| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 66.619,00 |
| Dez/25 | R$ 66.746,00 |
| Nov/25 | R$ 66.847,00 |
| Out/25 | R$ 67.008,00 |
| Set/25 | R$ 67.224,00 |
| Ago/25 | R$ 67.366,00 |
| Jul/25 | R$ 67.467,00 |
| Jun/25 | R$ 67.535,00 |
| Mai/25 | R$ 67.671,00 |
| Abr/25 | R$ 67.732,00 |
| Mar/25 | R$ 67.844,00 |
| Fev/25 | R$ 68.117,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE aplicada ao Mercedes-Benz L-1625 2p diesel de 1993
Ao falar de seguro, orçamento e negociação de veículos usados, a Tabela FIPE aparece como referência central para entender o valor de mercado e facilitar o contato entre proprietários, corretores e seguradoras. No caso do Mercedes-Benz L-1625 2p com motor diesel, ano 1993, a leitura da tabela envolve compreender não apenas números, mas a história do veículo, o perfil de uso e o contexto da marca. Este texto busca, de forma educativa, apresentar como a Tabela FIPE se aplica a esse modelo específico, quais dados compõem a ficha técnica e por que a Mercedes-Benz mantém relevância no mercado brasileiro mesmo em carros mais antigos. Ao final, você encontrará uma visão consolidada sobre como isso impacta o seguro do veículo e, sutilmente, uma sugestão de cotação com a GT Seguros.
Contexto da Tabela FIPE e o Mercedes-Benz L-1625 2p diesel (1993)
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência mensal para o valor de reposição de veículos no Brasil. Ela leva em conta vários atributos do automóvel ou veículo leve de carga, incluindo fabricante, modelo, ano de fabricação, tipo de motor, versão e estado de conservação. Esse referencial é amplamente utilizado por seguradoras para definir valores seguráveis, prêmios, coberturas e limites de indenização. No caso de caminhões e utilitários pesados como o Mercedes-Benz L-1625 2p diesel, a FIPE entra como base fundamental para estimar o valor de reposição em situações de sinistro, além de orientar avaliações em caso de vistoria para seguro do primeiro proprietário e de terceiros.

Ao tratar de um modelo específico como o L-1625 2p de 1993, é essencial considerar que a frota antiga de caminhões Mercedes-Benz no Brasil ainda circula amplamente em operações logísticas, transporte de cargas e atividades industriais. A marca alemã é reconhecida pela robustez de seus caminhões de linha pesada, pela qualidade de construção e pela rede de serviços técnicos, fatores que influenciam o valor de mercado observado na FIPE e, por consequência, o custo de seguro. Em termos práticos, quando o corretor consulta a FIPE para esse veículo, ele está estimando um valor de reposição necessário para orçar a indenização, caso haja um sinistro total ou roubo. Esse valor serve como referência para enquadrar coberturas como casco (valor total do veículo) e responsabilidade civil, entre outras.
É relevante compreender que a FIPE não reflete, necessariamente, o preço de compra praticado no mercado no momento exato da negociação. O valor de reposição da FIPE é, por natureza, uma média padronizada que facilita a comparação entre veículos similares e permite que seguros e financiamentos operem com critérios transparentes. Assim, mesmo que o veículo esteja com alterações, modificações ou estado de conservação específico, a FIPE oferece um piso de referência que evita distorções extremas no cálculo de prêmio. Em veículos pesados com histórico de uso intenso, esse papel de referência é ainda mais pertinente para manter seguros acessíveis e estáveis ao longo do tempo.
Ficha Técnica: Mercedes-Benz L-1625 2p diesel (1993)
Abaixo estão os elementos-chave que costumam compor a ficha técnica de um caminhão Mercedes-Benz da linha L, com o código L-1625, 2 portas, diesel, ano 1993. Organizei em duas listas para facilitar a leitura, mantendo foco no que o mercado de seguros costuma considerar para a avaliação de risco e de valor de reposição.
- Motor e desempenho: Diesel, 6 cilindros em linha, configuração de 4 tempos; cilindrada aproximada em torno de 6,0 litros. Potência máxima estimada em torno de 170 cv, torque próximo de 600 N·m, com turbocompressor e possivelmente intercooler, típico de caminhões da época.
- Transmissão e tração: Transmissão manual de 5 velocidades (à frente) mais marcha ré, tração traseira 4×2. Câmbio robusto, adequado para cargas médias a pesadas e uso rodoviário, com desses modelos de série pensados para durabilidade em patrões de caminhão.
- Categoria e portas: Caminhão pesado com cabine simples, 2 portas, utilidade para transporte de carga, com cabine voltada a operação comercial contínua. Estrutura de chassis reforçado para suportar peso de carga e vibração de uso profissional.
- Especificações de fábrica relevantes ao valor: sistema de freios de serviço típico de caminhões da época, suspensão dianteira e traseira adequadas a pisos rodoviários e áreas industriais, tanques de combustível de capacidade suficiente para jornadas com cargas de média a longa distância.
- Dimensões e peso: Comprimento próximo de 7,1 metros, largura de cerca de 2,3 metros e altura em torno de 2,8 metros. Entre-eixos compatível com a configuração de cabine dupla de linha pesada. Peso em ordem de marcha estimado em 4,3 toneladas, com PBT ao redor de 16,0 toneladas, refletindo a capacidade de carga grossa típica do modelo L-1625.
- Capacidade de carga e tanque: Capacidade de carga útil estimada em até 9 a 11 toneladas, dependendo da configuração exata de cabine, chassi e eixos. Tanque de combustível com capacidade estimada entre 150 e 200 litros, visando deslocamentos de média a longa distância sem reabastecimento frequente.
- Conforto, segurança e engenharia: Componentes de direção, freios e suspensão desenvolvidos para suportar trajetos com peso considerável, com ênfase em durabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças originais Mercedes-Benz. Sistema elétrico adequado ao uso diário em serviço, com assistência técnica disponível na rede de concessionárias.
- Aplicação típica: Ideal para distribuição de cargas, transporte de materiais pesados e operações logísticas em áreas urbanas e rodoviárias, onde a confiabilidade de um caminhão Mercedes-Benz se traduz em disponibilidade de operação e menor tempo ocioso.
A Mercedes-Benz: tradição, engenharia e presença no Brasil
A Mercedes-Benz tem uma história de mais de um século na indústria automotiva mundial. No Brasil, a marca consolidou uma presença marcante especialmente no segmento de caminhões, ônibus e vans. A qualidade de engenharia, a robustez de seus chassis e motores, além de soluções de serviço e rede de assistência técnica, contribuíram para que as frotas de transporte de cargas confiem nesses modelos mesmo com idade avançada. A linha L, de caminhões médios e pesados, é lembrada por sua capacidade de suportar condições de trabalho desafiadoras, como solos irregulares, longas jornadas e uso com cargas variáveis ao longo da semana. Mesmo em 1993, a Mercedes-Benz implantou conceitos de engenharia que hoje são referência, como durabilidade do conjunto motor-transmissão, sistemas de freios confiáveis e agregação de peças de reposição que facilitam a manutenção ao longo do tempo.
Ao discutir o L-1625 2p diesel, vale destacar a reputação da marca em oferecer veículos com robustez mecânica, facilidade de reparos em redes técnicas e disponibilidade de peças originais. No Brasil, a presença de concessionárias e centros de serviço autorizados, aliado a programas de manutenção e garantia de disponibilidade de peças, pode influenciar positivamente o custo total de propriedade, mesmo em veículos com mais de 25 anos de uso. Essa confiabilidade compatibiliza-se com a prática de seguradoras que avaliam o risco com base não apenas no preço atual, mas na expectativa de disponibilidade de reparos, facilidade de reposição de componentes e histórico de manutenção documentado.
Além disso, a Mercedes-Benz se beneficiou da capacidade de adaptar seus caminhões a diferentes aplicações logísticas. Modelos da linha L costumam oferecer versatilidade de configuração para atender desde pequenas operações de entrega até atividades industriais com trechos menos previsíveis. Essa adaptabilidade é crucial para o cálculo de seguros, pois reduz a probabilidade de imobilização prolongada por falhas técnicas, impactando positivamente o custo de prêmios e as condições de cobertura para proprietários que dependem do veículo dia a dia.
Cuidados e boas práticas para quem trabalha com o L-1625 2p (1993)
Manter um caminhão antigo em operação segura requer atenção especial a aspectos técnicos, de documentação e de uso. Abaixo, listo pontos práticos que costumam fazer diferença na longevidade de veículos desse porte e na consistência das cotações de seguro:
- Rotina de manutenção preventiva com foco no motor diesel antigo: troca de óleo, filtros de óleo, ar e combustível em intervalos recomendados, inspeção de sistema de arrefecimento e verificação de turbocompressor (se presente).
- Verificação periódica de freios, suspensão e sistema de direção: inspeção de pastilhas, discos, cilindros, sangria de freios, folgas de juntas, estado de molas e amortecedores para evitar surpresas em jornadas de transporte de carga.
- Conservação da documentação e do histórico de serviço: manter registros de manutenções, peças originais e atualizações, o que facilita a comprovação de conservação para seguradoras e facilita futuras avaliações da FIPE.
- Estratégias de operação e armazenamento: evitar exposições prolongadas a ambientes agressivos, planejar rotas que minimizem trechos com pavimento ruim e manter o veículo em local coberto quando possível, reduzindo desgaste geral.
Como a FIPE embasa o seguro: impactos práticos no dia a dia
A Tabela FIPE, ao ser consultada para o Mercedes-Benz L-1625 2p diesel de 1993, serve como base para o cálculo de valores seguráveis. Seguradoras utilizam esse referencial para determinar o valor de reposição do veículo em caso de sinistro total, além de orientar prêmios proporcionais ao risco. Quando o veículo é de uma idade considerável, como o modelo 1993, a FIPE pode refletir uma combinação de fatores: idade da frota, disponibilidade de peças, custos de manutenção e o histórico de uso típico para caminhões de carga pesada. Por isso, proprietários e corretores costumam usar a FIPE em conjunto com o estado de conservação, o histórico de serviços e a localização da operação para chegar a uma estimativa de valor de seguro condizente com a realidade da operação.
É comum que seguradoras utilizem a FIPE como base para calibrar o valor segurado em categorias específicas, como casco, roubo/furto e responsabilidade civil. Em caminhões de 1993, o ajuste de prêmio pode levar em consideração não apenas o valor de reposição, mas também fatores de risco como a intensidade de uso, as condições de circulação na área de atuação, a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência técnica. Em termos práticos, isso significa que, ao renovar ou contratar o seguro, o proprietário pode observar variações de prêmio com o tempo, especialmente se o veículo recebeu manutenção regular, recebeu upgrades ou passou por reparos significativos que afetam o estado geral de conservação.
Para quem lida com a Tabela FIPE na prática de seguros, vale manter o registro de avaliações e vistorias do veículo, bem como acompanhar a evolução dos valores de reposição da FIPE ao longo dos meses. Esses elementos ajudam a negociar coberturas mais alinhadas ao valor atual do bem, sem extrapolar o orçamento de proteção e mantendo a proteção adequada contra eventual perda total, roubo ou danos a terceiros.
Em resumo, a Tabela FIPE é uma ferramenta central para o seguro do Mercedes-Benz L-1625 2p diesel de 1993: ela fornece uma referência objetiva para o valor do veículo, que dialoga com o diagnóstico técnico, o histórico de manutenção e o custo de reposição de peças originais. Quando a FIPE é aliada a uma boa avaliação de risco, o orçamento de seguro fica mais estável e compatível com a realidade da operação logística que depende desse caminhão.
Se você pretende cotar ou revisar seu seguro, pense na FIPE como ponto de partida sólido, leve em conta o estado atual do veículo e conte com a expertise de profissionais especializados para ajustar coberturas que reflitam o uso real do L-1625 2p diesel de 1993.
Para quem busca tranquilidade na hora de proteger esse veículo, a GT Seg
