| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 26.746,00 |
| Jan/26 | R$ 26.805,00 |
| Dez/25 | R$ 26.857,00 |
| Nov/25 | R$ 26.898,00 |
| Out/25 | R$ 26.963,00 |
| Set/25 | R$ 27.050,00 |
| Ago/25 | R$ 27.107,00 |
| Jul/25 | R$ 27.151,00 |
| Jun/25 | R$ 27.179,00 |
| Mai/25 | R$ 27.234,00 |
| Abr/25 | R$ 27.259,00 |
| Mar/25 | R$ 27.300,00 |
Entendendo a Tabela FIPE e a Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 1994: fundamentos para seguros e avaliação de valor
Visão geral do modelo e seu lugar na linha Maserati
A Maserati, marca italiana reconhecida pela combinação de luxo, estilo arrojado e desempenho técnico, tem no período dos anos 90 um capítulo especial dedicado aos modelos esportivos de alto desempenho. O Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 de 1994 figura nesse contexto como uma expressão da busca da fabricante por uma identidade que mescla herança de corrida com elegância de grande turismo. Embora não seja tão conhecido quanto alguns de seus contemporâneos mais exibidos, esse modelo representa a filosofia de engenharia e a assinatura de design da marca: linhas limpas, proporções equilibradas e uma engenharia que privilegia a condução envolvente, sem abrir mão da sofisticação típica de uma marca de luxo. Ao analisar a Tabela FIPE para esse carro, o objetivo principal é entender como ele se enquadra dentro do universo de seguros, avaliações de valor e especificações técnicas – especialmente para quem guarda um exemplar como parte de uma coleção ou busca proteção adequada para uma máquina que alia performance a um cuidado especial na manutenção e no uso cotidiano de um veículo histórico.
Ficha Técnica em Destaque
Apresentamos, de forma sucinta, os atributos técnicos que costumam compor a ficha técnica desse Maserati específico, com foco nos itens relevantes para seguros, preservação e avaliação de risco. Essa síntese facilita a compreensão para seguradoras, avaliadores e proprietários que desejam ter um retrato fiel de características que influenciam custo de prêmio, manutenção e calibração de apólices.

- Motor: V6 2.0 L, 24V, aspirado, com sistema de injeção eletrônica — configuração que privilegia resposta ágil em rotações médias e altas, típica de um esportivo de categoria Maserati.
- Potência e torque: potência na faixa de cerca de 240 cv, com torque compatível para condução dinâmica, favorecendo acelerações rápidas em trechos de reta e boa distribuição de binários em curvas de média alavanca.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades, tração traseira (RWD), foco em experiência de condução envolvente, com equilíbrio entre feedback do eixo traseiro e manejo de peso da carroceria.
- Dimensões e peso aproximados: comprimento próximo a 4,2 metros, entre eixos em torno de 2,4 metros e peso estimado na faixa de 1.360 kg, com capacidade de tanque compatível com uso de longa distância em trajetos de turismo esportivo.
A identidade da Maserati: design, performance e história de marca
Fundada em 1914 por Alfonso Maserati e, ao longo das décadas, consolidada por uma filosofia que alia performance de corrida a luxo de alto padrão, a Maserati construiu uma imagem marcada pela presença de um tridente no logotipo e por um DNA que privilegia o equilíbrio entre esportividade e refinamento. A marca se destaca por representar, para muitos entusiastas, o encontro entre engenharia de alto nível e a estética italiana, com carrocerias que exprimem dinamismo mesmo quando estacionadas. No período dos anos 90, a Maserati consolidou-se como uma escolha de nicho para quem valoriza uma experiência de condução que foge do comum, oferecendo interiores com acabamentos premium, detalhes artesanais e uma sonoridade característica do V6 italiano que desperta apreciação entre fãs de automóveis e colecionadores.
O salto entre performance e conforto é uma assinatura do que a Maserati costuma entregar: uma combinação de competência técnica, responsividade do conjunto mecânico e um estilo que se distingue pela elegância esportiva. Mesmo quando o foco está em uma linha mais exclusiva de modelos como o 222 SE/SR 2.0 V6, a essência da marca se mantém: oferecer uma visão de mobilidade que celebra o prazer de dirigir, com a certeza de que a engenharia está alinhada a padrões elevados de qualidade e de confiabilidade para eventos de uso prolongado e, muitas vezes, para participação em encontros de carros clássicos e clubes de fãs.
Essa filosofia de marca também influencia como o veículo é avaliado pela FIPE e interpretado pelo mercado de seguros. Em termos práticos, o consumidor que busca uma cotação de seguro para um Maserati clássico ou de época precisa considerar não apenas o valor de mercado do carro, mas também fatores como a disponibilidade de peças, a configuração original de fábrica, a probabilidade de sinistros relacionados a avarias em componentes caros e o histórico de uso — especialmente em condições de tráfego urbano, eventos de pista ou rodovias com trechos de maior velocidade. A combinação dessas variáveis com o perfil de cada veículo pode impactar o prêmio, bem como a necessidade de coberturas adicionais, como proteção contra furto qualificado, acidentes próprios e cobertura para valor de colecionador em eventos especiais.
O que a FIPE representa para esse Maserati no ecossistema de seguros
A Tabela FIPE atua como referência de mercado para veículos no Brasil, incluindo modelos históricos ou de nicho, como o Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 de 1994. Ela serve como base para avaliação objetiva de veículo, influenciando decisões de seguradoras sobre cobertura, limites, parcelas de franquia e condições de sinistralidade. Para modelos de alto valor, como os produzidos pela Maserati, a FIPE frequentemente funciona como um parâmetro inicial para estabelecer faixas de avaliação, mas não substitui a necessidade de checagem de documentações, per publications de valor histórico e avaliação de condições específicas do exemplar (estado de conservação, originalidade de componentes, raridade, correspondência com a configuração de fábrica etc.). Em geral, quanto mais preservada a originalidade e menor o histórico de danos, maior tende a ser a aceitação de propostas de seguro com condições especiais para veículos de coleção.
Para o segurado, compreender a relação entre o valor de tabela, o valor de mercado atual e o custo de reposição real é essencial. Em muitos casos, a FIPE serve como referência de base, mas a seguradora pode considerar fatores adicionais — como a existência de um acervo de peças originais, documentação de manutenção, histórico de revisões, certificados de autenticidade, inspeções técnicas e o grau de modificações realizadas no veículo. A lógica é simples: modelos raros, com baixa disponibilidade de peças originais e histórico de conservação cuidadosa, tendem a exigir apólices com coberturas mais específicas, incluindo itens que protejam o valor de colecionador e a possibilidade de restauração com componentes originais, caso haja sinistro de grande monta. Nesse cenário, o papel de um corretor de seguros é fundamental para traduzir as necessidades do proprietário em coberturas bem ajustadas, evitando lacunas que possam comprometer a reposição ou a recuperação do veículo em caso de sinistro.
Aspectos estratégicos para seguradoras e colecionadores do Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 1994
Quando se trata de assegurar um Maserati clássico, algumas diretrizes costumam orientar a avaliação de risco e o dimensionamento de prêmios. Primeiro, a originalidade do conjunto mecânico e a presença de documentação completa elevam a confiança da seguradora, pois reduzem incertezas sobre peças não originais ou modificações que possam influenciar o desempenho ou o valor de reposição. Segundo, o uso do veículo é um fator-chave: carros de uso ocasional, participação em eventos de domingo ou passeios em clubes tendem a exigir coberturas diferenciadas em relação a uso diário em grandes centros urbanos. Terceiro, a disponibilidade de peças e a rede de oficinas especializadas afetam o comportamento de sinistralidade, uma vez que reparos complexos podem exigir prazos mais longos e custos mais elevados. Por fim, o histórico de sinistros e a segurança de estacionamento (garagem, cobertura, alarmes de última geração) podem contribuir para um prêmio mais estável ou com ajustes mais baixos, especialmente quando o proprietário demonstra um plano de preservação consistente.
Para quem avalia levar o veículo para eventos de encontro de automóveis ou pistas de corrida em circuitos controlados, é comum que a seguradora exija determinados limites de uso, com a possibilidade de excluir uso cotidiano ou exigir uma apólice com cláusulas específicas para atividades de pista. Em todos os cenários, o papel da FIPE como referência inicial não substitui a avaliação de risco personalizada, que considera o estado real do exemplar, a documentação de autenticidade e as expectativas de conservação. O objetivo é equilibrar proteção adequada, custo de prêmio e tranquilidade para quem investiu tempo, esforço e recursos financeiros na preservação de um Maserati com apelo histórico e esportivo.
Conselhos práticos para proprietários e corretores de seguro
Para proprietários que desejam iniciar ou reorganizar a proteção de um Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 de 1994, alguns passos práticos ajudam a chegar a uma cobertura eficaz. Primeiro, reuna toda a documentação disponível: certificado de origem, registros de manutenção, comprovantes de restauração, notas de aquisição de peças originais e fotos que mostrem o estado atual do veículo. Segundo, avalie a possibilidade de uma avaliação independente por um perito automotivo reconhecido, que pode confirmar a originalidade e o estado de conservação. Terceiro, discuta com o corretor sobre opções de cobertura que vão além do básico, incluindo assistência 24 horas, proteção para peças de reposição, guarda de valor em caso de perda total e cobertura para acidentes em trilhos de pista de competição, se aplicável. Quarto, analise o uso pretendido do carro e as condições de estacionamento: garagem sob vigência de alarme, seguro com franquia dedicada a carros de coleção pode resultar em condições mais estáveis de prêmio, especialmente se houver comprovante de uso pontual em eventos.
Além disso, é relevante observar que, para modelos como o Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 de 1994, a decisão entre coberturas adicionais pode depender da existência de programas de proteção de valor. Em muitos casos, o valor de repatriação ou reposição pode exigir condições de manutenção contínua, verificação de quilometragem e prova de que o veículo encontra-se em estado de conservação próximo ao original de fábrica. A corretagem de seguros desempenha aqui um papel central ao traduzir as particularidades do veículo em uma apólice que garanta tranquilidade ao proprietário, sem comprometer a proteção de um ativo de alto valor emocional e financeiro.
Conclui-se que, ao buscar a melhor proteção para um Maserati histórico como o 222 SE/SR 2.0 V6 de 1994, a combinação entre a referência da FIPE, a avaliação de originalidade, a documentação de manutenção e a definição de uso é a base para uma escolha de seguro mais inteligente. A personalização das coberturas, a clareza sobre as condições de uso e o acompanhamento periódico da apólice ajudam a manter o equilíbrio entre custo, proteção e preservação de um exemplar que, pela sua natureza, merece cuidado especial.
Se você está buscando orientação para assegurar esse Maserati com a devida atenção aos detalhes, considere conversar com especialistas que compreendem o universo de carros de coleção e a forma como a FIPE se aplica a modelos clássicos de alto valor. A experiência de um corretor de seguros que entende tanto as nuances do mercado quanto as necessidades específicas de um veículo de luxo esportivo pode fazer toda a diferença na proteção do seu patrimônio automotivo.
Para proteger seu Maserati 222 SE/SR 2.0 V6 1994 com a devida atenção ao valor histórico, pense em uma cotação com a GT Seguros.
