Valor FIPE Atual
R$ 384.059,00
↓ 5,0% vs mês anterior
FIPE: 509268-0
Ano: 2016-3
MêsPreço
Fev/26R$ 384.059,00
Jan/26R$ 404.273,00
Dez/25R$ 390.602,00
Nov/25R$ 399.656,00
Out/25R$ 400.618,00
Set/25R$ 401.905,00
Ago/25R$ 402.751,00
Jul/25R$ 417.094,00
Jun/25R$ 413.658,00
Mai/25R$ 422.010,00
Abr/25R$ 432.831,00
Mar/25R$ 448.530,00

Visão detalhada sobre a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para balizar a valorização de veículos usados, incluindo caminhões pesados. Quando se trata de uma unidade como o Mercedes-Benz Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016, há particularidades que afetam o valor de referência e, consequentemente, a avaliação de risco para o seguro. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e o seguro, destacando a ficha técnica do modelo, as características que influenciam a cotação e as melhores práticas para proteção de ativos de frotas. O objetivo é oferecer um guia educativo para gestores de frota, corretores de seguros e motoristas que atuam no segmento de transporte de cargas pesadas.

Ficha técnica do Mercedes-Benz Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016

Abaixo está uma ficha técnica consolidada para o Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016, com base nas configurações comumente oferecidas pela Mercedes-Benz para esse conjunto. Vale lembrar que, devido às variações de carroceria (caçamba, carroceria tanque, carroçaria frigorífica, entre outras) e de opcionais, alguns parâmetros podem sofrer ajustes. Em termos gerais, as informações ajudam a entender a dimensão do veículo na tabela FIPE e, por consequência, no seguro.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ Actros 4844 K 8×4 2p (diesel) (E5) 2016
  • Motor: seis cilindros em linha, banco de 12,8 litros, turbo com intercooler; potência nominal de até 440 cavalos (aproximadamente) e torque próximo de 2.100 Nm, dependendo da configuração específica. Trata-se de um conjunto robusto, adequado para transporte pesado de cargas volumosas e/ou pesadas em longas distâncias.
  • Transmissão: automatizada PowerShift 3 com 12 velocidades, projetada para oferecer trocas suaves em operação de fretamento, otimização de consumo em trechos longos e menor fadiga do motorista em jornadas extensas.
  • Tração e chassi: 8×4 (quatro eixos, com tração em, no mínimo, dois eixos traseiros), típico de caminhões destinados a atividades de carga pesada, inclinações acentuadas e terrenos desafiadores. A configuração 8×4 favorece a estabilidade e a capacidade de distribuição de peso em carrocerias de caçamba ou basculante.
  • Emissão e combustível: Euro 5 (E5), utilizando diesel como combustível principal. Este nível de emissão reflete padrões de regulamentação vigente na época de fabricação e tem impactos diretos na inspeção veicular, nos requisitos de seguro e na avaliação de risco ambiental.

Outros elementos frequentemente observados na prática de seguro e na avaliação pela FIPE incluem o peso bruto total (PBT) típico para essa configuração, que fica na faixa de patamar de 32.000 kg, bem como o peso próprio do veículo quando vazio. Esses dados são relevantes para o cálculo de coberturas, limites de responsabilidade civil, bem como para a determinação de franquias e vigências de proteção de carga. Além disso, a idade do veículo (ano-modelo) influencia a depreciação aplicada pela seguradora, o que, por sua vez, impacta o valor segurado reparável ou de reposição.

É importante reforçar que a ficha técnica acima representa um conjunto de especificações comuns para o Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016. Em operações reais, detalhes como peso, configuração de eixos, tipo de carroceria e opcionais (por exemplo, sistemas de suspensão, aerodinâmica, dispositivos de segurança ativos) podem alterar alguns parâmetros técnicos. Em qualquer caso, a presença de um motor robusto, transmissão automatizada moderna e uma configuração de tração apropriada para veículos pesados tende a influenciar positivamente o desempenho da frota, bem como o seu custo de seguro, desde que as demais variáveis de risco sejam adequadamente gerenciadas.

Como a Tabela FIPE impacta o seguro de caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como um núcleo de referência para avaliação de veículos usados no Brasil. Para caminhões como o Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016, o valor de referência fornecido pela FIPE serve, entre outros usos, para compor o valor segurado em casos de sinistro, orientar negociações de reparo ou reposição e estabelecer parâmetros de indenização. Contudo, há particularidades a considerar nesse contexto.

Primeiro, a FIPE não é um preço de venda ou aquisição vigente; é uma estimativa de mercado com base em transações observadas. Em termos de seguro, esse valor pode influenciar a base de cálculo para indenização em caso de sinistro total, bem como a composição do valor segurado para danos parciais. Além disso, a FIPE é sensível a fatores como idade do veículo, quilometragem, histórico de uso (caminhão de carga pesada, treinador de rotas longas, uso urbano com paradas) e estado de conservação. Por isso, proprietários e gestores de frota costumam complementar a referência da FIPE com o valor de reposição ou com a avaliação de depreciação específica da seguradora, a depender da política de cada contrato.

Outro ponto relevante é que o seguro de caminhões não se resume apenas à soma segurada do veículo. A FIPE pode influenciar o custo de seguros para o veículo em si, mas outros componentes do seguro de frotas pesadas também pesam, como a cobertura de carga, a responsabilidade civil para terceiros, assistência 24 horas, proteção de motor, proteção contra roubo/furto, e cláusulas de queda de braço de sinistros (quando a carga é de alto valor). No caso de ativos caros, é comum que as apólices apresentem limitações ou condições específicas para a reposição por veículo equivalente, o que pode exigir uma conferência mais minuciosa com o corretor para assegurar alinhamento entre o valor segurado e o valor de reposição atual.

Para quem gerencia uma frota com Actros 4844 K 8×4, compreender a relação entre FIPE e seguro também envolve olhar para fatores de risco operacionais. O uso típico desse conjunto envolve transportes de carga pesada, com trajetos que podem incluir trechos com pavimento ruim, desníveis e uso em canteiros de obras. A exposição a riscos como colisões, tombamento, danos por carga mal fixada e vandalismo pode variar conforme a rota, o tipo de carga e as condições de armazenamento. Assim, corretores costumam orientar contratos que combinem valor de reposição, coberturas de carga, assistência em viagem e avaliação de risco de local de guarda para reduzir incertezas em caso de sinistro.

Além disso, vale mencionar que a Tabela FIPE também serve como referência para determinadas concessões de crédito ou financiamento de frota. Investidores e empresas que adquirem caminhões via financiamento costumam acompanhar de perto o valor de mercado indicado pela FIPE para ajustar planos de amortização, garantias e renegociações. Em termos práticos, isso pode afetar a negociação de seguros acessórios, como garantias de leasing ou consórcio de frotas, onde a avaliação de risco é integrada ao custo total de propriedade (TCO) da operação.

Para corretores e clientes, uma prática recomendada é manter a documentação do veículo atualizada e alinhar as informações da ficha técnica com o que está registrado na Tabela FIPE. Em muitos casos, pequenas variações de configuração podem fazer diferença no valor de referência, especialmente em modelos de linha pesada com múltiplas opções. Assim, ao solicitar uma cotação, é útil fornecer dados precisos sobre ano-modelo, versão, tipo de carroceria, estado de conservação, quilometragem e qualquer modificação relevante que possa ter impacto no risco segurável.

Implicações para a gestão de risco e contratação de seguro de frota

Contratar seguro para caminhões pesados como o Actros 4844 K envolve uma combinação de coberturas que atendam às necessidades da operação, à natureza da carga e aos requisitos legais. A relação entre a FIPE e o seguro se reflete, sobretudo, na definição de valor segurado, na escolha de franquias, nos limites de responsabilidade civil e na avaliação de sinistros. Abaixo estão aspectos-chave que costumam orientar decisões de proteção de ativos nessa faixa de veículo.

1) Valor segurado e reposição: a FIPE oferece uma referência de mercado que ajuda a calibrar o valor segurado do veículo. Em operações com caminhões pesados, pode haver a opção entre reposição por modelo atual ou indenização baseada na depreciação. A escolha impacta diretamente no custo do prêmio e na composição das coberturas de danos ao veículo em si.

2) Cobertura de carga e responsabilidade: por lidar com cargas de alto valor ou com exigência de acondicionamento específico, as apólices costumam incluir coberturas adicionais para a carga, bem como para danos a terceiros. A sinistralidade varia conforme o tipo de carga (perigosa, inflamável, perecível, etc.), o que pode exigir cláusulas específicas, limites diferenciados e, por vezes, inspeções de segurança adicionais.

3) Garantias de serviço e suporte: caminhões pesados operam com frotas que dependem de disponibilidade 24/7. Planos de assistência em viagem, reboque, substituição de veículo e suporte de manutenção ajudam a reduzir tempos de inatividade. Em muitos casos, esses serviços são considerados parte essencial da gestão de risco da frota.

4) Fatores de segurança e prevenção: hábitos de condução, manutenção regular, treinamento de motoristas, inspeções periódicas e controle de cargas são fatores que reduzem a probabilidade de sinistros. Corretores costumam recomendar planos que incentivem a prevenção, por meio de descontos por boas práticas, bônus por histórico de direção segura e verificações técnicas periódicas.

Ao planejar a cobertura para o Actros 4844 K 8×4, é comum que a seguradora avalie a localização da operação, os tipos de rotas, a geografia das áreas de operação (estradas, рокas, trechos urbanos com restrições) e a política de conservação do veículo. Tudo isso, somado à referência FIPE, ajuda a compor uma estratégia de seguro que proteja o ativo, minimize o custo de propriedade e garanta continuidade operacional.

Estratégias para leitores que gerenciam frotas com Actros 4844 K

Para quem administra frotas com esse tipo de veículo, algumas práticas podem facilitar a obtenção de condições mais favoráveis na cotação e na gestão de risco ao longo do tempo. A seguir, apresento orientações que ajudam a alinhar a proteção do ativo com a viabilidade financeira da operação.

A primeira dica é manter o registro técnico do veículo sempre atualizado. Dados como ano-modelo, versão, configuração de eixos e tipo de carroceria devem estar corretos no cadastro da frota, pois são usados pela FIPE e pela seguradora para calibrar o valor de referência e as coberturas. Em segundo lugar, documente a densidade da rota operada pela frota: se o caminhão trafega em trechos com pavimento ruim, obras ou áreas urbanas com curvas acentuadas, isso pode exigir ajustes na cobertura de danos, na responsabilidade civil e na proteção de carga.

Além disso, a integração entre gestão de frota e seguro pode ser fortalecida por meio de programas de prevenção: treinamentos de condução econômica, planos de manutenção preventiva, auditorias de carga e inspeções de itens críticos, como freios, suspensão e sistemas de fixação de carga. Tais práticas costumam abrir espaço para descontos ou condições mais vantajosas, reduzindo o custo total de propriedade da operação.

Outra estratégia relevante é a gestão de sinistros: manter um histórico claro de incidentes e ações de mitigação facilita o processo de regulação de sinistros pela seguradora. Documentação como fotos de cenários, registros de consumo de combustível e relatórios de inspeção, aliada a um histórico de manutenção, ajudam a acelerar uma indenização justa e a evitar disputas sobre a extensão dos danos.

Por fim, ao planejar uma nova contratação de seguro ou a revisão de uma apólice existente, vale a pena consultar um corretor especializado em frotas pesadas. A experiência nessa área facilita a avaliação de combinações de coberturas (veículo, carga, terceiros, RC, assistência, etc.), além de orientar sobre as opções de reajuste de prêmio com base na evolução da FIPE e na depreciação específica da unidade.

Se você estiver avaliando opções de cotação ou quiser entender melhor como a Tabela FIPE se aplica ao Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016 na prática, a GT Seguros está preparada para orientar seu processo de forma clara e objetiva. A análise é orientada pela realidade da sua frota, pelo perfil de risco da operação e pela necessidade de manter a proteção adequada sem comprometer a eficiência financeira.

Resumo: a Tabela FIPE para o Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016 funciona como referência prática para avaliar o valor de mercado do veículo na época de aquisição e na vigência de seguros. Embora não determine sozinha o preço do seguro, influencia valores de indenização, limites de cobertura e estratégias de proteção. A ficha técnica, as características de operação e o histórico de uso da frota, aliados a uma abordagem de gestão de risco bem estruturada, ajudam a construir uma apólice mais alinhada com as necessidades do negócio.

Concluindo, conhecer o Actros 4844 K 8×4 2p (E5) 2016 sob o prisma da FIPE é entender uma peça-chave do ecossistema de seguros para caminhões pesados. Ao aliar dados técnicos, histórico de uso e práticas de prevenção, você aumenta a confiabilidade da proteção sem abrir mão da eficiência operacional. E para dar o passo final na proteção da sua frota, considere uma cotação com a GT Seguros — um caminho simples para comparar coberturas, entender limites e escolher a melhor solução para o seu negócio.