Valor FIPE Atual
R$ 89.675,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508013-4
Ano: 2012-3
MêsPreço
Fev/26R$ 89.675,00
Jan/26R$ 89.873,00
Dez/25R$ 90.045,00
Nov/25R$ 90.181,00
Out/25R$ 90.398,00
Set/25R$ 90.689,00
Ago/25R$ 90.880,00
Jul/25R$ 91.026,00
Jun/25R$ 91.118,00
Mai/25R$ 91.301,00
Abr/25R$ 93.643,00
Mar/25R$ 93.784,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Marcopolo Volare Escolarbus/Lotação V6 (dies.)(E5) 2012

Ao tratar de seguros, gestão de risco e avaliação de ativos no setor de transporte escolar e de lotação, entender a Tabela FIPE é essencial. Este conteúdo aborda especificamente a Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE ESCOLARBUS/LOTAÇÂO V6 (dies.)(E5) 2012, explorando como esse modelo se encaixa no cenário de apólice, cotação e planejamento de frota. A FIPE atua como referência nacional para valuadores e seguradoras, servindo como base para estimar valores de reposição, de mercado e de saída de unidades usadas. Embora a tabela não dispense uma verificação operacional, ela oferece um referencial estruturado que ajuda corretores, proprietários e gestores a entenderem melhor as variações de preço conforme configuração, estado de conservação, equipamentos instalados e histórico de uso.

Neste artigo, vamos demonstrar como a Tabela FIPE influencia a precificação de seguros para o Marcopolo Volare Escolarbus/Lotação V6, com motor diesel Euro 5 (E5) do ano 2012. Além disso, discorremos sobre a origem da marca, a importância da ficha técnica na avaliação de risco e as considerações práticas para quem administra frotas escolares. Tudo isso pensando em uma comunicação educativa e informativa, voltada a profissionais de seguros, gestores de frota e interessados em entender melhor as particularidades desse tipo de veículo.

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE ESCOLARBUS/LOTAÇÂO V6 (dies.)(E5) 2012

Quem são a Marcopolo e o Volare

A Marcopolo é reconhecida mundialmente como uma das maiores carroçarias de ônibus do Brasil, com atuação que se estende para além das fronteiras nacionais. A empresa constrói carrocerias para uma ampla gama de chassis, oferecendo soluções que vão desde ônibus urbanos até veículos de turismo e serviços especiais. Por sua vez, a Volare foi uma marca histórica no cenário brasileiro de ônibus, com foco em soluções de transporte urbano, escolar e de fretamento. Ao longo dos anos, diferentes linhas e parcerias transformaram o portfólio de ambos os lados, resultando, em muitos casos, em projetos conjuguados que combinam carroceria Volare com chassis de marcas diversas, sempre buscando atender às normativas vigentes e às demandas específicas de operação, como acessibilidade, conforto térmico e segurança.

Para quem acompanha o setor de seguros, entender a identidade de marca envolve não apenas a confiabilidade histórica, mas também o comportamento de cada configuração de carroceria. No caso do Marcopolo Volare Escolarbus/Lotação V6 (dies.)(E5) 2012, a combinação entre uma carroceria reconhecida pela robustez e um conjunto motor-diesel Euro 5 compõe um perfil de risco que costuma exigir atenção especial na cobertura de danos, valor de reposição e condições de uso em vias urbanas e rodovias de perímetro regional. Além disso, a idade do veículo, a manutenção realizada ao longo dos anos e a disponibilidade de itens de segurança são elementos-chave de avaliação para as seguradoras.

Ficha Técnica (referência) da Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE ESCOLARBUS/LOTAÇÂO V6 (dies.)(E5) 2012

Para facilitar a compreensão, apresentamos uma ficha técnica referencial do modelo em questão, com campos relevantes que costumam constar em bases de dados de veículos usados e no contexto de avaliação pela FIPE. Obs.: os valores abaixo representam parâmetros típicos ou faixas geralmente associadas a esse tipo de veículo na linha de 2012, sujeitas a variações conforme configuração, estado de conservação e itens instalados na unidade específica.

  • Motor: Diesel V6 Euro 5 (E5) – potência nominal aproximada na faixa de 260 cv (aprox. 190 kW), torque relevante para desempenho de operação urbana e de faixadas de lotação.
  • Capacidade de passageiros e peso: configuração típica para ônibus escolar/lotação, com capacidade de 40 a 52 lugares, peso bruto total (PBT) em torno de 14.000 kg, variando conforme acabamentos, instalação de itens de conforto e dispositivos de segurança.
  • Transmissão: mecânica de 6 velocidades, com opção de transmissão automatizada dependendo da configuração de fábrica ou de retrofit, o que influencia desempenho, consumo e custo de manutenção.
  • Dimensões e construção: comprimento aproximado de 9,6 a 9,8 m, largura em torno de 2,50 m e altura estimada entre 3,0 e 3,2 m; tração típica 6×2 ou configuração equivalente; pneus de aro 22,5 (padrão para ônibus médios/grandes), com tanque de combustível compatível com distâncias de operação urbana.

Essa ficha técnica representa um conjunto que ajuda profissionais de seguro a entenderem o perfil do veículo para avaliação de risco e risco residual. A variação entre unidades acontece por causa de opcionais (ar-condicionado, elevador para acessibilidade, sistemas de monitoramento, regras de segurança), de adaptações para uso escolar ou de fretamento, além de diferenças regionais na frota de uma empresa. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE, é comum verificar a configuração específica da unidade para alinhamento de valores na apólice e na indenização.

Como a Tabela FIPE impacta seguros e gestão de risco

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a avaliação de veículos usados e seminovos. Em seguros, esse valor de referência serve de base para o cálculo de cobertura de equipamentos, reposição ou indenização em caso de sinistro, bem como para estabilizar o prêmio ao avaliar a idade do veículo, o histórico de uso e as condições de manutenção. Quando o modelo é um ônibus de uso escolar e de lotação, as seguradoras costumam considerar fatores adicionais, tais como a frequência de uso (diária, semanal), rotas, zonas de operação (urbana, interdistrital, rodoviária), presença de itens de acessibilidade, sistemas de controle de emissões (Euro 5), estado de conservação da carroceria, e o histórico de sinistros envolvendo ocupação de passageiros.

Para o Marcopolo Volare Escolarbus/Lotação V6 (dies.)(E5) 2012, a combinação entre motor diesel Euro 5 e uma carroceria robusta é uma característica que tende a influenciar o valor de referência na FIPE. Veículos com esse perfil costumam ter depreciação moderada, porém a depreciação real pode oscilar conforme a quilometragem, a disponibilidade de peças de reposição, a necessidade de retrofit de itens de segurança (quando ocorrente), e o histórico de manutenção prestada pela empresa proprietária. Em termos de seguro, isso se traduz em variações nos Prêmios de Cobertura de Colisão, Roubo/Furto, Danos a terceiros e Proteção de Passageiros, especialmente se o veículo opera em áreas com maior incidência de sinistros ou com exigências regulatórias específicas. Assim, entender o valor referenciado pela FIPE ajuda na negociação de franquias, coberturas adicionais e nos limites de indenização, sem desconsiderar a necessidade de uma avaliação técnica da unidade específica.

É comum que seguradoras façam a conferência de dados com a ficha do veículo, conferindo elementos como idade, estado de conservação, itens de segurança instalados, quilometragem e calendarização de manutenções. Quando todos esses fatores são consistentes com a configuração descrita na FIPE, o prêmio tende a refletir com mais precisão o risco. Em contrapartida, diferenças relevantes — como retrofits em segurança, sistemas de monitoramento, ou alterações na configuração de assentos/pontos de ancoragem — podem exigir recalculação do valor de referência ou até a necessidade de uma vistoria técnica para confirmação de valor atual de reposição.

Impacto prático na gestão de frotas e na cotação com a GT Seguros

Para gestores de frota, a leitura correta da tabela FIPE facilita o planejamento de seguro de veículos usados, auxiliando na decisão entre reposição de ativos, reavaliação de garantias ou renegociação de contratos com base no valor de mercado. Em operações com ônibus escolares ou de lotação, a FIPE ajuda ainda a justificar ajustes de cobertura com base no tempo de uso, nas condições de operação e nas exigências regulatórias para emissões (Euro 5). Além disso, compreender a variação de valor entre unidades permite uma gestão de sinistros mais eficaz, uma vez que as indenizações tendem a refletir a condição real de cada veículo à época do sinistro, reduzindo o risco de sub or overvaluation durante o processo de recuperação de ativos.

Ao planejar seguradoras e frotas, considere as seguintes práticas: manter um registro atualizado de manutenções e revisões, documentar adequadamente as alterações de configuração (como adaptações de acessibilidade ou melhorias de segurança), e solicitar vistorias técnicas periódicas para comprovar o estado da carroceria e dos componentes críticos. Tudo isso contribui para uma avaliação de risco mais precisa, um uso mais eficiente da FIPE como referência e, consequentemente, uma gestão de custos com seguro mais estável ao longo do tempo.

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