| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 99.677,00 |
| Dez/25 | R$ 99.867,00 |
| Nov/25 | R$ 100.018,00 |
| Out/25 | R$ 100.531,00 |
| Set/25 | R$ 102.583,00 |
| Ago/25 | R$ 102.799,00 |
| Jul/25 | R$ 102.964,00 |
| Jun/25 | R$ 103.068,00 |
| Mai/25 | R$ 103.275,00 |
| Abr/25 | R$ 103.369,00 |
| Mar/25 | R$ 103.525,00 |
| Fev/25 | R$ 105.361,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-2635, caminhão de 3 eixos e 2 portas a diesel (1999)
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para veículos comerciais
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela é consolidada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e serve como base para diversas operações financeiras e contratuais, incluindo negociações entre comprador e vendedor, financiamento, planos de assistência e, principalmente, seguros. Quando falamos de caminhões e utilitários pesados, como o Mercedes-Benz L-2635 com 3 eixos e 2 portas movidos a diesel, a FIPE funciona como um norte para estabelecer o patamar de valor segurável e, consequentemente, orientar o cálculo de prêmios e indenizações em caso de sinistro. Importante: a FIPE não é o preço de venda efetivo do veículo; trata-se de uma média estatística que pode variar conforme a condição, quilometragem, histórico de manutenção e configuração do veículo. Em seguros, esse valor de referência ajuda as seguradoras a definir o montante segurável e a estrutura de coberturas, frentes de indenização e franquias, sempre buscando equilíbrio entre proteção do proprietário e controle de risco.
Para quem administra frotas ou possui veículos como o L-2635, entender a lógica da FIPE facilita decisões mais conscientes: você compara veículos com padrões parecidos, reconhece variações entre versões e evita surpresas ao renovar a apólice. Além disso, a FIPE serve como base para avaliações de sinistro e, em muitos casos, orienta o cálculo de depreciação de peças, impacto de danos e reposição de componentes. Em caminhões de porte médio a pesado, a relevância dessa referência se amplia, pois características como a configuração de eixo, o estado da carroceria, o tipo de caçamba ou carroceria instalada, e a finalidade de uso (distribuição, transporte de carga geral, intervalos de rota, etc.) influenciam diretamente o valor segurável e o custo do prêmio.

Ficha técnica do Mercedes-Benz L-2635 (1999) – 3 eixos, 2 portas, diesel
A linha L da Mercedes-Benz tem histórico consolidado no transporte de carga no Brasil e em muitos mercados globais. O L-2635, específico para operações que demandam capacidade de carga em três eixos, foi desenvolvido para oferecer robustez, confiabilidade e desempenho em trajetos de média e longa distância com diferentes tipos de carga. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica descritiva, com foco nas características que costumam constar nas especificações técnicas de veículos dessa categoria. Vale lembrar que números exatos podem variar conforme a configuração de fábrica, a carroceria instalada e o mercado de atuação.
- Configuração do chassi: caminhão de três eixos com cabine de acordo com a versão, utilizado para carga de peso moderado a pesado, conforme a configuração da carroceria e do conjunto de eixos.
- Motorização: motor a diesel; a linha L pode receber diferentes opções de motor diesel conforme o ano e a configuração de fábrica; potência e torque são características proporcionadas pelo conjunto motor-câmbio específico de cada unidade.
- Transmissão e embreagem: transmissão manual com várias marchas, projetada para manejo de peso e torque gerados pela combinação motor-câmbio; a ergonomia de condução é adaptada para uso contínuo em trechos urbanos e rodoviários.
- Dimensões e capacidade: o comprimento total, a largura, a altura e a capacidade de carga variam conforme a carroceria instalada (caçamba, plataforma, baú, entre outros) e a configuração de eixos; o peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga são determinados pela configuração real do veículo e pelos itens opcionais escolhidos na fábrica.
Essa abordagem de ficha técnica visa oferecer uma visão clara sobre o que é relevante para avaliação de seguro e valor de mercado, sem prescrever números fixos que podem divergir entre veículos similares. Em veículos pesados como o L-2635, a combinação entre motor diesel, configuração de três eixos e a carroceria escolhida cria diferentes perfis de risco, o que influencia o prêmio, as coberturas disponíveis e a forma como o sinistro é indemnizado pela seguradora.
Como a FIPE classifica esse modelo e quais fatores influenciam o código de referência
A FIPE utiliza uma sistemática de classificação por modelo, ano e variações específicas de versão para compilar seus índices. No caso de caminhões pesados, como o L-2635, o relacionamento entre o modelo (L-2635), o ano de fabricação (1999) e as especificações de configuração (3 eixos, 2 portas, diesel) define a linha de referência que compõe a tabela. O código de referência da FIPE para um veículo não é apenas o rótulo do modelo; ele incorpora também atributos da configuração que afetam a depreciação, o custo de reposição e a probabilidade de sinistros. Por exemplo, uma versão com carroceria industrial leve pode ter uma curva de depreciação diferente de outra com caçamba especial ou baú fechado, ainda que o motor seja o mesmo. Em resumo, a FIPE observa a coexistência entre: modelo/marca, ano, versão de fábrica, tipo de carroceria e configurações de eixo/tração.
Ademais, é comum que veículos de transporte de carga pesada apresentem variações regionais, entre estados e cidades, relacionadas a padrões de uso, manutenção e disponibilidade de peças. Tais variações podem influenciar a discussão entre seguradora e tomador de seguro na hora de estabelecer o valor segurável, o que reforça a importância de manter o histórico de manutenção atualizado, bem como a regularização da frota e da documentação do veículo. A correta identificação do modelo e da versão na FIPE facilita a comparação entre opções de seguro e evita distorções no recálculo de prêmios durante renovação.
Aplicação prática da FIPE para seguros e prêmios do L-2635
Quando o segurado busca uma apólice para um caminhão como o L-2635, a FIPE funciona como referência para o valor a ser assegurado. Esse valor, por sua vez, impacta o custo do seguro e a abrangência de coberturas disponíveis. Em termos práticos, isso significa:
• A decisão sobre o valor segurável é orientada pela comparação entre o valor de mercado estimado pela FIPE e o custo de reposição de peças e reposições necessárias em caso de sinistro.
• A cobertura pode variar de acordo com o tipo de carroceria (caçamba, baú, plataforma) e com a configuração de eixo, que influenciam a resistência do veículo a danos e o tempo de reparo.
• O prêmio é afetado por fatores de risco regionais, histórico de sinistros, uso da frota (operacional versus premium), idade do veículo e disponibilidade de peças originais para reposição. Caminhões mais antigos costumam ter maior necessidade de peças repetidas e maior dependência de mão de obra especializada, o que pode elevar o custo do seguro, mesmo quando o valor FIPE é estável.
É comum que seguradoras solicitem à hora da cotação informações adicionais, como quilometr
