| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 58.156,00 |
| Dez/25 | R$ 58.267,00 |
| Nov/25 | R$ 58.355,00 |
| Out/25 | R$ 58.496,00 |
| Set/25 | R$ 58.684,00 |
| Ago/25 | R$ 58.808,00 |
| Jul/25 | R$ 58.903,00 |
| Jun/25 | R$ 58.962,00 |
| Mai/25 | R$ 59.081,00 |
| Abr/25 | R$ 59.135,00 |
| Mar/25 | R$ 59.224,00 |
| Fev/25 | R$ 59.260,00 |
Entendendo a Tabela FIPE e o Mercedes-Benz L-1520 2p Diesel de 1990: guia para quem negocia seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados e, por consequência, serve de base para diversas necessidades do seguro veicular, como o cálculo de cobertura, indenização em caso de perda total e avaliação de riscos. Quando falamos do Mercedes-Benz L-1520 2p com motor diesel do ano 1990, entendemos que seu uso está fortemente ligado a atividades de transporte de carga leve a média, em contextos urbanos e rodoviários. A leitura correta da FIPE para esse modelo envolve não apenas o preço registrado na tabela, mas, principalmente, como esse valor se relaciona ao histórico do veículo, ao estado de conservação e às condições de uso. A ideia aqui é apresentar uma visão educativa sobre o que a FIPE considera, como isso impacta o seguro e quais fatores o tutor do veículo deve observar para uma proteção mais adequada.
Ficha técnica do Mercedes-Benz L-1520 2p (diesel) 1990
- Tipo de veículo: Caminhão 2 portas com cabine simples
- Motorização: Diesel, seis cilindros; deslocamento estimado em torno de 6,0 litros; potência na faixa de 140 a 180 cv; torque entre 500 e 600 Nm
- Transmissão: Manual, geralmente com 5 marchas
- Dimensões e peso: PBT por volta de 15.000 kg; capacidade de carga útil de aproximadamente 9.000 kg
O L-1520, dentro da linha Mercedes-Benz, pertence à família de caminhões que o fabricante utilizou para atender operações que exigem robustez, confiabilidade e boa disponibilidade de peças, especialmente em trechos com demandas de transporte de cargas repetidas e exigentes. A cabine simples e o design orientado para a durabilidade refletem a função prática desse veículo, voltado a serviços de entrega, construção civil leve e atividades que exigem carga utilitária com uma manutenção relativamente previsível. A especificação diesel, característica comum em modelos da época, aponta para desempenho estável em diferentes regimes de circulação e uma resposta esperada para deslocamentos com carga, o que é relevante na avaliação de risco de seguros, já que aspectos como consumo, emissões e mecânica influenciam o custo total de propriedade.

Para quem trabalha no setor de seguros, a ficha técnica é a bússola que orienta a gestão de riscos. A potência, o torque, o tipo de transmissão e a capacidade de carga ajudam a desenhar cenários de uso, desgaste e probabilidade de sinistros. Por exemplo, caminhões com maior carga útil e uso intenso em áreas de construção costumam apresentar necessidades de coberturas específicas, como proteção de carga, roubo qualificado e danos a terceiros. Ao mesmo tempo, a idade do veículo (1990) pode exigir avaliações diferenciadas de depreciação e de segurabilidade, levando em conta a disponibilidade de peças e a compatibilidade com as redes de assistência técnica da marca.
A marca Mercedes-Benz: tradição, inovação e segurança no transporte
A Mercedes-Benz é uma das marcas mais reconhecidas no mundo automotivo, com uma história que atravessa mais de um século de inovação, qualidade de engenharia e foco em segurança. Fundada em 1926 a partir da fusão de empresas alemãs, a marca consolidou-se como referência em tecnologia automotiva, desenvolvimento de motores eficientes, sistemas de freios avançados e soluções de chassis que impactam diretamente no desempenho de caminhões. No setor de frotas e transportes, a Mercedes-Benz é associada à confiabilidade e à disponibilidade de peças, aspectos que permeiam decisões de aquisição, uso operacional e, consequentemente, a análise de risco para seguros. A reputação de robustez, aliada a uma extensa rede de assistência técnica, é frequentemente citada por gestores de frotas como um fator que influencia positivamente as condições de seguro, especialmente em veículos de tráfego pesado ou com atividades contínuas de deslocamento.
Para quem atua no aconselhamento de seguros, entender a marca ajuda a explicar aos clientes a lógica por trás de avaliações de risco. A Mercedes-Benz investe fortemente em engenharia de motor e de transmissão, bem como em sistemas de segurança ativa e passiva que, na prática, podem reduzir a probabilidade de sinistros graves. Além disso, o legado da marca em termos de confiabilidade de componentes e disponibilidade de peças de reposição ao longo do tempo tende a facilitar reparos eficientes, o que também é levado em conta pelas seguradoras na hora de estabelecer cenários de custo de corretivo e de reposição de componentes. Em veículos como o L-1520 2p diesel de 1990, essa tradição pode ser um elemento de conforto para o segurado, desde que o histórico de manutenção esteja devidamente documentado e atualizado.
Ao falar de FIPE e seguro, a marca funciona como um dos muitos critérios que compõem o conjunto de informações usadas para cravar o valor de referência. A visão holística de fabricante, modelo, ano e condições de uso ajuda a construir uma imagem de risco mais fiel à realidade. Em modelos de caminhões antigos, manter a documentação de revisões, peças originais quando possível, e um plano de manutenção programada é essencial para sustentar uma proteção eficaz e evitar surpresas com sinistros ou indenizações discrepantes.
Como ler a Tabela FIPE e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE funciona como um medidor de mercado: ela agrega dados de venda de veículos usados com base em uma série de fatores, incluindo ano de fabricação, modelo, versão, combustível e tipo de veículo. Ela não é uma regra rígida, mas uma referência com a qual seguradoras costumam calibrar políticas de cobertura, valores de indenização e índices de risco. Ao lidar com um Mercedes-Benz L-1520 2p diesel de 1990, a leitura da FIPE ajuda a entender onde o veículo se encaixa no panorama de mercado de caminhões da época e como esse posicionamento pode influenciar a avaliação de risco para o seguro. Em termos práticos, a FIPE orienta, por exemplo, a estimativa do valor de reconstrução do veículo ou, em caso de sinistro, o valor a ser considerado para indenização conforme as condições contratuais aceitas pela seguradora.
É importante esclarecer que o valor FIPE não deve ser encarado como absoluto ou único parâmetro para o cálculo de prêmio. Seguradoras levam em conta uma série de fatores adicionais: o histórico de sinistros do modelo, a idade e o estado de conservação do veículo, o uso típico (carga, geografia de operação, rotas urbanas vs. rodoviárias), a localização geográfica, entre outros. No caso de caminhões com maior demanda de serviços, o risco de roubo, avarias em componentes de transmissão e desgaste prematuro de peças pode ter peso relevante na formatação da apólice. Assim, a FIPE é uma referência útil para entender o que pode ser considerado como valor de mercado, mas a leitura completa para seguro envolve um conjunto de dados e avaliações técnicas específicas.
Para quem está construindo uma conversa com uma corretora de seguros, é comum discutir como o valor FIPE se traduz em termos de cobertura e de custos. Perguntas típicas envolvem: qual é o valor de referência para a indenização total em caso de sinistro? quais coberturas são mais relevantes para um caminhão antigo com cabine simples? como a idade do veículo impacta a vigência da apólice e o custo de manutenção? respostas a essas questões costumam depender do equilíbrio entre o valor de mercado estimado pela FIPE, o estado do veículo, as condições de uso e o nível de proteção desejado pelo proprietário da frota.
Implicações para a apólice de seguro e gestão de riscos
Quando a FIPE aponta para um valor de referência de mercado, a seguradora utiliza esse parâmetro para estabelecer o capital segurado, que é o valor pelo qual o veículo está segurado em caso de sinistro. Em caminhões mais antigos, o debate costuma estar centrado na prática entre “valor de mercado” e “valor de reconstrução” (ou valor venal vs. valor de reposição). O objetivo é que o segurado tenha a proteção adequada sem pagar demais pelo prêmio, enquanto a seguradora mantém condições de cobertura proporcionais ao risco. Em modelos como o L-1520 2p diesel de 1990, esse equilíbrio pode significar a escolha por coberturas específicas, como colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, assistência 24 horas, bem como proteção de carga, que é uma parte relevante do custo se a operação envolve transporte de mercadorias sensíveis ou de alto valor agregado.
Além disso, a idade do veículo costuma impactar decisivamente o prêmio. Veículos com mais de 30 anos, por exemplo, costumam exigir avaliações especiais de depreciação e, em alguns casos, condições específicas de cobertura para acessórios originais. O estado de conservação, a manutenção regular, o histórico de revisões e a qualidade das peças de reposição influenciam diretamente na percepção de risco. A FIPE oferece uma base para entender o valor de mercado, mas o conjunto de fatores operacionais, de manutenção e de segurança adicionais que o proprietário traz para a apólice pode modificar o custo e o escopo da proteção.
Para o proprietário de um caminhão antigo, existem estratégias práticas para alinhar custo e proteção. Primeiro, manter um arquivo de documentação que comprove as revisões feitas, a origem das peças utilizadas e o histórico de serviços ajuda as seguradoras a avaliar o estado do veículo com mais precisão. Segundo, considerar coberturas de acordo com o uso real: se a carga é de baixo risco de roubo em determinadas rotas, pode-se ajustar a proteção de carga com base nesses padrões de operação. Terceiro, manter a disponibilidade de assistência 24 horas, especialmente para veículos usados em operações de campo, reduz o risco de paralisação prolongada e, por consequência, o custo de intervenção emergencial. E, por fim, manter o veículo em estado de conservação adequado implica menos sinistros decorrentes de falhas mecânicas, o que, a longo prazo, favorece o equilíbrio entre prêmio pago e proteção recebida.
Para quem está em busca de uma visão estratégica de seguro, entender a relação entre FIPE e o seguro do L-1520 envolve uma leitura integrada. Não é apenas sobre o valor de mercado atual, mas sobre como esse valor se alinha com a performance operacional, com a disponibilidade de peças de reposição e com a responsabilidade de manter a segurança do motorista e da carga. Assim, ao planejar a proteção de um Mercedes-Benz L-1520 2p diesel de 1990, a conversa com a corretora deve considerar tanto o histórico do veículo quanto o contexto operacional, para chegar à solução de seguro que ofereça proteção adequada sem onerar excessivamente o orçamento da operação.
Conectando a leitura da FIPE com ações práticas de corretores e proprietários
Para corretores e donos de frotas, uma leitura eficaz da FIPE envolve traduzir o valor de referência em termos de cobertura, prêmios e condições contratuais que façam sentido para a realidade de uso do caminhão. Em termos práticos, isso se traduz em uma postura proativa de gestão de risco: manter a documentação em dia, planejar revisões preventivas, mapear as rotas com maior incidência de ocorrências e adaptar o contrato de seguro às particularidades da operação. Caminhões como o L-1520, com cabine simples e motor diesel, tendem a exigir uma atenção especial às condições de motor, transmissão e sistema de freios, que são cruciais para a segurança na condução de cargas pesadas. A boa notícia é que, com uma abordagem integrada entre dados da FIPE, histórico de manutenção e planejamento de risco, é possível obter coberturas adequadas a um custo sustentável, sem abrir mão de proteção essencial.
Ao considerar uma cotação com a GT Seguros, é recomendável que o proprietário traga informações atualizadas sobre o estado do veículo, o uso típico, as rotas que percorre e o perfil de carga transportada. Esses dados ajudam a ajustar a proteção de forma que reflita o comportamento real da operação, promovendo uma solução mais justa e eficiente. Além disso, compreender que a FIPE funciona como uma referência de mercado permite ao proprietário entender melhor as decisões da seguradora durante a avaliação de sinistros, o que facilita a cobrança de indenizações com alinhamento às condições contratuais estabelecidas.
Em síntese, o Mercedes-Benz L-1520 2p diesel de 1990, apesar de seu tempo de fabricação, continua relevante para operações de transporte de carga que buscam robustez e confiabilidade. A Tabela FIPE oferece uma referência essencial para entender o valor de mercado de veículos usados, mas o seguro eficaz depende de uma visão holística que inclua manutenção, histórico de uso, tipo de operação e o conjunto de coberturas adequado ao risco. Com essa base, corretores podem orientar proprietários de frotas a escolherem proteções que acompanhem a realidade da operação, enquanto os clientes ficam mais seguros de que o investimento em seguro está alinhado às necessidades, sem pagar por coberturas desnecessárias.
Se você quer uma avaliação personalizada sobre como o valor FIPE pode impactar a proteção do seu Mercedes-Benz L-1520 2p diesel de 1990 e quais coberturas fazem mais sentido para o seu uso, a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra uma solução sob medida para a sua operação.
