| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 71.812,00 |
| Dez/25 | R$ 71.949,00 |
| Nov/25 | R$ 72.058,00 |
| Out/25 | R$ 72.232,00 |
| Set/25 | R$ 72.464,00 |
| Ago/25 | R$ 72.617,00 |
| Jul/25 | R$ 72.734,00 |
| Jun/25 | R$ 72.807,00 |
| Mai/25 | R$ 72.953,00 |
| Abr/25 | R$ 73.019,00 |
| Mar/25 | R$ 73.129,00 |
| Fev/25 | R$ 73.173,00 |
Interpretando a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz 1721/1721 S: ficha técnica, contexto da marca e seguros (1998)
O que a Tabela FIPE representa e por que é relevante para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estabelecer o valor de veículos no mercado. Elaborada pela fundação FIPE, ela consolida preços médios de venda de carros, utilitários e caminhões usados, com atualização mensal para refletir as oscilações de oferta, demanda e condições de uso. No contexto de seguros, esse índice serve como base para calcular o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro, especialmente em situações de perda total ou assessoria de sinistro. Quando uma seguradora utiliza o código FIPE, como o Mercedes-Benz 1721/1721 S 3-Eixos 2p (diesel) de 1998, ela está recorrendo a uma referência padronizada, que facilita avaliações justas e consistentes entre clientes, frotas e sinistralidade.
É importante compreender que a FIPE não é o preço de compra nem o valor de mercado atual exato de cada veículo específico. O índice representa uma média de transações, levando em conta a configuração do veículo (modelo, ano, combustível) e o tipo de uso comum. Qualquer particularidade — como estado de conservação, histórico de manutenção, eventuais alterações na carroceria, ou personalizações — pode afastar o valor FIPE do preço efetivo observado em uma negociação ou na reposição de seguro. Por isso, para contratos de seguros de caminhões, a FIPE funciona como um referencial, enquanto a apólice pode incorporar outros elementos para refletir o valor atual do bem.

Ficha Técnica do Mercedes-Benz 1721/1721 S (3-eixos, 2 portas, diesel) — 1998
A linha Mercedes-Benz 1721/1721 S é reconhecida por sua configuração de caminhão pesado com três eixos, destinada a transporte de carga em operações de médio a longo trajeto. Em 1998, esse código de modelo já era utilizado por frotistas que buscavam robustez, capacidade de carga e disponibilidade de peças em rede de oficinas credenciadas. A seguir, apresentamos a ficha técnica típica associada a esse código, com observação de que números exatos podem variar conforme a carroceria, configuração de eixo e cabine adquirida pela empresa.
Categoria: Caminhão pesado, com três eixos, cabine de duas portas. Essa configuração é comum para aplicações de distribuição de carga, transporte de veículos ou implementos, dependendo da carroceria instalada pelo proprietário.
Combustível: Diesel. A motorização diesel é a base da linha 1721/1721 S, oferecendo torque suficiente para tração de cargas moderadas a pesadas e boa durabilidade em uso contínuo.
Motor: Diesel, em linha, com seis cilindros, concebido para desempenho estável em trechos rodoviários e trechos de estrada com variações de elevação. A cilindrada típica varia conforme a configuração, com faixa estimada entre 7,0 a 8,0 litros.
Potência: Entre aproximadamente 180 e 310 cavalos de potência, dependendo da versão do motor e da aplicação da carroceria. Em aplicações de caminhões com reboque ou carroceria pesada, a potência na faixa mais alta facilita manuseio de carretas e cargas elevadas.
Torque: Geralmente entre 700 e 1100 Nm, variando conforme a configuração de motor, turbo e mapa de injeção. O torque é fator-chave para aceleração inicial em carga completa e para manter desempenho em subidas com peso elevado.
Transmissão: Manual, com múltiplas marchas. As opções podem incluir diferentes gamas de caixa de câmbio, adaptadas à demanda de torque e velocidade em operação rodoviária. Em frotas, é comum escolher entre relações de 6 a 9 marchas, com embreagem robusta para manuseio de carga.
Tração e eixo: Três eixos, com configurações que variam entre 6×2 e 6×4, a depender da versão e da carroceria. A presença de três eixos oferece maior capacidade de peso e estabilidade em curvas, além de facilitar a distribuição de carga entre os eixos dianteiro e traseiro.
Peso Bruto Total (PBT): A faixa típica varia conforme o conjunto de eixos, cabine e carroceria instalada. Em caminhões de 3 eixos, é comum encontrar valores entre cerca de 14.000 kg e 18.000 kg de PBT, sempre obedecendo às normas locais de trânsito e às especificações do fabricante.
Capacidade de carga e dimensões: A capacidade de carga depende da carroceria instalada e das especificações de eixo. Em termos de dimensões, caminhões com três eixos costumam apresentar comprimentos que variam amplamente conforme a carroceria e o implemento, com comprimentos totais entre 7,5 m e 9,5 m em configurações comuns. A largura e a altura são determinadas pela cabine e pela geometria da carroceria, mantendo-se compatíveis com padrões rodoviários brasileiros.
A marca Mercedes-Benz e o papel nos caminhões comerciais
A Mercedes-Benz é uma das marcas mais reconhecidas globalmente pela construção de veículos de alto desempenho, confiabilidade e inovação tecnológica. No segmento de caminhões, a casa alemã consolidou-se ao longo de décadas como referência de robustez, eficiência de combustível, conforto do motorista e presença de rede de assistência técnica. Em termos históricos, a Mercedes-Benz tem raízes profundas no desenvolvimento de motorização industrial, com foco em demanda de frete, entregas comerciais e logística de longa distância. No Brasil, a presença da marca desde as décadas passadas ajudou a moldar práticas de manutenção, rede de concessionárias e suporte técnico para frotistas, contribuindo para o amadurecimento do mercado de caminhões usados em diferentes segmentos — desde distribuição regional até operações de transporte de carga pesada.
Entre as qualidades associadas à Mercedes-Benz, destacam-se a engenharia voltada para durabilidade, o uso de componentes de qualidade e a familiaridade dos motoristas com o desempenho estável de motores diesel de grande deslocamento. Para o código 1721/1721 S, isso se traduz em uma configuração capaz de suportar rotinas de serviço repetitivas, ao mesmo tempo em que oferece desempenho adequado para operações que exigem torque, força de tração e confiabilidade ao longo do tempo. A marca também costuma manter uma rede de peças de reposição e assistência técnica que facilita a manutenção preventiva, o que é essencial para frotas que dependem de disponibilidade de veículo.
Essa combinação entre reputação, disponibilidade de peças e suporte técnico é um fator relevante ao considerar o valor de reposição ou o custo de seguro. Embora a Tabela FIPE ofereça uma referência objetiva, o histórico de cada unidade — como idade, uso, condições de manutenção e nível de desgaste — influencia a avaliação final pela seguradora, especialmente para veículos com 3 eixos que costumam ter custos de reparo mais elevados em caso de sinistro.
Impacto da idade, da configuração de eixo e do uso na avaliação FIPE
Veículos fabricados em 1998, como o 1721/1721 S, entram em uma faixa etária que exige atenção especial por parte de seguradoras e proprietários. A idade do veículo impacta tanto o custo de manutenção quanto a disponibilidade de peças originais, fatores que, por sua vez, influenciam o prêmio de seguro. A Tabela FIPE incorpora a idade do veículo na composição de seus valores, sugerindo que unidades mais velhas tendem a ter valores de referência menores, o que pode afetar o valor segurado para indenização total. No entanto, o ajuste não é automático nem linear: frotas com histórico exemplar de manutenção e com peças originais bem preservadas podem ver o valor FIPE desconsiderar peculiaridades positivas da unidade, o que reforça a importância de uma avaliação minuciosa pela seguradora.
A configuração de eixo também desempenha papel relevante na leitura da FIPE. Caminhões com três eixos, especialmente em versões com 6×2 ou 6×4, apresentam maior capacidade de carga e complexidade mecânica em comparação a modelos de eixo único. Isso pode refletir em custos de reparo, disponibilidade de peças e tempo de indisponibilidade em caso de sinistro. Além disso, o tipo de carroceria — se é transporte de carga geral, baú, plataforma ou implemento — influencia o valor de reposição, já que diferentes itens agregam ou não valor adicional ao bem segurado.
Por fim, o uso diário — frete, trecho curto, operação em ambiente urbano ou rodoviário — também modula o desgaste, o consumo de combustível e a demanda de peças. Operações com alta quilometragem anual costumam contribuir para depreciação mais acelerada, o que se reflete na leitura da FIPE. Portanto, proprietários e gestores de frotas devem considerar não apenas a idade do veículo, mas também o histórico de uso para entender como o valor de referência pode se comportar diante de uma eventual indenização ou substituição. Em termos de seguro, esse conjunto de fatores é essencial para determinar o valor segurado adequado, evitando subseguro ou sobreseguro, e para calibrar o prêmio de forma mais precisa.
Notas sobre seguro e avaliação: aspectos práticos para o 1721/1721 S
Ao planejar a proteção do Mercedes-Benz 1721/1721 S, vale considerar alguns pontos práticos que costumam aparecer na prática de seguros de veículos comerciais pesados. Abaixo estão itens com foco educativo para entender como a Tabela FIPE se aplica, sem perder de vista a realidade de uma frota com esse tipo de veículo.
- Histórico de manutenção: Manter registros consistentes de revisões, trocas de óleo, peças críticas e intervenções ajuda a justificar o valor segurado escolhido e pode influenciar a aceitação de sinistros pela seguradora.
- Estado da carroceria e do motor: Aparelhos críticos, como motor, sistema de transmissão e componentes de freio, devem apresentar bom estado para evitar impactos no prêmio de seguro e na avaliação de sinistro.
- Uso e padrão de operação: Viagens frequentes de longa distância, operações em trechos com viés de carga pesada ou condições de estrada diferentes podem alterar o risco industrial e, consequentemente, o custo do seguro.
- Local de operação e histórico de sinistros: Áreas com maior incidência de roubo ou danos, bem como o histórico de sinistros da frota, influenciam a percepção de risco pela seguradora e podem impactar prêmios ou coberturas disponíveis.
Conclusão: como a Tabela FIPE orienta seguros e gestão de ativos
A leitura da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz 1721/1721 S de 1998 envolve entender que o índice é uma referência de mercado que facilita padronizar avaliações, prêmios e indenizações. A ficha técnica, embora resumida no artigo, traz pontos-chave sobre a configuração de três eixos, cabine de duas portas, motor diesel e a capacidade de carga que esse tipo de caminhão entrega. A marca Mercedes-Benz, com seu histórico de robustez e rede de suporte, agrega valor aos ativos de frota, mesmo quando o veículo já pertence a uma faixa etária. Ao combinar FIPE, ficha técnica e práticas de manutenção, proprietários e gestores de seguro podem tomar decisões mais informadas, buscando coberturas adequadas às características específicas do veículo, minimizando riscos e otimizando custos.
Para quem busca simplificar o processo de proteção desse ativo, a GT Seguros oferece opções de cotação que consideram as particularidades do Mercedes-Benz 1721/1721 S, ajudando a alinhar o seguro com as necessidades operacionais. Faça já uma cotação com a GT Seguros e obtenha condições que reflitam a realidade da sua frota, com foco em cobertura, agilidade de atendimento e equilíbrio entre custo e proteção.
