Valor FIPE Atual
R$ 29.985,00
↑ 1,4% vs mês anterior
FIPE: 021194-0
Ano: 2006-1
MêsPreço
Mar/26R$ 29.985,00
Fev/26R$ 29.585,00
Jan/26R$ 28.177,00
Dez/25R$ 28.491,00
Nov/25R$ 29.525,00
Out/25R$ 29.268,00
Set/25R$ 29.362,00
Ago/25R$ 29.510,00
Jul/25R$ 30.005,00
Jun/25R$ 29.826,00
Mai/25R$ 29.886,00
Abr/25R$ 29.913,00

Como interpretar a Tabela FIPE para a Mercedes-Benz Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para entender, de forma padronizada, como se comportam os valores de usados de diferentes modelos. Para quem atua no universo de seguros, compra, venda ou avaliação de veículos, entender como isso funciona é essencial para precauções e decisões bem embasadas. No caso da Mercedes-Benz Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006, a leitura cuidadosa dessa referência ajuda a dimensionar cenários de cobertura, indenização e tranquilidade financeira ao longo do tempo de contrato.

Antes de mergulhar nos números, vale uma síntese sobre o que a Tabela FIPE representa. Ela não determina o preço final de compra ou venda de um automóvel, tampouco o custo de seguro. Em vez disso, funciona como uma faixa de referência que reflete, em média, o comportamento de mercado para aquele modelo específico, considerando variantes como motor, câmbio, estado de conservação e idade do veículo. Em termos práticos, quem atua como corretor ou consultor de seguros utiliza esse referencial para entender o valor de mercado coeso entre anúncios, anúncios acompanhados de histórico de manutenção e a prática comum de negociação entre seguradoras e clientes.

Tabela FIPE Mercedes-Benz Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006

Para a Mercedes-Benz Classe B na configuração 200 2.0 com transmissão automática, o cenário é influenciado por fatores intrínsecos ao veículo, por seu histórico de uso e pela percepção de valor associada à marca alemã. A Classe B, na linha de 2006, traz características típicas de um hatch compacto com traços de utilidade, o que impacta a forma como o veículo é avaliado ao longo do tempo. A seguir, apresentamos elementos que costumam moldar a leitura da referência para essa versão específica, sem entrar em cifras, para que você tenha um olhar técnico e educativo sobre o tema.

Ficha técnica relevante da Mercedes-Benz Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006

Marca
Mercedes-Benz
Modelo
Classe B
Versão
B 200 2.0 com câmbio automático (5 velocidades), ano 2006
Motor
4 cilindros em linha, gasolina
Cilindrada
≈ 1.998 cm³
Potência
≈ 136 cv (100 kW) em regimes típicos de operação
Torque
≈ 185 Nm, disponível em faixas médias de rotações
Transmissão
Automática de 5 velocidades (conhecida genericamente como 5G-Tronic)
Tipo de carroceria
5 portas, hatch compacto com foco em espaço interno e versatilidade
Comprimento/ Largura/ Altura
Comprimento aproximado de 4,27 m; largura próxima de 1,78 m; altura em torno de 1,59 m
Entre-eixos
≈ 2,74 m
Tanque de combustível
Capacidade aproximada de 50–55 litros
Peso estimado
Em torno de 1.400 kg em vazio, variando conforme a configuração e adicionais
Segmento
MPV compacto (voz de utilidade com DNA de carro premium)

Essa ficha técnica ajuda a compreender, de forma geral, como o veículo se posiciona no mercado de usados. Ela é útil para comparar com outras versões da Classe B ou com veículos de categorias próximas, contribuindo para uma leitura mais crítica daquilo que a FIPE pode indicar na prática. Além disso, manter-se alinhado com informações técnicas ajuda a entender por que algumas variantes costumam ter cunhos de depreciação diferentes, mesmo dentro do mesmo modelo.

Mercado de referência: a Classe B e o legado da Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz é uma marca fundada na tradição de engenharia de precisão, conforto, segurança e inovação. Ao longo das décadas, a Casa alemã consolidou-se como uma referência no segmento de luxo mainstream, buscando combinar design, tecnologia e qualidade de construção em linhas que conciliam sofisticação com uma usabilidade diária. A Classe B, lançada para atender a demanda por compactos com interior generoso e facilidade de uso urbano, representa uma abordagem prática do conceito premium. Em 2006, esse modelo se alinhava com a filosofia de oferecer espaço interno bem aproveitado, portas largas para facilitar o embarque de passageiros, bem como um conjunto de sistemas que visam conforto e controle, sem renunciar a uma dirigibilidade estável.

Essa combinação de atributos costuma refletir, na percepção de mercado, um equilíbrio entre custo de aquisição, manutenção e conforto ao longo do uso. Ao pensar na Tabela FIPE para a Classe B 200 2.0 136cv Aut., a ideia é enxergar como esses elementos interagem com as expectativas de compradores e seguradoras, mantendo um eixo de correção ao longo do tempo. O resultado é que a leitura da FIPE não funciona isoladamente: ela dialoga com o histórico do veículo, com a rede de assistência autorizada da marca, com a disponibilidade de peças originais e com a reputação de confiabilidade associada ao fabricante. Tudo isso influencia a forma como o veículo é percebido no mercado de usados, o que, por consequência, impacta avaliações operacionais em seguradoras e corretoras.

Como o estado de conservação e a história do veículo afetam a leitura da FIPE

Quando pensamos na prática cotidiana de avaliação para seguros e negociações, alguns aspectos aparecem com maior peso. Primeiro, o estado de conservação. Um veículo que recebeu manutenção regular, com registros de serviço, peças originais e pouca corrosão, tende a manter a leitura da referência de forma mais estável. Em contrapartida, histórico de sinistros não resolvidos, intervenções improvisadas ou substituições inconsistentes de peças podem introduzir variações que, no contexto de seguros, se traduzem em ajustes de cobertura e de custo de indenização. Em segundo lugar, a quilometragem. Carros com uso moderado tendem a manter uma leitura mais próxima daquilo que a FIPE considera como referência para aquele período, enquanto veículos com quilometragem alta costumam ter decréscimos mais perceptíveis na percepção de valor, especialmente quando acompanhados de sinais de desgaste em itens de propulsão, suspensão e freios. Por fim, a relação com o histórico de manutenções: lubrificantes, trocas de itens de serviço programadas e revisões de itens críticos como freios, suspensão, sistema de ar condicionado e componentes do powertrain ajudam a manter a leitura da FIPE mais estável ao longo do tempo.

Esses condicionantes explicam, em parte, por que veículos com a mesma configuração de fábrica — como a Classe B 200 2.0 136cv Aut. — podem apresentar variações na leitura da referência em função do cuidado com o exemplar específico. Na prática de seguros, isso significa que o prêmio costuma refletir não apenas o modelo, mas também o estado geral do veículo, o que reforça a importância de manter documentação de manutenção organizada e atualizada e de prever custos de reparo que possam surgir com o passar dos anos.

Fatores que impactam a leitura da FIPE e a avaliação de seguro para esse modelo

Para organizar os principais pontos sem entrar em números, destacam-se quatro aspectos-chave que costumam influenciar a leitura da referência para a Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006, o que, por sua vez, tem impacto prático na gestão de seguros. Abaixo, apresentamos de forma clara esses itens para facilitar a compreensão:

  • Quilometragem atual do veículo e histórico de uso;
  • Condição de conservação, incluindo pintura, interior e integridade de componentes mecânicos;
  • Histórico de manutenção e confiabilidade do conjunto motor, câmbio e suspensão;
  • Presença de opcionais ou pacotes específicos que alteram a percepção de valor do veículo, mesmo dentro da mesma versão.

Ao considerar esses fatores, profissionais de seguros costumam orientar sobre o equilíbrio entre cobertura, franquias e o nível de proteção desejado, sempre levando em conta a essência da marca e as particularidades da Classe B. A ideia central é que a leitura da FIPE se torne uma ferramenta de referência que, conectada ao histórico do veículo, auxilia na tomada de decisões que favoreçam a segurança financeira do segurado, sem perder de vista o conforto e a confiabilidade esperados de uma Mercedes-Benz.

Aplicação prática para o seguro com foco na Classe B 200 2.0 136cv Aut. 2006

Para quem já possui ou está adquirindo uma Classe B nessa configuração, vale considerar alguns pontos práticos na hora de buscar uma cobertura de seguros. A leitura consciente da referência, associada ao estado real do veículo, ajuda a definir o montante de indenização ou reposição em caso de sinistro, além de influenciar o custo da apólice. Alguns aspectos úteis para orientar a escolha incluem:

• Verificar se a apólice oferece reposição à vista com base no custo de reposição original, ou se há uma cláusula de indenização conforme o valor de mercado estimado pela FIPE. Essa escolha pode impactar o nível de proteção diante de perdas.

• Conferir o que está incluído na cobertura compreensiva, como proteção contra roubo, furtos, danos a terceiros, assistência 24 horas e cobertura para acessórios originais ou instalados posteriormente. Em modelos Mercedes-Benz, a presença de itens originais de fábrica tende a ter destaque na avaliação de cobertura.

• Confirmar a disponibilidade de descontos por itens de segurança, como sistemas de alarme, controle de estabilidade, sensores de estacionamento e outros recursos presentes no veículo. Tais fatores costumam influenciar a percepção de risco pela seguradora e podem reduzir o valor do prêmio de forma relevante.

• Avaliar a necessidade de coberturas adicionais, como garantia para serviços de assistência veicular, carro reserva e proteção para modificações que não afetem a segurança, desde que compatíveis com a linha de diversão e conforto da Classe B.

Essa prática de alinhamento entre a leitura da FIPE, o estado do veículo e as opções de cobertura ajuda o segurado a chegar a uma decisão mais consciente, com a tranquilidade de manter a Mercedes-Benz protegida conforme o uso que o veículo tem no dia a dia. A ideia é entender que o referencial é apenas um guia para orientar decisões, e não uma regra imutável sobre o valor ou o custo de um contrato de seguro.

A marca Mercedes-Benz na prática: inovação, qualidade e segurança

Ao falar da classificação de uma Mercedes-Benz, não é incomum que o leitor pense em termos de tecnologia, engenharia de precisão e conforto. A marca tem, historicamente, um compromisso com a qualidade de acabamento, a robustez dos componentes e a experiência de condução que se destaca pelo equilíbrio entre desempenho e conforto. Na Classe B, esse espírito se traduz em um interior versátil, com propostas de espaço para passageiros e bagagens que ajudam a tornar o dia a dia mais prático, especialmente para famílias ou utilizadores que precisam de flexibilidade sem abrir mão da elegância típica da Mercedes.

Quando conectamos esse posicionamento de marca com a leitura da FIPE, observamos que as percepções de valor acompanham a reputação de fabricante e a singularidade do modelo. Em termos de seguro, isso geralmente resulta em uma combinação de custos proporcionais ao histórico de