| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 96.641,00 |
| Dez/25 | R$ 96.826,00 |
| Nov/25 | R$ 96.973,00 |
| Out/25 | R$ 97.208,00 |
| Set/25 | R$ 97.521,00 |
| Ago/25 | R$ 98.876,00 |
| Jul/25 | R$ 100.027,00 |
| Jun/25 | R$ 100.128,00 |
| Mai/25 | R$ 100.329,00 |
| Abr/25 | R$ 100.420,00 |
| Mar/25 | R$ 100.571,00 |
| Fev/25 | R$ 100.632,00 |
Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao Mercedes-Benz 1720-A 2p Diesel de 2004 e o que isso significa para a proteção do seu veículo
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para orientar avaliações de mercado de veículos usados. Embora muitos compradores e seguradoras tenham como hábito associar a FIPE apenas a valores de reposição, a função principal dessa referência é oferecer um referencial de mercado que auxilia na tomada de decisão, no ajuste de coberturas e na comparação entre propostas de seguro. Ao falar sobre o Mercedes-Benz 1720-A 2p (diesel) 2004, é importante compreender não apenas como a FIPE estabelece um ponto de referência, mas também como esse ponto pode influenciar escolhas de proteção, garantia e assistência veicular ao longo da vida útil do veículo, especialmente em um modelo mais antigo, com histórico de uso específico e características de manutenção associadas a motores a diesel. A partir dessa base, o tema se conecta a cinco frentes: a ficha técnica do veículo, a reputação da marca, a importância de entender a segmentação do veículo dentro da FIPE, como a seguradora utiliza esse referencial e as melhores práticas para manter o veículo mais protegido ao longo do tempo.
Ficha técnica do Mercedes-Benz 1720-A 2p Diesel 2004
- Marca: Mercedes-Benz
- Modelo: 1720-A
- Versão/configuração: 2 portas, cabine simples
- Ano de fabricação/versão analisada: 2004
- Motorização: Diesel, quatro cilindros em linha
- Deslocamento (faixa típica para o conjunto): 2,0 a 3,0 L
- Potência: aproximadamente 90 a 120 cavalos de potência
- Torque: aproximadamente 230 a 320 Nm
- Transmissão: manual, com frequência de 5 velocidades
- Tração: traseira ou 4×2, dependendo da configuração
- Categoria/uso: veículo utilitário leve com foco em trabalho pesado e mobilidade urbana/rodoviária
- Capacidade de carga útil: típica entre 1,5 e 3,5 toneladas, variando com o chassi e a configuração de cabine
- Tanque de combustível: entre 60 e 90 litros
- Dimensões (aproximadas): comprimento entre 5,0 e 6,2 metros; largura próxima de 2,0 a 2,3 metros; entre-eixos entre 3,0 e 3,8 metros
- Peso próprio (aproximado): entre 2,0 e 3,0 toneladas
- Suspensão: dianteira tipicamente independente; traseira com feixe de molas
Observação: as faixas indicadas acima refletem a variedade de configurações que o Mercedes-Benz 1720-A pode apresentar ao longo do ciclo de produção. Em um veículo usado, é comum encontrar pequenas variações de acordo com a motorização específica, o tipo de cabine, o chassi e eventuais modificações de fábrica. Esses dados ajudam a entender o perfil técnico do modelo quando se compara com outros utilitários da mesma faixa de peso, especialmente ao analisar o comportamento em seguro, custo de manutenção e disponibilidade de peças de reposição.

Sobre a marca Mercedes-Benz
A Mercedes-Benz tem uma trajetória marcada pela busca de excelência em engenharia, segurança e conforto. Originária da visão de Gottlieb Daimler e Karl Benz no final do século XIX, a marca consolidou-se como símbolo de inovação tecnológica, com uma linha de produtos que abrange carros de passeio, utilitários leves e pesados, caminhões, ônibus e vans. O símbolo da estrela de três pontas sugere a ambição de oferecer mobilidade sob três pilares: terra, mar e ar, refletindo a amplitude de atuação da empresa no começo de sua história e na sua expansão global. No Brasil e em boa parte da América Latina, a marca construiu uma reputação associada a durabilidade, robustez de motor Diesel e tecnologia de suspensão que busca equilibrar desempenho com conforto, alinhando-se a perfis de clientes que dependem do veículo para atividades diárias, logísticas ou de transporte de cargas leves.
No espectro de caminhões e utilitários, a MB tem histórico de investimento contínuo em componentes de motor, transmissão e sistemas de freios, frequentemente priorizando soluções que favoreçam torque estável, confiabilidade em condições operacionais adversas e facilidade de manutenção. Mesmo quando se observa um modelo com idade de 2004, o legado da marca se traduz na disponibilidade de peças de reposição, rede de assistência técnica e documentação de manutenção, fatores que influenciam diretamente decisões de seguro, custos de garantia estendida e opções de cobertura de assistência veicular. Para quem avalia um veículo como o 1720-A, entender a marca ajuda a ter perspectiva sobre o desempenho esperado, a vida útil estimada e as estratégias para preservar o valor do bem ao longo dos anos.
Além disso, a manutenção de veículos movidos a diesel requer atenção especial: sensores de injeção, filtros de ar e de combustível, velas de ignição quando aplicável, além de sistemas de emissões que, ao longo de 2004, já viam melhorias em eficiência de combustível e redução de emissões. Em termos de seguro, a robustez da marca costuma traduzir-se em menor probabilidade de falhas imprevisíveis quando comparada a veículos mais jovens ou com menos histórico de uso, desde que as manutenções estejam em dia. Por isso, o relacionamento com a rede de assistência autorizada e com oficinas de confiança é um ativo estratégico para quem escolhe manter esse tipo de veículo ativo no dia a dia de trabalho ou uso pessoal.
Como interpretar a FIPE e sua relação com seguros para esse modelo
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para o conjunto de veículos usados. Ela compila informações com base em transações reais, observando o comportamento de venda de automóveis semelhantes, considerando fatores como idade, estado de conservação, kilometraje, opções de motor, transmissão e carroceria. Quando uma seguradora consulta a FIPE para o Mercedes-Benz 1720-A 2p Diesel 2004, o objetivo é calibrar o que chamamos de parâmetros de indenização e de coberturas com base em uma projeção de comportamento do veículo no mercado atual. Em termos práticos, isso influencia decisões como o valor de cobertura para danos parciais, o teto de indenização por perda total e a adequação de coberturas adicionais (assistência 24h, carro reserva, proteção de vidros e antenas, entre outras). A grande vantagem é alinhar a proteção oferecida com a realidade empírica do mercado, reduzindo lacunas entre o que o segurado espera e o que é possível dentro das condições do veículo, do perfil do condutor e da região de circulação.
Para quem investe em seguros de veículo usado, dois aspectos ganham destaque ao usar a FIPE como referência: a periodicidade de atualização da tabela e a necessidade de observar as variações do veículo específico. A FIPE é atualizada mensalmente, o que ajuda a acompanhar a depreciação de modelos antigos e de utilitários com uso mais intenso. No entanto, cada unidade pode ter particularidades, como histórico de manutenção, desgaste de componentes de freio, estado de pneus, condição da carroceria e integridade de componentes elétricos — todos fatores que, somados, influenciam a classificação de risco e, por consequência, a formatação de condições de seguro. Em termos simples, a FIPE serve como bússola, mas o painel de instrumentos da seguradora considera também o histórico do veículo, as condições de uso e o comportamento do condutor.
Para motoristas que possuem o 1720-A, entender essa dinâmica ajuda a discutir com a corretora ou com a seguradora a melhor forma de proteger o veículo. Coberturas como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo e danos parciais precisam dialogar com o que está refletido na FIPE, bem como com as particularidades do veículo. Em especial, para veículos com idade de aproximadamente uma década ou mais, a combinação de manutenção pró-ativa, inspeções periódicas e registro completo de histórico de serviço pode impactar positivamente as condições da apólice, reduzindo prêmios e facilitando a negociação em casos de sinistro. Em suma, a FIPE não é o único dado utilizado pela seguradora, mas é uma peça-chave para fundamentar o planejamento de proteção com equilíbrio entre custo e benefício.
Boas práticas para proteger seu Mercedes-Benz 1720-A 2p Diesel 2004 pela visão de seguros
Ao planejar a proteção com a aquisição de seguros para um veículo com esse perfil, considere as seguintes práticas, que ajudam a manter as coberturas alinhadas às necessidades reais do usuário e, ao mesmo tempo, facilitam a comunicação com a GT Seguros na hora de cotar:
- Histórico de manutenção detalhado: guarde todas as notas fiscais, guias de serviço e registros de substituição de componentes do motor, freios, suspensão e sistema elétrico. Um registro bem organizado facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar positivamente a negociação de coberturas adicionais.
- Itens de proteção e segurança: instale ou mantenha ativos de segurança, como alarme, imobilizador, travas adicionais e também dispositivos de rastreamento veicular, quando recomendado. Esses itens costumam impactar positivamente no custo da apólice, pois reduzem o fator de risco para o veículo.
- Documentação de modificações: se houver alterações no veículo (adaptations para uso comercial, câmbio, ônibus de língua, carregamento especial, etc.), mantenha a documentação técnica atualizada. Mudanças de configuração podem alterar a avaliação de risco e as
