| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 272.366,00 |
| Dez/25 | R$ 272.885,00 |
| Nov/25 | R$ 273.295,00 |
| Out/25 | R$ 273.953,00 |
| Set/25 | R$ 274.833,00 |
| Ago/25 | R$ 275.412,00 |
| Jul/25 | R$ 275.854,00 |
| Jun/25 | R$ 263.387,00 |
| Mai/25 | R$ 263.915,00 |
| Abr/25 | R$ 264.153,00 |
| Mar/25 | R$ 264.550,00 |
| Fev/25 | R$ 264.709,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 2036 S/LS 2p (E5) 2017
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para avaliar o valor de veículos usados, incluindo caminhões comerciais. Quando se trata de um modelo como o Mercedes-Benz Axor 2036 S/LS 2p (E5) 2017, entender como a FIPE trata as variações entre versões, anos de fabricação e condições de uso ajuda o corretor de seguros a dimensionar coberturas, franquias e eventuais reajustes de prêmio. Este artigo explora, de forma didática, como ler a ficha técnica do Axor 2036, qual o papel da marca Mercedes-Benz nesse cenário e quais aspectos a FIPE, a marca e o seguro consideram para este veículo específico.
Ficha Técnica do Axor 2036 S/LS 2p (E5) 2017
A Mercedes-Benz Axor 2036 S/LS 2p é uma linha de caminhões projetados para uso em transporte de carga geral, distribuição e aplicações que exigem robustez, confiabilidade e boa relação entre desempenho e consumo. Abaixo, descrevemos os elementos típicos presentes na ficha técnica deste conjunto, com foco no que costuma constar na Tabela FIPE para a versão 2017, Euro 5 (E5) e cabine simples (2 portas).

- Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, alimentação por turbocompressor com intercooler. Deslocamento típico em torno de 7,2 litros. Potência nominal geralmente na faixa de 360 cv (aproximadamente 265 kW). Torque máximo próximo de 1.700 Nm, disponível em giros relativamente baixos para favorecer o empuxo em subida e carregado.
- Transmissão: Opções incluem transmissão manual de várias marchas (comoverdrive em séries mais simples) e, em algumas configurações, uma transmissão automática PowerShift de 12 marchas. A escolha de transmissão impacta o consumo, o conforto de condução e o tempo de atendimento de trânsitos de entrega, especialmente em rotas urbanas com paradas frequentes.
- Eixos e tração: Configuração típica 4×2, com cabine simples (2 portas) para maior capacidade de carga útil e manobrabilidade em vias urbanas. Suspensão dianteira e traseira em molas, com sistema de freios ABS/EBS para maior segurança e controle de frenagem em condições adversas, inclusive em terreno de obra ou estrada molhada.
- Dimensões e capacidades: PBT (Peso Bruto Total) em torno de 18.000 kg, com espaço para cargas consideráveis conforme a tipologia de semirreboque ou caçamba. Tanque de combustível com capacidade que varia entre 300 a 400 litros, dependendo da configuração de série ou de especificações de fábrica. Pneus na faixa de 315/70 R22,5 ou equivalentes, adaptados ao eixo dianteiro e traseiro conforme a carga prevista. Distância entre eixos (entre eixos) normalmente alinhada a valores que favorecem estabilidade e boa distribuição de peso entre os eixos, com comprimentos que variam conforme o conjunto cabine e chassi.
Observação importante: as especificações acima refletem o que costuma compor a ficha técnica da Axor 2036 S/LS 2p em 2017 e dentro da classificação Euro 5. Pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado regional, pacote de opcionais e atualizações de fábrica. Para fins de FIPE, o conjunto pode receber ajustes com base no ano, na quilometragem, no estado de conservação e nos opcionais instalados pela concessionária. Portanto, ao consultar a tabela, vale acompanhar os sinais de confirmação do veículo específico (número de chassis, condições de uso e documentação) para uma correspondência mais fiel ao seu caso.
A marca Mercedes-Benz: tradição, qualidade e inovação no setor de caminhões
A Mercedes-Benz é uma das marcas mais antigas e reconhecidas do mundo no segmento de veículos comerciais pesados. Com uma história que abrange mais de um século, a fabricante alemã consolidou-se como referência por meio de engenharia centrada no desempenho, durabilidade e segurança. No segmento de caminhões, a linha Axor foi concebida para oferecer soluções versáteis de transporte de cargas médias e pesadas, combinando robustez com conforto de condução — fatores que costumam influenciar diretamente a vida útil do ativo, o custo de manutenção e o valor de revenda, aspectos relevantes quando se analisa a FIPE e o seguro do veículo.
A credibilidade da marca se reflete em pontos como a disponibilidade de rede de concessionárias, peças de reposição padronizadas, programas de manutenção e serviço pós-venda robusto. Em termos de segurança para o motorista e para a carga, a Mercedes-Benz incorpora tecnologias que vão desde sistemas de freios avançados até assistentes de condução cada vez mais presentes em frotas modernas. Mesmo modelos usados do Axor costumam apresentar boa confiabilidade se revisados rotineiramente, com atenção especial aos componentes do motor, transmissão, sistema de freios e suspensão — itens que costumam figurar entre as verificações da FIPE na avaliação de valor de troca ou de seguro.
Além do aspecto técnico, a presença da marca na FIPE está vinculada à percepção de qualidade associada ao manter o caminhão em condições adequadas de uso. Em termos de seguro, esse histórico de desempenho e a rede de suporte podem influenciar positivamente o custo da cobertura, principalmente quando o veículo circula com utilização regular em trajetos urbanos ou rodoviários, onde o risco de sinistro é uma variável a ser considerada na prática da cotação.
Como a Tabela FIPE se aplica a caminhões: leitura prática para seguro e compra
A Tabela FIPE atua como uma referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões como o Axor 2036. Com base no ano de fabricação, no modelo específico, no estado de conservação e em eventuais acessórios, a FIPE gera um valor que serve de base para comparações, apólices de seguro e negociações de compra e venda. Para caminhões, algumas considerações ajudam a interpretar a FIPE com mais precisão:
- Correlacionar o ano de fabricação com o estado atual do veículo: a FIPE costuma refletir o desempenho de modelos do mesmo ano de saída, mas veículos bem conservados podem apresentar valores superiores a versões com desgaste significativo. A avaliação de documentação, histórico de manutenção e quilometragem é crucial para calibrar o valor informado pela FIPE.
- Considerar a configuração e o pacote de opcionais: para o Axor, diferenças entre S/LS, 2p, cabine simples ou com características especiais influenciam a percepção de valor. Elementos como a capacidade do tanque, o tipo de transmissão ou a presença de recursos de segurança podem impactar o balanço entre preço de compra e cobertura de seguro.
- Entender a aplicação da FIPE para seguro: muitas seguradoras utilizam a FIPE como referência para “valor de mercado” na indenização em caso de perda total ou roubo, bem como para a determinação de certos limites de coberturas. Embora o prêmio de seguro envolva outros fatores (perfil do motorista, uso da frota, local de operação, histórico de sinistros, entre outros), a FIPE fornece a linha de base sobre a qual esses demais elementos serão agregados ou ajustados.
- Atualizações sazonais: a FIPE atualiza periodicamente os valores com base em novas entradas de mercado. Em frotas ou veículos com uso intenso, pode haver defasagem entre o valor real de mercado e o valor registrado na tabela; por isso é comum que corretores usem uma média ponderada entre FIPE e outros indicadores, para chegar a uma proteção adequada sem sob ou supervalorizar o veículo na apólice.
Para o proprietário ou para a gestão de frotas, a leitura cuidadosa da FIPE, aliada à ficha técnica do Axor e ao histórico de manutenção, é chave para manter o seguro em linha com o valor de reposição ou de indenização. Quando o veículo passa a ser substituído ou entra em manutenção expressiva, a referência FIPE ajuda a manter as coberturas alinhadas com a realidade de mercado, evitando lacunas entre o valor segurado e o custo de reposição.
Seguro de caminhões: pontos práticos para considerar com o Axor 2036
Ao planejar a proteção de um Mercedes-Benz Axor 2036, especialmente com a lógica de valor de mercado definida pela FIPE, alguns aspectos são centrais para a construção de uma apólice eficiente. Abaixo, apresentamos diretrizes úteis do ponto de vista de seguros, com foco na prática de corretoras e na proteção de ativos.
- Risco operacional: o histórico de sinistros da rota de operação (cidade, rodovia, obras) influencia o prêmio. Caminhões usados em trechos com alta vulnerabilidade a colisões, vandalismo ou roubo podem exigir coberturas adicionais, como proteção contra roubo ou incêndio, além de franquias proporcionais ao risco.
- Manutenção regular: o suporte de fábrica, o cronograma de revisões e o registro de serviços ajudam a sustentar o valor de indenização e a reduzir custos de seguro a longo prazo. Manter o registro de cumprimento de manutenções corretas evita questionamentos em caso de sinistro e pode contribuir para descontos em algumas seguradoras.
- Parcelamento e valor da frota: para frotas, a composição de veículos, idade, pátio e gestão de riscos podem impactar o custo do seguro de forma corporativa. Descontos por cadastro de várias unidades, programas de telemetria e treinamento de condutores são estratégias comuns para reduzir prêmios.
- Itens de proteção: a presença de dispositivos de segurança, como rastreadores, alarmes, câmeras de visão traseira e freios com assistência de ABS/EBS, pode influenciar positivamente o custo do seguro. Além disso, opções de cobertura para danos a terceiros, danos elétricos, incêndio e proteção de carga são fatores que ajudam a equilibrar a relação entre prêmio e proteção.
Para quem administra uma frota ou utiliza o Axor 2036 de forma recorrente, é essencial conversar com o corretor sobre o equilíbrio entre valor segurado, franquias e
