| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 239.169,00 |
| Dez/25 | R$ 240.045,00 |
| Nov/25 | R$ 240.406,00 |
| Out/25 | R$ 240.985,00 |
| Set/25 | R$ 241.759,00 |
| Ago/25 | R$ 242.268,00 |
| Jul/25 | R$ 242.657,00 |
| Jun/25 | R$ 243.877,00 |
| Mai/25 | R$ 244.366,00 |
| Abr/25 | R$ 245.546,00 |
| Mar/25 | R$ 242.211,00 |
| Fev/25 | R$ 239.754,00 |
Guia completo da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Atego 1726 2p (diesel) E5, ano 2014
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no mercado brasileiro para entender o valor de referência de veículos usados. No segmento de caminhões e utilitários pesados, como o Mercedes‑Benz Atego 1726, esse instrumento funciona como base objetiva para cálculos de seguro, financiamento, vistoria e até impostos. Em seguros, o valor FIPE serve como referência para definir a necessidade de coberturas, o valor de reposição ou de indenização trusted, bem como para calibrar franquias e parcelas. Este artigo explora o que a Tabela FIPE representa para o Atego 1726 2p (diesel) E5 de 2014, como interpretar os dados para o universo de seguros e como o fabricante Mercedes-Benz, com sua tradição de qualidade, se encaixa nesse cenário.
Ficha técnica resumida do Atego 1726 2p (2014)
- Identificação e configuração: Mercedes-Benz Atego 1726 2p, motor diesel, Euro 5, ano/modelo 2014, cabine com 2 portas (2p).
- Motorização e desempenho: motor diesel com potência nominal estimada entre 160 e 190 cv; torque entre aproximadamente 650 e 900 Nm; transmissão com 6 marchas (manual) ou variantes automatizadas disponíveis conforme configuração de fábrica; tração padrão para aplicações de transporte de carga leve a média.
- Chassi, peso e capacidade: chassis robusto desenvolvido para operação em transporte de cargas médias; peso bruto total (PBT) em faixas próximas de 16 a 18 toneladas, com capacidade de carga útil compatível ao uso típico do Atego 1726; freios ABS em versões modernas e, conforme configuração, sistemas de controle de estabilidade para maior segurança operacional.
- Emissões e uso: motor Euro 5, adequado a operações urbanas e rodoviárias com foco em entregas de médio porte; consumo e comportamento de operação dependem de configuração do conjunto motor/transmissão, peso sobre o eixo, condições de tráfego e prática de condução.
Observação sobre os números: o Atego 1726 pode apresentar variações de potência, torque, peso e configuração conforme a linha de montagem, o tipo de carroceria, eixo/tração e acessórios escolhidos pelo frotista ou pela concessionária. Por isso, ao consultar a FIPE para um veículo específico, é fundamental confirmar a versão exata com o ano de fabricação, a cadeia de tração (2×4, 4×2, 6×2, etc.), e eventuais modificações de fábrica ou de concessionária que possam impactar o valor de referência.

A Mercedes-Benz na história dos caminhões leves e médios
A Mercedes-Benz permanece como uma das marcas mais influentes no setor de caminhões de médio e grande porte. Sua trajetória, marcada por inovação contínua e foco em segurança, confiabilidade e eficiência, moldou padrões de mercado que vão desde a engenharia de motor até a ergonomia da cabine. Caminhões da linha Atego, incluindo o 1726, são reconhecidos pela robustez operativa, que se traduz em menor tempo de inatividade e maior disponibilidade de serviço em frotas de entrega, logística urbana e operações de distribuição.
Para o universo de seguros, essa tradição traz impactos práticos: a rede de assistência técnica e reposição de peças, a disponibilidade de peças originais e o suporte técnico ajudam a manter o caminhão com menor tempo de indisponibilidade. Além disso, a reputação da Mercedes-Benz em termos de valores de revenda e de confiabilidade influencia o cálculo de prêmios. Embora cada companhia de seguros adote políticas próprias de avaliação, o histórico de marca com foco em engenharia de qualidade costuma favorecer uma percepção de menor risco relativo à confiabilidade do conjunto motriz, freios, suspensão e sistemas de segurança ativos.
Outro aspecto relevante é a adaptabilidade da linha Atego a diferentes necessidades logísticas. O Atego 1726 foi desenvolvido para atender setores que exigem uma combinação de porte, manejo de carga e versatilidade, sem abrir mão de conformidade com normas de emissões vigentes. Isso favorece a aceitação de seguros com condições estáveis, desde que se mantenha a manutenção regular, o registro de quilometragem confiável e a verificação periódica de itens de segurança. Em resumo, o fabricante não apenas oferece tecnologia de ponta, mas também um ecossistema de suporte que agrega valor às operações de transporte e, por consequência, aos apólices de seguro associadas.
Como a Tabela FIPE influencia o seguro do Atego 1726 2p (2014)
A Tabela FIPE serve como referência para estimar o valor de mercado do veículo na data de avaliação. Quando o corretor de seguros determina o prêmio, ele utiliza esse valor para calibrar o valor segurado, as coberturas adequadas e as condições de indenização. Para caminhões, o FIPE ajuda a balizar cenários como indenização integral, reposição por modelo equivalente ou indenização proporcional conforme o tipo de cobertura contratado (por exemplo, seguro com cobertura de perda total, colisão, incêndio, roubo, entre outras). Além disso, o valor FIPE influencia a definição de franquias e o cálculo de prêmios com base na idade do veículo, histórico de sinistros e quilômetros rodados por ano.
É importante entender que o FIPE não determina sozinha o custo do seguro. Ela funciona como uma âncora de valor de referência, ao lado de outros fatores, como a faixa de uso (cidade, rodovia, entrega urbana), o perfil da operação (carga útil, peso bruto total, tipo de cargo), o histórico de manutenção, a segurança do conjunto (sistema de freios, controlador de estabilidade, airbags de proteção) e o tipo de proteção desejada (coberturas abrangentes, adicionais para terceiros, responsabilidade civil etc.). Por isso, ao tratar do Atego 1726, uma leitura cuidadosa da nota FIPE associada ao modelo específico que está em operação é essencial para proper orientar o seguro.
Como entender a valorização e a depreciação para caminhões na FIPE
A depreciação de caminhões é influenciada por fatores como idade, uso (quilometragem, tipo de serviço), histórico de manutenção, condições de conservação, e o estado geral do chassi, motor, transmissão e itens de segurança. Em termos da FIPE, veículos com maior quilometragem tendem a apresentar valores de referência mais baixos em relação a unidades novas ou com baixa vida útil remanescente. Por outro lado, caminhões bem mantidos, com plano de manutenção documentado e histórico de substituições de componentes críticos (como embreagem, freios, pneus e suspensão), podem manter um patamar de valor mais estável, o que, por sua vez, pode colaborar para prêmios de seguro mais proporcionais ao risco efetivo.
Para frotas que operam com Atego 1726, é comum utilizar a FIPE como base para negociação de renovação de contrato de seguro, pois o valor de reposição tende a acompanhar a evolução esperada do mercado de caminhões usados, assumindo condições de uso semelhantes. Ainda assim, cada seguradora pode aplicar metodologias próprias para ajuste de valor segurado, levando em conta fatores específicos do veículo, do motorista e do uso operacional. Por isso, manter a documentação atualizada, com laudos de inspeção e histórico de manutenção, é uma prática que facilita a avaliação justa do prêmio e reduz surpresas na hora de acionar a apólice.
Fatores que afetam o prêmio de seguro para o Atego 1726 2p
Ao considerar o Atego 1726 para seguro, vale observar alguns pontos que costumam ter impacto direto no valor do prêmio. Embora cada seguradora tenha sua fórmula própria, alguns fatores são recorrentes no cálculo:
1) Valor segurado alinhado com a FIPE: escolher uma cobertura que reflita fielmente o valor de reposição ou de mercado do veículo reduz o risco de inadimplência da seguradora e, simultaneamente, protege o segurado de variações inesperadas de preço.
2) Perfil de uso da frota: operações mais complexas, como entregas em áreas metropolitanas com alta exposição a colisões com terceiros, ou trajetos longos em rodovias com maior intensidade de trânsito, costumam exigir prêmios mais robustos, principalmente se houver histórico de sinistros.
3) Coberturas e riscos assegurados: além das coberturas básicas (quando houver), itens adicionais como proteção para carga, assistência 24h, vidro, incêndio, roubo e danos a terceiros alteram o mix de proteção e, consequentemente, o custo do seguro.
4) Perfil do condutor e treinamento: motoristas com registro de prontuários de segurança, cursos de condução defensiva e experiência com caminhões pesados tendem a gerar prêmios mais competitivos, pois reduzem a probabilidade de sinistro.
5) Manutenção e conservação: veículos com histórico comprovado de manutenção regular costumam apresentar menor risco operacional, e isso se reflete em benefícios de prêmio e em condições de renovação de contrato.
6) Local de atuação e localização da empresa: o local geográfico de operação pode influenciar o risco de roubo, vandalismo e frequências de sinistros, impactando o custo do seguro.
Essa lista não esgota os fatores que compõem o prêmio, mas oferece uma visão prática de como a FIPE, associada ao estado real do Atego 1726, se conecta com a apólice de seguro. O objetivo é ajustar o nível de proteção às características operacionais da frota, preservando a segurança, a continuidade dos serviços e a estabilidade financeira da empresa.
Boas práticas para melhorar a relação entre FIPE, Atego 1726 e o seguro
Para quem gerencia frota com o Atego 1726, algumas ações simples costumam fazer diferença no custo de seguro e na qualidade da cobertura:
• Manter a documentação em dia: históricos de manutenção, notas fiscais, laudos de inspeção e registros de reparos ajudam a comprovar a condição do veículo e reduzem incertezas para a seguradora.
• Realizar checklists de segurança com frequência: verifique itens como freios, pneus, sistemas de iluminação, cintos, motor e transmissão, buscando manter níveis ideais de segurança operacional.
• Adotar programas de treinamento para motoristas: condução segura, economia de combustível e boas práticas de operação prolongam a vida útil do Atego e reduzem riscos de sinistralidade.
• Alinhar o uso da frota às condições de seguro: quando possível, selecione coberturas compatíveis com a função do caminhão (entrega urbana, rodoviária, transporte de carga sensível etc.).
• Revisar periodicamente o valor segurado: conforme o veículo acumula quilometragem, pode ser necessário reajustar a cobertura para manter a reposição adequada, em linha com o que indica a FIPE.
Conceitos-chave para a tomada de decisão de seguro
Na prática, o objetivo de entender a FIPE no contexto do Atego 1726 é assegurar que a decisão de seguro esteja sólida, com cobertura adequada, valor de reposição compatível com o mercado e custos proporcionais ao risco. O FIPE atua como referência, enquanto as coberturas, as cláusulas contratuais e as condições de sinistralidade modulam o custo final. O resultado desejado é uma apólice que ofereça proteção eficaz para a operação da frota, sem subir desnecessariamente o custo, e com a tranquilidade de uma assistência que responda rapidamente a eventuais ocorrências na estrada.
Para quem está buscando orientação prática, vale a pena consultar um corretor de seguros com experiência no setor de transportes de carga. Um profissional pode interpretar a tabela FIPE na prática para o Atego 1726 2p, alinhar as coberturas com as necessidades reais da operação e propor opções que conciliem proteção adequada, custo acessível e facilidade de renovação ao longo do tempo.
Se você quer uma avaliação direcionada ao seu caso, a GT Seguros oferece suporte especializado em seguros de caminhões, com foco na compatibilidade entre o valor FIPE, as coberturas desejadas e as necessidades da sua operação. Nossa equipe pode orientar sobre as melhores opções para o Atego 1726 2p (2014) e ajudar a encontrar uma solução que combine proteção, economia e tranquilidade para sua frota.
Faça uma cotação com a GT Seguros e obtenha uma proposta alinhada com o seu cenário de negócio. A decisão informada começa com dados corretos, uma leitura consciente da FIPE e o suporte de quem entende de transporte de carga.
