Valor FIPE Atual
R$ 87.379,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 509088-1
Ano: 1993-3
MêsPreço
Jan/26R$ 87.379,00
Dez/25R$ 89.163,00
Nov/25R$ 89.297,00
Out/25R$ 89.512,00
Set/25R$ 89.800,00
Ago/25R$ 89.989,00
Jul/25R$ 90.134,00
Jun/25R$ 90.225,00
Mai/25R$ 90.656,00
Abr/25R$ 90.738,00
Mar/25R$ 90.875,00
Fev/25R$ 90.930,00

Guia abrangente sobre a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-1625 de 1993 e a ficha técnica deste caminhão de 3 eixos

A Tabela FIPE funciona como referência de valores de veículo usado no Brasil, servindo de base para avaliações de seguro, financiamentos e negociações entre compradores e vendedores. Quando o assunto é caminhões pesados, como o Mercedes-Benz L-1625, a leitura da FIPE envolve particularidades: há variações por ano, configuração de cabine, motor e tipo de transmissão. Neste texto, exploramos o que a Tabela FIPE representa para o modelo L-1625 com 3 eixos, cabine de 2 portas, motor diesel, ano de 1993, além de apresentar uma ficha técnica consolidada para fins educativos e de seguro, sem mencionar valores de mercado específicos. Também traremos contexto sobre a marca, aplicações do veículo e orientações eficientes para a avaliação de risco na contratação de seguros.

Ficha Técnica resumida do Mercedes-Benz L-1625 (3 eixos, 2 portas) – diesel, 1993

A seguir, apresentam-se dados típicos da configuração clássica do L-1625 desta era. Vale lembrar que números exatos podem variar conforme a configuração de fábrica de cada unidade, mas as informações abaixo refletem o conjunto operacional comum a este modelo na década de 1990.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ L-1625 3-Eixos 2p (diesel) 1993
  • Tipo de veículo: caminhão pesado com 3 eixos, cabine com 2 portas
  • Motorização: diesel, turbocomprimado, de alta cilindrada
  • Cilindrada: faixa típica entre 8,0 e 9,5 litros
  • Potência: faixa típica entre 180 e 270 cavalos de potência
  • Transmissão: manual, com várias marchas, projetada para trabalho de transporte de carga pesada
  • Tração: 6×4 (três eixos com dois eixos motrizes, padrão comum em caminhões pesados de desempenho semelhante)
  • Peso Bruto Total (PBT): aproximadamente 16,25 toneladas
  • Peso vazio estimado: em torno de 7,6 a 8,3 t, variando pela configuração de cabine, tanque e acessórios
  • Capacidade de carga: robusta para operações de média a pesada, com payload estimado entre 8 e 9 t conforme configuração específica
  • Dimensões e entre-eixos: comprimento e entre-eixos compatíveis com operações de estradas e rodovias, típicos de caminhões de 3 eixos
  • Tanque de combustível: volume significativo para longas jornadas, com opções entre 300 e 400 litros
  • Velocidade máxima: em torno de 90 a 100 km/h, variando conforme peso, transmissão e configuração do conjunto motor/transmissão

Essa ficha técnica, embora condensada, oferece uma visão estrutural essencial para a avaliação de risco e para a compreensão de como a FIPE reflete o estado de conservação, uso anterior e configuração do veículo ao longo do tempo. Ao comparar dados de FIPE com a ficha técnica, o corretor consegue alinhar expectativas de cobertura, valores de referência para reposição de peças e cenários de sinistro, especialmente em operações de fretamento e frota.

Mercado e essência da marca: Mercedes-Benz no segmento de caminhões pesados

Desde a sua origem, a Mercedes-Benz traz para o mercado automotivo uma reputação alicerçada em engenharia de precisão, robustez e inovação. No segmento de caminhões, a marca consolidou-se como sinônimo de durabilidade, confiabilidade estrutural e disponibilidade de rede de manutenção, elementos cruciais para operações logísticas que dependem de uptime. O L-1625, dentro da linha L, exemplifica uma filosofia de projeto voltada para uso comercial intenso: chassis reforçado, cabines funcionais para carga útil, sistemas de freios e suspensão desenhados para suportar jornadas de trabalho em ambientes rodoviários e intermunicipais.

Para empresas de transporte, a escolha por veículos Mercedes-Benz em geral implica mais do que o desempenho de cada veículo: envolve também acesso a rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais, treinamento de equipes e disponibilidade de informações técnicas que facilitam diagnósticos e ações de manutenção. A marca mantém uma tradição de eficiência operacional, com foco em segurança, ergonomia para o motorista e soluções de conectividade que, ainda que atuais, são compatíveis com a lógica de caminhões de sua época de origem, como o L-1625 de 1993.

O papel da Tabela FIPE no universo do caminhão L-1625

A Tabela FIPE tem como função oferecer uma referência de mercado para veículos usados, levando em conta itens como ano, estado de conservação, motorização e configuração. No caso de caminhões pesados, especialmente modelos com 3 eixos, a FIPE funciona como fio condutor para cálculos de cobertura de seguro, avaliações de sinistros e opções de financiamento de frota. Quando se analisa o L-1625 de 1993, a FIPE pode apresentar variações entre regiões e entre configurações de cabine, motor e transmissão, refletindo a diversidade de configurações que existiam para este modelo no início dos anos 90. Por isso, é fundamental considerar o histórico da unidade, incluindo idade, manutenções, eventuais reformas e modificações, para calibrar com maior precisão o valor referencial utilizado pela seguradora.

Para o mercado de seguros, entender a FIPE ajuda a definir níveis de cobertura compatíveis com o valor de reposição ou de mercado atual, bem como a estabelecer cenários de depreciação. Em termos operacionais, quanto mais fiel o registro técnico da configuação atual do veículo, mais assertiva costuma ser a avaliação de risco, o que impacta positivamente na proposta de prêmio com base na probabilidade de danos, custos de reparo e reposição de peças originais.

Aspectos relevantes de seguro para o Mercedes-Benz L-1625

Seguro de caminhões pesados envolve peculiaridades que vão além do veículo individual. Para o L-1625, as seguintes diretrizes ajudam a embasar uma apólice mais adequada às operações de frota e às expectativas de proteção financeira do negócio:

  • Perfil de uso: transporte de carga pesada com rotas fixas ou variáveis, tempo de uso diário e frequência de viagens impactam o prêmio e as coberturas disponíveis
  • Tipo de carga: mercadorias de alto valor ou sensíveis exigem coberturas adicionais para danos, extravio ou roubo
  • Riscos de operação: áreas com maior incidência de roubo, acidentes de trânsito rodoviário ou avarias por desgaste devem ser contempladas com cláusulas específicas
  • Manutenção e histórico: regularidade de revisões, registro de intervenções e estado dos componentes críticos (motor, câmbio, freios) influenciam o custo de seguro

Na prática, o corretor de seguros utiliza a ficha técnica e os dados da FIPE para entender a exposição do veículo, o valor de reposição, o custo potencial de peças originais e o tempo de indisponibilidade em caso de sinistro. A configuração de 3 eixos com tração 6×4, por exemplo, acarreta considerações específicas de diárias de reposição de caminhão, custos de mão de obra especializada e eventuais limitações de disponibilidade de peças em determinados estados ou regiões. Tudo isso pesa na formulação da proposta, buscando equilibrar proteção completa com custos de prêmio compatíveis com o orçamento da frota.

Notas sobre o uso da FIPE para o L-1625 em frota e custo de seguro

Ao integrar a Tabela FIPE com a substituição de peças, avaliação de depreciação e reposição de veículos, a seguradora consegue modelar cenários de sinistro com maior granularidade. Para caminhões clássicos como o L-1625 de 1993, pode haver discrepâncias entre o valor atual de mercado e o custo de reposição: peças originais podem ter disponibilidade limitada, renegociações com importadores ou necessidades de recondicionamento. Assim, a FIPE atua como base estável, mas a apólice pode exigir adendos que reconheçam particularidades da configuração, histórico de uso e estado do veículo. Em ambientes de frota, a prática comum é revisar anualmente a referência FIPE para capturar variações de mercado e ajustar o prêmio, sem perder de vista o equilíbrio entre proteção adequada e custo acessível.

Considerações úteis para quem administra ou negocia o seguro do L-1625

  • Documentação: mantenha em dia o certificado de inspeção, histórico de manutenção e registro de reparos significativos
  • Manutenção preventiva: programe revisões regulares em motor, sistema de freios, suspensão e transmissão para reduzir o risco de sinistros e evitar divergências entre valor de reposição e custo de reparo
  • Proteção de carga: avalie adições de cobertura específicas para cargas de alto valor ou sensíveis, com cláusulas de transporte, manuseio e armazenamento
  • Escolha de franquia e coberturas: alinhe franquias a cenários de uso e disponibilidade de peças para manter o custo total do seguro dentro do orçamento da frota

Com o modelo de 1993, a confiabilidade e a história de uso do veículo são fatores centrais na avaliação de risco. O estado de conservação da cabine, dos componentes mecânicos e da carroceria, bem como a qualidade da manutenção, podem influenciar não apenas o prêmio, mas também a aceitação de determinadas coberturas por parte das seguradoras. Por isso, manter um dossiê completo facilita a negociação com o corretor e a construção de uma proteção que realmente corresponda às necessidades da operação.

Encerramento e convite para cotação

O Mercedes-Benz L-1625, com sua configuração clássica de 3 eixos e propulsão a diesel de 1993, representa uma classe de caminhões que ainda pode compor frotas modernas com adequação de uso, manutenção cuidadosa e gestão de riscos bem estruturada. A leitura atenta da Tabela FIPE, aliada à ficha técnica detalhada, proporciona uma visão mais clara sobre o valor de reposição, depreciação e as necessidades de cobertura. Ao planejar a proteção do seu veículo, conte com a expertise de quem entende tanto de seguros quanto do funcionamento de caminhões pesados.

Se você busca proteção sob medida para o seu Mercedes-Benz L-1625 ou para toda a sua frota, considere uma cotação com a GT Seguros.