Valor FIPE Atual
R$ 290.126,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508059-2
Ano: 2015-3
MêsPreço
Jan/26R$ 290.126,00
Dez/25R$ 290.679,00
Nov/25R$ 291.116,00
Out/25R$ 291.817,00
Set/25R$ 292.754,00
Ago/25R$ 252.321,00
Jul/25R$ 252.726,00
Jun/25R$ 252.979,00
Mai/25R$ 253.486,00
Abr/25R$ 253.715,00
Mar/25R$ 254.097,00
Fev/25R$ 254.250,00

Visão geral da referência FIPE para o Marco Polo Volare LIMOUSINE W9/DW9 2015

O universo de seguros para veículos de transporte de passageiros passa, entre outros elementos, pela Tabela FIPE. Essa referência funciona como base de regra prática para avaliação de valor de mercado, o que, por sua vez, influencia o cálculo de coberturas, prêmios e garantias em apólices específicas para frotas, fretamento e serviços de turismo. O modelo Marco Polo Volare LIMOUSINE W9/DW9, ano 2015, inserido na Tabela FIPE, representa uma família de veículos de transporte de passageiros com foco em conforto, robustez e operação em rotas curtas a médias dentro das cidades e regiões metropolitanas. Abaixo desmembramos aspectos relevantes para quem atua no seguro, gestão de risco e avaliação de patrimônio veicular, sem desviar do tema central: a referência FIPE para esse conjunto específico de chassis e carrocerias.

A origem da marca e o papel do conjunto Marca/Carroceria

Para entender a posição do modelo na FIPE e no mercado, é essencial conhecer a combinação de marcas que dá corpo a esse veículo. Marcopolo é uma das mais tradicionais carrocerias brasileiras, reconhecida internacionalmente por desenvolver estruturas de ônibus e micro-ônibus com foco em durabilidade, ergonomia e inovação de design. Enquanto fabricante de carrocerias, a Marcopolo atua em parceria com diversas montadoras e transformadores, como a Volare, que traz, entre suas linhas, veículos voltados ao transporte de passageiros de pequeno a médio porte, com opções para fretamento, turismo e serviços urbanos. A sinergia entre Marcopolo e Volare resulta em configuração W9/DW9, designada para atender a operações de transporte executivo e de passes público-alvo com maior conforto. Em termos de seguro, essa combinação influencia a avaliação do veículo pela FIPE: não se trata de um carro de passeio tradicional, mas de um veículo de transportes de passageiros, com características próprias de peso, dimensões, configuração de cabine e uso operacional.

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE LIMOUSINE W9/DW9 (diesel)(E5) 2015

O mercado brasileiro de carrocerias para ônibus e micro-ônibus expandiu-se ao longo das últimas décadas, consolidando-se como um pilar para o transporte coletivo de curta e média distância, fretamentos corporativos e serviços de turismo regional. Nesse ecossistema, a FIPE atua como índice de referência de preço médio de venda, levando em conta a reputação do fabricante, a robustez das carrocerias, o desempenho de motorizações diesel e a disposição de itens de conforto e segurança que elevem o valor do veículo no mercado de usados. Por isso, compreender o status da marca e a função da carroceria ajuda seguradoras e proprietários a alinhar expectativas sobre cobertura, limites de indenização e possibilidades de renovação de apólices.

Ficha técnica do Marco Polo Volare LIMOUSINE W9/DW9 2015

A ficha técnica a seguir consolida os principais elementos que costumam constar nas bases próprias da FIPE para o modelo, observando que variações de versão, configuração de motorização e itens de acabamento podem impactar alguns números. A ideia é oferecer um retrato pedagógico sobre o que caracteriza esse tipo de veículo, com foco em uso de serviço de transporte de passageiros e na relação com seguros, sem perder em precisão útil para quem lida com avaliação de risco e precificação.

  • Tipo de veículo: veículo de transporte de passageiros baseado em carroceria Marcopolo (Volare LIMOUSINE) em configuração W9/DW9, diesel, aprovado para uso em permissão de fretamento e turismo.
  • Motor e transmissão: motor diesel com norma Euro 5 (E5), câmbio manual de múltiplas marchas ou automatizado, dependente da configuração da frota. O conjunto motor/transmissão prioriza torque para arranque em áreas urbanas, bem como robustez para operações com peso útil significativo.
  • Capacidade, peso e dimensões: capacidade para aproximadamente 20 a 25 passageiros, comprimento próximo de 8,8 a 9,0 metros, largura em volta de 2,4 a 2,5 metros e altura que se mantém compatível com vias urbanas e garagens estratégicas. O peso bruto total varia conforme a versão, com faixas usuais entre 7.000 e 9.000 kg, refletindo a soma do peso próprio, passageiros e bagagens, além dos equipamentos de conforto a bordo.
  • Aplicação prática e conforto: caracterizado para fretamento corporativo, turismo regional e serviços de transfer, com cabine de passageiros com assentos confortáveis, boa visibilidade, acesso facilitado e recursos de segurança compatíveis com a faixa de veículo de média capacidade. Essas características influenciam diretamente o valor de revenda e, por consequência, o prêmio de seguro, especialmente quando o veículo é utilizado com finalidade comercial.

Observação: as especificações acima apresentam parâmetros típicos para o conjunto W9/DW9 da linha Marcopolo Volare LIMOUSINE 2015. A variabilidade entre versões pode incluir potenciais diferenças de potência do motor, torque, configuração de transmissão, lotes de produção e acabamento interno, o que impacta, naturalmente, a avaliação pela FIPE e o custo de seguros para cada unidade específica.

Como a FIPE classifica e utiliza esse veículo na prática

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado que agrega valores médios de venda de veículos usados. No caso de modelos com carroceria Marcopolo Volare, a FIPE analisa não apenas o estado mecânico do veículo, mas também fatores ligados à carroceria, ao conforto da cabine, à idade do veículo e à sua utilização. Isso faz com que a categoria “minibus com carroceria de luxo” seja tratada de maneira distinta de um carro de passeio ou mesmo de um furgão de carga leve. Quando uma seguradora consulta a FIPE para esse tipo de veículo, ela observa uma série de parâmetros que ajudam a estimar o valor de indenização em caso de sinistro, além de subsidiar o cálculo de prêmios com base na depreciação, no desgaste de itens de segurança, no custo de substituição de componentes e na demanda por peças de reposição específicas do conjunto Marcopolo/Volare.

Entre os fatores comumente considerados pela FIPE para esse veículo estão: idade do exemplar, quilometragem, histórico de manutenção, estado da carroceria (riscos, amassados, danos de colisão anterior) e configuração específica da frota. Vale mencionar que, por se tratar de um veículo de transporte de passageiros, o seguro normalmente utiliza o valor de reposição ou o valor de mercado apurado pela FIPE para estabelecer o limite de indenização, bem como para a fixação de franquias e coberturas adicionais, como responsabilidade civil a terceiros, danos a passageiros, perda técnica e cobertura para itens de conforto a bordo. Em termos práticos, isso significa que, ao fechar uma apólice, a seguradora pode solicitar dados como o número de passageiros transportados com frequência, o tipo de rota (urbana, fretamento executivo, turismo), além de informações sobre o estado atual do conjunto carroceria/motor para calibrar o prêmio com maior precisão.

Impacto da Tabela FIPE no seguro de veículos de frota e turismo

Para operações de fretamento, táxi de transporte executivo e turismo, a FIPE não é apenas uma referência de valor; ela também atua como parâmetro de suporte para várias modalidades de seguro. Seguros de frota costumam empregar o valor FIPE como base para a indenização máxima em caso de sinistro total, além de informar faixas de prêmio de acordo com o perfil de risco da operação. Em termos práticos, quem administra uma frota com esse tipo de veículo deve considerar: a periodicidade de atualização da FIPE (mensal) para manter os valores alinhados com o mercado; a possibilidade de utilizar coberturas específicas para transporte de passageiros e para serviços de turismo; e a necessidade de comprovação de manutenção e inspeções, que ajudam a sustentar o valor de reposição ou de indenização estabelecido na apólice. Assim, entender a Tabela FIPE facilita a tomada de decisão sobre a melhor cobertura, o valor segurado e as cláusulas de proteção, reduzindo surpresas em casos de sinistro.

Boas práticas de seguro para ônibus e minivans de luxo de fretamento

Quando se trata de um Marco Polo Volare W9/DW9 2015, algumas boas práticas podem fazer diferença no momento de contratar ou renovar a apólice. Abaixo, pontos-chave que costumam impactar positivamente a gestão de risco e o custo do seguro, sem entrar em detalhes que fujam do tema central.

  • Documentação completa: manter em dia documentos do veículo, histórico de manutenção e comprovantes de inspeções para facilitar a avaliação pela seguradora.
  • Uso operacional claro: delimitar se o veículo opera com fretamento, turismo, ou serviço urbano, para que a seguradora aplique o perfil de risco adequado.
  • Proteção ao motorista e nos passageiros: considerar coberturas adicionais de passageiros, assistência em viagem e recursos de segurança a bordo para reduzir o risco de indenizações maiores.
  • Manutenção preventiva: manter o veículo em padrões de serviço recomendados pelo fabricante, com registro de manutenções, trocas de peças críticas e verificação de sistemas de segurança.

Por que a marca faz diferença na gestão de seguros

A marca Marcopolo, associada à linha Volare, carrega reputação de durabilidade e qualidade de construção. Isso influencia, de forma indireta, o custo de seguro e a disponibilidade de coberturas. Veículos com carrocerias reconhecidas por resistência estrutural tendem a apresentar menor probabilidade de falhas críticas relacionadas à estrutura, o que pode impactar positivamente prêmios de seguro, principalmente quando aliados a políticas de segurança, manutenção regular e histórico de sinistros baixo. Além disso, a presença de recursos modernos de conforto, ergonomia do posto de condução e dispositivos de segurança variações entre versões podem afetar a avaliação de risco para a seguradora, levando a cenários de seguro com franquias diferentes, limites de cobertura superiores ou condições de uso mais flexíveis, dependendo da finalidade de operação e das regiões onde o veículo atua.

Considerações finais para proprietários e operadores

A Tabela FIPE para o Marco Polo Volare LIMOUSINE W9/DW9 2015 não é apenas uma referência de preço; ela funciona como um mapa do valor de mercado que influencia escolhas de seguro, de financiamento e de gestão de ativos. Para quem gerencia frotas, entender como o modelo é classificado pela FIPE ajuda a planejar melhor a renovação de apólices, a dimensionar a cobertura conforme o uso real e a manter a atividade de transporte de passageiros com custos equilibrados. O universo de veículos de carroceria Marcopolo/Volare traz consigo uma identidade de confiabilidade, disponibilidade de peças de reposição e suporte técnico, fatores que o mercado de seguros costuma levar em conta ao precificar prêmios, especialmente em operações com alto nível de exposição (horários de pico, rotas urbanas com tráfego intenso, ou turismo com volumes variáveis de passageiros).

Para quem busca proteção adequada sem pagar por coberturas desnecessárias, é recomendável avaliar opções de seguro com atenção aos aspectos de uso, idade do veículo, perfil da operação e histórico de sinistros. A FIPE serve como bússola para esse processo, ajudando a alinhar expectativas entre proprietário, corretor e seguradora, com base em dados de mercado atualizados. Ao considerar o Marco Polo Volare LIMOUSINE W9/DW9 2015, vale lembrar que cada unidade pode apresentar particularidades de configuração e estado de conservação que afetam o valor segurado. Portanto, a escolha de coberturas deve refletir o uso real do veículo, o risco envolvido e a estratégia de gestão de frota.

Se você está avaliando como proteger uma frota com esse tipo de veículo ou precisa de uma solução de seguro sob medida para fretamento e turismo, a cotação com a GT Seguros pode ser um caminho eficiente para encontrar a proteção adequada com condições competitivas. Pense no seguro como parte da sua estratégia de operação, não apenas como um custo adicional; o equilíbrio certo entre coberturas, franquias e preços faz diferença na tranquilidade do negócio e na continuidade das atividades.