| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 232.931,00 |
| Dez/25 | R$ 233.375,00 |
| Nov/25 | R$ 233.726,00 |
| Out/25 | R$ 234.289,00 |
| Set/25 | R$ 235.042,00 |
| Ago/25 | R$ 235.537,00 |
| Jul/25 | R$ 235.915,00 |
| Jun/25 | R$ 236.152,00 |
| Mai/25 | R$ 236.626,00 |
| Abr/25 | R$ 236.840,00 |
| Mar/25 | R$ 237.196,00 |
| Fev/25 | R$ 237.339,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 3340/3340 K 6×4 2p Diesel (2011)
Ficha técnica do Mercedes-Benz Axor 3340/3340 K 6×4 2p
O Mercedes-Benz Axor 3340/3340 K, com configuração 6×4 e duas portas, foi concebido para atender aplicações pesadas que exigem robustez, durabilidade e facilidade de manutenção em operações de longo alcance ou em obras. Em 2011, este conjunto específico da linha Axor ocupava uma posição relevante no mercado de caminhões de grande porte, especialmente para atividades que demandavam boa capacidade de carga, estabilidade em terrenos desafiadores e desempenho estável em rodovias de alta quilometragem. A seguir está uma síntese da ficha técnica típica associada a essa versão, considerando a configuração 6×4 e o motor diesel característico da época.
- Motor: OM 457 LA, 6 cilindros em linha, 7,2 litros, turboalimentado com intercooler
- Potência: aproximadamente 340 cv
- Torque máximo: em torno de 1.350 Nm
- Transmissão: caixa de câmbio manual, usualmente em 9 velocidades; tração 6×4
Além desses itens, o Axor 3340/3340 K costuma apresentar configuração de chassis robusta, sistemas de freios adequados para serviços pesados, cabine tipo semirreboque (ou com cabine fixa, conforme a versão), além de componentes de suspensão e diferencial projetados para suportar as exigências de peso e distância percorrida em operações de frota. Vale lembrar que números de ficha técnica podem variar conforme o mercado, a configuração de eixo e as opções de equipamento instaladas pela montadora ou pelo vendedor autorizado. Em qualquer caso, a linha Axor é reconhecida por sua durabilidade, pela disponibilidade de rede de assistência da Mercedes-Benz e pela facilidade de reposição de peças, fatores que pesam na avaliação de valor de mercado ao nível da Tabela FIPE.

A marca por trás do Axor: Mercedes-Benz e a tradição em caminhões
A Mercedes-Benz, uma das pioneiras do transporte rodoviário de carga, consolidou ao longo de décadas uma reputação baseada em qualidade, tecnologia e confiabilidade. No segmento de caminhões pesados, a marca é associada a soluções robustas que minimizam o tempo de inatividade da frota e otimizam a eficiência operacional. A história da Mercedes-Benz no desenvolvimento de motores diesel e de veículos de carga remonta a muitas décadas, com inovações que influenciaram padrões de segurança, desempenho e conforto de operação para motoristas. Mesmo em mercados exigentes, como o de transporte de carga e construção, a presença de uma rede de assistência técnica capacitada e de peças genuínas facilita a manutenção preventiva e a reposição de componentes, contribuindo para a longevidade da operação. O Axor, em particular, surge como uma opção de entrada para caminhões superiores aos modelos de entrada, oferecendo uma relação custo-benefício atraente quando o objetivo é combinar capacidade de carga com confiabilidade de longo prazo.
Ao considerar o uso de um veículo dessa natureza, é difícil dissociar o valor da marca da percepção de risco para a seguradora. Caminhões da Mercedes-Benz costumam ser avaliados pela reputação de confiabilidade, pelo histórico de disponibilidade de peças e pela rede de assistência autorizada, fatores que tendem a influenciar positivamente o custo de seguro. Além disso, a presença de opções de tecnologia de assistência à condução, freios avançados e sistemas de monitoramento contribui para a percepção de menor probabilidade de sinistro, o que, por sua vez, pode impactar a proposta de cobertura de forma favorável, dentro dos parâmetros da Tabela FIPE e da avaliação de risco da seguradora.
Como a Tabela FIPE se relaciona com o Axor 3340/3340 K 6×4 2p
A Tabela FIPE funciona como referência de preço para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões de grande porte como o Axor 3340/3340 K. Ela reúne valores médios de venda praticados pelo mercado, com atualização periódica para refletir movimentos de oferta e demanda, condições econômicas e variações de disponibilidade de modelos. Para o setor de seguros, esse referencial de preço é usado como base para calculadoras de prêmio e para avaliações de indenização em casos de sinistros ou de perdas totais. Em termos simples, a FIPE ajuda a estabelecer um ponto de partida para o valor do veículo no momento da contratação de seguro ou de ajustes de cobertura ao longo do tempo. Contudo, é essencial entender que o preço referencial da FIPE nem sempre corresponde exatamente ao preço de venda vigente de um Axor específico, pois o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção, acessórios instalados e a configuração de eixo podem levar a variações significativas dentro da faixa correspondente ao modelo.
Outro aspecto relevante é que o valor FIPE não deve ser visto apenas como um número isolado. Em seguros, o valor de referência pode influenciar o tipo de cobertura (valores de indenização por perda total ou de reposição) e as margens de reajuste anual. Por isso, corretores e seguradoras costumam complementar a referência FIPE com avaliações adicionais, como o valor de mercado atual (ACV) ou o valor de reposição, para garantir que a cobertura seja compatível com a realidade de uso do veículo. Essa prática é especialmente importante para caminhões com histórico de uso intenso, variantes de configuração (por exemplo, versões com caçamba, carrocerias especiais ou implementos) e localização de frota que pode influenciar o custo de manutenção e a disponibilidade de peças.
Fatores que influenciam o valor FIPE do Axor 3340/3340 K
É natural que o valor FIPE de um caminhão pesado como o Axor 3340/3340 K varie conforme uma série de fatores que refletem o estado atual do bem, seu histórico de uso e o próprio cenário de mercado. A seguir, alguns componentes que costumam ter impacto significativo, sem se ater a números exatos:
Quilometragem e uso: caminhões com maior quilometragem tendem a apresentar depreciação maior no valor de referência, principalmente se o histórico de utilização indicar desgaste acelerado em componentes sujeitos a tensões, como motor, transmissão e eixos. A forma de uso (estrada, obras, transporte de carga perecível) também pode influenciar o balanço entre desgaste e manutenção preventiva.
Condição de conservação: o estado geral da cabine, do chassi, dos sistemas de freios e da suspensão, além da presença de corrosões, podem impactar a percepção de valor. Um Axor bem cuidado, com histórico de manutenção registrado, tende a apresentar cotação FIPE mais favorável.
Configuração e opcionais: detalhes como o número de portas, o tipo de carroceria, a presença de itens adicionais (sensores, monitoramento telemático, pacotes de conforto) e até a distância entre eixos influenciam a avaliação de mercado. Embora a base FIPE trate o modelo de forma genérica, variantes específicas podem puxar o valor para cima ou para baixo dentro da faixa correspondente.
Condições de mercado regional: a oferta local, demanda por caminhões usados na região e o nível de atividade econômica podem acelerar ou suavizar a depreciação. Em mercados com maior demanda por caminhões pesados para construção e transporte de cargas volumosas, os valores podem se manter mais estáveis
