a definição de coberturas específicas. 3) Revisões periódicas: a FIPE é atualizada mensalmente; mantenha sua apólice alinhada com as mudanças no valor de referência, especialmente se você tem uma frota com várias Pik-Up 2.2 4×4. 4) Coberturas adicionais: para utilitários com acessórios de proteção, rastreamento, alarmes ou implementos de transporte, avalie se esses itens devem estar incluídos na cobertura para evitar exclusões ou reduções de indenização em caso de sinistro.
Cuidados e considerações para proteção da Pik-Up CD 2.2 4X4 (2013)
Ao planejar proteção para uma Pik-Up com esse perfil, foque em pontos que impactam direto o risco segurado e o custo de reposição. Verifique itens de segurança como rastreador, alarme, travas adicionais de proteção e monitoramento de telemetria, especialmente útil para caminhonetes utilizadas em rotas com maior probabilidade de roubo. Mantenha o estado de conservação do chassi, suspensão, freios e sistema de transmissão, que costumam exigir atenção especial em uso diário com carga. Documente o histórico de manutenção para facilitar a avaliação da seguradora, já que um veículo com registros completos costuma receber condições de prêmio mais estáveis. Considere, ainda, a adequação de coberturas que tragam reposição por peça original ou equivalente certificada, caso haja perda total ou reparo significativo. Por fim, avalie com cuidado o custo total de propriedade, incluindo manutenção, consumo de combustível, seguros e eventual depreciação, para que a decisão de contratação de uma apólice seja realista em relação ao uso pretendido.
Resumo e convite à cotação
A Mahindra Pik-Up CD 2.2 4X4 Diesel Mec. 2013 é um exemplar que, num contexto de FIPE, exige uma leitura cuidadosa tanto do estado atual do veículo quanto do tipo de uso que será dado a ele. A combinação entre motor diesel robusto, transmissão manual, tração 4×4 com reduzida e capacidade de carga útil adequada para tarefas de utilidade faz deste modelo uma opção atrativa para pequenas frotas e trabalhadores que dependem de um veículo de apoio ao negócio. Do ponto de vista do seguro, entender a referência FIPE ajuda a precificar a proteção de forma mais transparente, ao mesmo tempo em que a ficha técnica orienta escolhas de coberturas, limites e inclusões de acessórios que podem impactar o custo total de propriedade.
Para quem busca alinhar proteção, custo e tranquilidade, uma avaliação com o seu corretor pode trazer benefícios. Se desejar,
