| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 289.895,00 |
| Dez/25 | R$ 290.447,00 |
| Nov/25 | R$ 290.884,00 |
| Out/25 | R$ 291.584,00 |
| Set/25 | R$ 292.521,00 |
| Ago/25 | R$ 244.803,00 |
| Jul/25 | R$ 245.196,00 |
| Jun/25 | R$ 245.442,00 |
| Mai/25 | R$ 245.934,00 |
| Abr/25 | R$ 246.156,00 |
| Mar/25 | R$ 246.526,00 |
| Fev/25 | R$ 246.675,00 |
Panorama técnico da Tabela FIPE para o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 (diesel, E5) 2015
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, servir de base para seguros e orientar negociações entre compradores e vendedores. Quando falamos do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9, ano 2015 e motorização diesel com padrão E5, o cenário se torna ainda mais específico: trata-se de um veículo com perfil voltado a transporte de passageiros em uso corporativo ou fretado, com carroceria desenvolvida pela Marcopolo sobre a linha de chassis Volare. Entender como a FIPE estructura o valor dessas combinações ajuda a corretora a comparar coberturas, calcular depreciação e orientar o cliente sobre cenários de pós-venda, manutenção e riscos envolvidos. O objetivo deste artigo é oferecer um guia claro, educativo e prático sobre o que envolve a Tabela FIPE para esse modelo, sem desviar do tema exato proposto e mantendo o foco na segurança, na percepção de valor e no contexto de seguro veicular.
Ficha técnica essencial do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 (diesel, E5) 2015
- Marca/Modelo: Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 – Diesel (E5), 2015
- Motor e transmissão: motor diesel de quatro cilindros, turboalimentado, com injeção eletrônica; transmissão manual de 5 velocidades (em algumas configurações pode haver variação para transmissão automática conforme dotação de fábrica)
- Capacidade de passageiros e configuração interna: 8 a 9 lugares para passageiros, mais motorista; configuração “executivo” voltada a conforto e conforto de trajeto em frotas
- Dimensões e combustível: comprimento aproximado entre 5,0 e 5,3 metros; largura em torno de 1,9 a 2,0 metros; tanque de combustível típico entre 60 e 80 litros
A marca Marco Polo e a linha Volare: histórico, atuação e relevância no transporte brasileiro
Para entender o posicionamento do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 na Tabela FIPE, é importante entender quem está por trás dessas peças. A Marcopolo S.A. é uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do Brasil e do mundo, com uma história que remonta a décadas de atuação no segmento de transporte de passageiros. A empresa consolidou-se oferecendo soluções para ônibus urbanos, rodoviários e de fretamento, com foco em durabilidade, flexibilidade e acabamento que atendem às demandas de diferentes públicos. Já a marca Volare, associada a chassis e plataformas para veículos leves de transporte, apareceu como uma opção de chassis e plataformas que ajudaram a criação de vans voadoras para uso corporativo, táxis executivos e fretamento regional. Em termos práticos, o Marco Polo Volare Executivo representa uma parceria entre o chassi Volare e a carroceira Marcopolo, combinando robustez de motor diesel com o design de cabine adequado a operações comerciais de médio porte. Essa combinação tem sido comum em frotas que valorizam capacidade de passageiros, conforto para viagens curtas e confiabilidade em condições urbanas e periurbanas. O efeito disso na percepção de valor, e, por consequência, na Tabela FIPE, é que o veículo figura em um nicho específico: vans executivas com vocação para transportes de equipes, shuttle, fretamento corporativo e hotéis, onde a robustez do chassi e a modularidade da carroceria influenciam a avaliação de mercado, além da idade do veículo, da quilometragem e do histórico de manutenções.

Como a Tabela FIPE reflete o valor de mercado deste modelo
A Tabela FIPE funciona como uma referência mensal que captura o valor médio de mercado de veículos usados, com categorias que levam em conta o fabricante, o modelo, o ano de fabricação, a versão e o estado de conservação. No caso do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 (diesel, E5) de 2015, a referência FIPE tende a refletir características específicas de veículos de transporte de passageiros de uso empresarial, incluindo:
- Estado geral de conservação: carros com manutenção em dia, sem danos estruturais, com interior preservado e sem sinais de desgaste excessivo costumam ficar na faixa superior da referência FIPE;
- Quilometragem: veículos com menor uso geralmente mantêm valores superiores; vans executivas com quilometragem baixa ou moderada costumam apresentar melhor posição na escala da FIPE;
- Condições mecânicas: itens como motor diesel, sistema de transmissão, suspensão e freios influenciam fortemente a avaliação; problemas recorrentes elevam o deságio;
- Aceitação de desgaste e atualizações: veículos com histórico de revisões registradas, peças originais e pouca intervenção de ferrugem tendem a ter referência mais estável;
É essencial entender que o valor FIPE não é preço de venda fixo nem garantia de valor em transação específica. Ele funciona como referência de mercado para base de seguro, avaliação de perdas e liquidação de sinistros. Em seguros, por exemplo, a cotação pode considerar o FIPE como piso de avaliação, mas também pode incluir prêmio adicional por fatores como uso do veículo (frota, fretamento, transporte de pessoas), local de circulação, perfil de motorista e histórico de sinistros. Por isso, ao orientar clientes sobre seguro para o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9, a corretora usa o FIPE como referência, mas ajusta conforme o cenário real apresentado pelo veículo, pelo condutor e pela operação.
Fatores de segurança e manutenção que influenciam a segurabilidade deste modelo
Para quem atua no ramo de seguros, é relevante entender que veículos de transporte de passageiros, ainda mais com 8 a 9 assentos, costumam abrir um conjunto de riscos específico. Além disso, o cargueiro e o peso próprio, bem como a periodicidade de serviço, impactam diretamente nos prêmios. Segue um panorama de pontos críticos que costumam ser debatidos entre seguradoras e clientes:
- Estado de conservação de itens de uso diário e de segurança: controles de freio, direção, suspensão, pneus, cintos de segurança e iluminação; o bom funcionamento desses itens é fundamental para a aceitação da apólice;
- Equipamentos de proteção: rastreador veicular, alarme, travas de column, dispositivos de bloqueio de câmbio (quando cabíveis) e outros sistemas de mitigação de furto; a presença desses dispositivos costuma favorecer condições de prêmio;
- Histórico de sinistros: sinistros anteriores, especialmente de colisões ou roubo, influenciam o risco agregado e, por consequência, o custo do seguro;
- Uso do veículo: transporte de passageiros com finalidade corporativa ou fretamento pode ser considerado de maior risco, especialmente se o veículo estiver exposto a jornadas longas ou condições urbanas intensas; a segmentação correta na apólice ajuda a evitar surpresas na indenização;
Esses aspectos ajudam a justificar por que, mesmo com o mesmo modelo, diferentes veículos podem apresentar prêmios distintos. A boa prática de seguros é registrar com clareza o histórico de manutenção, conservar documentação técnica e manter o veículo dentro das especificações de fábrica para suportar as avaliações de valor na FIPE e as condições da apólice.
Guia rápido de melhores práticas para quem contrata seguro do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9
Para facilitar a compreensão de clientes que desejam contratar um seguro adequado para esse tipo de veículo, vale seguir um guia rápido de melhores práticas:
- Documente cada manutenção formalizada com notas fiscais, laudos e histórico de serviço; a comprovação de revisões regulares reforça a confiabilidade do veículo para seguradoras;
- Proteja o veículo com rastreador, sensores de anti-furto e dispositivos de segurança; isso pode refletir positivamente no prêmio e na aceitação da cobertura;
- Defina com a corretora o perfil de uso da van: fretamento, transporte corporativo, shuttle ou uso misto; a segmentação adequada evita repasses de risco inadequados;
- Faça a atualização de dados sempre que houver alterações: modificação de rota, mudança de estoque de passageiros ou alterações de configuração interna;
Ao alinhar esses pontos com a tabela FIPE e com as políticas da seguradora, o cliente tende a obter uma cobertura mais compatível com o uso real do veículo, além de possibilidades de condições mais equilibradas para o prêmio anual.
Conectando a FIPE com a experiência do corretor: para quem é útil este conhecimento?
Para corretores de seguros, compreender a logicidade da FIPE para o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 facilita a comunicação com o cliente, especialmente quando ele busca entender o que está por trás do valor de cobertura. A FIPE não é apenas um número técnico; ela representa uma referência de mercado que é utilizada em negociações, avaliações de sinistros e especificação de coberturas. No caso de veículos de transporte de passageiros, o valor FIPE pode ser ponderado com outros componentes, como a qualidade de manutenção e o tipo de operação, para chegar a uma base de prêmio que reflita o risco real. Além disso, entender a linha Volare e a parceira com a Marcopolo permite ao corretor explicar, de forma clara, as
