| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 140.852,00 |
| Jan/26 | R$ 141.163,00 |
| Dez/25 | R$ 146.283,00 |
| Nov/25 | R$ 146.503,00 |
| Out/25 | R$ 146.856,00 |
| Set/25 | R$ 147.328,00 |
| Ago/25 | R$ 147.639,00 |
| Jul/25 | R$ 147.876,00 |
| Jun/25 | R$ 148.025,00 |
| Mai/25 | R$ 148.322,00 |
| Abr/25 | R$ 148.456,00 |
| Mar/25 | R$ 149.203,00 |
Conheça como a Tabela FIPE se aplica à Mercedes-Benz Axor 2644 S 6×4 2p (diesel) 2006
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para entender o valor de mercado de veículos usados. Quando pensamos em caminhões pesados, como a Mercedes-Benz Axor 2644 S 6×4 2p movida a diesel de 2006, essa tabela desempenha um papel crucial não apenas na venda entre particular, mas também no âmbito dos seguros veiculares. No setor de corretagem de seguros, compreender a forma como a FIPE reflete o estado do veículo ajuda a orientar escolhas de cobertura, limites de indenização e a estabelecer critérios de avaliação de sinistros. O presente texto mergulha nos aspectos práticos da Tabela FIPE para esse modelo específico, apresenta uma ficha técnica objetiva, discute a importância da marca Mercedes-Benz no segmento de caminhões e oferece orientações úteis para quem precisa de proteção veicular adequada. Ao final, deixamos uma sugestão discreta de cotação com a GT Seguros.
Ao tratar de uma mercadoria de grande porte, como o Axor 2644 S, não basta apenas conhecer o preço de mercado do veículo; é essencial entender como o valor de referência da FIPE se traduz em termos de seguro. Caminhões de hoje precisam lidar com a depreciação ao longo do tempo, custos de reposição de componentes, risco de avarias em rotas diversas e a complexidade de manutenção em áreas onde a disponibilidade de peças pode variar. A FIPE considera uma série de fatores, entre eles idade, modelo, cilindrada, motor, configuração de cabine e o histórico de uso. Para corretores e seguradoras, o desafio é ajustar esse referencial a cenários reais: o estado de conservação, a quilometragem rodada, as condições das peças críticas (motor, transmissão, freios) e a possibilidade de upgrades que possam valorizar (ou depreciar) o veículo de acordo com as exigências da apólice. A Axor 2644 S, com sua configuração 6×4, é um exemplo claro de caminhão com uso específico em transporte de cargas pesadas, o que exige atenção especial na hora de definir coberturas de casco, responsabilidade civil e eventuais coberturas adicionais, como colisão com terceiros ou acidentes de carga.

Ficha técnica da Mercedes-Benz Axor 2644 S 6×4 2p (diesel) 2006
- Motor: diesel de alta performance, 6 cilindros em linha, turboalimentado com intercooler; displacement aproximado de 12,8 L; potência nominal de 440 cv; torque máximo por volta de 2.100 Nm.
- Transmissão e tração: transmissão manual de 16 marchas, eixo dianteiro simples, eixos traseiros com diferencial principal na configuração 6×4, voltados para tração de carretas pesadas e alta capacidade de carga.
- Cabine e dimensões: cabine 2 portas, espaço adequado para motorista e ajudante em jornadas longas; configuração de cabine comum para caminhões de mixing de frete, com boa ergonomia e visibilidade, adequada para operações em frota; GVW (Peso Bruto Total) aproximado em 26.000 kg, típico desse conjunto para transportar cargas consideráveis.
- Suspensão e pneus: suspensão dianteira do tipo parabólica, traseira com feixes (ou semi-ellíptica, conforme a versão), pneus na faixa de 315/80 R22,5, com rodas que suportam as exigências de peso e estabilidade em rodovias e estradas de alto tráfego; sistema de freios com componentes robustos, com controle de ABS comum em modelos da linha Axor da época.
Observação: as especificações acima refletem a configuração típica associada ao Mercedes-Benz Axor 2644 S 6×4 2p de 2006, levando em conta que variações regionais e de frota podem alterar alguns itens de ficha técnica. Em consultas operacionais com seguradoras, é comum que a ficha técnica exibida pela FIPE indique o conjunto motor-transmissão, peso bruto e a cabine, mas a avaliação prática para seguro também pode considerar itens visuais de desgaste, histórico de manutenções e estado atual do veículo.
A marca Mercedes-Benz e a linha Axor
A Mercedes-Benz, ao longo das décadas, consolidou-se como uma das referências globais no segmento de caminhões pesados. A história da marca neste nicho é marcada por três pilares que costumam balizar decisões de frota e seguro: robustez, rede de serviço e inovação tecnológica. Caminhões Mercedes-Benz são reconhecidos por oferecerem robustez estrutural para cargas pesadas, motores com torque estável em diferentes regimes de rotação e sistemas de freios desenvolvidos para situações extremas de trânsito rodoviário e rodoviário de interior. Essa combinação favorece margens de segurança operacional, o que, por sua vez, influencia positivamente na avaliação de risco para seguradoras, especialmente em veículos com alta demanda de uso, como o Axor 2644 S 6×4 2p.
Quanto à linha Axor, trata-se de uma família de caminhões médios a pesados, voltados para aplicações de transporte de carga, construção e logística de serviço pesado. A Axor surfou entre o equilíbrio entre custo de aquisição, operação e confiabilidade, posicionando-se como uma opção competitiva para frotistas que precisam de performance sem abrir mão de manutenção viável em diferentes regiões do país. Em mercados onde peças de reposição e assistência técnica se tornam críticas, a presença de uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas é um ativo estratégico que uma seguradora observa na hora de propor coberturas com valores de indenização proporcionais ao valor de reposição. A reputação de durabilidade da linha Axor faz com que muitos contratantes escolham seguros com foco na continuidade operacional, o que pode incluir proteções adicionais para a carga, para incidentes com terceiros e para eventos de responsabilidade civil.
Além disso, o histórico de uso de caminhões Mercedes-Benz em operações como frete de longo percurso, coleta de materiais pesados ou transporte de cargas perigosas faz com que a Tabela FIPE precise ser interpretada com cuidado. Em veículos com maior depreciação natural devido à idade, a FIPE pode indicar valores de referência que servem para guiar o seguro, mas a avaliação de peritos e a documentação de manutenção corretiva podem influenciar de modo significativo o prêmio final. Ou seja, entender o contexto da Axor 2644 S 6×4 ajuda a construir uma apólice mais alinhada com a realidade de uso, com coberturas proporcionais ao risco efetivo de operação do veículo no dia a dia.
Para frotas que atuam em áreas com trechos de estrada com infraestrutura variada, a disponibilidade de peças de reposição, a velocidade de troca de componentes críticos (como freios, pastilhas, cilindros, bombas de combustível e sistemas de suspensão) e a frequência de revisões periódicas são fatores que o time de seguros costuma considerar ao calibrar o valor segurado e as franquias. Em resumo, a marca trabalha com uma base de confiabilidade que impacta a percepção de risco do seguro, e a Axor, com sua bagagem histórica, permanece como um marco importante para veículos pesados no Brasil.
FIPE, seguro e o dia a dia do avaliador de riscos
Utilizar a Tabela FIPE como referência de valor de mercado é uma prática comum entre seguradoras, corretores e clientes. Em termos simples, a FIPE oferece valores médios de venda de veículos usados com base em dados de transações reais. Para caminhões como a Axor 2644 S 6×4 2p de 2006, esse referencial ajuda a calibrar o montante segurado e serve como base para indenizações, especialmente em regimes de casco/parcial e em situações de sinistros. No entanto, há nuances importantes a considerar na prática:
- A FIPE funciona como referência, não como preço exato de venda. O valor efetivo de reposição pode variar conforme o estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e eventuais modificações que o veículo tenha recebido ao longo do tempo.
- Veículos com mais de dez anos costumam apresentar depreciação acelerada, embora boa manutenção possa atenuar esse ritmo. A seguradora, ao analisar o valor segurado, pode combinar o valor da FIPE com avaliações técnicas de estado atual para chegar a uma indenização justa em caso de sinistro.
- Configurações específicas da Axor, como a presença de acessórios, tanques adicionais, sistemas de frete de alto desempenho ou alterações de cabine, podem influenciar o valor de mercado estimado pela FIPE. Da mesma forma, alterações que aumentem a segurança ou reduções de riscos podem impactar positivamente a indenização em determinadas coberturas.
- A experiência operacional também pesa. Caminhões que operam de forma estável, com histórico de manutenção regular e com registros de trocas de peças críticas, tendem a ter valores segurados mais estáveis, refletindo menor probabilidade de falhas graves e maior confiabilidade na frota.
Quando o assunto é seguro, a combinação entre a FIPE e a avaliação prática do veículo é crucial. A FIPE oferece uma linha de base, mas a cobertura efetiva depende de uma série de fatores que o corretor de seguros precisa considerar: o tipo de operação (curta, média ou longa), a natureza da carga transportada (se é perigosa, de alto valor ou de grande volume), a rota habitual e as condições de tráfego. A Axor 2644 S, por sua configuração 6×4, possui especificidades de manuseio que afetam diretamente a apólice: necessidade de proteção adicional para a cabine de motorista frente a impactos, exigência de pneus e freios adequados para enfrentar rodovias de alta demanda, e a consideração de riscos relacionados ao transporte de cargas volumosas ou pesadas. Tudo isso entra na avaliação de risco que resulta na definição do valor segurado e das coberturas mais adequadas.
Outro ponto relevante é a relação entre o custo de prêmios e o valor segurado. Em caminhões de 2006, pode haver necessidade de escolher entre coberturas de casco com franquias menores (e prêmio maior) ou franquias mais altas com prêmio reduzido, dependendo da estratégia de proteção da frota e da taxa de sinistralidade do operador. A FIPE, nesse contexto, é uma referência estável para embasar o processo de decisão, mas não substitui a avaliação minuciosa que o corretor faz ao considerar a história do veículo, as condições de operação e o perfil de uso da empresa.
Para quem negocia seguros de caminhões, é fundamental manter documentação organizada: histórico de manutenções, notas fiscais de peças, registros de revisões periódicas, fotos do estado atual da cabine e do motor, além de qualquer atualização de sistemas de segurança. Esses elementos ajudam a sustentar a avaliação de valor para seguro, especialmente quando o veículo já tem mais de uma década de uso. Com a integração entre a Tabela FIPE e a documentação de manutenção, é possível chegar a uma solução de seguro que reflita com mais precisão o risco real, evitando surpresas no momento de uma eventual indenização.
Em termos de estratégia de seguro, vale lembrar que a proteção de frota não se resume apenas ao casco. Coberturas adicionais, como responsabilidade civil obrigatória para danos a terceiros, proteção de carga, assistência 24 horas, guincho e carro reserva, costumam colaborar para reduzir o impacto financeiro de eventos adversos. Uma avaliação de seguros bem estruturada, que leve em conta a FIPE como referência e as particularidades da Axor 2644 S 6×4 2p, costuma resultar em propostas mais equilibradas entre custo do prêmio e extensão das coberturas.
Se você está decidindo o caminho a seguir para garantir a melhor proteção para o seu caminhão, tenha em mente que a escolha da seguradora é tão importante quanto a definição das coberturas. A GT Seguros oferece soluções personalizadas para frotas, com avaliações que consideram o uso real do veículo, a idade da frota e as condições de operação.
Conclusão: a Tabela FIPE é uma ferramenta essencial para orientar decisões de seguro de caminhões, mas o contexto prático do uso, a manutenção e a configuração específica do veículo definem o valor final da proteção. A Axor 2644 S 6×4 2p, modelo emblemático da Mercedes-Benz, representa um caso clássico de caminhão pesado em operação de frota, no qual a compreensão da FIPE, aliada a uma avaliação técnica precisa,
