Valor FIPE Atual
R$ 49.113,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509080-6
Ano: 1992-3
MêsPreço
Fev/26R$ 49.113,00
Jan/26R$ 49.222,00
Dez/25R$ 50.227,00
Nov/25R$ 50.303,00
Out/25R$ 50.425,00
Set/25R$ 50.587,00
Ago/25R$ 50.694,00
Jul/25R$ 50.776,00
Jun/25R$ 50.827,00
Mai/25R$ 50.929,00
Abr/25R$ 50.975,00
Mar/25R$ 51.052,00

Entenda a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-1614 com 3 Eixos e Motor Diesel (1992)

Introdução: por que a Tabela FIPE é essencial para corretoras e seguradoras

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor de mercado de veículos usados e seminovos. Quando se trata de caminhões pesados, como o Mercedes-Benz L-1614 com 3 eixos e configuração de cabine com 2 portas, essa referência ganha ainda mais relevância para cálculo de prêmio, indenização em caso de sinistro e validação de valores para comprovação de cobertura. Em seguros, o valor FIPE serve como base para a indenização em caso de perda total ou para o ajuste de coberturas em propostas de seguro com vigência anual. Além disso, fornece um norte sobre a desvalorização natural do bem ao longo do tempo, influenciando decisões de manutenção, reposição de componentes e preservação de ativos logísticos.

Neste contexto, compreender como a FIPE lê e reflete as particularidades de um veículo como o L-1614 facilita a comunicação entre o proprietário, o corretor de seguros e as operadoras. A leitura cuidadosa da tabela permite identificar variações que podem impactar o custo da apólice, como o estado de conservação, a idade do veículo, a motorização instalada e o histórico de uso. Para quem administra frotas ou realiza operações logísticas com caminhões pesados, saber interpretar as oscilações do valor de mercado é um diferencial competitivo, especialmente quando se busca cobertura sob medida para riscos operacionais, responsabilidade civil e danos materiais.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ L-1614 3-Eixos 2p (diesel) 1992

Mercedes-Benz L-1614 na linha de caminhões pesados: legado de robustez

A Mercedes-Benz tem uma tradição consolidada no segmento de caminhões pesados, com foco em confiabilidade, durabilidade e rede de assistência que acompanha milhares de operações logísticas ao redor do país. O modelo L-1614, identificado pela designação de 3 eixos, está associado a aplicações de transporte de carga de peso significativo, onde a estabilidade, a capacidade de manter a operação em condições adversas e a disponibilidade de peças de reposição são pontos centrais para a gestão de riscos e de custos de manutenção. Em contextos de frota, a marca costuma ser lembrada pela qualidade de engenharia, pela presença de redes técnicas treinadas e pela disponibilidade de serviços de pós-venda que ajudam a reduzir o tempo de inatividade, elemento crítico para operações contínuas de transporte de mercadorias.

Ao falar de um veículo com esse perfil, a corretora de seguros atua não apenas no âmbito do valor de indenização, mas também na avaliação de fatores que influenciam a probabilidade de sinistros, como manejo de carga, padrões de uso, necessidade de manutenção preventiva, e a probabilidade de desgaste de componentes devido às condições de estrada, clima e jornadas operacionais. Em termos de marca, a MB costuma associar a imagem de qualidade com um portfólio de caminhões que busca fácil disponibilidade de peças, parcerias técnicas com oficinas autorizadas e suporte a clientes que mantêm a frota em funcionamento por longos períodos.

Ficha técnica do Mercedes-Benz L-1614 3-Eixos 2p diesel (1992): visão resumida

Abaixo, apresentamos uma ficha técnica objetiva, com os elementos relevantes para entender o perfil do modelo visando seguros, manutenção e avaliação de riscos. Vale destacar que variantes de motorização, transmissão e itens de acabamento podem alterar valores específicos. A leitura aqui foca em atributos estruturais e operacionais típicos de um L-1614 da década de 1990, com ênfase na configuração de 3 eixos e cabine de 2 portas:

  • Veículo: Mercedes-Benz L-1614
  • Ano/modelo: 1992 (geralmente classificado como exemplar da linha de início dos anos 90)
  • Categoria: Caminhão pesado
  • Configuração de eixos: 3 eixos (comumente apresentado como tração adequada ao trabalho de peso elevado)
  • Cabine: 2 portas
  • Tipo de combustível: Diesel
  • Motor: Diesel, com arquitetura típica da MB para a linha L (opções diversas de motorização conforme lote e homologação)
  • Transmissão: Manual, com várias marchas, adaptadas à demanda de torque para trabalho de carga
  • Suspensão: Projetada para suportar carga alta, com características de robustez compatíveis com operações logísticas de médio a longo percurso
  • Freios: Sistema de freios compatível com caminhões pesados da época, com foco em estabilidade sob carga e frenagens repetidas
  • Capacidade de carga: apropriadamente alta para uso em transporte de carga pesada (valor específico variável conforme configuração e equipamento)
  • Dimensões e peso: dimensionamento adequado ao chassis de 3 eixos, com massa máxima de operação adaptada ao tamanho do conjunto
  • Equipamentos de fábrica: itens padrão de farol, painel, instrumentos e controles indicados para operação de caminhões pesados da MB na década de 1990

É importante notar que as especificações podem variar conforme a versão exata do motor, o tipo de transmissão e o grau de equipagem de fábrica de cada exemplar. Em uma avaliação de seguro, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenções e eventuais substituições de componentes (como motor, câmbio, eixos e freios) têm peso decisivo na determinação do valor de mercado, além de influenciar o risco de falhas durante a operação diária.

Como a FIPE é calculada e atualizada: entendendo o método por trás da referência

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) utiliza dados coletados de transações de mercado, anúncios de venda e avaliações de veículos usados para compor sua tabela de valores. No caso de caminhões como o L-1614, a FIPE considera fatores como idade do veículo, estado de conservação, histórico de manutenção, frequência de uso, região de atuação e demanda do mercado de caminhões pesados na época. O objetivo é refletir, de maneira agregada, o valor de reposição de mercado no momento da avaliação, servindo como base para cálculos de seguros, avaliações de sinistros e processos de indenização.

Para uma corretora de seguros, é comum acompanhar a variação do valor FIPE ao longo dos meses, especialmente em frotas que passam por atualizações ou recebimento de novas plataformas de transporte. O valor FIPE não representa necessariamente o preço pago pelo veículo em uma transação específica, mas sim uma média de mercado que age como referência estável para cálculos de cobertura. Quando surgem peculiaridades, como histórico de acidentes, modificações estruturais ou disponibilidade irregular de peças, o valor de mercado pode sofrer ajustes, o que, por sua vez, afeta o prêmio de seguro, a soma segurada e as condições de indenização.

Outra dimensão relevante é a periodicidade de atualização da FIPE. Em alguns contextos, a atualização ocorre mensalmente, com revisões que podem trazer ajustes relevantes para quem administra veículos de empresas ou frotas. Por isso, profissionais de seguros costumam monitorar as variações da tabela ao longo do tempo, associando-as a estratégias de renovação de apólices, renegociação de coberturas e planejamento financeiro de manutenção de ativos de transporte.

Impacto da FIPE no seguro: leitura prática para corretores e clientes

A aplicação da FIPE no seguro de caminhões envolve vários aspectos. Primeiro, o valor de referência influencia diretamente a soma segurada. Quando o patrimônio a ser protegido tem uma referência de mercado clara, o valor de indenização em caso de perda total tende a refletir mais fielmente o que seria necessário para substituição ou reposição de ativos semelhantes. Em segundo lugar, a FIPE afeta o cálculo do prêmio, porque a seguradora utiliza o valor de mercado para estimar o risco financeiro envolvido na cobertura. Veículos com maior desvalorização ou com menor liquidez de mercado podem exigir ajustes específicos no prêmio para manter a viabilidade atuarial da apólice.

Além disso, para veículos de transporte de carga, características operacionais do L-1614, como capacidade de carga, rigidez estrutural, disponibilidade de peças sobressalentes e histórico de uso, modulam o risco de sinistro. Um caminhão que opera em trajetos com condições severas, estradas precárias ou grandes cargas repetidas, tende a apresentar maior probabilidade de desgaste acentuado. Nesses cenários, a atualização do valor FIPE ajuda o corretor a alinhar a cobertura com o valor de mercado real, reduzindo lacunas entre o que é segurado e o que é necessário para reposição do ativo.

Itens relevantes para leitura da ficha técnica ao avaliar seguros

Ao se deparar com a ficha técnica do L-1614, vale considerar alguns elementos que impactam a avaliação de risco e, consequentemente, o custo da proteção. Abaixo, listamos pontos que costumam ser prioritários para corretores e clientes na hora de fechar uma apólice:

  • Condição geral do motor e do sistema de transmissão: a confiabilidade do motor diesel e da transmissão manual tem forte influência no risco de falhas, o que afeta a avaliação de indenização e a necessidade de assistência em viagem.
  • Histórico de manutenção: registros consistentes de revisões, troca de óleo, filtros e componentes críticos ajudam a manter o valor de mercado estável, o que favorece condições de seguro mais equilibradas.
  • Quilometragem e uso: caminhões com uso intensivo em transporte de cargas pesadas podem ter desgaste acelerado; a quilometragem de rotina é um fator-chave no ajuste de cobertura.
  • Peças de reposição e suporte da rede: a disponibilidade de peças originais ou de reposição compatíveis com a MB influencia a reposição de componentes e o tempo de inatividade, impactando o custo total da proteção.

Mercedes-Benz L-1614: riqueza de atributos da marca e considerações de manutenção

O portfólio de caminhões da Mercedes-Benz carrega o peso de uma tradição de engenharia que prioriza robustez, conforto operacional e eficiência no serviço de longo prazo. Para o L-1614, a combinação de três eixos sugere aplicações com alta capacidade de carga e necessidade de estabilidade em trajetos com terreno desafiador. A infraestrutura de assistência técnica da MB no Brasil, aliada a uma rede de oficinas autorizadas e disponibilidade de peças originais, tende a reduzir o tempo de parada em manutenção, um fator que, por sua vez, pode impactar positivamente o custo total de propriedade e a consistência do valor de mercado registrado pela FIPE ao longo do tempo.

Da perspectiva de seguro, manter o veículo numa condição de conformidade com as especificações originais representa um ponto de equilíbrio entre o custo da apólice e a cobertura efetiva. Caminhões com histórico sólido de manutenção costumam apresentar menor probabilidade de sinistros graves por falha mecânica, o que pode contribuir para menores prêmios em contratos de renovação. Além disso, manter a documentação em dia — como registros de inspeções, recibos de reparos, notas fiscais de peças e comprovantes de serviços — facilita a auditoria da FIPE e reforça a credibilidade do proprietário durante o processo de avaliação de riscos pela seguradora.

Dicas de leitura prática da Tabela FIPE para o L-1614

Para quem trabalha com seguros ou gestão de frotas, estas sugestões ajudam a interpretar melhor a Tabela FIPE ao lidar com o L-1614:

  • Acompanhe variações mensais: a FIPE pode oscilar com a sazonalidade de demanda por caminhões pesados; ajuste a leitura de propostas de renovação com o efeito dessas variações.
  • Considere o uso real da frota: operações de carga de alto volume ou trajetos frequentes em regiões com vias ruins podem demandar uma avaliação de depreciação acelerada para fins de seguro.
  • Atualize o histórico de manutenção: papéis que comprovem manutenção em intervalos recomendados ajudam a manter a referência de valor de mercado estável.
  • Avalie a cobertura de peças críticas: em modelos com três eixos, a reposição de componentes do motor, transmissão e sistemas de freio pode representar parte relevante do custo de sinistro — planeje coberturas adequadas para esses itens.

Cuidados práticos na aquisição e na proteção com seguro

Ao comprar ou manter um L-1614, vale adotar um conjunto de práticas que facilita não apenas a operacionalidade, mas também a gestão de risco e o alinhamento com a FIPE. Considere o seguinte: manter o veículo em boas condições de conservação, registrar a quilometragem com integridade, manter serializações de peças e consultar periodicamente a FIPE para entender as tendências de valor de mercado. Em termos de seguro, sinalizar de forma clara o uso, a rota típica de operação, a frequência de viagens e o tipo de carga transportada ajuda o corretor a calibrar as coberturas com mais precisão, reduzindo lacunas entre o valor de mercado e o montante segurado.

Conclusão: alinhando valor de mercado, seguro e proteção da frota com a MB L-1614

O Mercedes-Benz L-1614, configurado com 3 eixos e cabine de 2 portas, representa um grupo de caminhões pesados cuja gestão envolve atenção especial à leitura da Tabela FIPE, ao estado de conservação e às necessidades operacionais da frota. A relação entre o valor de mercado indicado pela FIPE, os custos de manutenção, a disponibilidade de peças e o histórico de uso define o tom de uma apólice de seguro bem ajustada. Corretores experientes sabem que o objetivo não é apenas obter um prêmio competitivo, mas também assegurar uma cobertura que proteja de forma proporcional o valor do ativo, levando em conta a particularidade de operações logísticas, o tempo de inatividade e a previsibilidade de custos de reposição.

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