| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 120.951,00 |
| Dez/25 | R$ 121.559,00 |
| Nov/25 | R$ 120.540,00 |
| Out/25 | R$ 120.830,00 |
| Set/25 | R$ 121.218,00 |
| Ago/25 | R$ 121.474,00 |
| Jul/25 | R$ 121.669,00 |
| Jun/25 | R$ 121.791,00 |
| Mai/25 | R$ 122.036,00 |
| Abr/25 | R$ 122.146,00 |
| Mar/25 | R$ 122.330,00 |
| Fev/25 | R$ 122.404,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Atego 1725, com 3 eixos e 2 portas a diesel, ano 2006
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo mercado brasileiro de veículos para estimar valores médios de aquisição ou de reposição de itens usados. No universo de caminhões leves e médios, como o Mercedes-Benz Atego 1725 com 3 eixos e configuração de cabine de 2 portas, a FIPE funciona como base para cálculos de seguro, negociação entre compradores e vendedores, além de orientar decisões de manutenção e reposição de peças. Entender como essa tabela funciona pode evitar surpresas no momento de contratar um seguro, renegociar uma apólice ou planejar a substituição de um veículo ao longo da vida útil da frota. Abaixo, exploramos o papel da FIPE, apresentamos uma ficha técnica resumida do Atego 1725 (2006) e discutimos aspectos relevantes da marca e do seguro para esse tipo de caminhão.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o Atego 1725
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) nutritionum, criada para estender uma referência agregada de mercado, consolida, mês a mês, dados de transações de veículos usados. O objetivo é disponibilizar um preço referencial que sirva de base para avaliações, seguros e negociações. No caso de caminhões comerciais como o Atego 1725, a tabela considera o estado de conservação, o ano de fabricação, a kilometragem, o tipo de motor (diesel) e a configuração de eixo, entre outros aspectos. Mesmo com esse referencial único, é comum encontrar variações de preço por região, condição de uso, histórico de manutenção e qualidade da frota local. Por isso, corretores e seguradoras costumam complementar a avaliação com dados adicionais: histórico de acidentes, adapted modifications, estado dos itens de segurança, entre outros fatores que influenciam o risco envolvido na apólice.

Para quem atua na gestão de frotas ou para o consumidor que está renovando o seguro, a FIPE funciona como primeira referência, ajudando a calibrar o prêmio sem depender exclusivamente de cotações pontuais. A leitura correta da tabela envolve compreender que o valor FIPE é uma média de mercado, não um preço fixo. Ele serve como uma régua, não como um muro intransponível. Em seguros de caminhões com três eixos e cabine simples, por exemplo, o prêmio é influenciado pelo valor de referência, mas também por fatores como uso diário, rotas, zonas de operação, histórico de sinistros da frota e o perfil de condutores. Assim, o conteúdo FIPE é a espinha dorsal da precificação, com ajustes que refletem particularidades de cada veículo e de cada contrato.
Para quem busca informações antes de fechar uma apólice, algumas perguntas costumam surgir: o valor FIPE muda com o tempo? Sim, ele é revisado mensalmente, refletindo novas transações e condições de mercado. Caminhões de 2006, como o Atego 1725, tendem a apresentar valores estáveis de referência, mas podem sofrer variações significativas se houver alterações na disponibilidade de peças, no custo de mão de obra de manutenção ou na percepção de risco associada ao tipo de mercadoria transportada. Em termos práticos, isso significa que, ao solicitar uma cotação, o corretor utiliza o valor FIPE como base, mas ajusta o prêmio de acordo com o risco específico da operação logística.
Nesse cenário, é útil entender que a relação entre FIPE, seguro e custo total de propriedade envolve três pilares interdependentes: valor de referência (FIPE), condições de uso (frota, rotas, cargas), e histórico do veículo (condições de manutenção, idade, quilometragem). O Atego 1725, por ser um caminhão de médio porte com 3 eixos, pode ter particularidades de mercado diferentes de caminhões urbano de menor porte, o que fortalece a necessidade de uma avaliação cuidadosa por parte do corretor. Em resumo, a FIPE oferece uma base sólida para o raciocínio de seguro, mas a personalização da proposta é essencial para refletir a realidade operacional da frota.
Ficha técnica do Mercedes-Benz Atego 1725 3-Eixos 2p (diesel) 2006
A Mercedes-Benz, fabricante com reconhecimento global, oferece no Atego uma linha voltada para aplicação urbana e rodoviária leve a média, com foco em robustez, confiabilidade e rede de serviço consolidada. A versão Atego 1725 com três eixos e cabine de duas portas, movida a diesel, é comumente associada a operações de distribuição de mercadorias, logística de curto e médio alcance e atividades que exigem boa capacidade de carga aliada a uma manobrabilidade aceitável para áreas urbanas. Abaixo, apresentamos um resumo técnico para referência, sem prever variações específicas de configuração. Em qualquer caso, as especificações podem variar conforme o ano de fabricação, o motor disponível na rede de concessionárias e as opções de transmissão instaladas pela montadora no momento da compra.
- Motor e transmissão: motor diesel com configuração de alta eficiência para caminhões de médio porte, aliado a uma transmissão manual com várias marchas, adequada a deslocamentos urbanos e rodoviários moderados. A configuração de tração é ajustada para suportar a carga de três eixos, com atenção à estabilidade em curvas e aos requisitos de frenagem de carga.
- Eixos e chassi: com três eixos, o veículo é projetado para suportar cargas de transporte de mercadorias com maior peso total permitido. A cabine de duas portas favorece a área de manobra em operações logísticas, mantendo a eficiência de consumo de combustível onde o planejamento de rotas é crucial.
- Dimensões e peso: o conjunto contempla um espaço de cabine compatível com operações de entrega, aliado a dimensões que favorecem a manobrabilidade em vias urbanas. O peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga são compatíveis com atividades de distribuição, com ajustes segundo a configuração específica da unidade.
- Conforto, segurança e cabina: a cabine de dois lugares, com design orientado à ergonomia do motorista, oferece visibilidade, posição de condução ajustável e recursos de conforto que ajudam na condução prolongada. Sistemas de freios e suspensão são otimizados para manter a estabilidade com carga parcial ou completa.
Observação: as informações acima representam um retrato técnico genérico da linha Atego 1725 na configuração descrita. Em cada unidade, as especificações podem variar conforme o motor, o câmbio, a configuração de eixos, o tipo de cabine e os opcionais instalados pela rede de concessionárias. Ao consultar a ficha técnica de uma unidade específica, é essencial confirmar números exatos com o fabricante ou com o autorizado concessionário Mercedes-Benz.
A marca Mercedes-Benz: tradição, inovação e confiabilidade para caminhões
A Mercedes-Benz é uma marca que carrega uma longa história de inovação tecnológica, engenharia de precisão e alcance global. No segmento de caminhões e frotas, a marca consolidou reputação por oferecer produtos com foco em durabilidade, performance sob condições exigentes e uma rede de atendimento que facilita a vida do proprietário de frota. O Atego, linha voltada para veículos de médio porte, representa um equilíbrio entre capacidade de carga, desempenho e eficiência operacional. A combinação de motor robusto, chassis bem dimensionado e sistemas de freio e suspensão planejados para uso diário em condições variadas faz do Atego uma opção popular entre transportadores que trabalham com entrega regional, logística de última milha e operações de distribuição dia a dia. Além disso, a rede de assistência técnica da Mercedes-Benz contribui para a disponibilidade da frota, reduzindo indisponibilidades por manutenções não programadas e facilitando a reposição de peças originais, fator relevante para contratos de seguro que valorizam a continuidade operacional.
A cultura corporativa da marca também se reflete em padrões de qualidade, segurança e inovação constante. Mesmo diante de um veículo com mais de uma década de uso, o Atego pode manter desempenho competitivo quando recebe revisões periódicas, peças originais e um planejamento de manutenção alinhado às demandas da operação. Por isso, no processo de avaliação de seguro, o histórico de manutenção, a regularidade de inspeções e a procedência da frota são pontos relevantes que ajudam a calibrar riscos e, consequentemente, prêmios, mantendo o equilíbrio entre custo e proteção para quem depende do Atego 1725 para atividades comerciais essenciais.
Como a FIPE se conecta à contratação de seguro para o Atego 1725
Quando uma seguradora avalia um seguro para um caminhão com três eixos, como o Atego 1725, o valor da referência FIPE serve como base inicial para o cálculo do prêmio. O raciocínio envolve converter o valor de reposição estimado pela FIPE em uma exigência de cobertura que proteja o bem contra riscos como colisão, roubo, danos a terceiros e eventos naturais. Além do valor de referência, a seguradora analisa fatores operacionais da frota, como a frequência de uso, as rotas, a experiência do motorista, o histórico de sinistros e as medidas de proteção instaladas no veículo (sistemas de segurança, alarmes, dispositivos de rastreamento, entre outros). Em tese, quanto menor o risco agregado, menor tende a ser o prêmio, mantendo, é claro, o equilíbrio com a cobertura necessária para a operação da empresa.
Nesse ecossistema, é fundamental compreender que a FIPE não é o único determinante. Ela funciona como uma âncora que orienta a avaliação de risco, permitindo que o corretor de seguros compare propostas de forma objetiva. A partir do valor de referência, o profissional pode calibrar coberturas específicas: casco (proteção do veículo), responsabilidade civil (danos a terceiros), proteção contra roubo e furto, assistência 24 horas, carro reserva, entre outras opções que compõem o portfólio de seguradoras. Em especial para caminhões de produção contínua de entregas, a disponibilidade de serviços de manutenção, a rede de oficinas credenciadas e a rapidez de substituição de peças originais podem ter impacto direto no custo total de propriedade e na eficiência operacional, aspectos também considerados na hora de estabelecer o seguro ideal para a Atego 1725.
Outro ângulo relevante é a prática de fretes e seguros: empresas que operam frotas com Atego em diferentes regiões podem se beneficiar de cláusulas de seguro com teto de responsabilidade civil estendido para cobrir danos a terceiros em operações com mercadorias específicas. A FIPE, nesse cenário, funciona como referência para o valor do bem, enquanto as coberturas contratuais definem o escopo de proteção. A combinação entre um valor de referência estável e coberturas ajustadas à atividade resulta em proteção adequada sem exceder custos desnecessários. Por fim, cada caso deve ser avaliado de forma individual, levando em conta o perfil da frota, as rotas, a periodicidade de uso e as exigências contratuais dos clientes.
Para quem quer iniciar o processo de aquisição de uma apólice para Atego 1725, uma boa prática é reunir dados consistentes sobre a frota: idade média dos veículos, tempo de operação, quilometragem acumulada, histórico de sinistros, histórico de manutenção e dados de segurança (rastreamento, telemetria). Esses elementos ajudam a criar um quadro claro para o corretor, que, por sua vez, pode indicar as coberturas mais adequadas, limites de indenização e opções de proteção que correspondam às necessidades da operação — tudo isso com base na FIPE como referência de valor de reposição e na análise de risco do contrato.
Dicas práticas para quem está avaliando a Atego 1725 na prática
Ao lidar com veículos de médio porte como o Atego 1725, algumas práticas ajudam a manter a segurança, reduzir custos com manutenção e manter a cobertura de seguro alinhada com a realidade da operação. Abaixo estão sugestões úteis que costumam fazer diferença na avaliação de seguro e na gestão de frota, sem entrar em questões de preço ou custos específicos:
Primeiro, mantenha registros detalhados de manutenção e inspeção. Documentos que comprovem revisões periódicas, peças originais, troca de filtros, óleo, freios, suspensão e componentes críticos ajudam a demonstrar cuidado com o ativo, o que impacta positivamente as avaliações de risco pelas seguradoras. Segundo, priorize a segurança operacional: treine motoristas, adote políticas de velocidade segura, utilize dispositivos de rastreamento e telemetria, e implemente checklists de inspeção diárias para evitar desgastes prematuros. Terceiro, monitore a quilometragem e o uso da frota: caminhões em operação intensa ou com maior tempo de inatividade por manutenção costumam apresentar perfis de risco diferentes, o que deve ser refletido na cotação de seguro. Quarto, avalie opções de proteção e assistência: planos que incluem carro reserva, cobertura para danos a terceiros e serviços de resposta rápida podem se tornar diferenciais importantes para manter a operação com menor tempo ocioso.
Essas práticas não apenas ajudam a manter o Atego 1725 em bom estado de funcionamento, como também fortalecem a argumentação para uma cotação de seguro mais alinhada com as necessidades reais da frota. A boa prática de gestão de risco, aliada à referência da FIPE, resulta em propostas mais transparentes e adequadas ao negócio, facilitando a tomada de decisão quando chega o momento de renovar ou contratar uma nova apólice.
Chamada suave para cotação
Se você está buscando proteção que combine com o uso específico do Atego 1725, a GT Seguros está preparada para oferecer opções de cobertura que considerem o valor de reposição pela FIPE, as características da versão com 3 eixos e duas portas, e o seu modelo de operação. Solicite uma cotação para comparar coberturas, limites e serviços — de maneira objetiva e sem complicações — e encontre a solução de seguro que melhor se alinha às necessidades da sua frota.
