Valor FIPE Atual
R$ 23.434,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 021062-5
Ano: 1988-1
MêsPreço
Jan/26R$ 23.434,00
Dez/25R$ 23.552,00
Nov/25R$ 23.671,00
Out/25R$ 23.728,00
Set/25R$ 23.848,00
Ago/25R$ 23.968,00
Jul/25R$ 23.792,00
Jun/25R$ 23.574,00
Mai/25R$ 23.418,00
Abr/25R$ 23.034,00
Mar/25R$ 22.784,00
Fev/25R$ 22.899,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE do Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988 e sua ficha técnica

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo modelos de passeio de marcas tradicionais como a Mercedes‑Benz. Quando falamos de um exemplar específico, como o Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 fabricado em 1988, a leitura da tabela envolve particularidades que vão além do simples número de um ano. Este artigo explora, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo, apresentando também a ficha técnica correspondente, o contexto da marca e orientações úteis para quem atua no mercado de seguros. O objetivo é oferecer uma visão clara para quem busca entender o valor referencial sem confundir com custos atuais, substituições ou orçamentos de restauração. Acompanhe os pontos-chave, com atenção especial à ficha técnica, processo de leitura da FIPE e o que isso significa no cenário de seguro automotivo.

Contexto histórico e o que representa o Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988

O Mercedes‑Benz 190‑E, integrante da família W201, é reconhecido como um clássico moderno que ajudou a consolidar a imagem da marca alemã de engenharia precisa e confiável. Lançado no início dos anos 1980, o 190‑E ganhou popularidade entre executivos e entusiastas que buscavam um carro com conforto, acabamento requintado e dinâmica de condução sólida. A versão 2.3, específica para o mercado de motorizações de 2,3 litros, ficou marcada por combinar robustez de motor com uma suspensão calibrada para oferecer equilíbrio entre conforto e desempenho em rodovias brasileiras cada vez mais exigentes. Essa combinação — construção durável, linhas elegantes e reputação de valor de revenda estável — faz com que o 190‑E 2.3 de 1988 seja frequentemente avaliado com base na percepção de conservação, histórico de manutenção e estado de origem, fatores que influenciam significativamente o valor apontado pela FIPE ao longo do tempo.

Tabela FIPE Mercedes-Benz 190-E 2.3 1988

Entender a tabela FIPE para esse exemplar envolve reconhecer diferenças entre versões, condições do veículo e variações regionais. A FIPE compara modelos com base em condições usuais de circulação, desprezando, por exemplo, o peso de restaurações completas ou de personalizações que não estejam alinhadas ao padrão de fábrica. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para o 190‑E 2.3 de 1988, vale mapear itens como o estado de conservação, compatibilidade de peças, histórico de manutenção e eventual originalidade de itens que possam impactar o valor referencial apresentado pela base de dados.

Ficha técnica do Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 (1988)

A ficha técnica de um veículo é a bússola que orienta compradores, corretores e seguradoras sobre características essenciais de desempenho, manutenção e compatibilidade de peças. Abaixo, apresentamos os pontos-chave que costumam compor a ficha do 190‑E 2.3 de 1988. Observação: as especificações podem variar conforme o mercado (Europa, América do Norte, Brasil) e conforme a configuração de fábrica disponível no seu veículo específico.

  • Motor: 2,3 litros, quatro cilindros em linha, aspiração natural, alimentação por injeção eletrônica confiável; projeto voltado para equilíbrio entre torque útil e resposta de aceleração em rotações moderadas.
  • Potência: aproximadamente entre 122 e 136 cv (DIN), dependendo da versão, do mercado e da calibração de fábrica da época.
  • torque: na faixa de 170 a 185 Nm, com faixa de torque útil para cruzeiro e retomadas em rodovias brasileiras, especialmente em velocidades altas onde a tecnologia da época mostrava suas limitações em comparação aos padrões atuais.
  • Transmissão e tração: disponibilidade de transmissão manual de até 5 velocidades ou automática de 4 velocidades (4G‑Tronic), com tração traseira; o câmbio automático era comum em versões voltadas ao uso executivo, enquanto o manual era procurado por quem desejava maior envolvimento com a condução.

Dimensões gerais e massa podem variar conforme o ano de fabricação e o mercado, mas, de modo aproximado, o 190‑E 2.3 de 1988 apresenta um comprimento próximo de 4,5 metros, largura em torno de 1,7 a 1,75 metros, altura entre 1,4 e 1,45 metros e entre-eixos de aproximadamente 2,6 a 2,7 metros. O peso em ordem de serviço costuma girar ao redor de 1.200 a 1.350 kg, refletindo a construção em aço tradicional da época, com níveis de ruído e conforto acentuados pela suspensão independente na dianteira e eixo semi‑tração na traseira. O porta‑-malas oferece espaço competitivo para o seu tempo, contribuindo para a percepção de utilidade prática em viagens longas.

É pertinente notar que, em termos de consumo, veículos clássicos como o 190‑E 2.3 não se comparam aos modernos em eficiência. A eficiência depende muito de padrões de condução, de manutenção do motor e da qualidade da regulagem da injeção, do sistema de ignição e da transmissão. Por isso, em avaliações para seguro ou venda, é comum encontrar faixas de consumo que variam com o estado de conservação, bem como com o tipo de estrada e o perfil de uso — urbano, estrada, ou viagens de maior distância.

Interpretação da Tabela FIPE para o 190‑E 2.3 de 1988

Ao consultar a Tabela FIPE para o Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988, entenda que o valor listado funciona como referência de mercado para o veículo em condições de uso comum, com conservação compatível ao padrão de fábrica, sem modificações profundas que alterem o equilíbrio original. Para quem atua no setor de seguros, esse valor de referência é útil para estimativas de cobertura, sem substituir o cuidado com avaliação individual de cada unidade. Alguns pontos importantes na leitura da FIPE:

  • A FIPE tende a refletir a média de preços praticados pelo mercado para um conjunto de carros de linha e versão, não captando variações específicas de carros muito bem conservados, com histórico completo de manutenção ou com alterações estéticas que não comprometam a originalidade.
  • Carros de colecionador ou exemplares extremamente conservados podem apresentar valor de mercado superior ao informado pela FIPE, especialmente quando o veículo é pouco comum em circulação ou preservado com peças originais originais de fábrica.
  • Ao considerar o seguro, usar a FIPE como base de referência para o valor de mercado é comum, mas muitas seguradoras também consideram o valor de reposição ou de reconstrução (especialmente para carros com alto custo de restauração) e podem solicitar inspeção física ou fotografias detalhadas do veículo.
  • A inflação de peças, custo de mão de obra, disponibilidade de itens originais e histórico de manutenção influenciam a avaliação final pela seguradora. Um veículo com histórico completo de manutenção, serviço autorizado e documentação de originais pode ter melhor percepção de valor, mesmo que a FIPE ofereça uma referência mais conservadora.

Para quem está montando uma apólice de seguro, considerar a Tabela FIPE juntamente com a ficha técnica, o estado de conservação e o histórico de serviço ajuda a estabelecer uma cobertura que proteja não apenas o valor de reposição, mas também os custos de restauração caso ocorra uma indenização. Em veículos clássicos como o 190‑E 2.3 de 1988, é comum que a seguradora peça informações adicionais, como comprovantes de manutenção, registros de peças originais, histórico de sinistros e, em alguns casos, avaliações periciais para confirmar o estado geral do carro. A boa prática é manter a documentação organizada e atualizada, facilitando o processo de avaliação pelo corretor de seguros.

Aspectos práticos para conservação e valorização do modelo

Conservar bem um Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988 não só preserva a condição mecânica e estética, como também ajuda a manter (ou até melhorar) o valor de mercado referenciado pela FIPE. Abaixo estão pontos práticos, resumidos em quatro itens que costumam fazer diferença na avaliação do veículo ao longo do tempo:

  • Histórico de manutenção completo: guardar notas, trocas de óleo, filtros, velas, pastilhas, freios, alinhagens e serviços de transmissão ajuda a demonstrar cuidado contínuo com o carro.
  • Conservação da carroceria e interior: evitar corrosão, danos na pintura original e desgaste de bancos e painéis contribui para a percepção de originalidade e bom estado de conservação.
  • Peças originais e documentação: manter peças originais quando possível ou adaptar apenas com componentes compatíveis de fábrica costuma ser valorizado pelas seguradoras e colecionadores.
  • Quilometragem e uso: veículos com baixa quilometragem relativa ao ano e uso moderado tendem a receber avaliações mais favoráveis, especialmente quando acompanhados de laudos técnicos que atestem o estado mecânico.

Existem também estratégias simples para quem pretende manter o veículo com boa apresentação para eventuais avaliações — por exemplo, armazenagem em local coberto, cuidados com a pintura, higienização regular do interior, e pequenos reparos preventivos que evitam problemas maiores no futuro. A ideia é manter o carro o mais próximo possível do estado original de fábrica, o que frequentemente favorece a percepção de valor na FIPE e, consequentemente, nas cotações de seguro.

A marca Mercedes-Benz: tradição, engenharia e foco no usuário

Mercedes‑Benz é sinônimo de engenharia alemã dedicada à qualidade, durabilidade e segurança. A história da marca remonta a mais de um século de desenvolvimento tecnológico, sempre com foco na melhoria da experiência de condução, conforto e proteção de ocupantes. Para o público brasileiro, a Mercedes‑Benz tornou-se referência em sedãs executivos, premium hatchbacks e veículos de luxo que combinam acabamento sofisticado com soluções técnicas que visam reduzir o desgaste em uso diário.

A filosofia da marca privilegia a robustez de chassis, resposta de motor em rotações eficientes e suspensão capaz de oferecer conforto sem comprometer a estabilidade em curvas. A ideia de “unidade entre forma e função” está presente em modelos como o 190‑E, que, ao longo de seus anos de produção, consolidou audiência entre quem valoriza o equilíbrio entre elegância estética, capacidade de carga, confiabilidade e prazer de dirigir. Embora os padrões de segurança e entretenimento tenham evoluído desde a década de 1980, a herança da Mercedes‑Benz continua influenciando as expectativas de qualidade, reparabilidade e disponibilidade de peças para modelos clássicos, inclusive para quem deseja manter o carro em uso diário ou em lojas de restauração especializadas.

Para o corretor de seguros, entender esse DNA da marca ajuda a comunicar aos clientes que a escolha por uma seguradora que reconheça a singularidade de um veículo Mercedes clássico pode resultar em coberturas mais adequadas à realidade de uso, preservação de valor e necessidade de restauração em caso de sinistro. A gestão de risco associada a carros de época envolve não apenas a proteção direta contra perdas, mas também o planejamento de custos de manutenção, disponibilidade de peças e tempo de entrega de serviços específicos que, em muitos casos, dependem de rede de assistência especializada.

Como a FIPE é utilizada na prática pelos seguros (visão educativa)

Para quem trabalha com seguros ou compra de forma educativa, é importante entender a função prática da FIPE diante de um modelo específico como o 190‑E 2.3 de 1988. Em termos simples, a FIPE é usada como referência de preço de mercado do veículo na data de consulta, servindo de base para cálculos de cobertura, indenização e avaliação de risco. Alguns usos comuns incluem:

  • Definição do valor de referência para seguros contra roubo, colisão e incêndio, com o objetivo de estabelecer limites de cobertura compatíveis com o valor de mercado do veículo.
  • Avaliação de propostas de seguradoras que exigem uma base objetiva de preço para comparação entre planos, margens de lucro e níveis de franquia.
  • Estimativa de valor de reposição em caso de perda total, quando a seguradora precisa estimar o custo de substituição por um veículo equivalente da mesma época ou com características similares.
  • Ajustes periódicos de prêmios com base na variação de preço de mercado documentada pela FIPE, acompanhando tendências de demanda, disponibilidade de peças e interesse de colecionadores.

É fundamental lembrar que, para veículos clássicos, a FIPE pode não capturar com exatidão o valor de um exemplar excepcionalmente conservado ou com histórico único. Nesses casos, muitos clientes recorrem a avaliações complementares, como conferência de laudos de conservação, histórico de manutenção documentado, fotos de alta qualidade e, por vezes, laudos técnicos de especialistas em carros de época. Essa prática busca assegurar que a cotação de seguro reflita com maior precisão o estado específico do veículo, indo além da média apresentada pela tabela de referência.

Conclusão: alinhando FIPE, ficha técnica e proteção segura

Ao lidar com a Tabela FIPE para o Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988, é essencial combinar dados oficiais da ficha técnica, o estado de conservação do exemplar e o histórico de manutenção para chegar a uma avaliação de valor que faça sentido para o seguro, para venda ou para reposição. O 190‑E 2.3, como parte da linha W201, representa uma peça importante da história automotiva, unindo elegância, engenharia reconhecida pela robustez alemã e uma experiência de condução que inspira cuidado por parte de proprietários e entusiastas. A leitura atenta da FIPE, integrada a uma ficha técnica bem documentada e a uma estratégia contínua de preservação, facilita decisões informadas quanto à contratação de seguro, opções de cobertura e planejamento de custos de manutenção ao longo dos anos.

Se você busca orientação prática para fazer a cotação de seguro ou entender melhor como a FIPE pode influenciar a proteção do seu Mercedes‑Benz 190‑E 2.3 de 1988, conte com profissionais que apreciam a particularidade de modelos clássicos e que sabem sair do caminho comum para oferecer planos ajustados às necessidades reais do seu veículo.

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