| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 91.553,00 |
| Jan/26 | R$ 91.756,00 |
| Dez/25 | R$ 92.783,00 |
| Nov/25 | R$ 92.923,00 |
| Out/25 | R$ 93.148,00 |
| Set/25 | R$ 93.448,00 |
| Ago/25 | R$ 93.646,00 |
| Jul/25 | R$ 93.797,00 |
| Jun/25 | R$ 93.892,00 |
| Mai/25 | R$ 94.081,00 |
| Abr/25 | R$ 94.167,00 |
| Mar/25 | R$ 94.310,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-2325 6×4 de 1993: contexto, avaliação de uso e implicações para o seguro
Contexto histórico da FIPE e o papel da referência para veículos pesados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estabelecer valores médios de veículos usados, servindo como base para negociações, seguros, aluguel de frotas e avaliações em processos de financiamento. Embora seja mais conhecida por veículos de passeio, a FIPE também contempla caminhões e comerciais pesados, com versões específicas para cada segmento. No caso de modelos antigos, como o Mercedes-Benz L-2325, a leitura da tabela envolve entender que o valor de referência tende a refletir o uso, a idade e as condições gerais do veículo, além de variações regionais e de configuração. Para gestores de frotas e corretores de seguros, entender esse recorte temporal da FIPE é essencial para precificação adequada, para a comparação entre opções de cobertura e para a tomada de decisões sobre manutenção preventiva e substituição de ativos.
Veículos como o L-2325, fabricado no início da década de 1990, representam uma tranche de mercado que exigia, na época, manuais de operação robustos, motores diesel de alta confiabilidade e estruturas de chassis projetadas para cargas pesadas. A partir de 1993, a evolução tecnológica trouxe novos padrões de segurança, consumo e desempenho, mas muitos desses caminhões permaneceram em operação por longos períodos, principalmente em rotas de menor velocidade média, transporte de carga seca ou serviços de utilidade pública. Nesse contexto, a FIPE funciona como um referencial de custo de reposição no mercado de usados, não substituto de laudo técnico nem de avaliações específicas de cada unidade. Quando o objetivo é contratar seguro, esse valor pode ser usado como base para a cobertura de casco, responsabilidade civil e, principalmente, para entender a depreciação atrelada ao tempo de uso do ativo.

Para quem administra frotas ou atua como corretor de seguros, a leitura de uma Tabela FIPE para um modelo como o L-2325 exige traduzir o número de referência em termos práticos: qual é, de fato, o estado de conservação esperado, quais componentes costumam exigir reposição mais frequente e como isso impacta o custo anual de manutenção e a figura do prêmio de seguro. Em veículos de 20 a 30 anos de idade, a depreciação e a necessidade de peças de reposição podem variar significativamente conforme histórico de chamados de serviço, disponibilidade de peças originais e rede de assistência técnica. Por isso, a FIPE deve ser vista como uma âncora, não como o único determinante da precificação de prêmios ou de indenizações em caso de sinistro.
Ficha técnica do Mercedes-Benz L-2325 (1993) — versão 6×4, 3 eixos, diesel, 2 portas
- Configuração: Caminhão pesado 6×4 com 3 eixos, chassi robusto para operações de carga média a pesada; cabine de dois compartimentos (2 portas), voltada a operação de rota rodoviária e missões de média a alta duração.
- Motorização: Diesel, seis cilindros em linha, deslocamento próximo de 9,6 litros; potência típica entre 250 a 270 cavalos de potência; torque na casa de 900 a 1.100 Nm, proporcionando boa arrancada com carga e manutenção estável em longas distâncias.
- Transmissão: Caixa manual com um conjunto de aproximadamente 9 velocidades à frente (com relação de marchas adequada à faixa de torque), com válvula de avanço para facilitar a condução em trechos com carga elevada; pedal de embreagem robusto para uso diário em operações de carga.
- Peso, dimensões e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) na faixa de aproximadamente 23,5 toneladas, típico desse layout 6×4; capacidade de carga útil estimada entre 12 e 16 toneladas, dependendo da configuração de eixos, eixo dianteiro, pneus e acessórios. Entre-eixos costuma ficar em uma faixa compatível com manobrabilidade em trechos rodoviários e em vias com restrições de penetração de peso; características de suspensão e pneus influenciam diretamente o consumo e o conforto da viagem.
A marca Mercedes-Benz e o legado no transporte de cargas do Brasil
A Mercedes-Benz é uma das marcas com maior tradição no segmento de caminhões no Brasil, agregando história, rede de serviço técnico e disponibilidade de peças ao longo de décadas. O portfólio da marca, especialmente na linha L e seus descendentes, consolidou-se como referência para quem busca robustez, confiabilidade e valor de revenda estável em operações de logística e transporte de cargas em diferentes regiões do país. No Brasil, a atuação da Mercedes-Benz do Brasil mistura engenharia de ponta com uma rede de postos de serviço, treinamentos técnicos e suporte à frota que facilita a substituição de componentes, manutenções programadas e assistência em rota. Mesmo para modelos de 1993, o legado da marca em termos de durabilidade é uma linha de comunicação que costuma gerar confiança entre frotistas e corretores de seguros, pois retrata um compromisso com padrões de construção que favorecem a longevidade em condições de uso variado, desde estradas asfaltadas até trechos de estrada de terra com demanda de torque elevado.
Além de engenharia, o histórico da Mercedes-Benz no Brasil está associado a iniciativas de segurança e ao desenvolvimento de soluções de desempenho para frota. Em épocas de produção mais antiga, muitos caminhões já vinham com conjuntos de freios, suspensão e cabine pensados para reduzir ruídos, melhorar a dissipação de calor e aumentar a robustez estrutural. Mesmo que a tecnologia tenha evoluído desde 1993, o L-2325 carrega em seu perfil uma tradição de resolução de problemas sob condições de caçambas, carretas com baú ou plataformas, o que, para seguradoras, pode significar uma base de risco que combina idade, atualização de peças originais e necessidade de revisões constantes para manter o veículo dentro de padrões de atuação segura.
Com a disponibilidade de peças originais e de serviço autorizado, a Mercedes-Benz também oferece um ecossistema que facilita a gestão de custos a longo prazo da frota. A rede de assistência, peças de reposição compatíveis e redes de oficina especializada ajudam a manter a confiabilidade de um ativo que, apesar da idade, pode continuar operando em demanda estável. Para o seguro, esse conjunto de fatores — histórico da marca, qualidade de montagem, disponibilidade de peças e suporte técnico — é relevante para determinar fatores de prêmio, cobertura de danos, e condições especiais de sinistro quando se lida com antigos caminhões de carga.
Implicações da Tabela FIPE para o seguro e gestão de risco de caminhões antigos
Quando se trata de seguro de caminhões, a idade do veículo é um dos determinantes mais relevantes de prêmio, franquias e coberturas disponíveis. Caminhões fabricados em 1993, como o L-2325, entram numa faixa de avaliação de risco diferente de modelos recentes, exigindo cuidados adicionais por parte de proprietários e corretores. A Tabela FIPE fornece uma referência de valor de mercado que serve como base para cálculos de cobertura de casco, valor de reposição, além de orientar o cálculo de prêmios, dependo das regras de cada seguradora. Porém, por serem veículos históricos ou de uso intensivo, podem exigir checagens detalhadas, revisões de motor e chassis, histórico de sinistros e documentação de manutenção para ajustar o prêmio de forma adequada.
Aspectos práticos que costumam aparecer na gestão de seguro para esse tipo de veículo incluem a necessidade de documentação atualizada de manutenção, comprovantes de reparos críticos (freios, suspensão, sistema de transmissão e eixo), além de avaliações periódicas de condições de pneus, lanternas, sistemas de iluminação e presença de itens de segurança. Em muitos casos, o seguro pode oferecer opções como valor de reposição diferenciado, opção de reposição por valor venal com depreciação acelerada ou cobertura de peças de reposição específicas, com acesso a uma rede de assistência para veículos em idade avançada. O histórico de uso, quilometragem, tipo de rota (rodoviária, cidade, estradas de terra) e disponibilidade de um plano de manutenção também exercem influência direta na projeção de custos anuais do seguro e na projeção de custos operacionais.
Outro ponto relevante é a verificação de possíveis modificações ao veículo ao longo do tempo, como adaptações de suspensão, pneus reforçados, alterações no sistema de freios e atualizações elétras. Tais modificações podem impactar tanto a avaliação FIPE quanto as coberturas de seguro. Em operações de frota, o equilíbrio entre custo de aquisição, custo de reposição/indenização e custo de manutenção influencia a decisão de manter o ativo na frota ou substituí-lo por modelos mais modernos. Por isso, entender o valor na FIPE, com a devida contextualização de idade e condição, ajuda a tomar decisões mais informadas para proteção de ativos, funcionários e prazos de entrega da empresa.
Como interpretar a Tabela FIPE para frotas e para corretores de seguros
Interpretar a FIPE exige olhar além do número bruto de valores: é crucial considerar o estado do veículo, a documentação, a disponibilidade de peças e a rede de assistência. Para caminhões antigos, é comum que o valor FIPE seja influenciado pela quantidade de uso vivo, pela presença de peças originais e pela história de serviços realizados ao longo dos anos. Ao comparar cotações de seguro, vale a pena observar como o valor de
