| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 55.659,00 |
| Dez/25 | R$ 56.795,00 |
| Nov/25 | R$ 56.881,00 |
| Out/25 | R$ 57.173,00 |
| Set/25 | R$ 58.340,00 |
| Ago/25 | R$ 59.531,00 |
| Jul/25 | R$ 60.746,00 |
| Jun/25 | R$ 60.145,00 |
| Mai/25 | R$ 60.266,00 |
| Abr/25 | R$ 59.085,00 |
| Mar/25 | R$ 60.291,00 |
| Fev/25 | R$ 59.695,00 |
Guia para interpretar a Tabela FIPE do Mercedes-Benz L-1113 3-Eixos 2p Diesel, ano 1986
Quando pensamos em veículos usados, especialmente caminhões de operação pesada como o Mercedes-Benz L-1113, a Tabela FIPE aparece como referência quase obrigatória no Brasil. Ela funciona como base de consulta para seguradoras, lojas, praticantes de reparo e compradores, ajudando a aferir uma estimativa de valor de referência para o veículo em determinadas condições. No entanto, é essencial entender o que exatamente a FIPE oferece, como os números são calculados e como essas informações são empregadas pelo mercado de seguros. Este artigo aborda exatamente o tema: a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-1113, um modelo clássico de 1986 com três eixos, cabine de dois lugares e motor diesel, explorando desde a ficha técnica até a aplicação prática em seguros, sempre com foco educativo e informativo para proprietários, gestores de frotas e profissionais de corretagem.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões antigos
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um conjunto de valores médios de venda de veículos usados no Brasil, calculados com base em observações de mercado, anúncios, frotas públicas e dados de transações realizadas ao longo do tempo. Para carros de passeio, utilitários e caminhões, a FIPE serve como referência padronizada para estimar o valor de reposição ou de venda de um veículo na categoria correspondente. Em termos simples, a tabela oferece um “valor-base” que pode orientar decisões de aquisição, venda, negociação e seguro, especialmente quando não há um preço de mercado único ou fixo para determinados modelos, anos ou configurações de carroceria.

Para quem atua na corretagem de seguros, a utilidade é ainda maior: as seguradoras costumam usar a faixa FIPE como referência para estabelecer o valor segurável, o que influencia o cálculo do valor total segurado, a base de indenização em casos de perda total e, às vezes, o cálculo de franquias. No caso de um caminhão Mercedes-Benz L-1113, com três eixos e motor diesel, a variação de condições — como a integridade do motor, o estado da carroceria, o nível de desgaste de componentes, a presença de modificações ou melhorias — pode impactar o posicionamento do veículo dentro das faixas da FIPE. Assim, entender a estrutura e os limites da tabela ajuda o proprietário a apresentar informações consistentes à seguradora, evitando surpresas ou divergências no momento de uma cotação.
É importante frisar que os valores da FIPE são referência e não garantias de preço de venda em condições específicas. O mercado real pode oferecer faixas diferentes, dependendo da região, da disponibilidade de peças, da demanda por caminhões velhos, do histórico de uso e do estado de conservação. Por isso, ao cruzar a tabela com a realidade do L-1113, vale considerar um parecer técnico qualificado para complementar o que a FIPE aponta como base de referência.
Ficha técnica do Mercedes-Benz L-1113 (1986) — visão geral
- Motorização: diesel, com configuração típica de linha de seis cilindros. A motorização deste estágio histórico buscava durabilidade para operação de carga com confiabilidade em turnos longos, característica comum aos caminhões de 3 eixos da década de 1980.
- Transmissão: manual, com várias marchas. As versões mais utilizadas na época costumavam trazer câmbio de processos simples, desenhado para facilitar a condução em terreno de uso misto entre estrada e vias com pavimento menos ideal, comum em frotas de entrega de cargas pesadas.
- Cabine e carroceria: cabine simples, com duas portas. O layout de cabine era pensado para maximizar a visibilidade do motorista e facilitar a manutenção, mantendo a robustez necessária para tarefas de transporte de terceiros e de carga geral.
- Estrutura e capacidade: o L-1113 é um caminhão de três eixos, com chassi robusto e suspensão adequada a cargas significativas. A capacidade de carga e o peso bruto total variavam conforme a configuração de eixo, carroceria acoplada, e opções de equipamento; na prática, versões de fábrica apresentavam variações, principalmente entre pacotes de eixo traseiro reforçado e configurações de cabine.
Essa ficha técnica resume, de forma geral, o que caracteriza o Mercedes-Benz L-1113 de 1986. Vale notar que, por se tratar de um exemplar com interesse histórico e potencial uso em frota de carga, vários aspectos podem influenciar a avaliação na FIPE, incluindo a condição geral, as peças originais presentes, a integridade estrutural e eventuais modificações realizadas ao longo dos anos. Em qualquer avaliação, o estado de conservação e a funcionalidade de componentes críticos — motor, transmissão, eixos, freios e suspensão — costumam pesar de forma decisiva.
Mercedes-Benz: marca de tradição, inovação e robustez
Fundada em 1926 a partir da fusão entre Daimler-Motoren-Gesellschaft (DMG) e Benz & Cie, a Mercedes-Benz consolidou-se ao longo das décadas como referência em tecnologia automobilística, conforto, segurança e robustez. No Brasil, a presença de modelos da linha L-1113 e de outras séries de caminhões da marca ajudou a moldar o transporte de cargas e a logística de frotas em diversas regiões do país. A marca é associada a componentes de alta durabilidade, motores de alta faixa de torque para uso contínuo, estruturas de chassis reforçadas e uma rede de assistência técnica que, historicamente, favorece a manutenção de veículos mais antigos com disponibilidade de peças originais e serviços especializados.
Para quem administra ou utiliza um L-1113, reconhecer a herança da Mercedes-Benz pode contribuir para uma visão mais clara sobre as expectativas de desempenho, o ciclo de vida de componentes e o planejamento de substituição de peças. A ideia central é que um caminhão com a marca, bem mantido, tende a apresentar maior previsibilidade em termos de reparos e disponibilidade de serviços, o que, por consequência, impacta a avaliação de risco na hora de segurar o veículo, bem como no momento de cotação de seguro.
Avaliando a Tabela FIPE para o L-1113
Para o Mercedes-Benz L-1113 com três eixos, 2 portas e motor diesel, a FIPE estrutura o valor de referência com base em parâmetros que consideram o ano (1986, no caso), a configuração de motor e transmissão, a presença de itens originais de fábrica, a regularidade da manutenção, e a condição de uso. O processo envolve a consolidação de dados de mercado para estabelecer faixas de valores que ajudam a construir uma base comum entre compradores, vendedores, seguradoras e concessionárias. É comum que a FIPE, ao contemplar caminhões antigos, apresente faixas com maior amplitude, justamente pela heterogeneidade de condições observadas no mercado entre unidades com décadas de existência.
Quando se analiza o valor pela FIPE, algumas nuances são relevantes:
- Condição do veículo: veículos bem conservados, com histórico de manutenção documentado e sem danos estruturais significativos têm mais probabilidade de ocupar faixas mais altas da FIPE para o ano-modelo correspondente.
- Configuração de veículo: alterações de peso, de carroceria ou de eixo podem influenciar a colocação do exemplar dentro das faixas da FIPE. Caminhões com carrocerias de carga diferentes, por exemplo, podem ter valores distintos, mesmo within o mesmo modelo e ano.
- Mercado regional: a demanda por caminhões usados varia entre diferentes estados e cidades. Em regiões com maior atividade de logística e transporte, a procura por L-1113 pode influenciar a faixa de referência.
- Modificações e atualizações: melhorias mecânicas ou de segurança, bem como a presença de itens originais ou substituídos, podem impactar a percepção de valor e, consequentemente, o posicionamento na tabela.
Compreender essas nuances ajuda a interpretar a FIPE com maior precisão. Não se trata apenas de procurar o valor mais alto possível; trata-se de alinhar o valor de referência à condição real do veículo e ao cenário de uso, o que é particularmente relevante para proprietários de frota que buscam planejamento financeiro, bem como para profissionais de seguros que precisam calibrar as coberturas de acordo com o risco real.
Impacto da idade, da condição e de fatores de uso na segurabilidade
Para o seguro, a idade do veículo, a condição do conjunto motor/transmissão, a configuração de eixo (3 eixos) e a história de uso aparecem como fatores determinantes. Em veículos com mais de 30 anos, como o L-1113 de 1986, as seguradoras costumam exigir perícias técnicas mais detalhadas ou documentação adicional que comprove a manutenção regular e a integridade estrutural. Além disso, a presença de itens originais, a ausência de modificações não autorizadas e o histórico de sinistros também influenciam a determinação de valor segurável. A FIPE, nesse contexto, oferece uma referência estável que serve como ponto de partida para o ajuste fino de coberturas, franquias e limites de indenização.
Assim, ao planejar a proteção do seu L-1113, vale considerar que a Tabela FIPE não deve ser o único critério. A soma de fatores operacionais — como o uso da frota, o tipo de carga, a frequência de viagens, a região de operação e o histórico de manutenção — deve ser integrada a uma cotação de seguro que reflita com mais fidelidade o risco envolvido. Em termos práticos, isso significa que uma gestão proativa da manutenção, bem como a organização de um conjunto documental (manuais, histórico de revisões, notas de conserto e avaliação pericial quando aplicável) pode favorecer condições mais competitivas de seguro.
Como a FIPE é utilizada pelas seguradoras na prática
As seguradoras costumam empregar a FIPE como referência para estabelecer o valor segurável — ou seja, o montante máximo que a apólice pode cobrir em caso de sinistro. Além disso, a FIPE pode influenciar o cálculo de franquias e de indenização em cenários de perda total, especialmente quando se trata de veículos usados com perfis de idade adiante. É comum que a seguradora combine o valor base da FIPE com o estado de conservação do veículo, com uma avaliação pericial e com o histórico de uso para traçar um quadro de risco mais preciso. Em resumo, a FIPE funciona como um referencial técnico, que, quando bem utilizado em conjunto com dados de manutenção e de uso, ajuda a estabelecer condições de seguro equilibradas entre o proprietário e a seguradora.
Para proprietários de L-1113 e gestores de frotas, o objetivo é alinhar o valor segurável com a prática de mercado, evitando tanto a subsegurança (onde o valor segurado é insuficiente para cobrir o valor de reposição) quanto a supersegurança (que pode elevar desnecessariamente o prêmio). A Tabela FIPE, nesse cenário, é uma bússola útil para guiar esse equilíbrio, desde que acompanhada de informações técnicas consistentes sobre o estado do veículo.
Dicas para o proprietário: como usar a FIPE na prática
Se você é proprietário de um Mercedes-Benz L-1113 de 1986 ou administra uma frota de caminhões similares, algumas atitudes práticas ajudam a tirar o máximo proveito da FIPE na hora de segurar o veículo:
- Documente a história de manutenção: guias de revisão, notas fiscais de peças e serviços ajudam a demonstrar o cuidado com o caminhão, o que pode impactar positivamente na avaliação da seguradora.
- Faça avaliações técnicas periódicas: perícias simples ou inspeções profissionais podem atestar o estado da mecânica, chassis e freios, reduzindo incertezas na hora da cotação.
- Registro de modificações: se houver alterações na carroceria, na suspensão ou em componentes que possam alterar a capacidade de carga ou o desempenho, mantenha documentação clara para a seguradora.
- Atualize o cadastro do veículo: mantenha as informações de configuração, de eixos, de cabine e de opcionais atualizadas junto à corretora de seguros para evitar divergências entre o que está na FIPE e o que está descrito no contrato.
Ao adotar essas práticas, você facilita o processo de cotação e aumenta as chances de obter condições mais justas e alinhadas com o valor de reposição de mercado, conforme a realidade do seu L-1113.
Pensando em seguro: como utilizar a FIPE para cotação com a GT Seguros
Para quem busca proteção adequada para um Mercedes-Benz L-1113 com três eixos, a Tabela FIPE oferece um referencial valioso para orientar a escolha de coberturas, limites e franquias. Ao solicitar uma cotação com a GT Seguros, você pode receber uma avaliação que considera o valor de referência da FIPE, a condição do veículo, o histórico de manutenção e o perfil de uso da frota. A integração desses elementos ajuda a estabelecer uma apólice que tenha equilíbrio entre custo e proteção, cobrindo danos, roubo, incêndio, colisão e outros riscos relevantes para caminhões de operação pesada.
Além disso, a GT Seguros tende a oferecer consultoria sobre opções de proteção adicionais que podem ser relevantes para o seu L-1113, como cobertura para terceiros, responsabilidade civil, proteção de carga, assistência 24 horas e substituição de veículo. Considerando a natureza específica do L-1113 — um caminhão com uso potencial em trechos com vias precárias e com necessidade de disponibilidade operacional — uma proposta bem estruturada pode mitigar impactos financeiros significativos em caso de sinistro.
Se você está avaliando a melhor forma de proteger esse patrimônio, vale lembrar que cada detalhe da sua operação influencia o custo final do seguro. O uso de referências como a FIPE, aliado a um diagnóstico técnico confiável e a uma boa escolha de coberturas, pode fazer a diferença entre uma apólice justa e uma cobertura excessiva ou insuficiente. A abordagem integrada entre a avaliação de valor com a
