| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 506.353,00 |
| Dez/25 | R$ 507.317,00 |
| Nov/25 | R$ 508.080,00 |
| Out/25 | R$ 509.303,00 |
| Set/25 | R$ 510.939,00 |
| Ago/25 | R$ 512.015,00 |
| Jul/25 | R$ 512.836,00 |
| Jun/25 | R$ 513.350,00 |
| Mai/25 | R$ 514.379,00 |
| Abr/25 | R$ 514.843,00 |
| Mar/25 | R$ 515.617,00 |
| Fev/25 | R$ 515.927,00 |
Visão detalhada da Tabela FIPE para o Marcopolo Volare Fly 9 Urbano (diesel) E6 2023
A Tabela FIPE é referência fundamental para corretores de seguros e gestores de frotas na avaliação de veículos usados ou com menor tempo de uso. Quando o objetivo é proteger uma unidade da linha Marcopolo Volare Fly 9 Urbano, equipada com motor diesel em conformidade com o padrão Euro 6 (E6) e ano-modelo 2023, entender como a FIPE é organizada facilita a tomada de decisão, especialmente na definição de coberturas, limites de indenização e condições de reposição. Este artigo explora, de forma educativa e prática, os elementos centrais da tabela FIPE aplicados ao modelo específico “Marcopolo Volare Fly 9 Urbano (diesel) (E6) 2023”, além de apresentar a ficha técnica, o contexto da marca e implicações para seguros de frotas urbanas de transporte de passageiros. O objetivo é oferecer uma leitura que ajude o corretor, o gestor de frota e o proprietário a interpretar o valor de referência sem confusões e com foco na proteção adequada do ativo.
Ficha técnica do Marcopolo Volare Fly 9 Urbano (diesel) E6 2023
A ficha técnica do Marcopolo Volare Fly 9 Urbano descreve as características que costumam interessar às seguradoras e às equipes de manutenção de frota. A seguir, apresentamos os itens mais relevantes para a compreensão do veículo, com uma forma organizada para facilitar a comparação entre diferentes configurações de frota.

- Tipo de veículo: ônibus urbano de 9 metros de comprimento, com carroceria Marcopolo na configuração Fly, voltada para uso em perímetro urbano e eixos de circulação com alto fluxo de passageiros.
- Motorização e emissões: motor a diesel compatível com o padrão Euro 6 (E6), projetado para atender às exigências de controle de emissões aplicáveis às operações urbanas modernas.
- Dimensões aproximadas: comprimento em torno de 9,0 metros; largura próxima de 2,50 metros; altura em torno de 3,10 metros, variando conforme a configuração de teto, portas e componentes da carroceria.
- Capacidade de passageiros: em configuração típica, o veículo comporta entre 38 e 42 lugares, com variantes que podem priorizar maior espaço para acessibilidade, área de pé ou assentos específicos conforme a necessidade da operação de trânsito local.
Além dos itens acima, a ficha técnica costuma englobar especificações de chassis, suspensão, sistemas de freios, configuração de portas (tipicamente 2 portas em muitos layouts urbanos), tipo de transmissão (automatizada ou manual, dependendo da opção de fábrica), capacidade de tanque de combustível, e elementos de acessibilidade (rampas para cadeirantes, piso baixo em algumas versões, pontos de ancoragem para assistência de passageiros). Essas dimensões e recursos são considerados pela FIPE quando constroem a base de avaliação do valor de referência para o veículo, o que, por sua vez, impacta as apólices de seguro e o custo de reposição em caso de sinistro. Para quem gerencia frota, ter clareza sobre a configuração exata (número de portas, piso baixo, adotação de acessibilidade, entre outros) ajuda a alinhar a FIPE com as condições reais de uso da unidade.
Sobre a marca Marcopolo e a linha Volare
A Marcopolo S.A. é uma das maiores fabricantes mundiais de carrocerias de ônibus, com atuação consolidada na América Latina, Europa, África e outros mercados. Sediada no Brasil, a empresa acumula décadas de experiência em soluções de transporte coletivo, oferecendo uma ampla gama de carrocerias sobre diferentes chassis, com layouts que atendem desde linhas municipais simples até operações de turismo com altas exigências de conforto e durabilidade. A marca é reconhecida pela modularidade, pela qualidade de acabamento e pela capacidade de adaptar soluções de acordo com as especificidades de cada cidade, como rampas de acessibilidade, elevated floors para áreas de pé e configurações de piso baixo para facilitar a entrada de usuários com mobilidade reduzida. O portfólio da Marcopolo frequentemente inclui parcerias estratégicas com fabricantes de chassis e a integração de sistemas de infoentretenimento, iluminação, climatização e assistência de bordo, sempre com foco em reduzir o custo total de propriedade para as operações de transporte público.
Dentro desse universo, a linha Volare surge como uma linha de modelos voltados para a mobilidade urbana, com ênfase em confiabilidade, eficiência de combustível e facilidade de manutenção. O termo Volare, no contexto de ônibus, carrega a ideia de agilidade e praticidade no dia a dia das operações de frota, especialmente em rotas com alta demanda de passageiros e trânsito urbano intenso. A combinação Marcopolo Volare Fly 9 Urbano representa uma solução de 9 metros que busca equilibrar a capacidade de transporte com o custo operacional, oferecendo um conjunto de recursos que podem ser ajustados conforme as exigências da cidade ou do consórcio de transporte. Em termos de aplicações de seguro, esse alinhamento entre o chassis, a carroceria e a motorização influencia tanto o custo de reposição quanto as coberturas recomendadas, uma vez que as operações urbanas costumam apresentar maior exposição a colisões com terceiros, danos no terceiro setor público, além de riscos de incêndio, perda e roubo e danos a passageiros.
Como a FIPE orienta o seguro do Marcopolo Volare Fly 9 Urbano
A Tabela FIPE consolida valores de referência com base em transações de mercado para cada veículo, levando em conta variantes como ano-modelo, estado de conservação, configuração e escolher de itens adicionais. No caso do Marcopolo Volare Fly 9 Urbano (diesel) E6 2023, a FIPE oferece um parâmetro útil para seguradoras estabelecer prémios, coberturas e indenizações. Veja alguns pontos-chave de como isso impacta a apólice de seguro:
1) Definição de valor de reposição e indenização: para sinistros em que haja necessidade de reposição, a FIPE serve como referência para estimar o valor de compra de um modelo equivalente. Para frotas urbanas, onde o custo de uma unidade é elevado e o tempo de reposição é relevante, a base FIPE ajuda a evitar distorções no prêmio e na indenização, especialmente quando a própria frota opera com várias unidades do mesmo modelo e configuração.
2) Avaliação de depreciação: o valor de mercado apresentado pela FIPE reflete a depreciação típica associada ao tempo de uso, condição de conservação e quilometragem. Seguradoras costumam ajustar o valor segurado ao longo do tempo, mantendo o equilíbrio entre o custo de reposição (em caso de perda total) e o prêmio pago pela cobertura, o que é especialmente importante para veículos de transporte de passageiros com vida útil operacional significativa.
3) Impacto de configuração e uso na taxa: mesmo dentro do mesmo modelo, pequenas variações de configuração (número de portas, recursos de acessibilidade, piso baixo, sistema de ar-condicionado, entre outros) podem influenciar a avaliação de risco. Em geral, unidades com maior conforto para passageiros e com elementos de segurança avançados podem impactar positivamente o custo total de seguro, quando comparadas a opções mais básicas, desde que esses recursos contribuam para reduzir a probabilidade de sinistros ou a severidade deles.
4) Consideração de padrões de emissões: a versão E6 (Euro 6) pode influenciar o fator de risco em áreas com restrições de circulação ou exigências de controle de poluição. Em cidades que limitam veículos com emissões mais altas, veículos com motorização Euro 6 tendem a ser menos onerosos de segurar em relação a modelos com padrões de emissões mais antigos, já que podem apresentar menor probabilidade de sanções ou interrupções operacionais por restrições ambientais.
5) Foco na proteção de frota e de passageiros: operando com um ônibus urbano de 9 metros, o risco para o segurador inclui danos a terceiros, danos ao veículo, e responsabilidade civil por acidentes que envolvam passageiros. A FIPE é parte do quebra-cabeça, mas a seguradora também avalia fatores de gestão de frota (procedimentos de manutenção, planos de inspeção, treinamento de motoristas, telemetria e monitoramento de conduta de direção), que ajudam a definir limites de cobertura, franquias e opções adicionais de proteção a passageiros e terceiros.
Esses pontos destacam como a FIPE se encaixa no ecossistema de seguros para o Marcopolo Volare Fly 9 Urbano. O objetivo é alinhar o valor segurado com a realidade de mercado, evitando sub ou superestimativas que comprometam a proteção da frota ou elevem desnecessariamente o custo da apólice. O corretor, ao trabalhar com a FIPE, pode justificar as escolhas de coberturas com base na experiência de mercado, na condição atual do veículo e nas características de operação da frota.
Boas práticas para quem cria ou mantém a apólice deste modelo
Para quem administra uma frota com Marcopolo Volare Fly 9 Urbano (diesel) E6 2023, algumas práticas ajudam a extrair o máximo benefício da cobertura de seguro, mantendo o custo sob controle e assegurando que a indenização cubra de forma adequada o valor do ativo. Abaixo, apresentamos sugestões úteis, sem sair do foco do veículo e da Tabela FIPE:
1) Mantenha o cadastro da frota atualizado: registre alterações de configuração, novas aquisições, revisões de manutenção e qualquer modificação que possa afetar o valor segurado. Um
