Valor FIPE Atual
R$ 94.606,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508012-6
Ano: 2014-3
MêsPreço
Mar/26R$ 94.606,00
Fev/26R$ 94.815,00
Jan/26R$ 95.025,00
Dez/25R$ 95.206,00
Nov/25R$ 95.350,00
Out/25R$ 95.580,00
Set/25R$ 95.887,00
Ago/25R$ 96.089,00
Jul/25R$ 96.243,00
Jun/25R$ 96.340,00
Mai/25R$ 96.534,00
Abr/25R$ 96.621,00

Panorama técnico e referências de seguro para o Marco Polo Volare V5 Escolarbus/Lotação 2014 (diesel, E5)

Este artigo aborda o Marco Polo Volare V5 na configuração Escolarbus/Lotação, ano-modelo 2014, com motor a diesel de emissão E5, dentro do tema central da Tabela FIPE. O objetivo é oferecer conteúdo educativo e técnico voltado a profissionais de seguros, gestores de frotas e orientadores de frota escolar, explicando como esse veículo se encaixa no mercado de seguros, quais são suas características técnicas, qual o papel da FIPE na avaliação de valor de mercado e quais fatores de risco costumam influenciar a contratação de coberturas. Importante: os números de mercado não aparecem aqui, já que os valores atualizados são inseridos automaticamente no topo do post, conforme o uso da Tabela FIPE para referência de preço. A seguir, exploramos a ficha técnica, a história da marca Volare, implicações para seguros e orientações úteis para gestão de risco.

Ficha Técnica do Marco Polo V5 Escolarbus/Lotação

A ficha técnica de um ônibus voltado a uso escolar e de lotação envolve itens essenciais que ajudam no dimensionamento de riscos, custos operacionais e escolhas de cobertura. A configuração V5, voltada a aplicações de transporte de passageiros em rotas urbanas com demanda estável, combina robustez, capacidade de transporte e requisitos de segurança que costumam orientar as apólices de seguro. Abaixo, itens-chave dessa referência para 2014, com descrições que ajudam na avaliação de risco e na comunicação com seguradoras.

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE ESCOLARBUS/LOTAÇÃO V5 (dies.)(E5) 2014
  • Motorização: diesel, com motor de 6 cilindros em linha, turboalimentado, emissões E5. Essa combinação privilegia torque para partidas em subida, essencial em rodagens urbanas com carga de passageiros, e atende aos padrões de emissões vigentes na época de fabricação.
  • Potência estimada: faixa entre 180 e 210 cavalos de potência. O valor exato depende da calibração do motor na linha V5, mas a faixa indicada é comum para ônibus de escola e de lotação com peso considerável.
  • Torque: estimado entre 600 e 800 Nm, o que favorece a dirigibilidade sob carga completa e o desempenho em vias com subidas, bem como a resposta de aceleração em trechos urbanos densos.
  • Transmissão: tipicamente manual de 5 a 6 velocidades, com versões específicas que podem adotar transmissão automatizada de menor complexidade para operações de frota que exigem maior constância de rotação e conforto do motorista em trajetos com trânsito intenso.
  • Capacidade de passageiros: configuração de escola ou lotação varia conforme o layout, com 23 a 30 lugares entre fileiras padrão e assentos de escape rápido para evacuação; alguns exemplares podem se adequar a lotação diferente conforme o interior.
  • Carroceria e construção: estrutura monobloco com carroceria semi-integral, portas duplas para acesso rápido e piso de fácil limpeza. Alguns interiores podem incluir dispositivos de retenção compatíveis com normas de transporte escolar, bem como recursos de acessibilidade para atender necessidades de mobilidade.
  • Peso bruto total (PBT): geralmente na faixa de 8.000 a 9.500 kg, dependendo da configuração de interior, equipamentos de segurança e adicionais instalados na frota. O PBT influencia diretamente a categoria de seguro, o peso de segurança e a reparabilidade de danos.
  • Dimensões aproximadas: comprimento entre 7,8 e 9,0 metros, largura em torno de 2,3 metros e altura na faixa de 3,0 metros. Esses parâmetros têm impacto direto na manobrabilidade em vias urbanas, medições de espaço de garagem e requisitos de circulação.
  • Tanque de combustível: capacidade entre 150 e 250 litros, variando conforme o layout e a autonomia desejada pela frota. Consumos dependem da carga de passageiros, peso somado e condições de tráfego.
  • Sistema de freios e segurança: conjunto de freios apropriado para veículos pesados com ABS ou sistemas equivalentes, além de itens de segurança obrigatórios para veículos que operam com crianças e usuários de transporte público, como cintos e dispositivos de retenção adicionais quando aplicável.
  • Desempenho em estrada: velocidade máxima típica entre 90 e 110 km/h, com boa reserva de torque para retomadas em trechos urbanos com várias paradas e subidas suaves, respeitando as normas de velocidade locais.
  • Emissão: E5, alinhado às exigências de controle de emissões da época da fabricação, com foco na redução de poluentes e melhoria de eficiência de combustível para operações de frota.

Observação: embora a ficha técnica forneça faixas representativas, é comum encontrar variações entre as unidades da mesma linha V5, dependendo de adaptações para atendimento específico de escolas ou serviços de fretamento. Ao planejar seguros, manutenções ou aquisições, vale apoiar-se em laudos técnicos da frota atualizados e em catálogos oficiais de fábrica para confirmar dados exatos de cada unidade.

Contexto da marca Volare

A Volare é uma marca brasileira de veículos de transporte de passageiros, com trajetória marcada por soluções voltadas ao transporte coletivo e escolar. A empresa consolidou-se ao oferecer modelos que unem robustez, disponibilidade de peças de reposição e rede de assistência técnica que atendem a frotas de ônibus escolares, micro-ônibus e serviços de fretamento urbano. Ao longo dos anos, a Volare procurou alinhar seu portfólio às demandas de mobilidade pública com foco na segurança, conforto dos passageiros e eficiência operacional. Nesse ecossistema, o Marco Polo V5 surge como uma opção voltada para tarefas de transporte de passageiros em ambientes com demanda previsível, favorecendo operações de escola e de lotação com requisitos de confiabilidade de frota. O histórico da marca enfatiza a importância de manter a frota bem conservada, com rotinas de manutenção e inspeções regulares para sustentar a performance esperada pelo usuário final e pela seguradora.

Implicações da Tabela FIPE e impacto na seguradora

A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência para estimar o valor de reposição ou o valor venal de veículos usados no Brasil. No contexto de seguros de frotas, especialmente para ônibus escolares e de lotação, essa referência influencia diretamente o cálculo de prêmios, o limite de indenização em caso de sinistro e o planejamento de reservas de peças. Para o Marco Polo V5, a Tabela FIPE ajuda a estabelecer um valor-base para as avaliações de dano ou perda total, que, por sua vez, orienta a definição de cobertura de danos próprios, bem como as cláusulas relacionadas a substituição de veículo, aluguel de frota durante reparos e extensão de prazos de garantia. Ainda assim, a FIPE é apenas um parâmetro inicial. Em operações reais, a seguradora costuma solicitar inspeção técnica, laudos de estado de conservação, histórico de manutenção, idade da frota e dados de uso para calibrar com mais precisão o valor segurável e o prêmio correspondente. Em frota de ônibus, o peso de cada unidade, o estado dos sistemas de freios, a integridade estrutural da carroceria e o funcionamento de itens de segurança são fatores determinantes para a aceitação de risco e para a avaliação de sinistros.

Além disso, é comum que gestores de frota conectem a FIPE a políticas internas de avaliação de risco. Em termos práticos, isso significa que, embora a FIPE sirva como referência padrão, as seguradoras costumam considerar a depreciação adicional de itens de manutenção, atualização de instrumentos de retenção, estado das pastilhas de freio, desgaste de pneus e eventual modernização de itens de acessibilidade e conforto. Em operações com múltiplas unidades, a soma dos valores FIPE pode servir de base para o planejamento de captação de recursos para seguro, enquanto a experiência de sinistros anteriores ajuda a ajustar o risco agregado da frota e a margem de prêmio. Em resumo, a FIPE é útil, mas deve ser integrada a uma avaliação técnica mais abrangente para um seguro bem alinhado com a realidade de operação da frota.

Recomendações de cobertura e gestão de risco para frotas com Marco Polo V5

Para quem administra frotas com o Marco Polo V5 Escolarbus/Lotação, alguns caminhos práticos ajudam a manter a proteção financeira e a moral de serviço. Abaixo, recomendações orientadas a coberturas, gestão de risco e boas práticas operacionais, com foco em manter a frota segura, reduzindo exposições a sinistros e a interrupções de serviço:

  • Coberturas recomendadas: responsabilidade civil a terceiros, danos a terceiros, danos próprios, incêndio, roubo, colisão e, quando houver