| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 44.172,00 |
| Dez/25 | R$ 44.258,00 |
| Nov/25 | R$ 44.326,00 |
| Out/25 | R$ 44.434,00 |
| Set/25 | R$ 44.578,00 |
| Ago/25 | R$ 44.673,00 |
| Jul/25 | R$ 44.746,00 |
| Jun/25 | R$ 44.792,00 |
| Mai/25 | R$ 44.882,00 |
| Abr/25 | R$ 45.031,00 |
| Mar/25 | R$ 45.099,00 |
| Fev/25 | R$ 45.127,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz 1721/1721 S 2 portas a Diesel (1991)
Quando pensamos em seguros de veículos usados, a Tabela FIPE é uma referência essencial para entender o valor de mercado do automóvel e, consequentemente, a base de cálculo de várias coberturas. No caso do Mercedes-Benz 1721/1721 S, um modelo europeu com presença no mercado brasileiro em versões de cabine simples e portas compactas, a leitura cuidadosa da FIPE ajuda não apenas a estabelecer um valor de referência para indenizações, mas também a orientar escolhas de seguro mais alinhadas ao perfil de uso, histórico de manutenção e condições do veículo. Este artigo explora a ficha técnica desse modelo específico, a importância da marca e o papel da FIPE no processo de avaliação e contratação de proteção veicular, com foco educativo para quem atua na corretagem de seguros.
Ficha técnica do Mercedes-Benz 1721/1721 S (1991)
- Motorização: Diesel, 4 cilindros em linha, 1.7 L de deslocamento (aprox. 1.7 a 1.8 litros), alimentação por injeção direta, sem turbo na configuração básica da época.
- Potência e torque (valores estimados para o conjunto 1991): potência próxima de 60–72 cv, torque entre 130–170 Nm, com faixa de atuação em rotações moderadas para uso urbano e rodoviário leve.
- Transmissão e tração: manual de 4 velocidades, tração traseira (padrão para utilitários leves da linha), com opções de diferencial simples para distribuição de torque entre rodas.
- Dimensões e capacidade: carroceria de duas portas, comprimento próximo a 4,1 m, largura em torno de 1,69 m, altura próxima de 1,60 m; entre-eixos cerca de 2,40 m; peso de referência em ordem de marcha em torno de 970 kg; peso bruto total (GVW) próximo de 1.420 kg.
Além dessas informações centrais, é comum encontrar no catálogo de ficha técnica dados adicionais que ajudam na avaliação de seguro e de seguro-resposabilidade, como o diâmetro de rodas, a capacidade do tanque de combustível e a carga útil. O tanque de combustível costuma ficar entre 40 e 45 litros, e a capacidade de carga útil varia de acordo com o cumprimento das normas de peso do veículo e com a configuração específica de cada unidade. Em veículos mais antigos, pequenas variações entre veículos podem ocorrer devido a diferenciação de lote de fabricação, de componentes ou de eventuais intervenções de manutenção ao longo da vida do automóvel. Por isso, ao consultar a FIPE ou o catálogo de manuais, vale confirmar a configuração exata do exemplar em questão com base no número de chassi e na documentação do veículo.

A marca Mercedes-Benz: legado de engenharia e confiabilidade
A Mercedes-Benz é uma das marcas associadas a qualidade, engenharia refinada e foco em segurança. Fundada no século XX, a empresa construiu uma reputação sólida ao longo de décadas, com ênfase em inovação, durabilidade e conforto, aliados a padrões elevados de montagem e controle de qualidade. Em veículos mais antigos, esse legado se manifesta na robustez de componentes mecânicos, na confiabilidade do motor diesel de baixa cylindragem para uso misto urbano e rodoviário, bem como na disponibilidade de peças de reposição que ainda circulam no mercado brasileiro, facilitando a manutenção por oficinas especializadas. Para quem atua na área de seguros, o apelo da marca também se traduz em fatores como histórico de confiabilidade, facilidade de obtenção de assistência técnica e percepção de valor residual ao longo dos anos, aspectos que influenciam avaliações de risco e estratégias de proteção veicular.
Contexto histórico do modelo no Brasil e o papel da FIPE
Nos anos 1990, o Brasil recebeu diversas linhas de importação e licenciamentos de veículos europeus, incluindo algumas configurações da Mercedes-Benz que atendiam a nichos de compradores que buscavam utilidade, robustez e um design alinhado às necessidades de uso urbano e, às vezes, leve transporte de carga. Esses veículos, quando circulavam com motor diesel, eram avaliados com base em um conjunto de critérios que contemplava desempenho, consumo, durabilidade de componentes, disponibilidade de peças e custo de manutenção. A Tabela FIPE, criada com o objetivo de padronizar o valor de mercado de veículos usados no Brasil, tornou-se um referencial essencial para corretores de seguros, concessionárias, financeiras e consumidores. Por meio da FIPE, é possível observar tendências de desvalorização, diferenças entre versões com características distintas (como carroceria 2 portas versus 4 portas, ou variações de motor) e como esses fatores impactam a determinação de valores de indenização ou de cobertura de veículos usados em seguros.
Para profissionais de corretagem, entender a relação entre o modelo específico, a configuração de fábrica e as condições de uso é crucial. Ao consultar a FIPE, alguns pontos costumam influenciar a avaliação: tempo de uso, combustível (diesel, no caso), quilometragem, histórico de manutenção, presença de itens originais e evidências de desgaste. Em veículos com motor a diesel de 1991, como o 1721/1721 S, a confiabilidade de componentes como o sistema de injeção, o estado de tubulações, estado dos filtros e a condição da transmissão manual podem ter impacto significativo no valor de referência. Desse modo, a leitura cuidadosa da tabela, associada ao laudo técnico, facilita a construção de propostas de seguro mais adequadas, com primeiras hipóteses de prêmio baseadas em um valor de referência estável e realista.
Aplicação da FIPE na corretagem de seguros: fundamentos práticos
Para quem atua no mercado de corretagem, a FIPE funciona como uma bússola que orienta a precificação de seguros e a avaliação de riscos. Ao tratar de um Mercedes-Benz 1721/1721 S 1991, o corretor precisa considerar não apenas o valor de referência, mas também a possível variação entre modelos equivalentes e as condições de uso do veículo ao longo do tempo. Abaixo, destacam-se pontos-chave sobre como a FIPE embasa decisões na área de seguros:
- Determinação do valor de mercado para coberturas básicas ou abrangentes, servindo como ponto de referência para indenização em caso de perda total ou roubo.
- Ajuste de prêmios com base no valor de indenização potencial, levando em conta o modelo, estado de conservação e histórico de sinistros.
- Avaliação de opções de cobertura específicas para veículos mais antigos, incluindo proteções adicionais para itens como acessórios originais, equipamentos de fábrica e itens de reposição.
- Facilitação de comparação entre propostas de seguro, permitindo ao cliente entender como diferentes seguradoras apresentam o valor de referência, limites de cobertura e franquias com base na mesma base de dados FIPE.
Além disso, é importante compreender que a FIPE é apenas uma referência. Em alguns casos, a seguradora pode considerar valores de mercado alternativos, especialmente se houver particularidades do veículo que não estejam contempladas na tabela. Por isso, é comum que o corretor utilize tanto a FIPE quanto avaliações independentes (perícias, laudos de manutenção, histórico de sinistros) para embasar propostas de seguro mais precisas e alinhadas às necessidades do cliente. A ideia central é traduzir o valor de mercado em prêmios justos, sem subestimar nem superestimar o risco, assegurando proteção adequada sem onerar excessivamente o segurado.
Cuidados com o 1721/1721 S diesel (velho, porém relevante para seguro)
Veículos de idade avançada, especialmente com motor diesel, exigem atenção especial na hora de definir coberturas. Além do valor de referência pela FIPE, o corretor deve considerar fatores como custo de peças de reposição, disponibilidade de assistência técnica e histórico de manutenção do exemplar. Peças de reposição para modelos mais antigos podem ter disponibilidade limitada, o que influencia não apenas o custo de reparo, mas também o tempo de entrega em caso de sinistro. Nesses casos, uma cobertura que contemple assistência 24 horas, guincho, carro reserva ou reposição de peças pode ser valiosa para quem depende do veículo no dia a dia. Abaixo, apresentamos algumas orientações úteis para clientes que possuem ou desejam assegurar um Mercedes-Benz 1721/1721 S 1991:
- Priorize a inclusão de acessórios originais e componentes de fábrica na apólice, pois isso pode impactar no valor de indenização e na vida útil da reparação.
- Considere opções de cobertura para roubo e furto qualificadas, já que veículos mais antigos podem apresentar maior vulnerabilidade a furtos em determinadas regiões, especialmente se o veículo estiver sem proteção adicional.
- Esteja atento à rede de assistência autorizada e à disponibilidade de peças; seguros com rede ampla costumam oferecer maior agilidade na reparação e na reposição de itens quando necessário.
- Tenha em mãos o histórico de manutenção, notas fiscais, e registro de revisões; isso facilita a avaliação pela seguradora e pode influenciar positivamente na faixa de prêmio.
Em termos de uso, veículos como o 1721/1721 S diesel costumam transitar bem em contextos de uso urbano com trechos de estrada, onde a robustez do conjunto motor-transmissão pode se traduzir em menor desgaste em condições adequadas de manutenção. Contudo, por se tratar de um veículo com mais de duas décadas de atuação, a idade do motor, a corrosão de componentes, a vida útil de peças como o sistema de injeção, o sistema de combustível e a cabine devem ser considerados na hora de contratar a proteção veicular. A leitura da FIPE, aliada à avaliação do estado do veículo pelo cliente, ajuda a formar um quadro claro sobre o que esperar da indenização e das condições de cobertura, além de orientar o planejamento financeiro de manutenções e substituições quando necessário.
Notas finais sobre a Tabela FIPE e o seguro de veículos clássicos
A Tabela FIPE continua a ser uma ferramenta indispensável para quem compra, vende, financia ou assegura veículos usados. Em modelos clássicos e específicos, como o Mercedes-Benz 1721/1721 S 2p Diesel de 1991, a interpretação da FIPE precisa considerar as particularidades do exemplar e as condições de mercado regional. Condições de conservação, histórico de uso, quilometragem e o estado de preservação geral podem fazer a diferença entre um valor de referência estável e situações em que o preço de reposição fica acima da média. Por isso, além da leitura direta da FIPE, é recomendável que o corretor estime o valor de substituição com base em avaliações técnicas, inspeções e documentação do veículo, promovendo uma proposta de seguro mais fiel ao cenário real do veículo e às necessidades do segurado.
Para quem trabalha com seguros automotivos, manter-se informado sobre as flutuações da FIPE e as tendências de mercado ajuda a orientar clientes sobre prazos de renovação, revisões de prêmio e ajustes de coberturas. Em veículos antigos, o foco não é apenas o valor de aquisição, mas também o custo de preservação, a disponibilidade de peças, a rede de assistência e o impacto de eventual sinistro na vida prática do proprietário. Esse conjunto de fatores, aliado a uma correta leitura da ficha técnica do veículo e do contexto de uso, forma a base de uma proteção mais inteligente e econômica para o cliente.
Considerando tudo o que foi apresentado, quem atua na área de seguros e corretagem pode orientar o cliente do Mercedes-Benz 1721/1721 S 1991 a escolher uma cobertura que combine o valor de referência da FIPE com a realidade prática do veículo, assegurando proteção contra perdas, danos e roubo sem comprometer a acessibilidade financeira da apólice ao longo do tempo. Ao final, a prioridade é oferecer uma proteção alinhada à necessidade real do proprietário e ao histórico do veículo, mantendo o equilíbrio entre custo da cobertura e tranquilidade
