Valor FIPE Atual
R$ 99.774,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509104-7
Ano: 1995-3
MêsPreço
Jan/26R$ 99.774,00
Dez/25R$ 99.965,00
Nov/25R$ 100.116,00
Out/25R$ 100.358,00
Set/25R$ 100.681,00
Ago/25R$ 100.894,00
Jul/25R$ 101.057,00
Jun/25R$ 101.160,00
Mai/25R$ 101.363,00
Abr/25R$ 101.456,00
Mar/25R$ 101.610,00
Fev/25R$ 101.673,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-2325 6×4 (1995): ficha técnica, seguro e impactos práticos

Quando se fala em avaliação de veículo para seguro ou para fins comerciais, a Tabela FIPE surge como referência amplamente utilizada no Brasil. No caso específico do Mercedes-Benz L-2325, um caminhão pesado com configuração 6×4 e três eixos do ano de 1995, entender como a FIPE funciona, qual é a sua ficha técnica e quais impactos isso tem na hora de segurar o veículo é essencial para quem administra frotas ou atua como autônomo no transporte de cargas. Este artigo busca esclarecer esse tema com linguagem clara, educativa e prática, sem afastar a atenção dos aspectos específicos que cercam o L-2325 e a credibilidade da marca Mercedes-Benz.

Breve panorama da Mercedes-Benz no segmento de caminhões pesados

A Mercedes-Benz é uma marca associada à engenharia de alto padrão, com tradição de décadas dedicada a oferecer soluções de mobilidade robustas para transporte de cargas pesadas, logísticas de longo percurso e serviços de apoio ao cliente. No Brasil, a visão de qualidade associada à marca está presente na rede de concessionárias, no fornecimento de peças originais e no suporte técnico, características determinantes para caminhões usados em operação contínua. Ao considerar uma tabela FIPE para um modelo como o L-2325, vale reconhecer o legado da Mercedes-Benz na construção de eixos, chassis, cabinas e sistemas de propulsão que, historicamente, buscam algo em comum: confiabilidade ao longo de milhares de quilômetros sob condições variadas de estrada e carga.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ L-2325 6×4 3-Eixos 2p (diesel) 1995

O L-2325, dentro da linha de caminhões pesados da marca, representa uma configuração típica de operação rodoviária com maior capacidade de carga, adequada a rotas de frete, distribuição de peso em vias urbanas e estradas, bem como em trechos com demanda de desempenho de torque em subidas. A presença de três eixos e a tração 6×4 indicam um veículo pensado para combinar carga útil significativa com estabilidade em terreno desafiador, desde que receba a manutenção adequada. Compreender a filosofia de engenharia da Mercedes-Benz ajuda a interpretar a ficha técnica do veículo e ajustar expectativas sobre seguro, depreciação e valor de reposição, temas centrais ao se trabalhar com a Tabela FIPE.

Ficha técnica do Mercedes-Benz L-2325 6×4 3-eixos (1995)

Abaixo está um resumo técnico compatível com a configuração anunciada pela Tabela FIPE para esse modelo, com dados aproximados que refletem padrões da época. Lembre-se de que especificações podem variar conforme o país, a configuração de fábrica e alterações realizadas pelo proprietário ao longo da vida útil do veículo.

  • Categoria e configuração: Caminhão pesado com 3 eixos, tração 6×4, cabina 2 portas (2p) — uso típico em cargas de grande porte e distribuição de peso.
  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, com turbo (deslocamento aproximado de 9,0 L); alimentação por injeção diesel, desenho tradicional da época.
  • Potência e torque: Potência entre aproximadamente 210 e 260 cavalos-vapor (cv), torque na faixa de 850 a 1000 Nm, variando conforme calibração do motor e especificação de fábrica.
  • Transmissão e tração: Transmissão manual com várias marchas (tipicamente entre 5 e 9), associada a uma estrutura de eixo traseiro com diferencial adequado para tração 6×4; câmbio calibrado para operação de peso e torque elevados.

Observação: os números acima refletem limites práticos e referências comuns para o período e a configuração 6×4 do L-2325. Em veículos usados, especialmente com décadas de uso, pode haver variações no motor, na transmissão, na cabine e em itens auxiliares. Para fins de segurança e avaliação, a checagem de documentação, histórico de manutenção e inspeção moderna é fundamental.

O que é a Tabela FIPE e como ela influencia o seguro

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela não é preço de venda; é uma média estatística que sintetiza o valor histórico de aquisição, uso, desgaste e depreciação ao longo do tempo. Seguradoras costumam utilizar a FIPE como base para several aspectos do contrato de seguro, especialmente em indenizações por perda total, avaliação de coberturas de casco, e para estabelecer limites de cobertura quando o veículo está sujeito a sinistros como colisões, roubo ou incêndio.

Quando se fala no Mercedes-Benz L-2325, a FIPE oferece uma referência de valor que facilita a comunicação entre proprietário, corretor de seguros e a seguradora. Em caminhões pesados, o valor FIPE também impacta a política de subscrição, o cálculo de prêmios proporcionais ao risco e a regra de indenização. Por exemplo, veículos com valores FIPE mais elevados, associados a boa manutenção e histórico de uso em rotas estáveis, podem determinar prêmios diferentes em comparação a caminhões com idade avançada, histórico de sinistros ou condições de uso mais complexas.

Alguns aspectos práticos sobre a FIPE para o L-2325 no contexto de seguro incluem: a referência mensal ajuda a calibrar o valor a ser indenizado em caso de perda total; variações do valor FIPE ao longo do tempo influenciam o ajuste de prêmios e da franquia; a base FIPE costuma ser usada para critérios de reposição a valor de mercado ou de reposição, conforme a apólice; e a data de referência da FIPE pode afetar o cálculo do prêmio ao renovar o contrato. Por isso, é comum que corretores de seguros orientem seus clientes a manterem o cadastro atualizado, com informações sobre uso, KM rodados e estado de conservação, para que o ajuste de valor e a cobertura fiquem alinhados com a realidade do veículo.

Fatores que influenciam o preço do seguro de caminhões 6×4 como o L-2325

Além da própria Tabela FIPE, diferentes fatores operacionais e técnicos costumam impactar o custo do seguro de caminhões pesados. Compreender esses elementos ajuda o motorista profissional, o gestor de frota e o corretor a planejar a proteção com maior assertividade.

  • Uso e rota: caminhões que percorrem trajetos longos, com cargas de alto valor agregado ou zonas com maior risco estratégico costumam ter prêmios maiores. O ambiente urbano tende a ter densidade de tráfego e riscos distintos daqueles de rodovia.
  • Perfil de motorista e experiência: a experiência do condutor, cursos de capacitação e histórico de sinistros influenciam a percepção de risco pela seguradora.
  • Condição da frota e manutenção: veículos bem mantidos, com rotina de inspeções, troca de peças críticas e registros de manutenção ajudam a reduzir prêmios. Em contrapartida, frotas com histórico de falhas rotineiras elevam o custo do seguro.
  • Valor de reposição e franquias: a escolha entre reposição a valor de mercado ou a valor atual de reposição, bem como o nível de franquia, impactam diretamente no valor do prêmio.

Observação: a Tabela FIPE não substitui a análise individual da seguradora. Cada empresa pode considerar critérios próprios de risco, como histórico de sinistros, idade do veículo, circuito de operação (portos, rodovias movimentadas, áreas rurais), e políticas internas de sinistros. Por isso, é comum que o corretor realize um levantamento de informações específico para cada caso, garantindo que a cobertura esteja alinhada com as necessidades reais da operação.

Como o L-2325 6×4 afeta manutenção, operação e prêmios

A configuração 6×4 do L-2325 traz particularidades relevantes para a gestão de custos de operação e para o seguro. O peso adicional, a tração traseira com três eixos e o maior conjunto de rodas exigem atenção especial à manutenção, o que, por sua vez, influencia diretamente nos custos de seguro. A seguir, alguns aspectos práticos que costumam aparecer na prática cotidiana:

  • Desgaste de componentes: com 3 eixos e peso elevado, itens como pneus, freios, eixos, suspensão e conjunto de transmissão sofrem maior desgaste; a durabilidade relativa depende do tipo de rota e da qualidade da manutenção.
  • Consumo de combustível: caminhões 6×4 costumam ter consumo superior em relação a configurações mais leves; o custo operacional influencia decisões de seguro, especialmente quando se avalia o custo de reposição por perda indireta de uso do veículo.
  • Complexidade de reparo: danos em caminhões pesados podem exigir oficinas especializadas e peças originais; a disponibilidade de peças e o tempo de reposição impactam o tempo parado e, consequentemente, a indenização indireta.
  • Riscos operacionais: o transporte de cargas pesadas aumenta o interesse de ladrões de caminhões ou de cargas, o que pode influenciar coberturas de roubo, gente furtos e responsabilidade civil.

Portanto, o L-2325, por seu porte e pela natureza de suas operações, costuma exigir um equilíbrio entre coberturas de casco, responsabilidade civil, roubo/furto e assistência 24 horas. A FIPE entra como referência de valor para reposição ou indenização, mas a tomada de decisão sobre as coberturas deve considerar o uso diário, o histórico de sinistros da frota e as particularidades operacionais da empresa.

Estrutura de seguro: pontos para considerar ao cobrir um L-2325

Ao planejar a proteção do Mercedes-Benz L-2325, algumas áreas merecem atenção específica para evitar lacunas de cobertura. Abaixo estão diretrizes de caráter educativo para orientar corretores, gestores de frota e proprietários de caminhões na montagem de uma apólice que reflita de forma adequada o risco real.

  • Cobertura de casco compreensiva: inclua danos por colisão, incêndio, explosão, queda de raio e eventos similares que possam comprometer o chassi, motor, transmissão e cabine.
  • Roubo e furto de carga: para operações com cargas de alto valor, é essencial combinar a proteção do veículo com a cobertura de mercadorias transportadas, para evitar lacunas em casos de sinistro com roubo de carga.
  • Responsabilidade civil: para caminhões, a cobertura de responsabilidade civil é fundamental, pois envolve danos a terceiros, com prejuízos que vão além do veículo.
  • Assistência 24 horas e itens de continuidade operacional: guincho, reboque, carro reserva, e suporte em caso de paralisação são elementos úteis que reduzem o tempo de indisponibilidade da frota.

É importante lembrar que a escolha de franquias, limites de cobertura e a forma de indenização devem ser discutidas com o corretor da GT Seguros ou da seguradora parceira, para que o contrato reflita as necessidades reais da operação e o valor de reposição adequado ao valor FIPE, sem comprometer a viabilidade financeira da empresa.

Manutenção e agedade: impactos na gestão de risco

A idade, o estado de conservação e o histórico de manutenção de um caminhão pesado como o L-2325 influenciam diretamente a percepção de risco pelas seguradoras. Caminhões bem cuidados, com inspeções regulares, peças originais e registros de serviço consistentes, tendem a apresentar menor probabilidade de sinistro ou falhas graves durante a operação. Assim, investir em um plano de manutenção proativo pode não apenas melhorar a confiabilidade do veículo, mas também favorecer condições mais competitivas em termos de prêmio de seguro.

Alguns aspectos práticos que as empresas costumam considerar incluem planos de manutenção programada, verificação de itens críticos (sistema de freios, direção, suspensão, pneus) e a atualização de componentes com maior probabilidade de desgaste devido à configuração 6×4. Além disso, manter a documentação em dia — certificados de inspeção, manuais, histórico de reparos e notas fiscais — facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar positivamente nas condições do contrato.

Estratégias para a gestão de risco na frota com L-2325

Para quem administra uma frota com veículos dessa configuração, algumas estratégias ajudam a reduzir o custo total de propriedade, incluindo o seguro. Abaixo seguem práticas recomendadas que costumam ser eficazes na prática:

  • Treinamento contínuo de motoristas: condução econômica, técnicas de frenagem segura, manuseio de cargas volumosas e rotas de alto tráfego ajudam a minimizar incidentes, promovendo menor risco para a seguradora.
  • Rotas otimizadas: planejamento de rotas com menor exposição a áreas de alto risco, controle de velocidade em áreas urbanas e uso de dispositivos de telemetria para monitorar comportamento de condução.
  • Condições de carga seguras: cadeados, dispositivos de amarração e paletes adequados reduzem o risco de danos à carga e de estouro de mercadorias, o que, por consequência, evita reclamações desnecessárias.
  • Gestão de sinistros: procedimentos claros para acionar assistência, registrar ocorrências e