| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 25.248,00 |
| Fev/26 | R$ 24.999,00 |
| Jan/26 | R$ 25.130,00 |
| Dez/25 | R$ 25.263,00 |
| Nov/25 | R$ 25.437,00 |
| Out/25 | R$ 25.957,00 |
| Set/25 | R$ 25.449,00 |
| Ago/25 | R$ 25.198,00 |
| Jul/25 | R$ 25.239,00 |
| Jun/25 | R$ 25.265,00 |
| Mai/25 | R$ 25.316,00 |
| Abr/25 | R$ 25.339,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Mercedes-Benz 180-D 2.4 Diesel de 1996 nas variantes Pick-Up e Furgão
A Tabela FIPE é a referência oficial de valores usados no Brasil para veículos. Ela funciona como uma base estatística, atualizada mensalmente, que agrega transações reais, anúncios e dados de mercado para oferecer um preço médio de consulta por modelo, ano e configuração. Em seguros, a FIPE é amplamente utilizada para embasar coberturas, indenizações e avaliações de perdas, pois oferece um referencial coletivo que facilita a comunicação entre seguradoras, corretores, titulares e instituições financeiras.
Quando falamos do Mercedes-Benz 180-D 2.4 Diesel de 1996, especialmente nas variações de Pick-Up e Furgão, a FIPE cruza informações sobre a linha de utilitários leves que a marca oferecia naquela década. Essas versões eram amplamente adotadas por pequenos negócios, oficinas, transporte regional e atividades que exigiam robustez, economia de combustível em diesel e facilidade de manutenção. Por isso, compreender a tabela FIPE para esse modelo ajuda tanto no momento da contratação do seguro quanto na definição de coberturas, franquias e limites de indenização em caso de sinistros.

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta seguros
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) elabora preços médios de veículos usados com base em séries históricas de transações reais. Esses valores servem como referência para diversas situações, incluindo venda, avaliação de seguros, financiamento e consórcios. Para um veículo antigo ou clássico, como o 180-D 1996, a FIPE funciona como um balizador de valor, ajudando a seguradora a estabelecer o valor de referência para a cobertura completa, determinada indenização ou reposição. É comum que o proprietário utilize a FIPE como ponto de partida para entender o quanto o carro pode valer no mercado, levando em consideração a conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e eventuais alterações de carroceria ou de conformidade com as normas vigentes.
É importante notar que a FIPE não substitui o valor de mercado real em cada anúncio específico ou a avaliação particular de uma viatura. Em veículos antigos, o estado de conservação, a originalidade de peças, a presença de itens como itens de proteção, histórico de sinistros e modificações podem influenciar o valor final. Já para contratos de seguro, a seguradora normalmente utiliza a FIPE como primeira referência, mas pode realizar ajustes baseado em laudos, vistorias técnicas e o histórico de uso do veículo.
Mercedes-Benz no Brasil e a linha 180-D de 1996
A história da Mercedes-Benz no Brasil remonta a décadas de atuação em diferentes segmentos do mercado automotivo. A marca consolidou, entre outras coisas, uma tradição de engenharia voltada à durabilidade, à robustez e à facilidade de manutenção, características valorizadas no segmento de utilitários leves. Em 1996, a linha 180-D, disponível em versões de Pick-Up e Furgão, ocupava posição estratégica para negócios que dependiam de confiabilidade e custo de operação contido. O motor diesel, típico desse conjunto, trazia torque suficiente para deslocamentos com carga, aliando desempenho moderado a uma boa economia de combustível para o seu tempo. A infraestrutura de peças de reposição, a rede de assistência técnica da marca e o orçamento de manutenção influenciavam diretamente a decisão de aquisição por empresas que tratavam o veículo como ferramenta de trabalho, e não como símbolo de ostentação.
Do ponto de vista histórico, o Mercedes-Benz 180-D de 1996 representa uma rara combinação entre a identidade de marca — reconhecida pela qualidade de engenharia — e a praticidade de uso diário em condições variáveis do Brasil. A carroceria Pick-Up favorecia a versatilidade de carga, enquanto a Furgão priorizava o aproveitamento do espaço para transportar mercadorias. Em termos de mercado, esse tipo de utilitário, com motor diesel e mecânica relativamente simples, manteve valor estável ao longo de muitos anos, desde que fosse bem conservado e recebesse manutenção regular. Esse contexto é relevante para quem conduz ou administra uma frota pequena ou trabalha com o veículo de forma autônoma, já que a seguradora tende a considerar fatores como o histórico de uso, o estado da carroceria, a quilometragem e o cuidado com a manutenção na hora de definir a cobertura mais adequada.
Carroceria Pick-Up vs Furgão: diferenças relevantes para seguro e uso
As variantes Pick-Up e Furgão compartilham boa parte da mecânica, especialmente o motor diesel de 2.4 litros e a configuração de tração voltada para utilitários. No entanto, as diferenças entre as carrocerias influenciam diretamente a experiência de uso, a proteção de carga e, consequentemente, a avaliação para seguro:
– Pick-Up: voltada para transporte de cargas em geral com caçamba aberta ou com tampa, oferece boa agilidade em manobras urbanas e rotas pouco complexas. A suspensão costuma ser mais simples do que em furgões, favorecendo a capacidade de carga prática, mas requer atenção especial à preservação da caçamba, pontos de junção e reparos na carroceria diante de corrosão e impactos.
– Furgão: pensado para maximizar o espaço de carga, tem menor modularidade para itens volumosos, porém oferece proteção superior à carga por meio de fechamento traseiro sólido. Em termos de seguro, a versão furgão costuma exigir maior cuidado com ensaios de estanqueidade, travas, fechaduras, e a manutenção de portas e vidros, que influenciam o risco de furto e danos internos. Em campo prático, a escolha entre uma ou outra configuração depende do tipo de operação do negócio e do custo total de propriedade, incluindo consumo, manutenção e reparos.
Independentemente da carroceria, a base de engenharia do 180-D 2.4 Diesel de 1996 enfatiza confiabilidade, simplicidade de reparo e disponibilidade de peças. Esses fatores costumam favorecer acordos de seguro mais estáveis, com índices de sinistralidade relativamente previsíveis, desde que o veículo seja mantido em bom estado de conservação e com histórico de manutenção claro.
Ficha Técnica: Mercedes-Benz 180-D Pick-Up/Furgão 2.4 Diesel 1996
A ficha técnica a seguir resume as características mais relevantes para entender a operação, o desempenho e a manutenção do modelo 180-D 2.4 Diesel de 1996, levando em conta as duas carrocerias (Pick-Up e Furgão). Vale lembrar que variações de ano, versão e país de envio podem alterar alguns valores. A proposta é oferecer um panorama útil para avaliação de seguro, serviços e custos de propriedade.
- Motor: diesel de 4 cilindros, 2,4 litros; configuração típica de alimentação com injeção tradicional para a época e boa disponibilidade de peças de reposição.
- Transmissão: manual de 4 velocidades; câmbio simples e robusto, compatível com uso comercial diário e com reparos relativamente acessíveis.
- Tração: traseira (4×2); chassis projetado para suportar cargas moder
