| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 297.457,00 |
| Fev/26 | R$ 300.125,00 |
| Jan/26 | R$ 301.844,00 |
| Dez/25 | R$ 290.870,00 |
| Nov/25 | R$ 286.654,00 |
| Out/25 | R$ 287.346,00 |
| Set/25 | R$ 288.270,00 |
| Ago/25 | R$ 288.879,00 |
| Jul/25 | R$ 289.343,00 |
| Jun/25 | R$ 289.634,00 |
| Mai/25 | R$ 290.135,00 |
| Abr/25 | R$ 291.175,00 |
Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 2536 S/LS 6×2 2p (diesel) (E5) 2014: como interpretar, impacto na seguradora e leitura da ficha técnica
Contexto da Tabela FIPE no segmento de caminhões pesados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como uma referência de valores de mercado para veículos usados no Brasil. Embora tenha ganhado notoriedade com automóveis de passeio, ela também cobre caminhões e outros veículos de carga, incluindo as versões da linha Axor da Mercedes-Benz. Para proprietários, frotistas e seguradoras, a FIPE oferece uma base padronizada para comparação, cotações de seguro e avaliações de depreciação ao longo do tempo. Vale esclarecer que o valor indicado pela FIPE não é um preço de venda fixo nem um valor de reposição automático; ele reflete uma média de transações ocorridas no período de referência, ajustada por fatores como estado de conservação, quilometragem, localização geográfica, histórico de uso e configuração específica do veículo. No universo dos caminhões de trabalho, esses componentes pesam bastante na leitura da “viabilidade” de uma contratação de seguro com coberturas adequadas, bem como na definição do valor segurado para casco, lucros cessantes e responsabilidade civil.
Para quem atua no ramo de seguros, entender como a FIPE se aplica a modelos pesados como o Axor 2536 é essencial. Caminhões pesados têm particularidades que influenciam o prêmio: idade do veículo, tipo de uso (distribuição urbana, regional ou rodoviário), manutenção, disponibilidade de peças, histórico de sinistros e até a configuração de eixo e cabine. Em linhas gerais, a leitura da Tabela FIPE ajuda a calibrar o valor de referência do veículo na apólice, mas não substitui uma avaliação técnica detalhada realizada pela seguradora. É por isso que, ao orçar coberturas para um Axor 2536 S/LS 6×2 2p, profissionais costumam cruzar a FIPE com dados do fabricante, ficha técnica, confirmação da configuração de eixo (6×2), cabine (S/LS, que influencia aerodinâmica e conforto) e histórico do veículo.

Ficha Técnica do Mercedes-Benz Axor 2536 S/LS 6×2 2p (E5) 2014
A ficha técnica de um caminhão dessa configuração traz informações que, juntas, ajudam a entender o comportamento do veículo, seus custos de operação e o nível de proteção que merece na apólice de seguro. A versão Axor 2536 S/LS 6×2 2p de 2014 é voltada a operações de carga pesadas, com tração em dois eixos motrizes, cabine de configuração compacta a alongada e motor diesel de alta eficiência para longas jornadas de trabalho. Abaixo estão os elementos-chave que costumam compor uma ficha técnica resumida para esse modelo. Observação: números exatos podem variar conforme a configuração de fábrica, mercado e país de origem da unidade, mas os itens listados ajudam a contextualizar a base da oferta de seguro e o comportamento do veículo na prática.
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, com alimentação de injeção de alta pressão (common rail) para melhorar a eficiência de combustível e o desempenho de torque em rotações baixas
- Potência e torque: potência nominal na faixa de várias centenas de cavalos, com torque elevado adequado a operações de transporte de carga pesada; valores exatos variam conforme a configuração de fábrica e instrumentação do veículo
- Transmissão e tração: configuração 6×2 (com dois eixos dianteiros não motrizes e dois eixos traseiros com tração), tipicamente associada a transmissão Manual de várias marchas ou, em versões específicas, transmissão automática de dupla embreagem ou automatizada (PowerShift 3/MB), com retarder ou freio auxiliar para uso rodoviário e urbano
- Dimensões e peso: chassis adaptado para operações de maior capacidade de carga; o peso bruto total (PBT) varia com a configuração de eixo e cabine, refletindo as exigências de norma de trânsito e as necessidades de frota; cabine S/LS indica opções de espaço interno e alongamento do entre-eixos, impactando conforto do motorista e capacidade de carga útil
Além desses itens, a ficha técnica costuma trazer dados complementares que ajudam na decisão de seguro e na gestão de frota: posição do motor, tipo de cabine (cabine simples ou dupla), capacidade de tanque de combustível, peso vazio estimado, alcance entre revisões, emissões (E5, conforme padrões de Proconve), e especificações de segurança ativas e passivas. Em modelos Axor, a presença de recursos de segurança — como sistemas de freios com ABS, controle de estabilidade, assistência de montagem de reboques e dispositivos de frenagem auxiliar — pode influenciar positivamente o custo do seguro, já que reduzem o risco de sinistro. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para o Axor 2536, combine a leitura com as informações do fabricante e com o histórico de manutenção do veículo, para chegar a uma avaliação mais fiel do valor de mercado e da exposição de risco.
A marca Mercedes-Benz: tradição, qualidade e presença global
A Mercedes-Benz é uma das marcas mais icônicas e duradouras do setor automobilístico mundial. Fundada em 1926, a empresa tem como expressão central a ideia de “premiar a confiança” por meio de tecnologia de ponta, robustez e segurança. No segmento de caminhões, a linha Axor representou, por anos, uma proposta de equilíbrio entre desempenho, eficiência de combustível e disponibilidade de serviços de suporte técnico. Mesmo em percursos que exigem alto desempenho em condições desafiadoras — grandes distâncias, clima adverso, carga sensível — os caminhões Axor foram desenvolvidos para manter a confiabilidade operacional, com componentes de qualidade, rede autorizada de assistência técnica e peças de reposição amplamente distribuídas, algo fundamental para frotas que não podem ficar paradas por longos períodos. Além disso, a Mercedes-Benz tem investido em inovações de conectividade, telemetria e soluções de gestão de frotas, que ajudam a reduzir o custo total de propriedade (TCO) e a melhorar a priorização de manutenções preventivas. Em termos de segurança, a marca tem histórico de incorporar sistemas de proteção de ocupantes, estruturas de cabina projetadas para absorver impactos e recursos de assistência ao condutor, que aumentam a previsibilidade de manobras e reduzem a probabilidade de acidentes graves. Tudo isso reforça a percepção de valor de ativos, o que, por consequência, impacta a percepção de risco por parte das seguradoras quando se avalia o Axor 2536 em contrato de seguro de veículo pesado.
O que a FIPE representa para o seguro do Axor 2536 e como usar na cotação
Ao planejar a proteção de uma frota que utiliza Mercedes-Benz Axor 2536 S/LS 6×2 2p, a FIPE funciona como referência de valor de mercado para o veículo usado. Seguradoras costumam usar esse valor como referência para estabelecer o valor segurado (casco), o prêmio anual, bem como as coberturas de proteção financeira contra roubo, incêndio, danos acidentais e responsabilidade civil. Em termos práticos, entender o que a FIPE indica para o Axor 2536 ajuda a evitar subseguro (quando o valor segurado é menor do que o custo de reposição) ou superseguro (valor excessivo que eleva o prêmio de forma desnecessária). Além disso, a leitura cuidadosa da FIPE permite ajustar coberturas específicas à operação da frota: por exemplo, veículos com rotações rodoviárias frequentes podem exigir proteções adicionais para danos em componentes de motor e transmissão, enquanto unidades com alto tempo de inatividade devem considerar cobertura de peças substitutas e suporte logístico. Por isso, a leitura da FIPE não substitui a avaliação da seguradora, mas serve como base para negociação, comparação entre propostas e compreensão de como diferentes perfis de risco influenciam o custo da proteção.
Para profissionais de seguros, é fundamental cruzar o valor FIPE com dados adicionais: idade do veículo, histórico de sinistros, quilometragem, estado de conservação, tipo de uso (frota própria, aluguel com motorista, transporte de cargas perigosas, entre outros), e configuração específica da Axor (cabine S ou LS, eixo traseiro, tipo de motor). Esse cruzamento ajuda a converter a referência de preço de mercado em uma proposta de seguro adequada à realidade operacional da frota. Além disso, vale considerar opções de cobertura que protegem não apenas o casco, mas também componentes críticos de alto custo de reposição, como motor, transmissão e eixos, para reduzir impactos financeiros em eventual sinistro. A boa prática envolve, ainda, revisar anualmente o valor segurado, pois a depreciação e as mudanças de configuração da frota podem alterar significativamente o custo de reposição ao longo do tempo.
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