| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 492.300,00 |
| Dez/25 | R$ 496.096,00 |
| Nov/25 | R$ 496.842,00 |
| Out/25 | R$ 498.038,00 |
| Set/25 | R$ 499.637,00 |
| Ago/25 | R$ 500.689,00 |
| Jul/25 | R$ 501.492,00 |
| Jun/25 | R$ 501.994,00 |
| Mai/25 | R$ 503.001,00 |
| Abr/25 | R$ 503.455,00 |
| Mar/25 | R$ 504.212,00 |
| Fev/25 | R$ 504.515,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 2021
Este artigo apresenta a Tabela FIPE aplicada ao Marco Polo Volare Executivo W9/DW9, ano-modelo 2021, com foco especial em como essa referência é utilizada no contexto de seguros de veículos de frota. Embora o conteúdo trate de conceitos técnicos e de avaliação de mercado, o objetivo principal é oferecer clareza sobre como a FIPE serve como base para definições de valor segurado, prêmios, e valores de reposição, especialmente para veículos comerciais do segmento de transporte de passageiros. A ideia é que profissionais de corretagem e gestores de frota compreendam melhor como a variação de valor no mercado impacta a proteção contratual, as coberturas recomendadas e as estratégias de gestão de risco. Vale lembrar que este artigo não traz preços específicos, pois esses dados são alimentados automaticamente no topo do post, conforme a prática da plataforma.
Ficha técnica do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 2021
A ficha técnica de um veículo tão específico como o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 envolve dados que costumam variar conforme a configuração da carroceria e do motor para o ano indicado. A seguir, apresentam-se os elementos mais comuns que costumam constar em fontes oficiais e na documentação de frotas, com foco em aspectos relevantes para seguros e gestão de risco:

- Marca e modelo: MARCOPOLO VOLARE EXECUTIVO W9/DW9
- Ano de referência: 2021
- Combustível: Diesel (E5)
- Categoria de veículo: Ônibus urbano executivo
Além dos itens listados, a ficha técnica operacional de um veículo dessa natureza costuma abordar detalhes como a configuração de suspensão, tipo de transmissão, capacidade de passageiros, dimensões da carroceria e capacidades de tanque, bem como especificações de segurança. Em termos práticos para seguros, essas informações ajudam a definir cenários de risco, como a exposição a danos materiais, responsabilidade civil e a necessidade de coberturas adicionais. Em operações reais com frota, a conferência periódica da documentação técnica é essencial para manter o contrato de seguro alinhado com a configuração vigente do veículo, o que influencia diretamente o valor segurado e as coberturas disponíveis. Em resumo, a ficha técnica não apenas descreve o veículo, mas orienta a avaliação de risco e as estratégias de proteção contratual.
Para compreender melhor o contexto, é útil entender a natureza do Marco Polo como fabricante de carrocerias e o papel da linha Volare na estratégia de produto. O Marco Polo é reconhecido no Brasil pela produção de carrocerias voltadas ao transporte de passageiros, com foco em conforto, robustez e adaptabilidade a diferentes configurações de operação. A linha Volare, por sua vez, se consolidou no mercado de micro-ônibus e ônibus urbanos, oferecendo opções que atendem a frotas de empresas de turismo, fretamento e transporte público municipal. Essa combinação de marca e linha tem impactos diretos no seguro: veículos com carrocerias específicas, uso diário intenso e portas de entrada para rotas urbanas costumam exigir coberturas ajustadas a eventos comuns de circulação, impactos com terceiros, colisões e avarias em componentes estruturais.
Por que a marca Marco Polo importa para o seguro
A escolha de uma marca ou de uma linha de produto impacta diretamente os cenários de risco avaliados pelos corretores. Em termos práticos, veículos de carroceria Marco Polo, especialmente na configuração Volare Executivo W9/DW9, costumam ser comparados com outros ônibus de uso urbano em termos de confiabilidade, disponibilidade de peças e suporte de assistência técnica. Do ponto de vista da seguradora, alguns aspectos ganham relevância:
- Confiabilidade operacional: veículos com histórico de disponibilidade de peças e facilidade de manutenção tendem a ter menor probabilidade de imobilização onerosa, o que influencia a previsão de sinistros e a estabilidade do prêmio ao longo do tempo.
- Rede de assistência e reposição de peças: marcas com ampla rede de serviços reduzem o tempo de imobilização do veículo, o que é valorizado em contratos de seguro de frota ou de uso corporativo.
- Coeficientes de risco por uso: ônibus urbanos executivos têm perfis de risco diferentes daqueles de turismo ou transporte escolar, levando em consideração fatores como padrões de rota, densidade de tráfego, horários de operação e regimes de velocidade típicos.
- Valor de reposição e disponibilidade de suprimentos: para veículos de frota, é importante que a seguradora tenha opções de reposição rápidas ou cobertura de aluguel, especialmente quando o veículo é parte de operações contínuas.
Nesse contexto, a marca Marco Polo, associada à linha Volare, costuma ser percebida pelas operações de frota como um ativo com desempenho estável, desde que a manutenção seja efetuada de acordo com as diretrizes técnicas. Essa previsibilidade é valorizada pela seguradora, pois reduz incertezas na avaliação de risco e facilita acordos de coberturas específicas para danos, roubo, incêndio e responsabilidade civil. Além disso, a FIPE, ao refletir o valor de mercado do veículo em determinado período, fornece um referencial objetivo para o estabelecimento de valores segurados compatíveis com o uso dia a dia da frota e com as condições de mercado, contribuindo para equilíbrio entre proteção adequada e custo de prêmio.
Como a Tabela FIPE é aplicada na proteção de veículos comerciais
A Tabela FIPE funciona como um instrumento de referência utilizado por seguradoras, proprietários de frota e corretores para estimar o valor de mercado de veículos usados ou seminovos. Ao tratar de um modelo como o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9, o uso da FIPE envolve alguns conceitos-chave que ajudam a tornar o processo de contratação de seguro mais seguro e previsível:
- Valor referencial de mercado: a FIPE oferece uma média ponderada de valores para o veículo baseado em dados de venda, o que serve de base para o cálculo do valor segurado, especialmente em situações de sinistro e reposição.
- Definição do valor segurado: o valor segurado ideal é aquele que acompanha o valor de mercado indicado pela FIPE, evitando subseguro (valor muito baixo) ou superseguro (valor alto demais em relação ao mercado).
- Prêmios proporcionais ao risco: quanto maior o valor segurado, maior o prêmio. O equilíbrio entre o custo do seguro e a proteção efetiva depende de uma leitura precisa da FIPE, do uso do veículo e do histórico de sinistros da frota.
- Atualizações periódicas: a FIPE é atualizada com frequência; manter o valor segurado alinhado com as leituras mais recentes ajuda a manter a cobertura adequada ao longo do tempo, especialmente em ativos de frota com vida útil de médio a longo prazo.
Para frotas que operam com veículos como o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9, a prática recomendada é manter o valor segurado próximo ao nível da FIPE correspondente ao período de referência atual. Isso reduz lacunas entre o preço de mercado e o que seria considerado suficiente para reposição ou indenização, o que, por sua vez, evita situações de prejuízo financeiro em caso de sinistros de maior gravidade. Além disso, entender a FIPE ajuda o gestor de frota a planejar de forma mais eficiente a renovação de veículos e a renegociação de contratos de seguro, agregando previsibilidade aos custos totais de proteção da frota.
Em termos educativos, vale reforçar que a correta compreensão do uso da FIPE não substitui uma avaliação especializada para setores específicos, como transporte de passageiros, fretamento corporativo ou turismo regional. A FIPE funciona como uma linha de referência, mas cada contrato de seguro pode exigir ajustes finos com base no perfil de operação, no histórico de acidentes, na idade da frota, no tempo de uso diário e nas exigências legais locais. Por isso, o trabalho do corretor de seguros é essencial para interpretar a tabela e traduzi-la em coberturas proporcionais e justas para a realidade da frota.
Custos operacionais e manutenção: impactos no seguro e na gestão de frota
Veículos comerciais, especialmente ônibus urbanos executivos, trazem uma combinação de custos operacionais que influenciam diretamente a avaliação de risco e o custo de seguro. O diesel com tecnologia E5, por exemplo, envolve considerações sobre consumo, emissões e disponibilidade de combustível, o que pode afetar a probabilidade de falhas mecânicas se a manutenção não for adequada. A seguir, questões-chave que costumam estar no radar de seguradoras, frotistas e corretores:
- Rotina de manutenção programada: serviços regulares ajudam a evitar avarias graves que resultariam em sinistros caros ou em períodos de indisponibilidade da frota.
- Rastreamento de consumo e desempenho: registros de consumo de combustível, eficiência de motor e condições de operação ajudam a compreender o custo total de propriedade e o risco de falhas em serviço.
- Gestão de peças de reposição: a disponibilidade de peças originais e a agilidade na reposição reduzem o tempo de imobilização e podem impactar positivamente as avaliações de seguro de frota.
- Seguros adicionais para frota: muitos contratos incluem proteção de terceiros, danos a veículos da frota, roubo, incêndio, responsabilidade civil e assistência 24h, com a vantagem de cobrir operações contínuas.
Além disso, a natureza do veículo — ônibus urbano executivo — implica em cenários típicos de uso, como circulação em vias urbanas, paradas frequentes, repetição de trajetos e exposição a diferentes condições de tráfego. Esses fatores aparecem nas análises de risco das seguradoras, que diferenciam, por exemplo, sinistros envolvendo colisões com terceiros, danos a componentes internos, vandalismo ou incêndio. Ao entender o perfil operacional, corretores e gestores de frota podem sugerir coberturas mais alinhadas às necessidades reais, evitando tanto lacunas de proteção quanto custos desnecessários.
Estratégias seguras de contratação de seguro para frotas com foco em veículos comerciais
A contratação de seguro para frotas que incluem modelos como o Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 demanda uma visão integrada entre avaliação de valor (via FIPE), uso operacional, e coberturas específicas. Algumas estratégias que costumam trazer equilíbrio entre proteção e custo são:
- Alinhar o valor segurado com a FIPE e, se possível, com o valor de reposição de mercado apurado pela seguradora, para evitar subseguro ou sobreteto de prêmio.
- Definir coberturas adequadas ao perfil de operação, incluindo danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo, e proteção de frota com gestão de sinistros centralizada.
- Incorporar cláusulas de assistência 24h, guincho, e substituição de veículos em caso de imobilização, para operações que não podem parar.
- Manter a documentação técnica atualizada, com dados de carroceria, motor e configuração vigente, para facilitar a valoração pela FIPE e a validação de coberturas na apólice.
Ao adotar essas práticas, o gestor de frota fortalece a proteção da operação com uma avaliação mais fiel dos riscos, reduzindo o risco de lacunas na cobertura e, por consequência, buscando um equilíbrio entre preços de prêmio e proteção efetiva. A FIPE atua como um pilar de referência, mas é o conjunto de gestão de frota, histórico de sinistros e decisões de corretagem que convergem para uma proteção mais robusta e sustentável.
Resumo prático para quem trabalha com seguros de veículos comerciais
Para profissionais de corretagem e gestão de frotas, algumas mensagens práticas emergem da aplicação da Tabela FIPE ao Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 2021:
- Use a FIPE como base de referência para o valor segurado e para a precificação de coberturas, ajustando conforme a operação da frota.
- Considere a marca e a linha do veículo como fatores de probabilidade de manutenção, disponibilidade de peças e suporte de assistência técnica.
- Atualize regularmente a documentação técnica e alinhe-a com as leituras mais recentes da FIPE para manter a cobertura adequada.
- Opte por coberturas que protejam não apenas o veículo, mas também a continuidade da operação, minimizando interrupções na atividade de transporte de passageiros.
Para quem gerencia uma frota com esse tipo de veículo, a combinação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e o histórico de operação é a base para uma proteção que faça sentido do ponto de vista financeiro e operacional. Em termos de comunicação com clientes e tomadores de seguro, é importante esclarecer que a FIPE é uma referência de mercado e não um valor fixo; variações sazonais, condições de venda e disponibilidade de peças podem influenciar os valores. A prática recomendada é manter a leitura de FIPE atualizada e discutir ajustes com o corretor de seguros conforme a evolução da frota.
Se você está buscando orientação especializada para a proteção do Marco Polo Volare Executivo W9/DW9 2021, pense na FIPE como o ponto de partida para o diálogo com o seu corretor, que deve traduzir esse referencial em coberturas proporcionais às necessidades da sua operação, com foco na continuidade do serviço e na segurança da sua equipe e dos seus passageiros.
Para saber o valor adequado da proteção e as coberturas ideais para o seu cenário, faça uma cotação com a GT Seguros e receba orientações especializadas sobre o seguro de
