Valor FIPE Atual
R$ 37.768,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 021182-6
Ano: 2010-1
MêsPreço
Mar/26R$ 37.768,00
Fev/26R$ 37.852,00
Jan/26R$ 37.936,00
Dez/25R$ 38.009,00
Nov/25R$ 38.201,00
Out/25R$ 37.865,00
Set/25R$ 37.518,00
Ago/25R$ 37.707,00
Jul/25R$ 37.768,00
Jun/25R$ 37.806,00
Mai/25R$ 39.178,00
Abr/25R$ 40.599,00

Guia técnico sobre a Mercedes-Benz Classe A 200 Elegance 2.0 com 136 cv e câmbio automático de 2010, sob a perspectiva da Tabela FIPE

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para entender o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ao tratar de modelos da Mercedes-Benz, especialmente da Classe A em suas versões 200 Elegance 2.0, 136 cv e câmbio automático, o corretor de seguros utiliza esse parâmetro para calibrar coberturas, indenizações e apólices com mais assertividade. Este artigo busca explicar não apenas como a FIPE repercute na prática de seguros, mas também oferecer uma visão técnica do veículo, aspectos de condução, indústria automotiva a que pertence a marca e pontos relevantes para contratação, sempre mantendo o foco no modelo específico de 2010.

Sobre a Mercedes-Benz e a linha Classe A

Fundada em 1926, a Mercedes-Benz consolidou-se como símbolo de engenharia alemã, luxo contido e foco na segurança. A marca não apenas comercializa carros, mas propõe uma filosofia de mobilidade que equilibra desempenho, conforto e tecnologia. No segmento de compactos premium, a Classe A representa a ideia de um hatch com DNA de sedan, oferecendo ergonomia de habitáculo, acabamentos diferenciados e sistemas de assistência ao condutor que foram, ao longo das décadas, evoluindo com foco em eficiência, conectividade e segurança.

Tabela FIPE Mercedes-Benz Classe A 200 Elegance 2.0 136cv Aut. 2010

Especificamente a Classe A do lote W168/W169 — o ciclo de 2004 a 2012 — destaca-se pelo design que prioriza o espaço interno, uma silhueta que mistura esportividade com urbanidade e uma gama de versões que proporcionam diferentes níveis de equipamento. A versão Elegance, dentro dessa linha, costuma trazer mais itens de conforto e acabamento, mantendo, porém, o compromisso de manter o veículo compacto sem abrir mão de qualidade de montagem e tenacidade de estrutura. Em termos de valoração para seguros, a reputação da marca influencia positivamente a percepção de confiabilidade, ainda que o custo de reposição de peças originais possa exigir cuidado com o valor de cobertura e com as cláusulas de assistência em caso de sinistro.

Para quem analisa a Tabela FIPE, é essencial entender que os valores de referência não representam apenas o preço de compra de um veículo novo, mas um patamar de mercado para o usado. A FIPE observa informações de veículos que já circulam no Brasil, considerando classificações por ano/modelo, versão, motor, câmbio e demais atributos. Ao aplicar esse parâmetro na cotação de seguro, as corretoras ganham uma base para estimar o valor de indenização por colisão total ou parcial, bem como para calibrar coberturas adicionais que protegem o histórico do veículo e as necessidades do proprietário. Em suma, a marca, o conceito de Classe A e as especificidades do ano/versão influenciam, sim, o peso relativo que a FIPE tem no cálculo de prêmios e limites de cobertura.

Ficha técnica resumida da Mercedes-Benz Classe A 200 Elegance 2.0 136 cv Aut. 2010

  • Motor: 2.0 litros, 4 cilindros, gasolina, aspirado (sem turbo) — configuração comum para a versão 200 Elegance de 136 cv.
  • Potência: 136 cavalos (aprox. 100 kW) a regime de potência típico da linha 2.0 da época.
  • Torque: aproximadamente 180 Nm, disponível em faixas de rotação intermediárias para equilíbrio entre resposta e conforto.
  • Transmissão: automática de 5 velocidades, com trocas suaves para uso urbano e deslocamentos rodoviários.

Entendendo a Tabela FIPE e o seu papel no seguro do modelo 2010

A Tabela FIPE funciona como um referencial gravado mensalmente, que consolida dados de mercado para veículos usados em todo o país. Quando se trata de um Mercedes-Benz Classe A 200 Elegance 2.0 136 cv Aut. 2010, a FIPE agrega valores por faixa de ano-modelo e por versão, levando em consideração fatores como opcionais, conservação do veículo, quilometragem e disponibilidade de peças no mercado. Em termos práticos para seguros, esse valor é usado para:

  • Definir a base de indenização em casos de colisão total ou roubo qualificado;
  • Calibrar o valor de cobertura agregado a itens de proteção (por exemplo, assistência 24h, proteção de vidros, rastreadores);
  • Apreciar o custo relativo de reparações, levando em conta o custo de peças originais e mão de obra especializada;
  • Ajudar a comparar seguradoras com padrões de indenização semelhantes para o proprietário;

É importante lembrar que a FIPE é apenas um referencial. Em seguros, as seguradoras podem aplicar coeficientes adicionais com base no histórico do veículo, no perfil do condutor, na região de circulação, nos custos de peças de reposição para determinados anos e na disponibilidade de mão de obra especializada. Assim, dois veículos idênticos, mas com perfis diferentes de uso ou de histórico, podem apresentar propostas distintas. Por isso, entender a função da FIPE ajuda o cliente a interpretar as cotações com mais clareza, reduzindo surpresas no momento da assinatura da apólice.

Conjunto de fatores que influenciam o seguro para a Classe A 200 Elegance 2.0 2010

Para além do valor FIPE, há várias características do veículo que a seguradora analisa para compor o prêmio. A versão 200 Elegance, com motor 2.0 de 136 cv e câmbio automático, tem particularidades que merecem atenção ao escolher coberturas. Abaixo estão alguns pontos-chave que costumam impactar o custo do seguro:

  • Especificação de motor e transmissão: motores de maior cilindrada, como o 2.0, costumam influenciar o prêmio por terem custo de reposição mais elevado, principalmente em termos de peças originais;
  • Sistema de segurança: airbags, controle de estabilidade (ESP), freios com ABS, imobilizador e sensores de alarme costumam reduzir o prêmio quando presentes e bem mantidos;
  • Histórico de sinistros e uso do veículo: condutores com histórico limpo costumam pagar menos, assim como veículos com uso predominantemente urbano, se acompanhados de limitações de quilometragem;
  • Perfil do motorista: idade, tempo de carteira, profissão e locais de circulação influenciam a avaliação de risco pela seguradora;

Além disso, características como a manutenção regular, histórico de manutenções em concessionária autorizada, documentação em dia, e memória de eventuais sinistros anteriores podem alterar significativamente o valor da apólice. Um ponto particularmente relevante para a Classe A é o custo relativo das peças originais da marca. A disponibilidade de peças, a facilidade de restauração e o tempo de reparação impactam, indiretamente, no custo de seguro, especialmente em casos de sinistro com necessidade de reparação significativa. Por isso, manter o veículo em bom estado de conservação, com histórico de revisões, pode contribuir para condições mais estáveis na apólice.

Como interpretar a influência da FIPE na leitura das cotações

Ao comparar propostas, o corretor deve explicitar que a FIPE oferece um patamar de referência. Em muitos casos, as seguradoras alinham o prêmio com o valor FIPE, acrescido de margens específicas conforme o perfil do cliente. Quando o veículo é mais antigo ou com manutenção de referência, a FIPE pode convergir com o valor de mercado observado pelo anunciante, reforçando a fundamentação para a indenização. Contudo, é comum que diferentes seguradoras apresentem variações na cobertura, nas franquias e nas exclusões, de modo que a leitura atenta de cada item da apólice é indispensável para evitar lacunas. Em termos práticos, para o modelo Classe A 200 Elegance 2.0 136 cv Aut. 2010, o valor de referência da FIPE serve como um guia para entender o custo de reposição e de reparação, facilitando negociações de seguro justas e transparentes.

Aspectos práticos para o proprietário pensando em seguro com foco no modelo 2010

Quem possui ou está adquirindo um Mercedes-Benz Classe A 200 Elegance 2.0 136 cv Aut. 2010 deve considerar algumas estratégias simples para otimizar a relação custo-benefício do seguro. A ideia é equilibrar proteção adequada com uma gestão eficiente de custos, sem abrir mão da segurança necessária. Abaixo, alguns conselhos práticos:

  • Reúna o histórico de manutenção do veículo: guias de serviço, trocas de óleo, reformas de freios e qualquer intervenção relevante;
  • Escolha coberturas proporcionais ao uso real: colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros e assistência em viagem;
  • Considere a inclusão de rastreador/crypto-alarm em conjunto com a seguradora, desde que seja compatível com o veículo e a apólice;
  • Atualize informações do condutor principal, como idade, tempo de carteira e hábitos de condução, para evitar reservas de prêmio desnecessárias.

Além disso, vale lembrar que a escolha de coberturas pode impactar a disponibilidade de serviços adicionais, como carro reserva, guincho ou proteção de vidros. A FIPE atua como parâmetro, mas a oferta de cada seguradora pode diferir em benefícios agregados. Com informação bem estruturada, o proprietário consegue avaliar propostas com mais clareza, comparar limites e entender a necessidade de franquias, o que facilita uma decisão de seguro alinhada com o orçamento e com a proteção desejada.

Por que entender a FIPE é útil na decisão de seguro para esse modelo

Para quem trabalha com corretagem ou gestão de seguros, entender a relação entre a FIPE, o veículo específico e as necessidades do cliente é fundamental. A FIPE não apenas orienta o valor de indenização; ela também ajuda a dimensionar opções de cobertura que façam sentido dentro do contexto específico do veículo. No caso da Classe A 200 Elegance 2.0 136 cv Aut., 2010, a combinação de motor, câmbio, itens de conforto e segurança, aliados à robustez da marca, sugere uma necessidade de proteção que inclua cobertura para danos parciais e proteção para componentes sensíveis do veículo, bem como uma avaliação detalhada de peças de reposição originais em caso de sinistro. O objetivo é oferecer ao segurado uma apólice personalizável e justa, que reflita o valor real de mercado, a expectativa de reposição e a tranquilidade de condução.

Ao longo de todo o processo, a função do corretor é traduzir as informações técnicas e as referências da FIPE em critérios práticos de proteção: qual o valor de cobertura adequado, qual franquia é aceitável, quais adicionais facilitarão a vida do proprietário em caso de sinistro e como manter o veículo valioso, mas com custos de proteção compatíveis com o orçamento familiar. O resultado desejado é uma apólice transparente, com cobertura suficiente para o veículo, reconhecendo sua posição de mercado na faixa de sedação de seguros e a reputação da Mercedes-Benz dentro do segmento de compactos premium. Em síntese, a FIPE fornece o critério de referência, enquanto a proteção efetiva depende da combinação entre o veículo, o uso e a estratégia de segurabilidade adotada.

Para o leitor que está buscando uma cotação, a GT Seguros oferece suporte qualificado para esse modelo específico. Considere realizar uma cotação com a GT Seguros para comparar opções, termos e condições com foco na proteção adequada aos seus objetivos de uso, orçamento e tranquilidade no dia a dia.