| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.221,00 |
| Dez/25 | R$ 30.838,00 |
| Nov/25 | R$ 30.885,00 |
| Out/25 | R$ 30.960,00 |
| Set/25 | R$ 31.060,00 |
| Ago/25 | R$ 31.126,00 |
| Jul/25 | R$ 31.176,00 |
| Jun/25 | R$ 31.208,00 |
| Mai/25 | R$ 31.271,00 |
| Abr/25 | R$ 31.300,00 |
| Mar/25 | R$ 31.348,00 |
| Fev/25 | R$ 31.367,00 |
Contextualizando a Tabela FIPE para o Marcopolo Volare A6/V6 Lotação e Escolar Diesel 1999
Para quem atua no setor de seguros de frotas, entender a referência de mercado é essencial. A Tabela FIPE funciona como uma régua de valores médios de veículos usados no país, ajudando corretores, seguradoras e proprietários a situarem o valor de reposição ou de mercado de um bem quando ocorre uma vistoria, uma atualização de prêmio ou uma necessidade de avaliação de sinistro. No caso específico do Marcopolo Volare A6/V6, configuração destinada a lotação e escolar com motor diesel no ano modelo de 1999, a leitura da FIPE envolve particularidades de veículos de serviço público-educacional, que costumam ter uso mais previsível, mas com histórico de desgaste expressivo em função da demanda diária, horas de operação e condições de manutenção realizadas pelos operadores. Este artigo aborda, com uma linguagem educativa e informativa, como a FIPE se aplica a esse conjunto, quais as características técnicas relevantes, qual o papel da marca no cenário de seguros, e qual é a prática recomendada para quem administra uma frota escolar ou de locação com esse perfil.
A funcionalidade da Tabela FIPE vai além de simplesmente estipular um preço de referência. Ela subsidia a avaliação de risco, a depreciação prevista e a base de cálculo de seguros para veículos com uso específico. Em ônibus de lotação escolar, que circulam em trajetos curtos, mas com alta intensidade de uso diário, fatores como desgaste de componentes, histórico de manutenção, condições de operação e idade do conjunto motor-transmissão pesam na hora de definir o prêmio. Por isso, entender a faixa de valores que a FIPE contempla para uma unidade como o A6/V6 diesel de 1999 é parte da prática de gestão de seguros responsável. A partir daqui, vamos destrinchar a ficha técnica típica desse veículo, a trajetória da marca por trás dele e as implicações diretas para a precificação de seguro, incluindo a influência da própria FIPE no processo decisório de qualquer corretora de seguro, como a GT Seguros.

Ficha Técnica (visão geral para o Marcopolo Volare A6/V6 diesel 1999)
A seguir, apresentamos uma visão consolidada, com dados que costumam aparecer em registros de operador, em documentação de frota e em materiais técnicos divulgados pela indústria de chassis e carrocerias na virada dos anos 1990. Vale lembrar que, por se tratar de um veículo de ônibus escolar com chassis Marcopolo Volare, existem variações entre unidades conforme a configuração de cada usuário (empresa de transporte, distrito educativo, adaptações de acessibilidade etc.). Por isso, os números podem oscilar dentro de margens técnicas; sempre que houver necessidade de precisão, recomenda-se consultar a documentação específica daquela unidade ou o registro FIPE correspondente ao mês/ano de referência. Ainda assim, as informações abaixo ajudam a entender o perfil técnico do conjunto comumente designado A6/V6 diesel 1999.
- Motor e transmissão: diesel, 6 cilindros em configuração V (V6), com potência na faixa aproximada de 160 a 230 cavalos, dependendo da calibração de fábrica e da configuração do operador.
- Capacidade e peso: capacidade de passageiros típica entre 44 e 60 lugares, peso bruto total (PBT) entre 8.000 e 9.500 kg, refletindo o equilíbrio entre espaço para alunos, estrutura da carroceria e reserva de carga de serviço.
- Dimensões e layout: comprimento geralmente próximo de 9,0 metros, largura em torno de 2,4 a 2,5 metros, altura aproximada de 3,0 a 3,3 metros, com padrão de construção voltado para operação urbanas e viabilidade de manobra em vias escolares.
- Capacidade de combustível e itens de serviço: tanque de combustível com capacidade estimada entre 150 e 260 litros, dependerá da configuração de combustível escolhida pelo operador; transmissão manual com 5 ou 6 velocidades é comum, com tração típica do tipo 4×2 para esse tipo de chassis, adequado a rotas urbanas de demanda diurna e escolar.
Além desses pontos, é comum encontrar variações em itens como sistema de freios (ABS em algumas unidades da época), suspensão (hidráulica ou semi-elástica, conforme o modelo de chassi adotado pela Volare), e equipamentos de conforto/segurança complementares para serviço escolar (como iluminação externa, sinalização de operação, e em alguns casos, recursos de acessibilidade). A natureza de uso e as opções de configuração influenciam diretamente a leitura da FIPE, bem como o cálculo de risco pela seguradora. Por isso, para fins de seguro, é pertinente considerar não apenas o valor de referência, mas também o histórico de manutenção, o estado de conservação de itens críticos (motor, transmissão, sistema de freios), bem como a idade da frota e a frequência de sinistros anteriores.
A marca Marcopolo: tradição, inovação e presença global no segmento de ônibus
A Marcopolo é uma das referências globais no design, fabricação e transformação de carrocerias de ônibus. Fundada em 1949 na cidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, a empresa consolidou-se ao longo das décadas como sinônimo de inovação em soluções de transporte de passageiros. Seu portfólio abrange carrocerias para chassis de diversas montadoras, incluindo o conhecido conjunto Volare, que na prática tornou-se parte de uma parceria estratégica para atender a mercados de transporte urbano, escolar e de fretamento. O legado da marca está na combinação entre robustez de estruturas, qualidade de acabamento, eficiência de consumo e possibilidades de personalização. Em termos de seguro, a marca influencia a percepção de confiabilidade, histórico de manutenibilidade e valor residual, fatores que, somados aos dados FIPE, ajudam a calibrar o prêmio com maior precisão. Além disso, o fato de o Marcopolo Volare ter sido amplamente utilizado em frotas de serviço público no Brasil fortalece a compreensão de padrões de uso e desgaste, informações relevantes na condução de apólices de frota escolar que exigem cobertura abrangente para danos a terceiros, danos ao veículo, responsabilidade civil do operador, entre outras rubricas.
Ao longo dos anos, a atuação da Marcopolo com a Volare contribuiu para estabelecer padrões de qualidade de carroceria, controle de peso, ergonomia de cabine e segurança de passageiros. Embora o cenário de frota tenha evoluído com a introdução de tecnologias mais modernas e sistemas de telemetria, o espírito da marca continua sendo uma referência para quem lida com ônibus de serviço diário. Para quem avalia seguros ou realiza gestão de riscos, entender a reputação da marca é tão relevante quanto entender a condição física de cada unidade, já que a história de confiabilidade pode influenciar a percepção de probabilidade de falha mecânica e, por consequência, o cálculo de prêmios ou franquias em contratos de seguro de frota.
FIPE e Seguro: como a referência de mercado orienta a precificação de riscos
A Tabela FIPE funciona como uma base de referência de valores de mercado para veículos usados, mas seu papel no seguro vai muito além do preço de venda atual. Em termos práticos, o valor FIPE influencia diretamente a determinação do valor segurado, que, por sua vez, impacta o prêmio anual, as opções de cobertura e as condições de indenização em caso de sinistro. Para o Marcopolo Volare A6/V6 diesel de 1999, a leitura da FIPE ajuda a orientar a composição de uma apólice para frota escolar, levando em conta a depreciação natural de um veículo com mais de duas décadas de mercado. Componentes como motor, transmissão, suspensão e carroceria, que costumam sofrer maior desgaste em operações diárias de escola, são relevantes para o cálculo de reparos ou reposição, e o FIPE atua como uma referência estável para estimativas de reposição, especialmente em situações de sinistro com perdas parciais ou totais. A seguir estão quatro aspectos-chave sobre a relação entre FIPE e seguro nesse contexto:
- Referência de valor: a FIPE oferece um valor de mercado médio, servindo como referência para a indenização ou reposição do veículo em caso de sinistro, especialmente nos prazos de substituição ou de continuidade da frota.
- Impacto no prêmio: quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o prêmio caso o contrato utilize o valor de reposição ou o valor acorde pela seguradora para indenização total. Observa-se, porém, que nem todos os contratos seguem exatamente a mesma regra, pois a escolha entre indenização integral, reposição ou ajuda de reparo pode variar entre seguradoras.
- Depreciação real x valor de mercado: a FIPE representa o valor de mercado na prática, que pode diferir de avaliações de sinistro se houver particularidades na apólice. Operações de frotas costumam adotar políticas próprias de depreciação para determinados componentes, o que pode refletir-se na composição de franquias e nos limites de cobertura.
- Condições de uso e histórico: a leitura de FIPE pode ser mais estável para veículos com padrões de uso similares. No entanto, para ônibus escolares da versão A6/V6 diesel 1999, é comum que dados de manutenção, quilometragem anual e telemetria de frota influenciem a prática de seguro, em complemento ao valor FIPE, para uma precificação mais ajustada à realidade de operação.
Além desses pontos, vale destacar que a FIPE também serve como referência para auditorias, renegociações contratuais e para orientar estratégias de gestão de risco em frotas. Corretores e gestores devem, portanto, cruzar os dados FIPE com informações internas da frota: histórico de manutenções, custos de reposição de peças, idade do veículo, ocorrências de sinistros e condições de garantia de fábrica, quando aplicável. Em resumo, a FIPE é uma ferramenta crítica, mas não única, para a construção de uma solução de seguro equilibrada e bem fundamentada para o Marcopolo Volare A6/V6 diesel 1999.
Implicações práticas para o seguro do Marcopolo Volare A6/V6 diesel 1999
Para quem administra uma frota de ônibus escolares ou de lotação com esse perfil, a compreensão de como o valor FIPE se traduz em decisões de seguro passa por alguns passos práticos. Primeiro, é essencial ter um inventário claro das unidades da frota, com documentação de cada veículo atualizada, incluindo ano-modelo, configuração de motor, tipo de transmissão e estado de conservação. A partir daí, o corretor pode cruzar os dados com a FIPE para estabelecer um intervalo de valor segurado que seja suficiente para reposição, caso haja um sinistro total, sem que haja superproteção desnecessária que influa negativamente no custo do prêmio. Segundo, é crucial avaliar o uso real do veículo: rotas, tempo de serviço diário, carga de passageiros e condições de tráfego. Esses fatores ajudam a entender a probabilidade de desgaste acelerado de componentes críticos, como motor, sistema de freios e suspensão, o que pode refletir-se em índices de sinistralidade e, por consequência, na política de franquias e nas coberturas recomendadas. Terceiro, a integração com serviços de valor agregado, como assistência 24h, carro reserva, proteção de terceiros e cobertura para danos a equipamentos de operação (placas, sinalização, itens de acessibilidade) pode ampliar a segurança da operação sem comprometer a viabilidade financeira da seguradora e do operador. Por fim, a atualização periódica da avaliação FIPE, alinhada às necessidades da frota, ajuda a evitar defasagens que levariam a sub ou supervalorização de seguros ao longo dos anos.
Nesse contexto, a escolha de uma corretora que tenha experiência com frotas de veículos de serviço público, como a GT Seguros, pode fazer diferença prática. A integração entre avaliação de valor, perfil de uso e opções de cobertura resulta em propostas mais justas, com coberturas compatíveis com o risco real da operação, otimizando orçamento sem abrir mão da proteção necessária aos passageiros, operadores e terceiros envolvidos.
Para quem busca orientação especializada, uma cotação com a GT Seguros pode oferecer uma leitura prática das coberturas disponíveis, com foco em frota escolar e veículos de serviço de lotação. A ideia é traduzir a linguagem técnica em escolhas claras, permitindo que o proprietário ou gestor da frota tome decisões fundamentadas sobre valores segurados, limites de responsabilidade civil, franquias e serviços incluídos na apólice. Assim, a proteção fica alinhada com a realidade operacional, sem surpresas na hora de acionar a seguradora.
Considerando o conjunto de fatores acima, o Marcopolo Volare A6/V6 diesel 1999 surge como um caso ilustrativo de como a FIPE, a marca, a idade do veículo e o uso diário se entrelaçam para moldar a estratégia de seguro. A integração dessas informações facilita a construção de uma apólice mais aderente à necessidade de proteção aos passageiros, aos operadores e aos terceiros, reduzindo riscos e oferecendo tranquilidade para quem depende desse serviço essencial. E, para quem procura uma solução prática e confiável, vale a pena conversar com a GT Seguros e explorar uma cotação personalizada que leve em conta a singularidade dessa configuração de frota escolar.
Conclui-se que, no universo de seguros de frota para o Marcopolo Volare A6/V6 diesel 1999, a leitura integrada da FIPE, associada ao conhecimento técnico da marca e ao entendimento do uso operacional, cria condições mais transparentes para a precificação. A combinação de dados de mercado com a avaliação de riscos específicos da operação reduz a incerteza, facilita a gestão do orçamento de seguros e favorece escolhas de coberturas que realmente fazem diferença no dia a dia da frota escolar. E, no ecossistema de corretoras, a GT Seguros desponta como parceira capaz de transformar informações técnicas em decisões de seguro mais estáveis e alinhadas com as necessidades reais do cliente.
Se quiser avançar na direção de uma proteção alinhada ao seu cenário, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação objetiva pode oferecer clareza sobre coberturas, franquias e condições de indenização, contribuindo para a tranquilidade de quem opera frotas de educação e transporte público.
