Valor FIPE Atual
R$ 738.396,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509359-7
Ano: 2024-3
MêsPreço
Mar/26R$ 738.396,00
Fev/26R$ 740.025,00
Jan/26R$ 740.025,00
Dez/25R$ 725.285,00
Nov/25R$ 726.375,00
Out/25R$ 726.375,00
Set/25R$ 728.931,00
Ago/25R$ 747.622,00
Jul/25R$ 747.995,00
Jun/25R$ 775.125,00
Mai/25R$ 777.414,00
Abr/25R$ 772.881,00

Guia técnico da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Arocs 3351 6×4 (diesel)(E6) 2024: entendimento, aplicação prática e implicações para seguros

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando a gestão de uma frota envolve caminhões pesados, como o Mercedes-Benz Arocs 3351 6×4, compreender como funciona essa tabela e como ela impacta a avaliação de seguros é essencial para quem atua no ramo de corretagem, manutenção de ativos e controle de riscos. Este artigo apresenta uma visão educativa e prática sobre o tema, explicando a ficha técnica do veículo, o que torna a marca Mercedes-Benz relevante no segmento de caminhões de construção, o papel das emissões E6 e, finalmente, como a FIPE se relaciona com a proteção financeira da frota. Ao longo do texto, você encontrará explicações claras sobre como a Tabela FIPE influencia a apólice de seguro, a definição de valor segurável, e quais pontos considerar na hora de cotar coberturas com uma assessoria especializada, como a GT Seguros.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões pesados como o Arocs 3351

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) representa uma média de valores de venda de veículos usados, calculada com base em transações de mercado. Ela não é um preço de venda fixo nem uma lista de compra, mas serve como referência institucional para cálculos de indenização, depreciação e tributação em diversas operações, incluindo seguros. No caso de caminhões pesados, a FIPE é utilizada pelas seguradoras para embasar o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, bem como para orientar a determinação do valor segurável e o cálculo de eventuais franquias e prêmios.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ AROCS 3351 6×4 (diesel)(E6) 2024

Para o Mercedes-Benz Arocs 3351 6×4, ano de fabricação 2024, a base da FIPE leva em conta a configuração de três eixos, tração 6×4 (um eixo dianteiro não tracionado e dois traseiros motrizados), cabine voltada à operação de construção, além do conjunto motorizações compatíveis com Euro VI E6. Vale destacar que o valor referencial da FIPE varia com o estado de conservação, a kilometraje, o histórico de uso (construção civil, transporte de cargas pesadas, rodoferroviário, etc.), a versão específica (acabamento, pacote de tecnologia, cabine simples ou dupla) e o país de circulação. Por isso, é comum encontrar variações regionais, bem como ajustes decorrentes de condições de mercado. A FIPE não substitui uma avaliação pericial ou uma cotação de seguro, mas oferece uma linha de referência estável para o diálogo entre o contratante, a corretora e a seguradora.

Nesse contexto, entender a aplicação prática da FIPE ajuda a alinhar expectativas entre o valor de indenização pretendido pela seguradora, o custo de reposição com peças originais ou similares e a avaliação de depreciação ao longo do tempo de uso da frota. Caminhões pesados como o Arocs 3351 costumam ter variações expressivas no valor de mercado conforme o estado de conservação da carroçaria, da cabine, dos sistemas de freio, da suspensão, além da quilometragem. Em operações de seguro, esse conjunto de fatores é levado em conta para definir o “valor segurável” — ou seja, o montante que a apólice está apta a indenizar em caso de sinistro.

É comum que gestores de frotas, corretores e avaliadores utilizem a FIPE em paralelo com tabelas de referência do fabricante, cotações de reposição com peças originais e informações de mercado para resposta rápida a perguntas de clientes. A ideia central é evitar surpresas: se o veículo ficar indisponível por algum tempo, qual seria a alternativa de reposição? Qual seria o custo de reposição com peças originais ou com peças equivalentes? A FIPE ajuda a fundamentar essa conversa, quando combinada com o histórico de manutenção do caminhão e com a documentação de propriedade.

Ficha técnica do Mercedes-Benz Arocs 3351 6×4 (2024): visão condensada da configuração e capacidades

A Mercedes-Benz Arocs é uma linha histórica voltada a caminhões de construção, com foco em robustez, confiabilidade e soluções para terrenos desafiadores. O modelo 3351, com configuração 6×4, representa uma opção de alta capacidade de tração em eixos múltiplos, preparada para operações pesadas de obra civil, mineração leve, transporte de cargas volumosas e serviços gerais de construção. Abaixo está uma visão técnica condensada, organizada de forma prática para profissionais de seguros, corretagem e gestão de frotas. Observação: as cifras podem variar conforme a configuração de motor, cabine, carroçaria e pacote de equipamentos; consulte sempre a ficha técnica do veículo específico para valores exatos.

  • Motor e emissões: diesel Euro VI E6, com seis cilindros em linha, turbocompressor e sistema de injeção common rail. O conjunto é alimentado por um sistema de redução catalítica seletiva (SCR) com AdBlue, o que reduz as emissões de NOx a níveis compatíveis com padrões de exigência ambiental atuais e com a legislação aplicável a veículos pesados no Brasil e em mercados internacionais. A primeira decisão de seguro que envolve o Arocs 3351 é entender que o veículo já entra com uma configuração padrão de segurança ambiental, o que impacta a elegibilidade de coberturas específicas ligadas a falhas ambientais.
  • Potência e torque: as opções de motor para o Arocs 3351 variam, com faixas que costumam atender desde 430 cv até cerca de 510 cv, dependendo da calibração de motor e da configuração de eixo. O torque máximo correspondente costuma oscilar entre 2100 Nm e aproximadamente 2600 Nm. Esses valores influenciam diretamente a capacidade de tração, a performance em subidas íngremes de morros de obras e a eficiência de consumo em trechos de estrada, o que, por consequência, pode afetar o custo de seguro em virtude de risco de desgaste prematuro ou de maior consumo de combustível em operações de alto regime.
  • Transmissão: a transmissão é tipicamente automatizada, com múltiplas marchas, com modos adaptáveis para diferentes cenários — desde solo escorregadio de canteiro de obras até deslocamentos em vias públicas. Em termos de seguro, uma transmissão robusta reduz o risco de falhas catastróficas em serviço, mas aumenta o valor de reposição em caso de sinistro se o equipamento for uma versão de alto desempenho. A proteção adicional, com manutenção regular, ajuda a manter o valor FIPE mais estável ao longo do tempo.
  • Eixos, suspensão e chassis: configuração 6×4, com dois eixos traseiros motrizados e um dianteiro para direção. A suspensão pode variar entre opções com molas ou ar, dependendo da versão e do pacote de conforto/segurança. Freios com sistemas eletrônicos de assistência (ABS/EBS) e controle de estabilidade são componentes-chave para a operação segura em terrenos de construção. Do ponto de vista de seguro, a robustez dos eixos e do sistema de freios impacta positivamente a avaliação de risco, desde que a manutenção esteja em dia, reduzindo a probabilidade de falhas durante operações críticas.

Observação: a ficha técnica apresentada acima é uma visão geral, com foco em elementos relevantes para avaliação de seguro, depreciação pela FIPE e gestão de ativos. Para cada veículo específico, detalhes como o comprimento total, a distância entre eixos, o peso bruto total (PBT), capacidades de carga útil e o tipo de cabine devem ser verificados nos documentos originais do veículo e na configuração escolhida pela operação de frota. A variação entre versões pode ser significativa, especialmente entre diferentes pacotes de conforto, tecnologia de assistência ao condutor e opções de carroçaria.

A marca Mercedes-Benz no segmento de caminhões pesados: tradição, inovação e confiabilidade

A Mercedes-Benz é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões, com uma história de mais de um século dedicada ao transporte de pessoas e cargas. No contexto de caminhões de construção, a linha Arocs representa o compromisso da marca com a durabilidade, a segurança e a eficiência operacional em ambientes desafiadores. Arocs, em geral, foi desenvolvida para atender demandas específicas de obras de terra, mineração, logística de canteiro e operações com variabilidade de terreno. Entre seus pontos fortes, destacam-se:

  • Robustez estruturada: o design do chassi, a escolha de materiais e a engenharia de montagem visam suportar condições de trabalho pesado, com menor necessidade de paradas para reparos frequentes.
  • Sistemas de segurança avançados: controle de estabilidade, assistência de frenagem e sistemas de monitoramento ajudam a evitar acidentes em obras com terreno irregular, que é comum em canteiros de obras e áreas de mineração.
  • Confiabilidade e rede de assistência: a presença de uma rede de concessionários e centros de serviço autorizados facilita a manutenção preventiva, peças originais e suporte técnico — fatores que influenciam diretamente a confiabilidade de uma frota.
  • Inovação tecnológica: as versões modernas trazem conectividade, telemetria de frotas, opções de motorizações eficientes e pacotes de assistência ao motorista, alinhados com as exigências de gestão de ativos e compliance ambiental.

Para profissionais de seguros, entender a reputação da marca pode facilitar a avaliação de risco, especialmente em cenários de sinistro. Caminhões robustos, com histórico de desempenho estável e rede de assistência bem estabelecida, costumam apresentar perfis de risco estáveis, o que pode influenciar positivamente a estimativa de prêmios quando a documentação de manutenção está em dia e as peças originais são utilizadas na reposição.

Emissões E6 e diesel: impactos práticos para frota, operação e seguro

O termo Euro VI E6 refere-se ao conjunto de normas de emissão de poluentes para veículos pesados da União Europeia, com exigências de redução de NOx, particulados e outros poluentes. A aplicação dessas regras em caminhões no Brasil ocorre por meio de tecnologias de controle de emissões, que incluem:

  • Sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva): injeta AdBlue (solução de uréia) no fluxo de gases de escape para reduzir NOx, contribuindo para níveis de