| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 262.912,00 |
| Dez/25 | R$ 267.355,00 |
| Nov/25 | R$ 265.104,00 |
| Out/25 | R$ 264.521,00 |
| Set/25 | R$ 267.286,00 |
| Ago/25 | R$ 264.786,00 |
| Jul/25 | R$ 264.630,00 |
| Jun/25 | R$ 274.228,00 |
| Mai/25 | R$ 268.277,00 |
| Abr/25 | R$ 265.859,00 |
| Mar/25 | R$ 269.546,00 |
| Fev/25 | R$ 270.125,00 |
Guia completo para entender a Tabela FIPE do Mercedes-Benz Atego 2428 com 3 eixos e cabine 2 portas (diesel) 2011
Quando o tema é seguro de caminhões e avaliação de risco, a Tabela FIPE é um referencial essencial. Ela funciona como um apontamento de mercado, reunindo valores médios de referência para veículos usados no Brasil. Para caminhões como o Mercedes-Benz Atego 2428, com configuração de 3 eixos e cabine de duas portas, a leitura da FIPE vai muito além de um simples número: ela ajuda corretoras e seguradoras a compreender o estágio de depreciação, o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total, bem como a influência de cada detalhe do veículo no prêmio de seguro. Neste artigo, exploramos o que a Tabela FIPE representa nesse modelo específico, além de oferecer informações técnicas que ajudam a entender por que diferentes configurações impactam o custo do seguro, a gestão de risco e a tomada de decisão no dia a dia de quem administra frotas. A ideia é oferecer conteúdo educativo, com foco na prática, para quem atua no ecossistema de seguros, transportes e logística.
Entendendo a Tabela FIPE e como ela se aplica ao Atego 2428
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é amplamente utilizada como referência de valores de mercado para veículos usados. Ela agrega dados de transações recentes, levando em consideração diversos parâmetros como ano, modelo, versão, tipo de carroceria e configuração. No caso de caminhões pesados, a FIPE não apenas indica o preço de revenda, mas também serve de base para cálculos de depreciação, seguro de responsabilidade civil, seguro compreensivo, e até para viabilizar negociações junto a instituições financeiras e seguradoras.

Para o Mercedes-Benz Atego 2428, 3 eixos e cabine 2 portas, o valor estimado pela FIPE é fortemente influenciado pela configuração do chassi, pela motorização e pela massa total permitida de trânsito (PBT). Caminhões com 3 eixos costumam ter PBT maiores do que modelos com menos eixos, o que, por si só, tende a elevar o valor de reposição quando comparado a veículos de menor porte. Além disso, pequenas variações entre motores diesel, cabines e itens de acabamento podem causar diferenças relevantes entre uma configuração e outra. É por isso que manter a ficha técnica atualizada e, sempre que possível, registrar a configuração exata do veículo no momento da consulta à FIPE, ajuda a evitar distorções no valor utilizado pela seguradora e pela financeira.
É importante entender que a FIPE não é o único critério que define o prêmio de seguro. As seguradoras levam em conta o histórico de sinistros, a região de atuação, a utilização do veículo (mercado de gás, logística portuária, transporte de cargas gerais, etc.), a tipologia de carga, o perfil do motorista, a idade da frota e a frequência com que o veículo circula em ambientes com alto tráfego ou em vias com maior risco de capotamento ou colisão. No entanto, a FIPE funciona como uma referência prática para balizar o valor factível de indenização, o que, por consequência, impacta a composição de prêmio, franquia e coberturas oferecidas pela corretora de seguros.
Nesse contexto, o Atego 2428 ganha contorno técnico: trata-se de um caminhão de configuração de 3 eixos, com cabine de duas portas, voltado para operação em transportes de médios a pesados. O uso frequente em percursos urbanos e rodoviários, aliado à necessidade de manter a produtividade operacional, reforça a importância de compreender como o valor de mercado, expresso pela FIPE, influencia a gestão de riscos e as decisões de seguro.
Ficha Técnica Simplificada do Atego 2428 (2011)
- Configuração do veículo: caminhão pesado com 3 eixos, disponível nas opções de 6×2 ou 6×4, cabine 2 portas, destinados a operações de transporte de cargas com exigência de estabilidade e capacidade de tração em diferentes tipos de solo e encostas.
- Motor: diesel, com motorização típica utilizada na família Atego daquela época, caracterizada por berços de flexibilidade para uso urbano e rodoviário; a potência nominal costuma situar-se em faixas altas para atender demandas de torque e desempenho em subidas, com tecnologia de injeção moderna para eficiência de combustível e controle de emissões.
- Transmissão: conjunto de várias marchas, com opções que vão de câmbio manual de múltiplas marchas a transmissões automatizadas, pensadas para reduzir fadiga do motorista em operações de entrega, distribuição e logística de carga pesada.
- Capacidade de carga e chassis: PBT (Peso Bruto Total) compatível com configurações de 3 eixos, adequado para operações de porte médio a pesado; o espaço de caçamba, a carroceria e o tipo de carga determinam, em conjunto, a carga útil efetiva e o desempenho em termos de empuxo, frenagem e manobrabilidade.
Observação importante: as especificações citadas acima representam, de forma simplificada, as características comuns da linha Atego 2428 em versões de 2011, com a ressalva de que pequenas variações ocorrem conforme o país de venda, o nível de acabamento, as opções de conforto para cabine e os pacotes de segurança. Para uma ficha técnica exata de um veículo específico, é recomendado consultar o manual do proprietário, o certificado de origem e a documentação de homologação do equipamento, bem como o registro no sistema FIPE para a versão correspondente.
A Mercedes-Benz: tradição, qualidade e inovação no transporte brasileiro
Desde a sua origem, a Mercedes-Benz consolidou-se como referência em engenharia de veículos pesados. No Brasil, a marca mantém uma tradição de oferecer caminhões com foco em robustez, confiabilidade e tecnologia de segurança, aspectos que são particularmente valorizados pelo setor de transportes. A linha Atego, em especial, é reconhecida pela versatilidade: modelos com 3 eixos oferecem uma combinação atraente entre capacidade de carga, estabilidade e manobração em áreas urbanas, além de desempenho aguçado em rodovias, o que é essencial para entregas com prazos curtos e operações logísticas contínuas.
A presença da Mercedes-Benz no mercado brasileiro não se resume à venda de veículos. Ela envolve assistência técnica, rede de concessionárias, disponibilidade de peças originais e programas de manutenção com foco na vida útil da frota. A confiabilidade da marca, aliada a um portfólio que abrange desde caminhões urbanos até veículos para exportação, cria um ecossistema que facilita a gestão de risco para frotas, reduzindo o tempo de indisponibilidade do veículo e ampliando a previsibilidade de custos de operação. Em termos de seguro, esse respaldo se traduz na percepção de menor volatilidade de sinistralidade e, por consequência, em condições mais estáveis de prêmios ao longo do tempo, especialmente quando o veículo recebe manutenções regulares e monitoramento de desempenho.
Além disso, a Mercedes-Benz investe em tecnologia de segurança e de gerenciamento de frota, como controles de estabilidade, sistemas de frenagem avançados e, dependendo da configuração, recursos de telemetria que ajudam o contratante a entender padrões de uso, identificar hábitos de condução que aumentem o risco e, assim, atuar de forma proativa na prevenção de acidentes. Para quem administra uma frota com Ategos, essa soma de atributos da marca costuma se traduzir em benefícios indiretos para o seguro, como menor probabilidade de sinistros graves e maior previsibilidade de custos de operação.
O papel da FIPE na avaliação de risco e no custo do seguro de caminhões
Ao contrastar o valor de mercado do Atego 2428 com o custo de reposição em seguro, há duas leituras importantes. Primeiro, o valor FIPE serve como base para o cálculo de indenização em caso de sinistro. Em termos simples, quando o veículo sofre perda total, o valor pago pela seguradora geralmente está vinculado ao preço de referência da FIPE para aquela configuração e ano. Segundo, a FIPE influencia a determinação de depreciação no contrato de seguro. Quanto maior o valor de mercado indicado pela FIPE, maior pode ser o fator de indenização relativo à soma total segurada, o que, por consequência, pode impactar o prêmio mensal ou anual cobrado pela cobertura escolhida.
É comum que brokers e seguradoras utilizem a FIPE como um dos componentes, ao lado de outros critérios, para precificação adequada. A depreciação, por sua vez, tende a ocorrer ao longo do tempo, com a curva de desvalorização relacionada à idade do veículo, ao uso diário, à quilometragem e à condição de manutenção. Pneus, freios, motor, transmissão e sistemas de suspensão também influenciam a percepção de risco e, por consequência, o prêmio. Por isso, manter um histórico de manutenção, realizar inspeções periódicas e documentar a regularidade de serviço é essencial para obter condições mais estáveis e justas de seguro ao longo dos anos.
Para o Atego 2428 em particular, a combinação entre a robustez da marca, a adequação da configuração de 3 eixos para operações de média e alta demanda, e o valor de mercado representado pela FIPE cria um cenário propício para coberturas bem ajustadas: proteções básicas de danos a terceiros, danos ao veículo, roubo e furto, assistência 24h em viagem, além de opções de proteção para cargas sensíveis. A operação de frotas, com o suporte de uma apólice que combine responsabilidade civil e danos ao veículo, pode se beneficiar de pacotes que ofereçam redução de prêmios por histórico de sinistros limpo e por programas de telemetria que ajudam a monitorar hábitos de condução e uso do veículo.
Como a FIPE orienta a gestão de risco no seguro de caminhões
Para quem contrata seguro de caminhões, a FIPE funciona como um norte prático para entender o “valor de verdade” do bem em uso. A partir desse referencial, a empresa de seguros pode personalizar a cobertura conforme o risco percebido, ajustando limitações de indenização, franquias, extensões de coberturas e condições especiais para condutores. Além disso, o uso da FIPE facilita a comparação entre propostas de diferentes seguradoras, permitindo que o contratante identifique qual oferta entrega o melhor equilíbrio entre preço e proteção prevista.
Nesse contexto, é essencial que o proprietário da frota mantenha a documentação em dia, incluindo o registro do modelo, ano de fabricação, versão, motor, e informações sobre a configuração exata do chassi e dos eixos. A precisão nesses dados evita ruídos na precificação, atrasos no atendimento a sinistros e desentendimentos entre o segurado e a seguradora no momento de uma indenização ou de uma indenização parcial. Em termos práticos, manter a documentação de manutenção em dia, registrar manutenções regulares, manter medições de desgaste de componentes críticos (freios, suspensão, direção) e comunicar mudanças de configuração ou de uso da frota são práticas que ajudam a preservar o equilíbrio entre custo do seguro e proteção oferecida.
Cuidados práticos para manter a segurança financeira da sua frota
Para minimizar impactos no custo do seguro sem sacrificar a proteção necessária, algumas ações simples e eficazes podem ser implementadas pela gestão de frotas. Primeiro, invista em manutenção preventiva regular e em inspeções físicas dos componentes críticos do
