| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 182.644,00 |
| Dez/25 | R$ 183.084,00 |
| Nov/25 | R$ 187.328,00 |
| Out/25 | R$ 187.779,00 |
| Set/25 | R$ 192.594,00 |
| Ago/25 | R$ 197.533,00 |
| Jul/25 | R$ 190.854,00 |
| Jun/25 | R$ 185.844,00 |
| Mai/25 | R$ 183.973,00 |
| Abr/25 | R$ 186.965,00 |
| Mar/25 | R$ 186.455,00 |
| Fev/25 | R$ 186.567,00 |
Entenda como a Tabela FIPE influencia a avaliação e o seguro do MAN TGX 28.440 em configuração 6×2 (E5) de 2013
A Tabela FIPE é referência frequente no mercado para compreender o valor de veículos usados, incluindo caminhões. Quando pensamos no MAN TGX 28.440 com tração 6×2 e motor diesel Euro 5, ano de 2013, a tabela funciona como um norte para cenários de indenização, reposição ou depreciação. Em seguros, o valor FIPE ajuda a calibrar a cobertura de indenização por dano total ou parcial, a definição de franquia, bem como o ajuste de prêmios ao longo do tempo. Embora cada seguradora tenha suas próprias regras e metodologias, entender como a FIPE chega a determinados números auxilia o proprietário, o gestor de frota e o corretor na negociação de condições mais justas e compatíveis com o uso real do veículo.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale traçar o vínculo entre o MAN TGX 28.440, a configuração 6×2 e a prática de avaliação. O 28.440 indica potência do motor — 440 cavalos — alinhado a uma filosofia de veículo de carga pesada, utilizado em operações de longas distâncias, transporte de cargas volumosas ou de alto peso bruto total (PBT). A configuração 6×2, com dois eixos motrizes e a possibilidade de eixo auxiliar levantável, favorece a distribuição do peso em rodagens de estrada e facilita manobras em pátios e vias urbanas com limitações de espaço. Já a menção E5 ou Euro 5 remete a padrões de emissões vigentes na época, influenciando não apenas o consumo de combustível, mas também o custo de manutenção e a disponibilidade de peças de reposição em determinadas regiões.

Ficha técnica resumida do MAN TGX 28.440
- Motor: diesel Euro 5, de alta cilindrada, com tecnologia de injeção avançada para equilíbrio entre potência, torque e emissões.
- Potência e torque: aproximadamente 440 cv (potência nominal) com torque elevado para suportar subidas, arrancadas com carga e trajetos de longas distâncias.
- Transmissão e tração: configuração 6×2 com transmissão de múltiplas marchas, geralmente com opção de câmbio automatizado MAN TipMatic, que favorece conforto na condução e economia de combustível em operação rodoviária.
Além desses itens essenciais, a ficha técnica completa de um MAN TGX 28.440 6×2 envolve dados como o tipo de suspensão (frontais com molas, traseiras com suspensão reforçada, muitas vezes pneumática ou com feixes de molas de alta capacidade), sistema de freios com controle eletrônico, presença de retarder para auxiliar na frenagem em descidas, informações de peso bruto total (PBT) e de massa em ordem de serviço, bem como especificações de suspensão, pneus, dimensões da cabine e capacidade de carga útil. Em 2013, essas linhas já indicavam um caminhão robusto, destinado a operações que exigiam confiabilidade, conforto para o motorista e capacidade de manter a produtividade mesmo diante de trajetos desafiadores. Abaixo, apresentamos uma visão compacta para facilitar o entendimento da configuração e do uso prático.
É comum que o MAN TGX 28.440 seja utilizado em operações de frete de médio a longo curso, com trechos em rodovias bem conservadas e, por vezes, com trechos urbanos de apoio para a logística de entrega. A robustez do conjunto motor-transmissão, associada a sistemas de freios e suspensão previamente avaliados para cargas pesadas, costuma refletir em custos de operação estáveis, desde que mantidos com rotinas de manutenção preditiva. Para o corretor de seguros, esse conjunto é crucial na hora de estimar o risco de sinistro, o custo de substituição e as exigências de cobertura, como valor de reposição, assistência 24 horas e proteção de terceiros em cenários de acidente ou de roubo.
Contexto da marca MAN e da linha TGX
A MAN Truck & Bus, com origem em Munique, na Alemanha, é reconhecida mundialmente pela combinação de durabilidade, tecnologia e foco em frota de transportes. A linha TGX representa o auge da estratégia de caminhões da marca para segmentos de alta demanda, onde a confiabilidade, o desempenho em carga pesada e o conforto do motorista são prioridades. Ao longo dos anos, a MAN investiu em inovações que vão desde motores com eficiência de combustível e gestão de emissões até sistemas de assistência à condução que reduzem desgastes operacionais e aumentam a disponibilidade da frota. O TGX, em suas várias configurações, tornou-se referência para empresas que precisam manter altas métrias de produtividade com custos controlados, especialmente em rotas com variação de carga, trechos montanhosos e operações de carga de peso significativo.
Para quem acompanha seguros de caminhões, a reputação da marca influencia não apenas a percepção de confiabilidade, mas também as variáveis analisadas pelas seguradoras, como facilidade de reposição de peças, disponibilidade de assistência em rede e histórico de chamadas de apoio durante a vida útil do veículo. Em termos de seguro, isso se traduz em condições de prêmio mais estáveis, opções de cobertura que contemplam a reposição ou indenização de componentes críticos e a possibilidade de personalizar planos com serviços adicionais que atenuem o custo total de propriedade ao longo de vários anos de uso.
Impacto da configuração 6×2 na operação, no seguro e na eficiência
A configuração 6×2, amplamente utilizada em caminhões da gama TGX, tem implicações diretas para a operação, para o custo de propriedade e para a seguraça. Do ponto de vista operacional, o 6×2 favorece a capacidade de carregar grandes volumes, mantendo boa estabilidade de rodagem em trechos com peso distribuído entre o caminhão e o semirreboque. Em termos de manobrabilidade, a presença de um eixo traseiro que pode ser levantado (quando não necessário) ajuda a reduzir o atrito com o piso em manobras urbanas, o que pode refletir em menor desgaste de pneus e freios, desde que a carga seja bem balanceada. Com isso, a rotina de inspeção e manutenção precisa considerar aspectos como o correto funcionamento do sistema de elevação do eixo, a integridade das molas da suspensão traseira e o estado dos sistemas de frenagem em ambos os eixos traseiros.
- Ajuste de peso: a distribuição de carga entre a cabine, o chassi e o semirreboque é essencial para manter a estabilidade, reduzir desgaste de componentes e evitar sobrecarga em um único ponto.
- Despesas operacionais: consumo de combustível, desgaste de suspensão e pneus, bem como custos de manutenção, podem variar conforme o tipo de mercadoria, peso transportado e condições da rota.
- Seguro e proteção: para veículos com 6×2, corretores costumam recomendar cobertura de reposição de veículo completo, proteção de carga, assistência 24h, e coberturas especiais para roubo em regiões com maior incidência de sinistros.
- Manutenção preventiva: revisões regulares, verificação de freios, sistema de retenção de carga, suspensão e eletrônico, ajudam a manter a confiabilidade operacional e reduzem o risco de interrupções não programadas.
Euro 5 em 2013: implicações para operação, custo e manutenção
O patamar Euro 5 define padrões de emissões que, na prática, influenciam não apenas a conformidade ambiental, mas também o custo completo de operação. Em 2013, a norma Euro 5 trouxe melhorias significativas em relação às gerações anteriores, com reduções de partículas e NOx por meio de tecnologias de pós-tratamento, como filtros e sistemas de recirculação de gases. Para motoristas e frotistas, isso significa que, embora o veículo tenha respondido com potência sólida, o investimento em manutenção brasileira ou internacional para manter o nível de emissão e o desempenho do motor era essencial. Em termos de seguro, veículos com boa conformidade ambiental costumam ter perfil de risco diferente, especialmente quando se compara com versões mais antigas, que podem exigir atenções maiores em termos de solicitação de serviços ou substituição de componentes. Além disso, a eficiência energética, promovida pela gestão de combustível associada a motores de maior eficiência, pode impactar positivamente o custo por quilômetro rodado, um fator relevante para o cálculo de prêmios de seguro de frota e de medidas de mitigação de risco.
Para quem administra uma frota ou trabalha como corretor, entender o papel dessa normativa ajuda a justificar planos de seguro que não apenas protegem contra sinistros, mas também incentivam a conservação de ativos. A escolha entre diferentes pacotes de proteção — com ou sem franquias, com assistência em rede, com cobertura de danos a terceiros, entre outros — deve considerar a provável vida útil do veículo, a proximidade de oficinas autorizadas e a disponibilidade de peças de reposição compatíveis com Euro 5. Tudo isso, ligado à Tabela FIPE, cria um ecossistema de avaliação mais sólido ao longo da durabilidade do ativo.
Como a Tabela FIPE é utilizada na prática de seguros
Para seguradoras, a FIPE serve como referência padronizada para avaliar o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro. Quando o veículo é avaliado com base na FIPE, o prêmio é calibrado levando em conta o valor de mercado esperado para aquele modelo, ano e configuração — neste caso, o MAN TGX 28.440, 6×2, 2p, diesel Euro 5, de 2013. A tabela ajuda a padronizar as estimativas, mas é comum que as seguradoras também considerem fatores adicionais, como histórico de sinistros do veículo, quilometragem atual, estado de conservação, uso pretendido (carga seca, carga líquida, tipo de mercadoria transportada), rotas típicas (rodovias, áreas urbanas), disponibilidade de peças e a rede de assistência. Além disso, a FIPE pode orientar o cálculo de depreciação ao longo do tempo, um componente crítico no ajuste de prêmios conforme o veículo envelhece.
É comum que, ao planejar a contratação de um seguro para um MAN TGX dessa configuração, o proprietário ou gestor de frota peça ao corretor para comparar propostas com diferentes limites de cobertura de indenização, bem como opções de cobertura para acessórios e componentes sensíveis a desgaste, como motor, transmissão, e sistemas de freios. A relação entre o valor FIPE e as coberturas específicas ajuda a evitar tanto a subsegurança quanto o superdimensionamento de proteção — situações que podem impactar o custo anual do seguro sem ganho proporcional de proteção real em caso de sinistro. Por fim, é fundamental alinhar a avaliação com o uso efetivo do veículo, seja em frete regional, rodoviário ou fronteiriço, para que a gestão de risco seja adequada ao perfil de operação da frota.
Na prática, a Tabela FIPE também serve como referência para decisões adicionais de gestão de ativos, como renegociação de contratos de leasing, planejamento de renovação de frota ou reavaliação de políticas de substituição de caminhões. Ao combinar o valor FIPE com o histórico técnico do MAN TGX — incluindo a configuração 6×2, o motor Euro 5 e a idade do veículo — o seguro se torna uma ferramenta de proteção que se alinha com a estratégia de negócios da empresa, ajudando a manter a produtividade sem expor o patrimônio a riscos desmesurados.
Concluindo, a Tabela FIPE não é apenas uma etiqueta de preço; é uma referência dinâmica que sustenta decisões estratégicas em seguros, gestão de frota e planejamento financeiro. Para quem gerencia caminhões com a configuração MAN TGX 28.440 6×2 2p (diesel)(E5) de 2013, compreender o papel da FIPE facilita conversas mais claras com corretores e parceiros, contribuindo para coberturas mais adequadas e para um custo total de propriedade mais previsível.
Se você está avaliando como a FIPE pode impactar a sua apólice, a dica é tratar esse valor como base de referência, mas sempre considerar o uso real, as rotas e a condição de manutenção do caminhão. E, para assegurar que a cotação leve em conta todos os seus detalhes operacionais, vale solicitar uma simulação com a GT Seguros — um passo simples para quem busca coberturas alinhadas às necessidades da sua frota e, ao mesmo tempo, manter a previsibilidade financeira.
Observação final: a Tabela FIPE é atualizada periodicamente e pode sofrer ajustes com base em novas amostragens de mercado. Por isso, manter dados de uso, histórico de manutenção e documentação em dia facilita a negociação de seguros que reflitam com maior fidelidade o valor de reposição do MAN TGX 28.440. A soma de dados técnicos precisos, o histórico de uso e a referência FIPE cria uma base sólida para escolhas mais responsáveis na proteção do patrimônio da frota.
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