| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 198.386,00 |
| Dez/25 | R$ 198.764,00 |
| Nov/25 | R$ 192.043,00 |
| Out/25 | R$ 193.009,00 |
| Set/25 | R$ 193.589,00 |
| Ago/25 | R$ 194.562,00 |
| Jul/25 | R$ 192.631,00 |
| Jun/25 | R$ 193.599,00 |
| Mai/25 | R$ 194.572,00 |
| Abr/25 | R$ 195.550,00 |
| Mar/25 | R$ 195.844,00 |
| Fev/25 | R$ 195.962,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Mercedes-Benz Axor 2035 S 2p (diesel) 2013
Ao tratar da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 2035 S 2p (diesel) 2013, estamos falando de um referencial que auxilia profissionais de seguros, compradores e vendedores a entenderem o valor de mercado de um caminhão utilizado na operação diária. A Tabela FIPE não é uma cotação de seguro nem um orçamento de venda; é uma referência nacional que agrega dados históricos de venda de veículos semelhantes, ajudando a dar consistência aos valores praticados. No contexto específico de caminhões pesados, como o Axor 2035 S 2p, a leitura da FIPE envolve particularidades que variam conforme configuração, estado de conservação, uso e histórico de manutenção. A ideia central é usar o referencial da FIPE como base para a avaliação de reposição ou de indenização em situações de seguro, financiamento ou compra e venda, sempre complementando com informações técnicas e de conservação do veículo.
O papel da Tabela FIPE no contexto de caminhões pesados
A Tabela FIPE funciona como um índice de referência, reunindo valores médios de mercado de veículos fabricados e vendidos no país. Para caminhões, esse processo considera aspectos específicos, como o tipo de carroceria, o número de eixos, o tipo de cabine, a configuração de chassi e o uso típico (carga, entrega urbana, transporte rodoviário, etc.). No caso do Mercedes-Benz Axor 2035 S 2p (diesel) 2013, a leitura da FIPE precisa levar em conta que:

- O Axor 2035 S 2p é um caminhão de cabine simples, com configuração de 2 portas, destinado a operações de carga pesada em rotas urbanas e rodoviárias. A versão “S” costuma indicar características específicas de implementação de motor e eixo, diferentes de outras variantes da linha Axor.
- A idade do veículo impacta diretamente a curva de desvalorização na FIPE. Modelos com 10 anos ou mais tendem a apresentar variações maiores entre estado de conservação interno e externo, o que pode se refletir em menor valor de referência em comparação a unidades melhor conservadas.
- Conservação, histórico de uso e manutenção são elementos que aceleram ou retardam a queda ou a estabilidade do valor de mercado. Caminhões com histórico de manutenção documentado costumam manter melhor o salto de valor entre anos e quilometragem, refletindo positivamente na percepção de seguradoras e compradores.
- A FIPE deve ser vista como parte de um ecossistema de avaliação. Em muitos casos, as seguradoras utilizam o valor FIPE como base, mas ajustam com base em informações suplementares (quilometragem, estado de conservação, garantia de peças, histórico de sinistros, entre outros). Assim, o valor final para fins de seguro pode ficar próximo, acima ou abaixo da referência FIPE, dependendo do conjunto de condições exibidas pelo veículo.
Ficha técnica do Mercedes-Benz Axor 2035 S 2p (diesel) 2013
Abaixo apresentamos uma ficha técnica resumida, com foco nas características relevantes para a leitura da Tabela FIPE e para entender o uso seguro e econômico do veículo. Lembrando que as especificações podem variar conforme a configuração original de fábrica e o histórico de intervenções na concessionária ou oficina autorizada. Este quadro serve como guia educativo para quem atua no mercado de seguros, venda e aquisição de caminhões na faixa de médio a pesado.
- Dados gerais
- Fabricante: Mercedes-Benz
- Linha/versão: Axor 2035 S 2p
- Ano/modelo de referência: 2013
- Tipo de veículo: caminhão rígido de cabine simples (2 portas), com eixo traseiro configurável conforme a carga
- Propulsão e motor
- Tipo de motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, intercooler
- Potência: potência adequada ao segmento de caminhões pesados, com bom regime de torque para uso de carga
- Torque: adequadamente distribuído para arrancadas com carga e manuseio de rotações mais estáveis em estrada
- Combustível e eficiência: projetado para uso rodoviário com opções de consumo moderado quando mantido em boas condições
- Transmissão e tração
- Transmissão: geralmente manual, com várias marchas, compatível com uso de carga pesada
- Relação de diferencial e eixo: configuráveis conforme aplicação (cargas, trechos de subida, uso urbano/rodoviário)
- Sistema de tração: 4×2 ou 4×4 dependendo da versão e do conjunto de eixo
- Controle de emissões: sistema adequado à normativa de época de fabricação, com estratégias de redução de emissão e melhoria de eficiência
- Dimensões, peso e capacidade
- Peso bruto total (PBT): dimensionado para operações de carga pesada, com variações conforme caçamba ou carroceria
- Dimensões aproximadas: comprimento, largura e altura compatíveis com a circulação em rodovias e acessos de fábrica
- Capacidade de carga útil: varia conforme a configuração de chassi e carroceria, adequada a cargas médias a pesadas
- Tanque de combustível: capacidade suficiente para longos trechos entre abastecimentos, com opções de tanques maiores para operações de logística
- Conforto, segurança e itens de fábrica
- Sistema de cabine e conforto: posição ergonômica do banco do motorista, visibilidade adequada, controles acessíveis
- Sistemas de segurança: itens básicos de proteção, como freios eficientes, controle de estabilidade em algumas configurações, e dispositivos de assistência conforme o nível de equipamento
- Sala de tecnologia: presença de mostradores digitais ou analógicos, com indicadores de manutenção e alertas de serviço
- Capacidade de adaptação: motorizações e transmissões podem ser ajustadas para diferentes tipos de carga e geografia de atuação
- História e tradição: a Mercedes-Benz tem décadas de atuação em caminhões, com foco em robustez, durabilidade e inovação tecnológica. Essa herança confere confiança ao usuário final e facilita a aceitação de peças originais em redes autorizadas.
- Engenharia e qualidade de fabricação: os caminhões da marca costumam apresentar rigidez estrutural, sistemas de freios confiáveis e soluções de motorização que equilibram desempenho, consumo e longevidade
- Rede de assistência técnica: a presença de concessionárias e centros de serviço autorizados em todo o país facilita a manutenção, diagnóstico e reposição de peças, reduzindo o tempo ocioso do veículo
- Inovação e tecnologia de segurança: desde sistemas de frenagem até assistências de condução, a marca tem investido em soluções que elevam o padrão de proteção do motorista e da carga
- Configuração de chassi, cabine e carroceria: diferentes opções de caçamba, baú ou chassis afetam o peso, a área de carga e a demanda de reparo, o que impacta o valor de referência.
- Condição de conservação: pintura, ferrugem, vazamentos, e integridade estrutural influenciam o quanto a unidade é valorizada na base FIPE. Um veículo bem conservado tende a ficar mais próximo da média ou até acima, dependendo da demanda regional.
- Quilometragem e uso: caminhões com uso comercial intenso tendem a ter maior depreciação, especialmente se não houver histórico de manutenção regular ou de operações gravosas para o motor e o sistema de transmissão.
- Itens de fábrica e acessórios: sistemas de segurança, auditórios de conforto, aração de eixo, e opções de cabine podem acrescentar ou reduzir a atratividade de uma unidade na FIPE, conforme o que está presente de fábrica ou foi instalado posteriormente.
- Valor base da FIPE serve como referência principal para indenização em caso de perdas totais, desde que não haja acordo específico entre segurado e seguradora.
- Avaliação de risco: características de uso, quebras frequentes ou altas sinistralidades podem influenciar o prêmio relativo, mesmo que o valor de referência permaneça dentro de uma faixa determinada pela FIPE.
- Complementação com dados da guia de manutenção: documentos que comprovem histórico de revisões, substituições de componentes críticos (freios, embreagem, motor, transmissão) ajudam a fundamentar uma indenização mais fiel ao estado atual do veículo.
- Impacto da depreciação pela idade: caminhões com muitos anos tendem a ter depreciação maior, o que pode reduzir o valor segurado de referência e, consequentemente, o custo do prêmio, caso a seguradora ajuste pela vida útil prevista da frota.
A importância da marca Mercedes-Benz no segmento de caminhões
A Mercedes-Benz é uma referência global na indústria automotiva, com trajetória consolidada em veículos comerciais pesados. No universo dos caminhões, a marca destaca-se por várias razões, que impactam diretamente a percepção de valor na Tabela FIPE e, consequentemente, nas avaliações de seguro e financiamento.
Para quem trabalha com corretora de seguros, esse conjunto de atributos se traduz em maior previsibilidade de desgaste, custos de reposição e facilidades de manutenção, o que pode influenciar, de forma indireta, a composição de prêmio e a aceitação de coberturas. Por isso, entender a trajetória da marca ajuda a contextualizar o valor de uma unidade específica e a planejar estratégias de seguro mais alinhadas com o uso real do veículo.
Fatores que influenciam a Tabela FIPE para caminhões pesados
Ao considerar a Tabela FIPE para o Axor 2035 S 2p, é essencial reconhecer que o valor referenciado não vem apenas do ano de fabricação. Existem múltiplos fatores que pesam na variação entre uma unidade e outra, especialmente quando tratamos de caminhões usados em atividades logísticas com padrões de desgaste distintos. A seguir, identificamos os elementos mais relevantes para a leitura da FIPE nesse segmento:
É comum observar diferenças entre a média da FIPE e o preço pedido em anúncios ou avaliadores independentes. A FIPE serve como referência, mas a realidade de cada veículo — estado de conservação, serviço de manutenção, peças originais, sinistros, e treinamento de condução — influencia o ajuste fino do valor na prática de seguro e negociação de venda.
Como interpretar a Tabela FIPE no contexto de seguro e contratação
As seguradoras utilizam a FIPE para estabelecer o valor de referência do bem segurado. A partir desse valor, o contrato de seguro realiza o cálculo de prêmios, franquias e coberturas. Quando se trata de um Axor 2035 S 2p, algumas observações ajudam a entender o fluxo de avaliação:
Essa leitura aidna também na hora de planejar o seguro com foco em proteção de cargas, custos com manutenção e cobertura de assistência. O Axor 2035 S 2p pode ter particularidades que exigem coberturas específicas — por exemplo, proteção de baú, seguro de carga, ou cobertura de terceiros — que devem ser alinhadas com a política da seguradora, sempre levando em conta a base da FIPE como referência de mercado.
