| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 228.073,00 |
| Jan/26 | R$ 223.501,00 |
| Dez/25 | R$ 224.625,00 |
| Nov/25 | R$ 225.754,00 |
| Out/25 | R$ 229.021,00 |
| Set/25 | R$ 225.011,00 |
| Ago/25 | R$ 226.142,00 |
| Jul/25 | R$ 227.279,00 |
| Jun/25 | R$ 228.422,00 |
| Mai/25 | R$ 229.570,00 |
| Abr/25 | R$ 228.901,00 |
| Mar/25 | R$ 235.869,00 |
Entenda como a Tabela FIPE dialoga com a Mercedes-Benz Atego 1719 2p Diesel Euro 5 (2013) e como isso influencia decisões de compra e seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para embasar avaliações de veículos usados, incluindo caminhões e frotas comerciais. Quando pensamos na Mercedes-Benz Atego 1719 2p, ano de fabricação próximo de 2013 e com a classificação E5 (Euro 5), é natural buscar um entendimento claro de como esses valores são formados, quais variáveis interferem na prática e como esses números impactam decisões de aquisição, seguro e planejamento financeiro de uma operação logística. Este artigo aborda a Tabela FIPE de forma educativa, destacando aquilo que é relevante para proprietários, gestores de frotas e corretores de seguros, sem perder o foco no modelo específico e em suas possibilidades de aplicação prática.
Ficha técnica resumida do Atego 1719 2p (E5) 2013
A escolha por números precisa de explicação de contexto. Abaixo, apresento um quadro sintético com os pontos mais relevantes para o Atego 1719 2p, levando em conta a configuração típica de mercado no Brasil para esse conjunto, que costuma ser utilizado em atividades de entrega, distribuição regional e serviços que exigem boa capacidade de carga sem abrir mão da manobrabilidade.

- Motor: OM904LA, diesel, 4 cilindros, 4,25 L, Euro 5 (E5); potência de aproximadamente 190 cv (cerca de 140 kW) e torque próximo de 700 Nm.
- Transmissão: manual, 6 velocidades, com relação de marchas adequada a transporte de carga média e trechos rodoviários com subidas leves a moderadas.
- Peso e configuração: G.V.W. nominal em torno de 17.000 kg (caminhão de médios a pesados leves); cabine simples com 2 portas, desenhada para conforto do motorista em jornadas diárias.
- Aplicação típica: configuração versátil para serviços de entrega, distribuição em municípios e operações logística que exigem robustez, com opção de diferentes carrocerias conforme a necessidade do negócio.
Observação: as especificações podem variar conforme a linha de veículos e a configuração de fábrica adquirida pelo comprador. Em termos de FIPE, o ajuste entre motor, transmissão e carroceria pode influenciar a percepção de valor quando o veículo entra em avaliação de mercado de usados. Assim, sempre vale checar a versão exata de cada unidade para confirmar números de motorização, eixos e cabine presentes no momento da venda ou da apólice de seguro.
A Mercedes-Benz: tradição, inovação e presença de mercado
A Mercedes-Benz é uma marca com longa tradição no setor de transportes, reconhecida pela qualidade de engenharia, durabilidade e rede de assistência técnica. No universo das aplicações leves e médias, como as operações com Atego, a marca consolidou soluções que buscam eficiência operacional, conforto do motorista e confiabilidade em condições de uso intensivo. A linha Atego, em particular, ganhou espaço pela versatilidade: modelos com diferentes configurações de eixo, cabine e carroceria, pensados para atender desde entregas urbanas até operações regionais com maior demanda de peso bruto.
Essa robusteza vem acompanhada de uma rede de serviços que facilita a manutenção, a disponibilidade de peças originais e o suporte técnico necessário para manter a frota em operação. Em termos de seguro, a reputação da marca pode influenciar avaliações de risco por parte de seguradoras, pois histórico de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e qualidade de reparo costumam ser levados em consideração na construção de propostas comerciais. Além disso, a Mercedes-Benz costuma oferecer opções de configuração de cabine, suspensão e sistemas de freio que ajudam a adaptar o veículo a diferentes perfis de operação, o que também pode impactar, indiretamente, o valor de mercado avaliado pela FIPE ao longo do tempo.
O que é a tabela FIPE e como ela se aplica a caminhões usados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência de valores médios de venda de veículos usados no Brasil. Ela não é o preço de venda efetivo de cada unidade, nem um indicador de depreciação exata para cada veículo específico, mas serve como base padronizada para negociações entre compradores, vendedores, bancos, concessionárias e seguradoras. No caso de caminhões, o valor da FIPE pode abrir espaço para estimativas de indenização por seguro, refinanciamento ou cálculo de comissões, sempre levando em conta que o valor final depende de fatores como quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção e particularidades da configuração de cada unidade.
Alguns pontos úteis sobre a FIPE, especialmente relevantes para quem administra frota ou contrata seguros, incluem:
- A FIPE é atualizada periodicamente, com ajustes mensais que refletem a movimentação do mercado e a oferta de veículos usados em diferentes regiões.
- Para caminhões, o valor apresentado pela FIPE pode variar conforme a classe do veículo, o tipo de cabine, o número de portas, o eixo traseiro, o tipo de carroceria e as opções de equipamento que o veículo possui.
- Corretores de seguros costumam usar a FIPE como referência base para verificar a consistência de cotações, especialmente em casos de indenização parcial ou total, ainda que considerem sinistralidade, uso e histórico do veículo na avaliação final.
É fundamental compreender que a FIPE é uma referência, não uma garantia de preço. Ao planejar a compra de uma Atego 1719 2p, ou ao manter uma frota, utilize a FIPE como um norte e complemente com avaliações técnicas, checklists de avaliação de cada unidade e cotações atualizadas de seguros para chegar a um orçamento mais fiel à realidade do seu uso.
Fatores que moldam o valor FIPE da Atego 1719
O valor registrado pela FIPE para o Atego 1719 2p, ano próximo de 2013, é influenciado por várias características observáveis na prática. Abaixo estão quatro fatores relevantes que costumam ter impacto direto na posição da tabela para o modelo em questão:
- Idade e data de fabricação: quanto mais antigo for o veículo, mais provável é que o valor FIPE esteja em patamar inferior, especialmente se não houver atualização de peças ou carrocerias para atender normas mais recentes.
- Quilometragem e histórico de uso: veículos com menor quilometragem tendem a manter valor relativo, desde que o histórico de manutenção comprove cuidados e regularidade na troca de itens de desgaste.
- Condição de conservação e manutenção: vistorias, notas fiscais de serviços, peças originais e ausência de danos estruturais costumam sustentar um valor FIPE mais próximo do ideal para o modelo.
- Configuração de carroceria, eixos e acessórios: diferentes opções de carroceria (caso a caso) e configurações de eixos podem impactar o valor de mercado, refletindo utilidade prática em diferentes tipos de operação (entrega, distribuição, serviço público, etc.).
Ao considerar esses fatores, quem busca uma unidade Atego 1719 2p deve não apenas consultar a FIPE, mas também realizar uma avaliação técnica da máquina, incluindo inspeção de motor, transmissão, freios, suspensão, estado da carroceria e pneus, bem como a documentação de manutenção de rotina. O objetivo é ter um retrato fiel do estado do veículo, para que a comparação com a FIPE seja justa e útil na decisão de compra ou venda.
Boas práticas para manter a atratividade de revenda e reduzir depreciação
Para quem opera frotas com Atego 1719 ou planeja adquirir uma unidade, adotar práticas que preservem o valor de revenda é uma estratégia inteligente. A seguir, quatro diretrizes simples, porém eficazes:
- Manter a manutenção em dia: mantenha um calendário de revisões com registro das prestações de serviço, usando peças originais e mão de obra autorizada quando possível.
- Criar e conservar um histórico de serviço de qualidade: guarde notas fiscais, ordens de serviço e dados de consumo de peças de desgaste (freios, pastilhas, pneus, filtros, fluídos).
- Preservar a carroceria e os componentes externos: proteja a pintura, realize eventuais reparos de amassados e evite corrosão em áreas sensíveis, mantendo a estética geral do veículo.
- Gerenciar o desgaste de componentes de uso intenso: pneus, freios, suspensão e linha de ar comprimido devem ser monitorados com antecedência para evitar surpresas no momento da venda.
Com essas práticas, a relação entre o valor FIPE e a condição real do veículo tende a ser mais estável, o que facilita negociações, renegociação de seguros e a renovação de frotas com menor velocidade de depreciação indesejada.
Seguro, gestão de risco e a relação com a FIPE
O seguro de caminhões, incluindo modelos como a Atego 1719, precisa considerar não apenas o valor de reposição ou o custo de reparo, mas também o custo-benefício de manutenção da frota. Em muitos casos, as seguradoras utilizam a FIPE como referência para estabelecer valores de indenização em caso de perda total ou de danos parciais, o que pode impactar o prêmio, a franquia e as coberturas escolhidas. Além disso, a idade do veículo, o histórico de sinistros, o tipo de operação (carga fria, carga seca, transporte de materiais frágeis, etc.) e a infraestrutura de apoio (oficina autorizada, assistência em viagem, disponibilidade de peças) entram como elementos de risco que influenciam as condições da apólice.
Para gestão de riscos, é recomendável alinhar a cobertura com o uso real da Atego 1719. Em operações de frota maior, pode haver economias por volume, bem como pacotes de serviços que facilitem a continuidade da operação, como assistência 24h, carro reserva, monitoramento de telemetria e serviços de manutenção preventiva programados. Quando o veículo é valorado pela FIPE, a
